V
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VAL FORMOSO
O barão de VAL FORMOSO foi Leocadio Gomes Franklin. Comissário do Café no Rio de Janeiro.
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VALDETARO
O visconde com grandeza de VALDETARO foi Manuel de Jesus Valdetaro que faleceu no RJ em 16 de Agosto de 1897 com cerca de 90 anos de idade. Bacharel em direito seguiu a carreira da magistratura, sendo nomeado em 1832 Auditor das Tropas da Corte, Juiz de Direito em 1840,Juiz dos Feitos da Fazenda em 1844,Desembargador da Relação da Corte em 1847.Chefe da Polícia nessa cidade em 1861,Presidente do Tribunal do Comércio em 1864,e do Tribunal da Relação, Ministro do Supremo Tribunal de Justiça em 1867,cargo que ocupou 19 anos, aposentando-se em 1886,depois de mais de meio século de relevantes serviços à magistratura, nos seus mais elevados cargos. Era do Conselho de S. Magestade, Grande do Império, Comendador da Imperial Ordem de Cristo e sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro.
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VALENÇA

Marquês e Marquesa de Valença
Fonte da figura do marquês: www.senado.gov.br
O barão com grandeza conde e marques de VALENÇA foi Estevão Ribeiro de Rezende que nasceu em 20 de Julho de 1777,no arraial dos Prados, Comarca do Rio das Mortes MG. Faleceu a 8 de Setembro de 1856 deixando numerosa e ilustre prole. Era filho do Coronel Severino Ribeiro, natural de Lisboa de nobre família e de Josefa Maria de Rezende, de abastada família de Prados em MG. Casou com Ilídia Mafalda de Souza que nasceu em SP a 14 de Maio de 1805 e faleceu no RJ a 24 de Julho de 1877.A marquesa de Valença era Dama de honra de S.M. a Imperatriz e filha do brigadeiro Luiz Antonio de Souza, fidalgo português, residente em SP e de Genebra de Barros Leite, falecida em Lisboa em 1836,filha do capitão Antonio de Barros Penteado e de Maria Paula Machado. O brigadeiro Luiz Antonio de Souza era filho de José Luiz de Souza e de Ana Maria de Macedo. Bacharel em direito pela universidade de Coimbra, seguiu a magistratura e foi Juiz de Fora em Palmeira,Portugal.Com a retirada da família Real portuguesa e o governo do reino para o RJ, regressou Estevão Ribeiro de Rezende à sua pátria onde exerceu em 1810 o cargo de Juiz de Fora em, SP. E de procurador de defuntos e ausentes. em Fevereiro de 1816 foi escolhido para o cargo de Fiscal dos Diamantes, no Serro Frio, MG. Em 1816 foi nomeado Desembargador da Relação, na Baia; Desembargador da Casa da Suplicação em 1818;do Desembargo do Paço em, 1824,aposentado em 1826,sendo o seu ultimo membro. Acompanhou em Maio de 1822 o Príncipe Regente D. Pedro à Província de MG, exercendo por Decreto escrito pela mão do fundador do Império, as funções de ministro de todas as repartições do publico serviço. Foi deputado à Assembléia Constituinte de 1823,por MG e também na Geral de 1826;Ministro do Império no 3º Gabinete de 10 de No0vembro de 1823;Ministro da Justiça no 6º Gabinete de 15 de Janeiro de 1827;Senador por sua província em 1826;Presidente do Senado em 1841;Conselheiro de Estado Honorário em 1827.Grande do Império, era Fidalgo Cavaleiro; Grã-Cruz da I. Ordem de Cristo; Dignitário da I. Ordem do Cruzeiro; Cavaleiro Professo da R. Ordem de Cristo de Portugal; sócio do IHGB em 1840,etc
BRASÃO DE ARMAS: Escudo partido de azul e ouro; no primeiro as armas de Damião Dias Ribeiro, que são: um leopardo de prata, passante, e um chefe de ouro com três estrelas de vermelho; no segundo as armas dos Rezendes, que são: suas cabras de preto gotadas de ouro. TIMBRE: o leopardo das armas, com uma estrela de góles na espádua; e por diferença, uma brica com uma flor.(Brasão passado em 29 de Novembro de 1829.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.1).
Adendas
Estevão Ribeiro de Rezende - agraciado com o título de Barão de Valença, posteriormente elevado a Conde e depois ainda a Marquês. Foi o primeiro juiz de fora de São Paulo, cargo criado pelo alvará de 13 de maio de 1810. No Arquivo Nobiliárquico, pág. 525, em vez de procurador, leia-se provedor. Casado em SP, 25.02.1819, (Sé, livro 4º, fls.103) com ILÍDIA MAFALDA DE SOUZA QUEIRÓS, Marquesa de Valença, nascida a 14.05.1805, batizada a 09.06 em SP cfe. registro do Livro 10 da Sé, fls. 35 e falecida a 24.07.1877. Os marqueses de Valença faleceram, ambos, no Rio de Janeiro e foram sepultados no Cemitério de S. Francisco de Paula ( Catumbi).
A
prole do Barão foi de dezesseis
filhos, onze legítimos e
cinco naturais legitimados. Estes foram: 1. Barão de Lorena, 2. Cap. Virgílio
Ribeiro de Rezende, 3. Conselheiro Teófilo Ribeiro de Rezende, 4. Delfina
Henriqueta Júlia de Rezende(Quando ainda estudante em Coimbra teve esta
filha que trouxe consigo de Portugal, ainda menina e que legitimou em 1819.
