
BRASÃO da FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA
Carta de Brasão, registrada no Livro II, fls. 9/11, do Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil concedida a 22/11/1881 ao BARÃO de AVELLAR e ALMEIDA por Decreto de 7/1/1881.
FAMÍLIA AVELLAR e ALMEIDA e sua DESCENDÊNCIA BRASILEIRA e sua ASCENDÊNCIA EUROPÉIA e os 7 TITULARES NO IMPÉRIO do BRASIL
Pesquisado por Anibal de Almeida Fernandes, 4º neto de Manoel de Avellar e Almeida, com o objetivo principal de tornar mais clara a interdependência geográfica e familiar das famílias dos Titulares do Império no século XIX, não podemos ignorar que em 1823 havia cerca de 4 milhões de habitantes e em 1889 havia 14 milhões de habitantes no Brasil e ao longo desses 67 anos de Império apenas 986 pessoas receberam títulos, ou seja, apenas 0,0070% da população.
Março, 2010
Casal Tronco: Manoel de Avellar e Almeida e Susana Maria de Jesus
Sacra Família do Tingá/Vassouras, Rio de Janeiro, século XVIII.
Orientação numérica: 1 é o Patriarca, 2 é filho, 3 é neto, 4 é 2o neto, 5 é 3o neto, 6 é 4o neto, 7 é 5o neto, 8 é 6o neto, 9 é 7º neto, 10 é 8º neto, etc.
1) Manoel de Avellar e Almeida, o Patriarca, é meu 4º avô, nasc. cerca de 1767 e fal. 27/4/1848, filho do Alferes Manoel Coelho de Avellar e de Maria Rosa de Almeida, casou-se cerca de 1792, com sua prima Susana Maria de Jesus, nasc. cerca de 1769 e fal. 23/6/1839, filha de Manoel Henriques e de Maria Coelho, todos eles naturais e batizados na Freguesia de São Pedro da Ponta Delgada da Ilha das Flores, Bispado de Angra de Heroísmo, Açores, Portugal Insular.
O casal Manoel e Susana de Avellar e Almeida, veio para o Brasil, no século XVIII, a chamado de Francisco Rodrigues Alves, fal. 31/7/1846, filho de Antonio Rodrigues Alves e de Maria Coelho (que provavelmente deve ser parente de Manoel Coelho de Avellar), que eram da mesma Freguesia de São Pedro da Ponta Delgada, Francisco era casado com Antonia Barbosa de Sá e já radicado no Brasil, era dono da sesmaria denominada de Vassouras e Rio Bonito, que recebera por concessão real, a 6/10/1782, junto com Luís Homem de Azevedo. Eles foram, com certeza, os primeiros povoadores de Vassouras como informa o “Dicionário Geográfico“ de A. Moreira Pinto.
Nota: é importar esclarecer que não há parentesco entre as famílias Avellar e Almeida e Ribeiro de Avellar que tem os seguintes titulares: Barão de São Luiz, Barão de Capivari, Barão de Guaribú, Visconde da Paraíba e Visconde de Ubá.
DESCENDÊNCIA BRASILEIRA de MANOEL de AVELLAR e ALMEIDA
1) Manoel de Avellar e Almeida, é o Patriarca da família Avellar e Almeida (é meu 4º avô) c.c. sua prima Susana Maria de Jesus, donos da Fazenda Boa Vista do Mato Dentro. Conforme o Inventário feito em Vassouras a 7/6/1848, tendo por Inventariante o Barão do Ribeirão e cuja cópia foi obtida no Tabelião José Maria da Costa de Vassouras, em Vassouras em 1977, o casal teve 10 filhos[1]:
2.1 José de Avellar e Almeida, fal. 26/7/1873, conforme a lápide existente no Cemitério de Vassouras, Barão do Ribeirão a 22/6/1867, c.c. Ana Barbosa de Sá, fal. 12/8/1868, filha de Francisco Rodrigues Alves, (dono da sesmaria de Vassouras, retro-citado), que é irmã do 1o Barão de Santa Justa, e tia do 2o e 3o Barão de Santa Justa, da Baronesa de Meneses, da Viscondessa de Ibituruna e da Baronesa de Santa Fé. Ver nota sobre a Progênie da Baronesa do Ribeirão na Bibliografia.
Brasão do Barão do Ribeirão, título ad personam.
José e Ana tiveram 13 filhos, que seguem abaixo, mantida a ordem o inventário:
3.1) Marcelino, Barão de Massambará (em 1867), n. em 1822 e faleceu a 31/8/l898, no Rio de Janeiro; 1o c.c. Ana Rita, filha do seu tio Marcelino José c.c. Francisca de Paula Correa e Castro (filha do barão de Campo Belo), pais de: 4.1) Francisca de Paula, c.c. Joaquim Eduardo Leite Brandão; e 2o c.c. Maria Luisa de Azevedo Carvalho.
3.2) Bernardino, Barão de Cananéia (em 1868) e Visconde de Cananéia (em 1886), c.c. Carlota Elisa, filha do seu tio Marcelino José c.c. Francisca de Paula Correa e Castro (filha do Barão de Campo Belo), tiveram 4 filhos: 4.1) Alfredo Carlos (que segue), 4.2) Orminda (*29/7/1855), 4.3) Virgílio (*24/6/1856), 4.4) Carlos (*31/81857). O Visconde casou-se pela 2a vez e teve a filha única, 4.5) Maria Virgília c.c. Carlos França Carvalho, neto de Vicente de Souza Queiros, Barão de Limeira a 1/2/1867.