Delfina casou-se com um parente do barão e dela teve grande
descendência) e 5. Josefina Augusta de Rezende.
Colaborador
-Dalmiro da Motta Buys
de Barros - museólogo, historiador,
ex-presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia =================================================================
VALENÇA
O 2º barão de VALENÇA foi Pedro Ribeiro de Souza Rezende que nasceu em 4 de Janeiro de 1839 e faleceu em 1894.Era o 6º filho do marques de Valença, Senador Estevão Ribeiro de Rezende e de Ilídia Mafalda de Souza, marquesa do mesmo título. Casou com Justina Emmerich, filha do major Maximiliano Emmerich, Oficial do Exército alemão ao serviço do Brasil, lente da Escola Militar do RJ. Formado em matemáticas e Ciências Físicas pela Escola Central do RJ, era Oficial de Artilharia e serviu como voluntário na Guerra do Paraguai. Afastando-se da vida militar, dedicou-se à lavoura, no município de Valença, aonde foi importante fazendeiro. Era Moço Fidalgo com exercício na Casa Imperial e Cavaleiro da imperial Ordem de Cristo.
BRASÃO DE ARMAS: As de seu irmão o barão Geraldo de Rezende,Escudo esquartelado: no primeiro e quarto quartéis as armas de Damião Dias Ribeiro, - em campo azul um leopardo de prata, passante, e um chefe de ouro carregado de três estrelas de góles; no segundo as armas dos Souzas, que são esquarteladas com as quinas de Portugal (1º e 4º) , e as de Leão (2º e 3º); no terceiro as armas dos Rezendes, - em campo de ouro suas cabras de preto gotadas de ouro; e por diferença uma brica de azul com uma flor de ouro. TIMBRE: o dos Ribeiros; - o leopardo das armas, com uma estrela de góles na espádua. (Brasão passado em 27 de Junho de 1870. Reg. no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.108).
Adendas
VALENÇA (2º Barão de), título conferido em 17.06.1882. Nasceu no Rio de Janeiro em 04.01.1839 (Santana, livro 4º, fls,146), batizado em 22.07.1839; faleceu a 9.11.1894, no Rio de Janeiro, foi sepultado no dia seguinte no Cemitério do Catumbi (CBG).Casou no Rio de Janeiro em 05.05.1873, (Lagoa, livro 5º, fls.3)com D. Justina Emerich, nascida a 20.12.1853, em Porto Alegre, e falecida a 5. 10.1881, em Paris. Era filha do major Maximiliano Emerich e de D. Agnes Ana Camila Wolffram. Foram seus filhos: Maria Justina de Sousa Resende, Condessa de Serra Negra, Maximiliano Alberto de Sousa Resende, Estêvão Emerich de Sousa Resende e Dr.Ernesto Ribeiro de Sousa Resende."
fontes: - Dalmiro
da Motta Buys de Barros - museólogo,
historiador, ex-presidente do Colégio Brasileiro de Genealogia
Coronel Laurênio Lago, in "Anuário do Museu Imperial", vol. XV, Petrópolis, 1954."Acréscimos e Retificações ao 'Arquivo Nobiliárquico'",
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VARGEM ALEGRE
O 1º barão com grandeza da Vargem Alegre foi Mathias Gonçalves de Oliveira Roxo que nasceu em Trás os Montes em Portugal a 22 de Setembro de 1804 e faleceu em Vargem Alegre em 16 de Setembro de 1879,na Província do RJ. Casou com uma filha dos barões de PIRAI falecida em 1863.Veio ao Brasil em 1816 onde abraçou a carreira comercial que abandonou em 1831.Brasileiro ex vi da Constituição, foi proprietário e fazendeiro importante no Município de Pirai, na Província do RJ. Era Comendador da imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa, e Grande do Império.
BRASÃO DE ARMAS: Em campo de púrpura uma contra banda de prata carregadas de três arruelas de góles, entre oliveira de ouro com frutos de sinople à destra e uma abelha de ouro à sestra. DIVISA: Virtute et Labore. (Brasão passado em 4 de Março de 1867.Reg.no Cartório da Nobreza Liv.VI,fls.74).
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VARGEM ALEGRE
O 2º barão e visconde de VARGEM ALEGRE foi Luiz Otávio de Oliveira Roxo. Casou com Maria Amalia de Lima e Silva, filha do condes de TOCANTINS. Oficial da Imperial Ordem da Rosa, Cavaleiro da Real Ordem de Cristo de Portugal e Cavaleiro da ordem de São João de Jerusalém (Malta).Era Moço Fidalgo da Casa Imperial.
Adenda
Luis Otávio de Oliveira Roxo - agraciado com o título ( Dec 16.08.1882) de Barão de Vargem Alegre, elevado pelo Dec 11.04.1888 a Visconde. Título de origem toponímica, tomado do local de nascimento do titular, onde tinha propriedade. Nascido em Vargem Alegre, Piraí - RJ, a 28-08-1850, batizado a 02-10-1850 em Piraí. Faleceu em 19-02-1937 no Rio de Janeiro. Proprietário da Fazenda Vargem Alegre. Casou-se com Marianna Candida de Lima e Silva em 28-09-1872, filha de José Joaquim de Lima e Silva Sobrinho (Conde de Tocantins) e de Maria Balbina da Fonseca Costa, sua 2ª. esposa. Recebeu a Ordem de Malta em 04-09-1867. Foi pai de Paulo, Maria Amalia, Octavio, Ana Margarida, Maria Teresa, José, Luiz e Mariano - de Oliveira Roxo.