4.1 Alfredo Carlos (*31/7/1853), c.c. Constança Furquim Werneck de Almeida, neta do 2o Barão de Paty d’Alferes, sobrinha do Barão de Capivari, pais de:
5 1 José Carlos Werneck de Almeida Avellar, c.c. Elza Marques de Souza, pais de 4 filhos:
6.1) Helena, 6.2) Lúcia, 6.3) José Carlos (n. 1925), c.c. Taylor Maria Braga, pais:
7.1 Maria Angélica Braga de Avellar Silva. 7.2 Maria de Fátima Braga de Avellar Bolze. 7.3 José Carlos Braga de Avellar, c.c. Maria Beatriz Ferreira.
6.4 Luis Carlos.
3.3) Hilário, fal. 8/12/1876, 1o c.c. Maria Eugenia, sua prima pais de: 4.1 Carlota (*20/9/1862) c.c. Augusto de Paiva Magalhães Calvet, 4.2 Camilo (*17/10/1864), 4.3 Orminda (*21/4/1867) c.c. Carlos de Avellar Brandão, e 2o c.c. Clementina de Avellar Figueira, sua prima e filha do 2o casamento de sua tia Luisa Maria, (minha 3ª avó) com Anastácio José Gonçalves Figueira.
3.4) Inácio, nas. 23/5/1845, 1o c.c. Cândida Werneck de Avellar, filha da sua irmã Bernardina Francisca de Avellar c.c. José Inácio de Souza Werneck pais de 4.1) Ana Cândida, e 2o c.c. Mariana Rodrigues Barbosa, sua prima, filha dos Barões de Santa Fé.
3.5) Laurindo, (*5/12/1849 +25/11/1902), Barão de Avellar e Almeida (em 1881), 1o c.c. Laurinda filha de sua irmã Bernardina de Avellar c.c. José Inácio de Souza Werneck pais de 4.1) Laurinda (1872-1892), 2o c.c. Maria José, filha do seu irmão José Jr. (ver pg. 3 item 3.10) pais de 4.2) América, 3o c.c. Maria Ursulina Peçanha, pais de: 4.3) Elvira, 4.4) Raul, 4.5) José, 4.6) Maria da Glória e 4.7) Alice. Brasão, sul cognome, registrado no Livro II, fls. 9/11, do Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil concedido a 22/11/1881:

Brasão Avellar e Almeida
A Banda diagonal vermelha com 3 estrelas de prata, postas em pala, representa trabalho árduo. A Abelha, à direita, simboliza a operosidade, confirmando o trabalho árduo. O Cafeeiro, à esquerda, mostra a atividade do Barão de Avellar e Almeida que era fazendeiro de café. A Divisa em latim Virtute et Honore significa Virtude e Honra, que é uma confirmação dos valores éticos e sociais da família Avellar e Almeida.
Atenção: Barão de Avellar e Almeida foi um título concedido pelo Imperador ad personam sul cognome isto é, dado a uma pessoa específica e apoiado sobre o nome da família do titulado. Esta forma é usada quando o Imperador deseja prestar homenagem também à família, dignificando-lhe o nome. O Brasão, que está no início do texto, foi requerido a 17/1/1881, foi concedido e passado por Carta de Brasão a 22/11/1881, e está registrado no Cartório da Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, Livro II, folhas 9/11. Todos os 1.211 títulos registrados nos 2 Reinados do Império foram concedidos ad personam uma vez que a nobreza brasileira não era hereditária e só houve registro de 239 Brasões dos quais, apenas 5 Brasões contém o cafeeiro em suas armas como é o caso do Brasão da Família Avellar e Almeida. Após a morte do titular é reconhecido e aceito pelo Direito Nobiliário moderno o uso do Brasão de Armas pela família do titular de título sul cognome, porém o título pertence ao Patrimônio Heráldico da Coroa e não pode ser, jamais, usado por descendente.
3.6) Bernardina, (b.2/7/1825, f.11/12/1878), c.c. Inácio José de Souza Werneck (b.17/6/1821) que é irmão do 2o Barão de Ypiabas e da 2a Viscondessa de Queluz e é sobrinho do 1o Barão e Visconde de Ypiabas e do Barão de Potengy. Tem 4 filhos: 4.1) Cândida, 4.2) Laurinda, 4.3) José Inácio c.c. sua prima Amélia (filha de Antonio Barboza de Andrade e n.p. do Barão de Piabanha e n.m. do Barão do Ribeirão), 4.4) Inácio c.c. Delmira Caminhoá, pais de:
5.1) Olga Werneck, c.c. Maurício Paiva de Lacerda, Prefeito de Vassouras (filho de Sebastião Lacerda c.c. Maria da Glória Avellar Barbosa dos Santos Paiva), pais de 3 filhos:
6.1 Carlos Frederico Werneck de Lacerda, Governador do Rio de Janeiro, c.c. Letícia Abruzzini, pais de: 7.1) Sérgio, 7.2) Sebastião e 7.3) Cristina.
6.2 Maurício, separado de Gilda Araújo, pais de: 7.1) Gabriel c.c. Maria Alice de Paiva, pais de: 8.1) Miguel de Paiva Lacerda.
6.3 Vera, f., c.c. Odilon Paiva, f. (filho de Júlio Paiva), pais: 7.1) Cláudio, f., jornalista e 7.2) Vera.
3.7) Maria José, n. 1852, f. 3/6/1883, a 14/11/1873, c.c. Marcelino José de Avellar, seu primo.
3.8) Porcina, b. 1/7/1838, c.c. José de Paiva Magalhães Calvet, (viúvo).
3.9) Ana, b. 25/12/1854 f. 10/6/1879, c.c. Augusto de Paiva Magalhães Calvet.
3.10) José Jr., c.c. Maria Cândida Botelho (filha de José Joaquim Botelho): 3 filhos:
4.1) José, b. 10/12/1854.