BRASÃO DE ARMAS: Em campo de púrpura uma contra banda de prata carregadas de três arruelas de góles, entre oliveira de ouro com frutos de sinople à destra e uma abelha de ouro à sestra. DIVISA: Virtute et Labore. (Brasão passado em 4 de Março de 1867.Reg.no Cartório da Nobreza Liv.VI,fls.74).
Colaborador: Aloysio Clemente M. I. de J. Breves Beiler - pesquisador
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VARGINHA
O barão de VARGINHA foi Joaquim Eloy Mendes, major da Guarda Nacional.

barão de Varginha
Colaboradora
Adenda e foto
- Regina Cascão - Fontes: páginas Prefeitura de Elói Mendes-MG www.eloimendes.mg.gov.br/ e Wikipédia.
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VÁRZEA
Este título foi omitido, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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VASCONCELLOS
Curiosa foto, tirada em 1899, na qual se vêem cinco gerações:
Sentados da esquerda para a direita:
1- 1º br. de Vasconcellos, José Smith de Vasconcellos
2 - 2º br. de Vasconcellos. Rodolpho Smith de Vasconcellos (co-autor do ANB)
3 - Joseph Ridgway, fº de Cleonice Smith de Vasconcellos Ridgway (fª do 1º br.)
4 - Rodolpho Basto Cordeiro, fº de Francisca Carolina Smith de Vasconcellos Basto Cordeiro (fª do 2º br.)
Em pé:
5 - Antonio Pojucan Cavalcanti, filho de Guiomar Braga Cavalcanti, esta filha de Adelaide Alves Ribeiro Braga Cavalcanti (fª de Adelaide Smith de Vasconcellos Alves Ribeiro - fª do 1º br.)
O 2º barão de VASCONCELLOS foi Rodolpho Smith de Vasconcellos que nasceu na cidade de Fortaleza, capital da Província do Ceará, a 23 de Maio de 1846.Era filho do 1º barão de Vasconcellos, José Smith de Vasconcellos, (nascido em Lisboa, a 10 de Dezembro de 1817, e falecido no RJ a 8 de Outubro de 1903),Fidalgo Cavaleiro da Casa Real, Comendador da imperial Ordem da Rosa e da de Cristo,de Portugal, e de Francisca Carolina Mendes da Cruz Guimarães (nascida na cidade de Canindé, Ceará, a 21 de Dezembro de 1814, e falecida em Liverpool, Inglaterra a 4 de Agosto de 1873).Neto por parte paterna do Conselheiro Desembargador José Ignacio Pais Pinto de Souza e Vasconcellos, Cavaleiro Professo na Ordem de Cristo, Escudeiro Fidalgo, acrescentando à Fidalgo Cavaleiro por sucessão à seus maiores( Alvará de 14 de Março de 1795) e de Maria Martha Tusten Smith. Neto por parte materna do Capitão-Mór José Mendes da Cruz Guimarães e de Angélica Rosa do Nascimento Moreira. Quanto a sua ascendência, vide "Resenha das Famílias Titulares e Grandes de Portugal" por Adriano da Silveira Pinto, continuada pelo Visconde de Sanches de Baena. Tomo II,fls.723; "Diagrama Genealógico do Dr. José Ignacio Pais Pinto de Souza e Vasconcellos" pelo barão de Vasconcellos, Rio de Janeiro,1907; Traços Bibliográficos do Visconde de Guaratiba", também pelo mesmo, Nova Frinurgo,1905; " Memórias Histórico- Genealógicas" por João Carlos Feo de Cardoso Castello Branco e Tavares,fls.642,Lisboa 1883;"Subsídios Histórico-Genealógicos da Família Vasconcellos", pelo Visconde de Faria, Lisboa 1912; e o "Dicionário Bio-Bibliográfico Cearense", pelo Barão de Studart,vol.III,fls.95,Fortaleza 1915.Casou na cidade de Bonn, Alemanha a 20 de Abril de 1874,com Eugenia Virginia Ferreira Felicio (nascida no RJ 13 de Novembro de 1854); filha dos 1ºs condes de SÃO MAMEDE, Rodrigo Pereira Felício, (nascido em S Mamede de Infesta, Portugal a 22 de janeiro de 1821,e falecido no Rio de janeiro a 27 de Julho de 1872(,Fidalgo Cavaleiro da Casa Real; Dignitário da Imperial Ordem da Rosa; Comendador da Ordem de Cristo, de Portugal e da do Santo Sepulcro de Jerusalém; e de sua mulher e prima Joana Maria Ferreira (nascida na cidade do Rio Grande do Sul a 20 de Abril de 1834,e falecida em Lisboa a 18 de Março de 1897).A 2ª baronesa de Vasconcellos era irmã de José Pereira Ferreira Felicio, 2º conde de S.MAMAEDE,(nascido no RJ a 4 de Outubro de 1853,e falecido em Lisboa a 14 de Junho de 1905),casado com Lydia Smith de Vasconcellos (nascida em Fortaleza a 16 de Julho de 1853), filha dos 1ºs barões de Vasconcellos; é também irmã de Maria Julieta Ferreira Felício, (nascida no RJ 20 de Novembro de 1865, casada com Francisco de Azevedo Soares de Campos e Castro, 2º conde de CARCAVELOS, residente em Braga.