4.2) Maria José, b. 30/3/1856, 2ª mulher do Barão de Avellar e Almeida, (seu tio, nomeado no item 3.5), pais de:
5.1) América c.c. Manoel de Mello Affonso pais de 12 filhos: 6.1) Otávio, 6.2) Manoel, 6.3) Maria José, 6.4) José, 6.5) Dalila, 6.6) Horácio, 6.7) Judith, 6.8) Olga, 6.9) Alberto (93 anos em 2009) c.c. Maria Leopoldina Gomes Ramos (95 anos em 2009) pais de 2 filhos: 7.1) Antonio Carlos, divorciado de Eliana Uchoa pais de: 8.1) Joana e 8.2) Gustavo e 7.2) Carlos Alberto, c.c. Ana Lúcia Amaral pais de: 8.1) Ana Catarina e 8.2) Ana Letícia, 6.10) América, 6.11) Alice gêmea, 6.12) Eunice gêmea.
4.3) Edmundo b. 10/5/1857.
3.11) Laurinda Francisca, em 1857 c.c. Antonio José Barbosa de Andrade, filho do Barão de Piabanha, (n. 1796) e primo-2º do Duque de Caxias. Pais de: 4.1) Amélia. O Barão de Piabanha é irmão de Mariana de Andrade avó de Luis Alves de Lima e Silva, Duque de Caxias a 23/3/1869.
3.12) Maria, b. 25/12/1843 f. 26/6/1872, 1a mulher do Barão de Werneck, José Quirino da Rocha Werneck, irmão do 2o Barão de Palmeiras e neto do 1o Barão de Palmeiras. Pais de 3 filhos: 4.1) Maria Alcina, (c.c. Francisco Campelo, pais de 4 filhos: 5.1) Arnaldo, 5.2) Heloisa, 5.3) Virgínio, 5.4) Anibal, 4.2) Anita e 4.3) Elvira.
3.13) Carolina, fal. 16/9/1863, a 26/11/1859 c.c. Antonio José Fernandes, (viúvo). Pais de:
4.1 José (1865-1900), c.c. Maria Leite Pinto, pais de,
5.1 José de Avellar Fernandes (n. 1892, f. 1981), é o genealogista que fez a pesquisa sobre os ancestrais do Patriarca Manoel de Avellar e Almeida, c.c. Elza Monteiro de Barros Pereira de Almeida, neta do Barão Monteiro de Barros.
2.2) Marcelino José de Avellar e Almeida, c.c. Francisca de Paula Correia e Castro, filha do Barão de Campo Belo. (Francisca era irmã de Esméria, que é a mãe de Eufrásia Teixeira Leite que fal. solteira em 1930 e doou sua imensa fortuna e a Casa da Hera para Vassouras, RJ). Tiveram 7 filhos:
3.1) Ana Rita, c.c. Marcelino de Avellar e Almeida, Barão de Massambará, seu primo.
3.2) Carlota Elisa, c.c. Bernardino de Avellar e Almeida, Visconde de Cananéia, seu primo.
3.3) Maria, 3.4) Martiniana, 3.5) Camilo, 3.6) Mariana, 3.7) Joana.
2.3) Ana Maria de Jesus, c.c. Bernardino José da Costa.
2.4) Inácia Maria de Jesus, c.c. Manoel Inácio de Azevedo.
2.5) Mariana Rosa de Jesus, c.c. Antonio Inácio Botelho.
2.6) Luisa Maria de Jesus, 1o c.c. Antonio José da Silva, (meus trisavôs) fazendeiro e membro da Câmara Municipal de Valença pela Freguesia de N. Sra. da Glória, logo após a Criação da Vila de Valença a 10/11/1826 (História de Valença, Luís Damasceno Ferreira, 1925, pg. 79), falecido cerca de 1836, são meus 3os avós, (Livro de Batismos número 5, 1867-1871, da Catedral de Vassouras, no assento da transcrição do registro do batismo que foi realizado a 24/2/1849 de Luisa, que é a 1a filha do 1o Barão do Rio das Flores e Maria Salomé, estão registrados como avós maternos: Luisa Maria de Jesus e Antonio José da Silva. Neste mesmo livro de Batismos número 5, Luisa Maria de Jesus e Antonio José da Silva, voltam a aparecer registrados como avós maternos nos assentos das transcrições dos registros de batismo destes 3 outros filhos do 1o Barão do Rio das Flores e Maria Salomé: Mizael (2o Barão do Rio das Flores), Manoel e Antonio, todos transcritos neste Livro de Batismos número 5, 1867-1871, da Catedral de Vassouras), Luisa e Antonio tiveram 2 filhos: Maria Salomé e João Antonio (meu bisavô):
3.1) Maria Salomé, minha tia bisavó (n. 1831, f. 19/7/1864), c.c. José Vieira Machado da Cunha (n. 20/10/1814, f. 1/11/1879), 1o Barão do Rio das Flores (1867), tio do Barão d’Aliança. Tiveram 12 filhos: 4.1) Luisa, (n. 4/2/1849, b. 24/6/1849, tem o nome em homenagem à avó materna Luisa Maria), 4.2) Lindolfo (n. 14/4/1850, f. 10/4/1874),
4.3) Mizael (n. 23/3/1851, f. 3/7/1913), 2o Barão do Rio das Flores, (1886), c.c. Aurora Esteves Ottoni, (n. 1858, f. 1922, filha de Manuel Esteves Ottoni, c.c. Ana Amália de Araújo Maia, np de Honório Esteves Ottoni c.c. Mariana Pereira Guedes, bisneta paterna de José Eloy Ottoni, [n. 1/12/1764, f. 2/10/1851] c.c Maria do Nascimento Esteves), estão enterrados em Rio das Flores, pais de vários filhos, entre eles:
5.1) Manoel c.c. Maria do Rosário Azevedo (Rosarinho), pais de:
6.1) Luís Carlos Azevedo Vieira, f. 1994, c.c. Nancy Meireles Junqueira pais de:
7.1) Paulina, c.c Guilherme Penteado Morais, pais de: 8.1) Artur, 8.2) Joaquim.