É igualmente sobrinha neta de Joaquim Antonio Ferreira, Visconde de GUARATIBA, (nascido em Valença do Minho a 4 de Fevereiro de 1777 e falecido no RJ a 1 de março de 1859). Os 2ºs barões de Vasconcellos são pais do 3º barão por Breve Apostólico de S.S. Benedito XV de 13 de Fevereiro de 1917. O Dr. Jayme Luiz Smith de Vasconcellos, que nasceu no RJ a 11 de Junho de 1884. O barão Smith de Vasconcellos, acima foi bacharel em Ciências e letras pelo antigo Colégio D Pedro II em 1901, doutor em Ciências Medicas e Cirúrgicas pela Faculdade do RJ em 1906; exerceu quando estudante o cargo de auxiliar da Comissão de profilaxia da febre amarela em 1904, sobre a direção do Dr. Osvaldo Cruz, foi mais tarde medico da Diretoria Geral da Saúde Pública, medico do Instituto Nacional dos Surdos Mudos, chefe de Clínica de Moléstias Tropicais da Policlínica Geral do RJ, etc. Abandonado a carreira medica depois de exercê-la durante seis anos, dedicou-se às indústrias, tendo sido um dos Diretores da Cia. Mecânica e Importadora de SP. É sócio da Sociedade de Medicina e Cirurgia do RJ; do Clube de Engenharia; da Sociedade de Heráldica da Suíça; do Tombo Histórico-Genealógico de Portugal, da Sociedade Arcádia Romana, do Colégio Aráldico de Roma, etc. Casou em SP a 21 de Junho de 1911 com Ana Teresa Siciliano, natural da cidade de Piracicaba, onde nasceu a 27 de março de 1887; filha primogênita do conde Alexandre Siciliano, Comendador da Coroa de Itália, natural da cidade de S. Nicolla Arcella, província de Cosenza, Itália, onde nasceu a 17 de maio de 1860; e de Laura de Mello Coelho, que nasceu na cidade de Campinas a 18 de Maio de 1860 e faleceu em SP em 28 de maio de 1918, filha do Coronel João Fructuoso Coelho e de Ana Maria Ferraz. O 2º barão de Vasconcellos cursou humanidades em Francfort na Alemanha. Fez parte das casas comerciais de seu pai no Ceará em Liverpool e Londres. Dedicou-se depois à carreira diplomática e prestou exame de suficiência a 18 de maio de 1877. Abandonando essa carreira foi Diretor de várias empresas industriais. É Fidalgo Cavaleiro da Casa Real por sucessão aos seus maiores, Comendador da Ordem de Isabel a Católica, de Espanha, Sócio do Instituto do Ceará e de outras Associações históricas e científicas.
Os 1º, 2º e 3º barões de VASCONCELLOS, não são titulares brasileiros, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
BRASÃO DE ARMAS: Escudo partido em pala: na primeira as armas dos Vasconcellos, - em campo negro, três faxas veiradas e contraveiradas de prata e góles; na segunda, a dos Guimarães, - que são partidas em três palas: a primeira e terceira, de prata fretadas de negro, a segunda de góles, carregada de um leão de prata, batalhante armado de preto, tendo na mão uma espada ensanguentada, com os copos de ouro, a qual há de cair na primeira pala, e a cauda do leão na terceira. E por diferença uma brica de ouro com uma arruela azul. TIMBRE: dos Vasconcellos ,um leão preto andante com três faxas do escudo.(Brasão passado em 24 de Dezembro de 1874.Reg.no Cartório Geral dos Brasões de Armas de Nobreza e Fidalguia de Portugal,Liv.IX,fls.165v).
BRASÃO de ARMAS da BARONESA: Uma lisonja com as aramas de seu marido, e as de seu pai,que são: Escudo partido em pala, na primeira as armas dos Pereiras, - em campo vermelho, uma cruz de prata florida e vazia do campo; na segunda as dos Ferreiras, - em campo vermelho, quatro faxas de ouro. E por diferença uma brica de prata com uma arruela azul. TIMBRE: dos Pereiras, uma cruz vermelha florida, entre duas asas de ouro abertas.(Brasão passado em 7 de Janeiro de 1862.Registrado no Reg. Geral dos Brasões de Armas de Nobreza e Fidalguia de Portugal,Liv.IX,fls.45).
COROA: A de Barão
CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 8 de Abril e Carta de 13 de Abril de 1869.Reg.no Archivo da Torre do Tombo Mercês de S.Luiz I, Liv.19, fls.258.Concessão da 2ª vida no mesmo título, Decreto de 9 de Abril e Carta Regia de 7 de Maio de 1874.Reg. no Archivo da Torres do Tombo Mercês do D. Luiz I, Liv.25, fls.225.Confirmação da 2ª vida no mesmo título, Carta Imperial de 3 de Setembro de 1874.Reg. no Livro de Mercês da 2ª Secção da Secretaria de Estado dos Negócios do Império, em 15 de Setembro de 1874.Concessão da 3ª vida no mesmo título Mercê de S.S.Benedicto XV, Breve Apostólico de 13 de Fevereiro de 1917
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VASSOURAS
O barão com grandeza de VASSOURAS foi Francisco José Teixeira Leite que nasceu em S. J. del Rei, MG em 13 de Novembro de 1804 e faleceu em 2 de Maio de 1884.Era filho do 1º barão de ITAMBÉ, Francisco José Teixeira e de Francisca Bernardina do Sacramento Leite Ribeiro. Casou em 1830 em primeiras núpcias com sua prima Maria Ismênia Leite Ribeiro e em segundas núpcias em 1851 com outra prima Ana Alexandrina Teixeira Leite. Era sobrinho do barão de Ayuruoca e sogro do visconde de Taunay.