7.2) Luciana, c.c. Marcos Pereira de Almeida, pais de 8.1) Tomás.
6.2) Sara (Sarita) c.c. Luiz Galvão de França, pais de:
7.1) Caio, s.
7.2) Carla, c.c. Ricardo Brito, pais de: 8.1) André, 8.2) Thiago, 8.3) Bruno.
5.2) Mizael Ottoni Vieira c.c. Ana Cerqueira Lima, bisneta do Visconde de Barbacena, trineta do Marquês de Barbacena.
5.3) Virginia, n. 1/4/1905, c.c. Antonio Wanderley de Araújo, neto do Barão de Cotegipe.
4.4) Manoel (n. 3/12/1852, f. 29/1/1894) c.c. Emiliana Garcia (n. 9/9/1853, f. 29/8/1905), pais de Maria Salomé c.c. Belisário Vieira Ramos (autor do livro A Família Werneck, AGB Ano IV, pg. 278).
4.5) João,
4.6) Antonio c.c. Carolina Castilho, pais de:
5.1) Maria Salomé c.c. Francisco Castilho de Mattos pais de 4 filhos:
6.1) Aidil, 6.2) Marli,
6.3) Lea c.c. João Batista Pedro Lodi, pais de 4 filhos:
7.1) José Carlos c.c. Ana Lucia, pais de: 8.1 Adriana, 8.2 Rodrigo.
7.2) Vitor Luiz c.c Lucia Bastos, pais de: 8.1 Leonardo, 8.2 Leandro.
7.3) Eliane c.c Antonio Cesar Rodrigues, pais de: 8.1 Livia.
7.4 Aidil, no 1º casamento, teve 3 filhos:
8.1) Alexandre c.c. Juliana Cerdá Mendes pais: 9.1 Leticia Lodi de Oliveira.
8.2) Marcelo e 8.3) Fernando.
7.4 Aidil, no 2º c.c. Cid Pacheco, sem geração.
6.4) Ieda c.c. Osmar Ribeiro de Almeida, pais de 3 filhos:
7.1) Lucymaria c.c. Tamar David Costa, pais de: 8.1 Flavia c.c. Elcio França Jr.
7.2) Cláudio c.c. Anna Elisabth Branquinho, pais de: 8.1 Thais, 8.2 Beatriz.
7.3) Marli c.c Sergio Araújo, pais de: 8.1 Renata, 8.2 Simone.
4.7) Honório, 4.8) José, 4.9) Maria,
4.10) Carolina casada com Dr. Virgilio Fabiano Alves, herdaram a fazenda Nazareth e depois foram para Minas Gerais.
4.11) Escolástica, 4.12) Ana.
3.2) João Antonio, c.c. Ana Margarida de Arantes, (são meus bisavós), neta paterna de Manoel Rufino de Arantes, bisneta do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques e sua mulher Ana da Cunha Carvalho que é 5a neta de Baltazar de Moraes de Antas, meu 11º avô, que veio para o Brasil em 1556, Juiz em São Paulo de Piratininga em 1579, fidalgo português com Confirmação de Nobreza e pureza de sangue reconhecida oficialmente a 23/11/1580 pelo Ouvidor Geral da Bahia, Cosme Rangel de Macedo, (registrado em, Títulos 1530-1805 do Arquivo Heráldico e Genealógico do Visconde Sanches de Baena; Alfredo Ellis Jr informa que Balthasar, foi o único morador do Brasil a ter comprovação de nobreza de 1ª linha no séc. XVI). Ana Margarida é 10a neta de João de Arantes (n. cerca de 1460), Fidalgo Cavaleiro, Morador da Casa Real, Senhor da Quinta de Romay, que é o 1o Arantes registrado na história de Portugal ao ser nomeado, a 2/1/1488, Condestável[2] d’El Rei D. João II, 13o Rei português, que fixou a autoridade da Casa Real sobre a nobreza; neta materna de João Gualberto de Carvalho e Ana Inácia Ribeiro do Valle, 1os Barões de Cajurú a 30/6/1860, (meus tetravós), Ana Margarida é sobrinha do 2o Barão de Cajurú, do Barão de São João d’El Rei e do Visconde de Arantes, é sobrinha neta do 1o Barão de Cabo Verde, é prima irmã do 2o Barão do Rio das Flores. João Antonio e Ana Margarida, pais de:
4.2) Bernardina (1869-1936), a 30/1/1889 c.c. Joaquim Rodrigues d’Almeida (1866-1937), filho de Albino Rodrigues d’Almeida c.c. Antonia Maria da Conceição, neto de José Rodrigues d’Almeida c.c. Maria do Carmo, de Viseu, Portugal. Joaquim é primo 2o de Joaquim d’Almeida Barão de Almeida Ramos. Foram para Araraquara, SP, em 1890, onde formaram a fazenda de café Baguary. Pais de 12 filhos: 5.1) Luisa (nome em homenagem à bisavó materna Luisa Maria); 5.2) Mário; fez Engenharia em Liège, Bélgica, (diploma 24/10/1913), por causa da 1a Guerra Mundial voltou para o Brasil e se formou em advocacia em São Paulo pelo Largo de São Francisco, (diploma a 7/12/1923). Vereador (a partir de 3/4/1936) e Prefeito de Araraquara, SP, onde é nome de rua; foi correligionário político de seu primo Altino de Arantes Marques (governador de São Paulo = 1916-1920), Armando de Salles Oliveira e Honório Monteiro, seu falecimento foi registrado na Câmara de São Paulo pelo Requerimento de nº 486 de 20/7/1958 do vereador Scalamandré Sobrinho, 5.3) Maria (nome em homenagem à bisavó materna Luisa Maria); 5.4) Alzira; 5.5) Isaura; 5.6) Joaquim; 5.7) Luis, médico pela Praia Vermelha (diploma a 17/10/1935), é nome de rua em Araraquara; 5.8) Ana (que segue); 5.9) Esther; 5.10) José: médico pela Praia Vermelha RJ; 5.11) Bernardino: advogado pelo Largo de São Francisco, SP, é nome de rua em Araraquara; 5.12) Orlando, bacharel pelo Largo de São Francisco, SP.