Adendas
Francisco José Teixeira Leite- agraciado com o título de Barão de Vassouras. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, na Província do Rio de Janeiro. Faleceu a 12 de maio de 1884 e foi sepultado no cemitério da Irmandade de Nossa Senhora da Conceição da cidade de Vassouras. Sua primeira mulher faleceu a 11.11.1850 e era filha do comendador Anastácio Leite Ribeiro e de D. Maria Esméria Leite Ribeiro. Casou em segundas núpcias a 02.07.1854 e sua segunda esposa, nascida a 11.05.1834 em Barra Mansa, e falecida a 22.11.1880 no Rio de Janeiro, era filha de José Bento Ferreira da Silva e de D. Mariana Carlota de Almeida Leite Guimarães. Dos consórcios houve dezoito filhos, sete do primeiro casamento e onze do segundo.
Colaborador - Pedro Auler, pesquisador . Fonte: nota do Coronel Laurênio Lago .
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VERA CRUZ

Barão e baronesa de Vera Cruz
O barão de VERA CRUZ Dr. Manuel Joaquim Carneiro da Cunha, nasceu na Província de PE em 11 de Janeiro de 1811 e faleceu nessa Província em 2 de Agosto de 1869.Era filho de Joaquim Manuel Carneiro da Cunha, capitão-Mór e de Antonia Maria de Albuquerque Lins. Casou com Antonia Cavalcanti Carneiro da Cunha. Bacharel em direito pela Faculdade de Olinda em 1835,doutorou-se em 1836.Foi deputado Provincial nas legislaturas de 1842 e 1850 a 1855, e Geral por sua Província na 5ª legislatura de 1843 a 1844,Vice-Presidente da Província de PE por duas vezes, pertencia ao partido conservador. Era Cavaleiro da imperial Ordem de Cristo(1858).
Adendas
Manuel Joaquim Carneiro da Cunha - agraciado com o título ( Dec 14.03.1860) de Barão de Vera Cruz . Foi batizado em 24.02.1811 e faleceu em 03.08.1868* , em Pernambuco. Adido de 1ª classe à legação brasileira em Viena. Nomeado secretário da legação na Rússia, recusou a nomeação. Eleito deputado à Assembléia Provincial de Pernambuco ( 1849 a 1863 ), tendo sido seu Vice-Presidente. Foi Vice-Presidente da Província de Pernambuco (1857 a 1863), Senhor do Engenho Monjope, na então freguesia de Igaraçu, em Pernambuco, onde D. Pedro II e sua comitiva jantaram e pernoitaram a 05.12.1859, quando Sua Majestade se dirigia às trincheiras do Tejucupapo, "para render homenagem, no próprio sítio, ao valor da mulher pernambucana". Foi um dos sócios instaladores do Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano. A escravaria do Barão de Vera Cruz era numerosa e "mantinha uma banda de música". O Barão casou em 31.12.1855 com sua sobrinha Antonia Maria Carneiro de Albuquerque, filha do Capitão-mor João Cavalcanti de Albuquerque, senhor dos Engenhos Monjope e Tamataupe, e de D. Maria Arcanja Carneiro da Cunha, irmã do titular. Foram pais de Maria Arcanja Carneiro da Cunha, única, nascida em 24.09.1857 e falecida aos 10 anos.
Colaboradores
- Regina Cascão - Fonte: Gente de Pernambuco - de Orlando Cavalcanti . Editora Universitária da UFPE e Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano - 1994, pág 220.
Regina Cascão:- Foto do barão. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Dominínio Público, do governo federal
- Carlos Alberto Pinto Pessoa, pesquisador de Olinda-PE. Fonte: pesquisa dos de 1899 e 1900, pelo Dr. João Nazareno Carneiro Campello, que faz parte da coleção do historiador Reinaldo Carneiro Leão, membro do IAHG Pernambucano.
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VERGUEIRO
O visconde de VERGUEIRO foi Nicolau de Campos Vergueiro que nasceu em Piracicaba em SP a 19 de Novembro de 1824.Era filho do Senador Nicolau Pereira de Campos Veergueiro e de sua mulher Maria Angélica de Vasconcellos. Casou com sua sobrinha Agueda Faro Vergueiro,neta do 1º barão de RIO BONITO e irmã do 3º barão do mesmo titulo. Era irmão da baronesa de SOUZA QUEIROZ, D. Antonia Euphrosina Vergueiro. Dedicou-se à carreira comercial e residindo em Santos foi o iniciador de muitos melhoramentos nessa cidade. Era Comendador da Imperial Ordem da Rosa.
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VIAMÃO
O barão de VIAMÃO foi Hilário Pereira Fortes, natural do RS. Coronel da Guarda Nacional.