5.8) Ana (1907-1987) em 1927 c.c. Anibal de Barros Fernandes (1904-1973), filho de João Antonio Fernandes e Ana Joaquina de Barros, neto por parte de pai de Antonio José Fernandes e Ana Joaquina Adão, Vila Real, Portugal, neto por parte de mãe de André Gonçalves e Maria Francisca de Barros, Campinas, São Paulo, que é irmã de Adriano Júlio de Barros (n. 1868), médico e presidente da Câmara Municipal de Campinas, no séc. XIX. O casal teve 3 filhos: 6.1) Ana, f. 1999; 6.2) Rachel, 6.3) Anibal, que segue:
6.3) Anibal, arquiteto (Mackenzie 1968), c.c. Maria José Giordano Del Grande, filha de José Del Grande, c.c. Thereza Spina Giordano, neta por parte de pai de Seraphim Del Grande e Judite Del Carlo, Lucca, Itália, neta por parte de mãe de Domingos Giordano (fundador da 1a Casa Bancária de São Paulo), c.c. Carmela Spina, bisneta de Vicente Giordano c.c. Ângela Maria Barra Falchi, filha do Cavagliere Francesco Antonio Barra (também pai de Nicolino Barra, Barão Barra, nobreza italiana) de Torraca, Salerno, Itália, radicado em São Paulo no final do séc. XIX em um imponente palacete que existe até 2008 no começo da Av. Liberdade tendo no frontão a inscrição BCFA). Pais de:
7.1) Ana Tereza Del Grande Arantes de Almeida Fernandes, nasc. 1977, psicanalista, a 24/8/2007 c.c. Felipe Augusto Alonso, filho de Geraldo Alonso Filho e Ana Regina Alonso. Passa a assinar Ana Tereza Arantes de Almeida Alonso.
2.6) Luisa Maria, 2o c.c. Anastácio José Gonçalves Figueira, Juiz de Paz da Freguesia de N. Sra. da Glória, fal. a 7/4/1869, com 72 anos, tiveram 5 filhos:
3.3) Luisa, 3.4) Clementina c.c. seu tio Hilário de Avellar e Almeida, 3.5) Anastácio
3.6) Luís, 3.7) Anastácia.
2.7) Rita Maria de Jesus, c.c. José Maria Lisboa.
2.8) Maria Rosa de Jesus, b. 16/6/1793, c.c. seu tio, Eleutério Rodrigues Barbosa, fal. 5/12/1853, filho de Francisco Rodrigues Alves. Tiveram 7 filhos:
3.1) Manoel, 3.2) Ines, 3.3) José, 3.4) Eleutério, 3.5) Bernardino, 3.6) Carolina, 3.7) Antonio.
2.9) Isabel Maria de Jesus, c.c. José Pedro Teixeira Coelho, tiveram 3 filhos:
3.1) João, 3.2) Joaquim, 3.3) José.
2.10) Francisca Maria de Jesus, c.c. seu tio, Francisco Rodrigues Barbosa, filho de Francisco Rodrigues Alves e irmão do 1o Barão de Santa Justa, tiveram 11 filhos:
3.1) Malaquias, 3.2) Francisco, 3.3) Deolinda c.c. Bernardino Rodrigues Barbosa, 3.4) José, 3.5) Marcelino, 3.6) Carlos, 3.7) Bernardino,
3.8) Laurinda, c.c. Antonio Eleutério Rodrigues Barbosa, pais de 3 filhos: 4.1, 4.2, 4.3
4.1) José Cipriano Barbosa, c.c. Stella Borges Moreira, pais de 3 filhos: 5.1, 5.2, 5.3
5.1) Wilkie, c.c. Sheila Molina Bastos
6.1) Geraldo, c.c. Zulma Fonseca Valadares, pais de:
7.1) José Diogo
6.2) Amanda divorciada de Walter Wiedmann, pais de: 7.1 Tarcila, 7.2 Rudá, 7.3 Yura
5.2) Walquiria
5.3) Wany
4.2) Maria Clemência c.c. Antonio José de Araújo
5.1) Ruth c.c. José Francisco de Mattos
6.1) Ruth c.c. João Luiz Woerdenbag, pais de:
7.1) João Luiz Woerdenbag Filho, é o cantor Lobão
4.3) Arlinda c.c. Camilo Pereira Carneiro (irmão do Conde Pereira Carneiro, título da Santa Sé, dado por Bento XV em 1919), pais de 5 filhos:
5.1) Ernesto, 5.2) Camilo, 5.3) Arlindo, 5.4) Tito, 5.5) Ruth.
3.9) Jacinto, 3.10) Luís, 3.11) Hilário.
7 TITULARES AVELLAR E ALMEIDA
1º) Barão do Ribeirão a 22/6/1867: José de Avellar e Almeida. Seu palacete, na praça central de Vassouras, é a mais bela construção neoclássica da cidade, sua escadaria é grandiosa e imponente. Foi transformado em Fórum em 1895, quando já deixara de ser do Barão e do seu filho, o Visconde de Cananéia. Em 1958, o palacete foi tombado pelo Patrimônio Cultural no séc, XXI voltou a ser a Câmara Municipal, após uma completa reforma feita pelo eng. Antonio Carlos Ramos de Mello Affonso trineto do Barão do Ribeirão. O Barão foi tenente-coronel da Guarda Nacional e Cavaleiro da Ordem da Rosa e era dono das fazendas: Cachoeira (350 alqueires), Mato Dentro, Ribeirão Alegre, Retiro. Faleceu em Vassouras a 26/3/1874. Tem Brasão registrado no Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil.
2º) Barão de Massambará a 4/9/1867: Marcelino de Avellar e Almeida era comissário de café no Rio de Janeiro e foi Comendador da Ordem da Rosa e Cavaleiro da Ordem de Cristo. Foi, também, Presidente do Conselho de Intendência, (nome da Câmara Municipal no início da República). O Barão é nome de rua em Vassouras e seu palacete pertence, hoje em dia, à Fundação Severino Sombra.
3º) Barão (1868) e Visconde de Cananéia a 18/9/1886: Bernardino Rodrigues de Avellar foi um dos mais destacados membros da nobreza vassourense, onde era vulto de prestígio em Vassouras e na Corte Imperial tanto que, em 1876, a Princesa Isabel e o Conde d’Eu vieram especialmente a Vassouras, a convite do Visconde, hospedando-se no belíssimo palacete Cananéia, que o Visconde herdara do pai, o Barão do Ribeirão. A cama onde dormiu o casal imperial tem a inscrição do fato na madeira da trave do leito, com a respectiva data, e pertence a Alberto Avellar de Mello Affonso, sobrinho-neto do Visconde. O Visconde era um benemérito, gastou para auxiliar a cidade, mais de 22 contos de réis em dinheiro e 120 contos em gêneros alimentícios, roupas e remédios, na época da epidemia de febre amarela, em 1880. Tal gasto, numa época que o café já entrara em decadência, arruinou o Visconde. A 3/6/1882, a cidade assistiu uma festa em homenagem ao Visconde, feita pelos pobres, que passou à história do município como a Festa da Pobreza. Foi tenente-coronel da Guarda Nacional e Comendador da Ordem da Rosa. Faleceu em Vassouras a 12/4/1896.
4º) Barão de Avellar e Almeida a 7/1/1881: Laurindo de Avellar e Almeida, Comendador da Ordem de Cristo. Faleceu no Rio de Janeiro a 25/11/1902. Tem Brasão concedido a 22/11/1881 e registrado no Cartório de Nobreza e Fidalguia do Império do Brasil, que pode ser usado pela Família Avellar e Almeida por ser um título concedido pelo Imperador Pedro II ad personam sul-cognome:

Brasão da Família Avellar e Almeida
A “Banda” diagonal vermelha com 3 estrelas de prata, postas em pala, representa trabalho árduo. A “Abelha”, à direita, simboliza a operosidade, confirmando o trabalho árduo. O “Cafeeiro”, à esquerda, mostra a atividade do Barão de Avellar e Almeida que era fazendeiro de café. A divisa em latim Virtute et Honore significa Virtude e Honra, que é uma confirmação dos valores éticos e sociais da família Avellar e Almeida.
5º) Maria, Baronesa de Werneck, por seu marido, José Quirino da Rocha Werneck, Barão de Werneck a 24/8/1882.
6º) Maria Salomé de Avellar e Almeida e Silva, 1ª Baronesa do Rio das Flores, (é irmã do meu bisavô materno), por seu marido, José Vieira Machado da Cunha, 1º Barão do Rio das Flores a 3/4/1867, são meus tios bisavós. Eles estão enterrados no cemitério de Rio das Flores em túmulo restaurado por Marcos Vieira da Cunha, também sobrinho-bisneto dos 1os Barões e restaurador das fazendas, Guaritá, Campos Elíseos, Santo Antonio, todas de sua família e que, hoje em dia, estão nas mãos de terceiros. Maria Salomé teve 12 filhos, entre eles o 2º Barão do Rio das Flores. Maria Salomé morreu na Fazenda Monte Alverne e o 1o Barão não mais se casou.
7º) 2º Barão do Rio das Flores a 14/8/1886: Mizael Vieira Machado da Cunha (filho do 1º Barão do Rio das Flores) casado com Aurora Esteves Ottoni (n. 1858, f. 1922, filha de Manuel Esteves Ottoni c.c. Ana Amália de Araújo Maia, np de Honório Esteves Ottoni c.c. Mariana Pereira Guedes, bisneta paterna de José Eloy Ottoni, [n. 1/12/1764, f. 2/10/1851] c.c. Maria do Nascimento Esteves), estão enterrados em Rio das Flores.
As fazendas do clã Avellar e Almeida se localizaram em Vassouras, Cananéia, Massambará, entre elas: Ribeirão Alegre, Mato Dentro, Retiro, São Luiz de Massambará, que foi do Barão de Massambará, retro citado, São Luiz da Boa Esperança e a fazenda Cachoeira, do Barão do Ribeirão, retro citado, com 350 alqueires, se destacava pelo tamanho, pois as propriedades da época tinham, em média, 120 alqueires (sendo de 48.400 m2 o alqueire fluminense), com 40 a 50 escravos em média.
Bibliografia e fontes consultadas para estruturar este trabalho:
# Braga, Greenhalg H. Faria, Vassouras de Ontem, Rio de Janeiro, 1975 e De Vassouras, História, Fatos Gente, Rio de Janeiro, 1978.
# Ferreira, Luís Damasceno, História de Valença, Rio de Janeiro, 1925, pg. 79.
# Raposo, Ignácio, História de Vassouras, Niterói, 1978.
# Werneck, Francisco Klörs, História e Genealogia Fluminense, Edição do Autor, 1947, pgs: 97 a 104 > Primeiros Povoadores de Vassouras, trabalho do autor, não publicado. A filiação deste trabalho segue os dados levantados por Francisco Klors Werneck em paróquias de Vassouras e informados em seu trabalho: 1ºs Povoadores de Vassouras e seus descendentes, pgs: 11 a 18.