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VIANNA
O barão de VIANNA foi Francisco Vicente Vianna que faleceu em 22 de Agosto de 1873 na Baia com 66 anos de idade. Era filho do 1º barão de RIO DAS CONTAS e da baronesa do mesmo título. Casou com Rita Pinto de Almeida Vianna. Foi secretário de seu pai na Presidência da Província da Baia em 1824.
Adenda
Francisco Vicente Viana - agraciado com o título ( Dec 08.10.1864 ) de Barão de Viana. Título de origem antroponímica, tomado do sobrenome da família. Membro de importante família de abastados proprietários de engenhos, políticos e titulares do Império, estabelecida na Bahia, que teve princípio em Frutuoso Vicente Viana. Este perpetuou em seus descendentes o seu nome de batismo, Vicente, unido ao seu nome de família, Viana, originando-se, daí, a família Vicente Viana. Neto do patriarca desta família, o Barão nasceu em 28.09.1806 em Santo Amaro -BA e faleceu a 23.08.1873, em Salvador-BA. Deixou numerosa descendência de seu casamento com Maria Rita Emiliana Pinto de Almeida, nascida também em Santo Amaro-BA a 22.06.1822, filha do Major Antonio Joaquim Álvares Pinto de Almeida, da importante família Álvares de Almeida, da Bahia, à qual também pertence o Marquês de Santo Amaro.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos
Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbetes: Viana, Barão de; família
Vicente Viana
VICTORIA

barão e baronesa da Victoria
O barão com grandeza da VICTORIA foi José Joaquim Coelho que nasceu em Lisboa em 25 de Setembro de 1797 e faleceu no Recife em PE em 19 de Junho de 1860.Era filho de Joaquim José Coelho e de Teresa Maria de Jesus. Casou em 3 de Novembro de 1822 com Maria Bernardina de Gusmão, filha de Joaquim Estanislau da Silva Gusmão. Sentou praça nos Voluntários de 1814,fazendo parte da Expedição de PE em 1817.Galgou todos os postos até o de Tenente-General efetivo, em 2 de Dezembro de 1858,posto este em que faleceu. Foi Conselheiro de Guerra em 1858,Comandante das Armas de PE em 1855;Presidente da Província do Ceará nomeado em 9 de Maio de 1841;Deputado Geral por essa Província na 5ª legislatura de 1843 a 1844 e por Pernambuco, na 8ª de 1850 a 1852,substituindo na sessão de 1851 Sebastião do Rego Barros,militar.Era Grande do Império, Grã-Cruz da Imperial ordem de São Bento de Aviz, dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro, e tinha a medalha da Boa Ordem.
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VIDAL
O barão de VIDAL foi Luiz Vidal Leite Ribeiro A baronesa faleceu em Paris em 1916.Capitalista e proprietário no RJ.
Adenda
Luiz Vidal Leite Ribeiro - agraciado com o título ( Dec 16.02.1889 ) de Barão de Vidal. Título de origem antroponímica Membro de família de abastados proprietários de fazendas de café, estabelecidos em Minas Gerais, que teve princípio no Capitão Francisco Leite Ribeiro e em sua mulher Teresa Angélica de Jesus Vidal. Neto do casal patriarca, o barão nasceu no Rio de Janeiro a 10.12.1857 e ali faleceu a 08.04.1932. Comerciante e grande proprietário na cidade, manteve negócios de vulto com a casa bancária de seu tio Joaquim Vidal Leite Ribeiro. Casou-se com sua prima legítima Francisca Leite de Oliveira e Silva, da importante família Oliveira e Silva, de Minas Gerais, Baronesa de Vidal, nascida a 03.08.1868 e falecida a 17.01.1919 em Paris, França. A Baronesa era bisneta de Manuel José Rodrigues Torres, patriarca da importante família Rodrigues Torres, de proprietários de engenhos na região de Itaboraí, estado do Rio de Janeiro.
Colaboradora - Regina Cascão. Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbetes; Vidal, Barão de; famílias Oliveira e Silva, e Vidal Leite Ribeiro.
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VIEIRA DA SILVA
O visconde com grandeza de VIEIRA DA SILVA foi Luiz Antonio Vieira da Silva que nasceu na cidade de Fortaleza, no Ceará em 2 de Outubro de 1828 e faleceu no RJ em 3 de Novembro de 1889.Era filho do Ouvidor Geral do Ceará e Senador pelo Maranhão, nomeado em 1850 e falecido em 1864,Joaquim Vieira da Silva e Souza e de sua mulher Columba de Santo Antonio de Souza Gayoso; neto paterno do Coronel Luiz Antonio Vieira da Silva e de Maria Clara de Souza Vieira e materno do Tenente-Coronel Raymundo José de Souza Gayoso e de sua mulher Ana de Souza Gayoso. Fez no RJ os primeiros estudos e formou-se em direito pela Universidade de Heidelberg em 1849.Foi deputado e Presidente da Assembléia Provincial e deputado à Assembléia Geral na 11ª e 14ª legislaturas de 1861 a 1869;nomeado em 1871 e Ministro da Marinha no 35º Gabinete de 10 de Março de 1888.Era do Conselho de S. Magestade, Conselheiro de Estado ordinário em 1882,Grande do Império, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, Grão-Mestre da Maçonaria Brasileira Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, membro do IHGB, da Academia Real de Ciências de Lisboa, da Sociedade de Geografia do RJ, etc.