# Revista do IGB, Ano V, pg.463.
# Rheingantz, Carlos G, Titulares do Império, Rio de Janeiro, 1960.
# Silva, Rudy Mattos da, Galeria Vassourense, Vassouras, 1999.
# Machado, Lielza Lemos, Imagens de Vassouras, Vassouras, 1994.
# Inventário de Manoel de Avellar e Almeida, feito a 7/6/1848, cópia autenticada no Tabelião José Maria da Costa, Vassouras, RJ, em 1977.
# Anuário Genealógico Brasileiro (AGB) Ano: I = pgs 318 a 320, tem grave erro ao tornar irmãos o 1o e o 2o Barão do Rio das Flores que são pai e filho, Ano II, Titulares Brasileiros Escudos e Armas, pgs. 21 a 74, Ano III = pg 323, Ano IV = pgs: 227 a 264, em especial pgs 257 e 278, Ano VI, Ano VII e Ano IX = Famílias Reais da Península Ibérica, pgs. 3 a 103. # Anuário Genealógico Latino, 1952, Fernandes, José de Avellar, Os Morais de São Paulo.
# A Cidade e o Planalto, Gilberto Leite de Barros, Martins, 1967, I Tomo, em especial as pgs: 9, 10, 11, 12, 13, 14, 15, 16,17, 19, 21, 22, 23, 27, 28, 29, 35, 36, 37, 38, 40, 41, 44, 45, 49, 53, 54, 57, 60, 82, 83, 85, 91, 92, 93, 94, 95, 96, 123, 124, 164, 168, 169, 173, 174, 180, 186, 188, 191, 193, 196.
# Barões e escravos do café Sonia Sant´Anna, 2001, pgs: 35 a 38 e 160.
# Arantes e Oliveira, Eduardo de, Nantes ou Arantes ou D’Anantes que hoje He Arantes, 1994, trabalho de autor Português, não publicado.
# Sant’Ana, Sonia, Barões e Escravos do Café, Jorge Zahar, RJ, 2001.
# Pereira, Américo Arantes, A Família Arantes, Editora Legis Summa, Ribeirão Preto, 1993.
# Marcos Vieira da Cunha, fonte primária, informou as datas de nascimento e morte dos 1os Barões do Rio das Flores e dos filhos Manoel, Lindolpho, Mizael, e de Emiliana Garcia, tiradas dos túmulos, restaurados por ele, no cemitério de Rio das Flores, a 18 kms de Valença, 1980.
# Maria do Rosário (Rosarinho) Azevedo Vieira da Cunha, fonte primária.
# Admário Rocha de Azevedo, Livro 5 de Batismo 1867-1871, Vassouras, nasc: Luisa, Misael, Manoel, Antonio, 1982.
# Nancy Meireles Junqueira, fonte primária, 2002.
# José Carlos Braga de Avellar, 3º neto do Visconde de Cananéia, fonte primária, 2004.
# Geraldo Moreira Barbosa, 4º neto de Manoel de Avellar e Almeida, fonte primária, 2006, 2007 e 2008.
# Cid Pacheco, genro de Lea Mattos Lodi, 4ª neta de Manoel de Avellar e Almeida, fonte primária, 2007 e 2008.
# Alberto Avellar de Mello Affonso, 3º neto de Manoel de Avellar e Almeida, fonte primária, 2008.
# Adriano Novaes: Fontes: Testamento do Barão do Rio das Flores – 1879. Processo Nº 3719/caixa 361. Museu da Justiça – Rio de Janeiro. Embargo de Obra – Tenente Coronel Jose Vieira Machado da Cunha (embargante) e Jose Luis Garcia e sua mulher (embargados) – 1866. Processo Nº 2870/caixa 293. Museu da Justiça - Rio de Janeiro. Correspondências, escrituras, atas da Câmara Municipal e outros documentos que compõem o Arquivo Histórico do Museu de Historia Regional de Rio das Flores.
# Carlos Eduardo de Almeida Barata, fonte primária, 2008. Dados sobre a 2ª Baronesa de Rio das Flores.
# E o Vale era o escravo, Eduardo Salles, Civilização Brasileira, 2008 > Manoel de Avellar e Almeida, pgs: 280/281/282 e Centro de Documentação Histórica Severino Sombra (CDH), > inventário nº 435, caixa 90, pg. 305.
# O Vale do Paraíba e a arquitetura do Café, Augusto C. da Silva Telles, Capivara, 2006.
# Estudos sobre o Direito Nobiliário, Mário de Méroe, Centauro Editora, São Paulo, 2000.
# A Cidade Antiga, Fustel de Coulanges.
# The Sumerians, Leonard Wooley.
# The Habsburgs, Andrew Wheatcroft.
# Cantor, Norman F., The Civilization of the Middle Ages, USA, 1993.
# Musset, Lucien, The Germanic Invasions, USA, 1993.
# Mattingly, Garret, Catherine of Aragon, USA, 1995.
# Kelly, Amy, Eleanor of Aquitaine, USA, 1996.
# Carta Capital, 6/4/05: A Grande Família, pgs: 10 a 15.
# Time Magazine, The Future of Medicine, pgs. 24 a 49, January, 11, 1999 e # Time Magazine, What Makes You Who You Are, pgs. 51 a 57, June, 2, 2003. # Time Magazine, The 160.000 Year Old Man, pgs. 68 a 70, June, 23, 2003.
# Veja, Eles tem tudo em comum, pgs. 73, e 74, Edição 1.804, 28/5/03. # Veja: Edição 1.760, 17 de Julho de 2002, Sahelanthropus tchadensis.
# National Geographic, Who Were the Phoenicians, pgs. 26 a 49, October 2004. # National Geographic, The Other Humans, pgs. 36 a 59, October, 2008.