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VILA DA BARRA
O barão com grandeza da VILA DA BARRA foi o Dr. Francisco Bonifácio de Abreu, que nasceu na Vila da Barra, na Baia em 29 de Novembro de 1819 e faleceu no RJ em 30 de Julho de 1887.Era filho de Francisco Bonifácio de Abreu e de Joana Francisca da Motta. Doutor em medicina e lente da Faculdade de medicina do RJ, Cirurgião Coronel honorário do Exército por serviços prestados na Campanha do Paraguai, deputado à Assembléia Geral pela Província da Baia nas 14ª,15ª,16ª,17ª,18ª,19ª e 20ª legislaturas. Presidiu as Províncias do Pará em 1872,e de Minas Gerais em 1876.Era Grande do Império, do Conselho de S.Magesta de ,medico da Imperial Câmara, Grande Dignitário da Imperial Ordem da Rosa, Comendador da Imperial Ordem de Cristo e condecorado com a medalha da Campanha do Paraguai. Foi autor de várias obras literárias e científicas e distinto poeta. Sócio do IHGB e membro de várias sociedades científicas e literárias.
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VILA BELA

barão e baronesa de Vila Bela
(fonte AGB, vol.IX, 1947, 266)
O 1º barão de Vila Bela foi Francisco de Paula Oliveira Coutinho Magessi. Sentou praça de primeiro cadete em 30 de Novembro de 1778 em Portugal. Promovido a Marechal de Campo em 1815,foi Governador da Província de Mato Grosso em 1817 e Tenente-General em 1818.Foi Governador da Província Cisplatina e em 1825 foi nomeado Comandante do Exército do Sul e da praça de Montevideu. Foi deputado Geral do Conselho de S. Magestade, Grã-Cruz da imperial Ordem de Cristo e da Real Ordem de Vila Viçosa, de Portugal.
Colaboradora
Regina Cascão: - Foto do barão. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
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VILA BELA

2ºs. barões de Vila Bela
O 2º barão de VILA BELA foi Domingos de Souza Leão que nasceu na Fazenda do Genipapo, antiga Comarca de Cimbres, em PE, em 16 de Dezembro de 1818 e faleceu no RJ em 18 de Outubro de 1879. Era filho do Tenente-Coronel Domingos de Souza Leão (1789-1848) e de Teresa de Jesus Coelho (1790-1879). Casou em primeiras núpcias com sua prima co-irmã Francisca Guilhermina, filha do Capitão-Mór Francisco Xavier Pais de Mello Barreto e de sua mulher Ana Victoria Coelho dos Santos; e em segundas núpcias com Maria dos Anjos Magariños (1836-1904), que possuía a Grã-Cruz da Ordem de Santo Sepulcro e Grande Dama da Ordem de Malta, filha de Francisco de Borja Magariños, Ministro Plenipotenciário do Uruguai no Brasil e de Maria de Los Angelos Cervantes Magariños. Era senhor do Engenho do Caraúna, em Jaboatão; bacharel em direito pela Faculdade de Olinda em 1839; foi deputado provincial em 1842 e Geral pela Província de PE na 7ª legislatura de 1848, na 9ª de 1853 e 10ª de 1857. Presidiu a Província de PE em 1864 e de 1867 a 1868. Foi Ministro dos Negócios Estrangeiros no 28º Gabinete de 1878. Era do Conselho de S. Magestade, Presidente do Instituto Arqueológico e Geográfico de PE(1867), Comendador da Imperial Ordem da Rosa e da Real Ordem de Vila Viçosa, de Portugal
Colaboradores
Adenda e correção
Domingos de Souza Leão - agraciado com o título de Barão de Vila Bela . Nasceu em 16.12.1819 .
Renato Pessôa Dantas, pesquisador
Regina Cascão: - Foto do barão. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado no primeiro e quarto em campo de prata as Quinas de Portugal, postas em aspa; no segundo e terceiro quartéis em campo de ouro,um leão de góles rompante. TIMBRE: o leão das armas.(Brasão passado em 30 de Agosto de 1867.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.68.COROA: a de barão
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VILA DO CONDE
O barão de VILA DO CONDE foi o Dr. João Gomes Ferreira Velloso, natural da Baia. Doutor em direito pela Faculdade do Recife ,proprietário e fazendeiro na Província da Baia. Cavaleiro da imperial ordem da Rosa.
BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado d sinople e ouro:no primeiro,duas penas de ouro,postas em aspa; no segundo,um barrete de magistrado de sable com arminho;no terceiro,duas canas de açúcar ao natural,em aspa; no quarto um anel de ouro coberto de um rubi.(Brasão passado em 24 de Janeiro de 1872.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.119).
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VILA FLOR
O barão de VILA FLOR foi João Manuel de Souza. Fazendeiro em São Fidelis, RJ. Era Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa.
Adenda 1
João Manuel de Souza- agraciado com o título ( Dec 28.01.1871 ) de Barão de Vila Flor. Membro de uma família estabelecida em Campos, região norte-fluminense ( estado do Rio de Janeiro), que teve como patriarcas o ajudante Antonio Manuel de Souza, filho de Manuel de Souza Lobo e de Rosa Francisca de Oliveira, naturais da vila de Santo Tirso, Portugal; e sua mulher Teresa Maurícia Diniz, filha do desembargador Manuel Carlos da Silva Gusmão, patriarca da família Gusmão daquela mesma região do estado do Rio de Janeiro. O Barão foi filho deste casal, tendo nascido cerca de 1821 em Campos-RJ e falecido a 29.02.1900. Moço Fidalgo da Casa Imperial.Comendador das Ordens da Rosa e Cruzeiro. Tenente-Coronel das Guarda Nacional.Fazendeiro no Município de São Fidélis-RJ, onde exerceu cargos de eleição. Foi agraciado com o título de Barão e usava Brasão de Armas. Casou-se em 1846 com Maria Balbina de Siqueira, falecida em 13.09.1900, Baronesa de Vila Flor, filha do Dr. Antonio José de Siqueira e Silva e de Ana Balbina Chaves..