# Folha Ciência, FSP, 19/11/04, Primata Ancestral, 13 milhões de anos.
# Folha São Paulo Ciências, 31/10/08: O DNA mitocondrial é aquele contido nas mitocôndria, as usinas de energia da célula. Como só é passado de mãe para filhos, é uma boa ferramenta para revelar linhagens genéticas. Ötzi, a múmia da Idade do Bronze achada nos Alpes italianos, não tem nenhum parente vivo, segundo um estudo publicado hoje. O veredicto foi dado por cientistas italianos e britânicos, que seqüenciaram parte do DNA do homem do gelo. O grupo liderado por Franco Rollo, da Universidade de Camerino, Itália, seqüenciou o genoma mitocondrial completo da múmia de 5.300 anos. É a seqüência do tipo mais antiga já obtida de um ser humano moderno. O que o genoma mitocondrial de Ötzi revelou foi que a múmia pertence a uma linhagem própria. Apesar de se encaixar do chamado haplogrupo (conjunto de linhagens) K1, que deu origem a diversas linhagens humanas na Europa, ele é diferente de todas as sublinhagens existentes hoje (K1a, K1b e K1c). Rollo e seus colegas afirmam que ele pertence a um ramo até agora desconhecido, que eles chamaram de K1ö, ou "ramo de Ötzi".
# National Geographic, What Darwin Didn´t Know February, 2009, pgs. 38 a 73.
# VASSOURAS a Brazilian Coffee County, 1850-1900 StanleyStein, Harvard University, 1957:
retrata de maneira clara e objetiva o começo, formação e início da decadência de Vassouras, quando terminam as matas virgens para derrubar e plantar e a rotina míope dos vassourenses que não adubam ou cuidam de proteger a terra onde plantam; e eu nunca tinha lido sobre a confusão e decadência que causou a implantação da estrada de ferro (D. Pedro II) para as vendas e comércio da estrada de terra (Estrada da Polícia). Também me impressionou a mudança das tropas de mulas (cada uma com 9 arroubas) que custavam 33%!!!!!!!!! do que valia o café para transportá-lo até o Rio e quando chega o trem que facilita tudo e fica rei o carro de boi que carregava 100 arroubas até as estações e derruba o custo do transporte e a perda de café e mulas nos constantes acidentes anteriores e Vassouras fica riquíssima e muito sofisticada no seu modo de vida.
Pg 226 os escravos entre 1857-58 valem 73% do valor da fazenda.
Pg 246 em 1882 o escravo é o que vale nas fazendas, pois tem liquidez e as terras estão exauridas.
Pg 247 as propriedades em 1888 desvalorizam 10 vezes em relação a 1860 e o escravo tem valor zero na composição do valor das fazendas, após a Lei Aurea.
Pg 251 estima m 500.000 escravos libertos em maio/1888.
pg 260 estima em 500 mil contos de réis a necessidade de dinheiro.
Pg 293
em 1825 > 1US$ dolar = 1 conto de reis e passa a equivaler em:
1850 > 0,58US$ dólar = 0,58 conto de reis
1900 > 0,19US$ dólar = 0,19 conto de reis
Pg 294 estima em 17.319.556 hab. a população do Brasil em 1900
Pg 295 estima em 1887 > a existência de 637.602 escravos
Progênie de Ana Barbosa de Sá, Baronesa do Ribeirão: há uma divergência sobre a filiação de Ana Barbosa de Sá conforme as pesquisas feitas por prestigiados pesquisadores da região fluminense:
1) Francisco Klors Werneck: pesquisador das paróquias fluminenses que resultou no trabalho 1ºs Povoadores de Vassouras e seus descendentes onde o autor registra Ana Barbosa de Sá como filha de Francisco Rodrigues Alves a quem foi concedido, a 6/10/1782, a sesmaria de Vassouras e Rio Bonito, que serve de fonte para esse trabalho.
Francisco Klors Werneck é Cidadão Vassourense, (1984), Membro do Instituto Genealógico do Rio de Janeiro e de São Paulo. Instituto Histórico de Niterói e Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais é autor do livro História e Genealogia Fluminense (1947), tem vários artigos publicados pelo Instituto Genealógico Brasileiro.
Werneck, Francisco Klörs, Primeiros Povoadores de Vassouras, artigo não publicado.
Werneck, Francisco Klörs, publicações do IGB/SP resultantes de sua pesquisa da genealogia fluminense nas paróquias da região:
Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, 1952: pgs 415 a 469.
Revista genealógica Brasileira, Ano VII, 1946: pgs 59 a 78.
Werneck, Francisco Klörs, História e Genealogia Fluminense Rj, 1947.
2) Roberto Menezes de Moraes: pesquisador das paróquias fluminenses que resultou no trabalho Notas para a Correção à Genealogia dos Rodrigues Alves Barbosa (2001) junto com Vilma Dutra Novaes, onde o autor registra Ana Barbosa de Sá, como neta de Francisco Rodrigues Alves e é filha de Francisco Rodrigues Barbosa e Mariana Rosa de Jesus.
Roberto Menezes de Moraes, é autor do livro O Casal Furquim Werneck, (1985), e colaborador do livro Famílias das Quatro Ilhas (Faial, Pico, Flores e Pico) Dislivro, Lisboa, 2009, 4 volumes, de Jorge Forjaz e Antonio Ornellas Mendes.
www.sfreinobreza.com/NobAZ.htm
[1] Abreviações: nasc. ou n.= nascido; b.= batizado; c.c.= casado/casamento com; fal. ou f. = falecido.
[2] Condestável substituiu na hierarquia militar o alferes-mor, e as suas funções aproximavam-se das que modernamente tem o chefe de estado-maior e, mais ainda, das dos mestres-de-campo-generais dos séc. XVI e XVII (Verbo, Enciclopédia Luso-Brasileira de Cultura, vol. IV, pg. 1279). E os soberanos que governavam mais de um reino ou senhorio tinham, em regra, um Condestável para cada um desses estados, como acontecia em Inglaterra.