Heráldica: um escudo esquartelado; no 1º e 4º quartéis, em campo de prata, duas canas de açúcar, postas em aspa, tendo em chefe, uma flor de cana de açúcar e, em ponta, uma abelha de sua cor.
Adenda 2
´´Vulto
de São Fidélis, filho de Antônio Manoel de Souza e de d. Mauricéia Diniz
de Souza, nascido na Freguesia de Campos dos Goitacazes (...). Tinha como avós
paternos Manoel de Souza Lobo e d. Francisca de Oliveira, naturais de Vila de
São Tirso (Portugal), e como avós maternos o desembargador Manoel Carlos da
Silva Gusmão, procurador da Coroa no Rio de Janeiro, e d. Rosa de Aguiar Falcão
de Gusmão, sendo também sobrinho do general José Manoel Carlos da Silva
Gusmão e da Exma. baronesa de Abadia. Desposou d. Maria Balbina de Siqueira e
Souza, mais tarde baronesa de Vila Flor, filha legítima de d. Antônio José
de Siqueira e Silva e de d. Ana Balbina Chaves de Siqueira, neta por parte
materna do Visconde de Itabapoana. No ano de 1850, o futuro barão de Vila
Flor, por falecimento dos seus pais, recebeu por herança a Fazenda de São
Benedito (ainda hoje existente), no 1.° distrito de São Fidélis, fazenda
que possuía uma fábrica de açúcar, beneficiamento de café, jornal e banda
de música. Por volta de 1886, o barão de Vila Flor e sua esposa deliberaram
libertar todos os seus escravos, antecipando-
Colaboradores
1 - Regina Cascão
- Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo
Barata e AH Cunha Bueno. Verbetes: Vila Flor, Barão de; Vila Flor,
Baronesa
de; família Souza.
2 - Angeline
Tostes - Fonte - Autoria: Aurênio Pereira
Carneiro
http://www.saofidel
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VILA FRANCA
-
O barão com grandeza de VILA FRANCA foi Inácio Francico Silveira da Motta que nasceu em 26 de Julho de 1815 na cidade de Goiás e faleceu em Quissamã em 18 de Abril de 1885.Era filho do Conselheiro Joaquim Inácio Silveira da Motta e de sua mulher Ana Luíza da Gama. Casou com Francisca de Velasco Castro Carneiro, irmã do visconde de ARARUAMA que faleceu em 14 de Junho de 1885.Bacharel em ciências jurídicas e sociais pela Academia de SP em 1838,serviu na magistratura desde 1841 até 1852.Presidiu as Províncias de Piauí em 1849,do Ceará em 1850 e do RJ em 1859.Era Grande do Império e Comendador da I. Ordem de Cristo.
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VILA ISABEL
O barão de VILA ISABEL foi Francisco Antonio Affonso, natural do RS. Que faleceu em 25 de Outubro de 1889.
Adendas
Francisco Antonio Afonso - agraciado com o título ( Dec 28.08.1877 ) de Barão de Vila Isabel. Nascido em Braga, Portugal e falecido no Rio Grande do Sul a 25.10.1889. Filho de Manuel Antonio Afonso e de Maria Rosa Afonso Reis. Filantropo. Benfeitor dos pobres e instituições de caridade da cidade de Rio Grande-RS, aos quais legou grande parte de sua fortuna. Não deixou sucessão de seu casamento com Isabel Eufrásia Afonso de Oliveira.
Observações de José Carlos Ribeirto Resende Alves
Documento apócrifo encontrado na biblioteca de meu pai, sobre quem estou escrevendo um livro, informa que Francisco Antonio Affonso, português nascido em Braga, recebeu o título de Barão de Villa Izabel por decreto de 28 de agosto de 1877. Era filho de Manoel Antonio Affonso e Maria Rosa Affonso Reis. Era casado com Eufrásia Affonso de Oliveira, sem sucessão. Fez seu testamento em 17 de dezembro de 1887, na cidade de Rio Grande, RS. Faleceu em 24 de abril de 1889 e o testamento foi aberto no Primeiro Cartório de Órfãos e Provedoria do município de Rio Grande. Deixou usofruto de oito chácaras na Ilha dos Marinheiros para os onze filhos de seu irmão Manoel Antonio Affonso, "falecido neste Império em Angra dos Reis". Entre os usofrutuários se incluiu João Antonio Affonso, meu bisavô, pai do meu avô Manoel Affonso Alves.
Colaboradores
Jose Carlos Ribeiro Resende Alves
- Fonte: Observações acima sobre Documento ApócrifoRegina Cascão -
Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno.Verbetes: Vila Isabel, Barão de; família Afonso.=================================================================
VILA MARIA
O barão de VILA MARIA foi Joaquim José Gomes da Silva que faleceu em Montevidéu, a bordo do transporte Madeira em viagem para Mato Grosso em 4 de Abril de 1876.Casou com Maria da Glória Gomes da Silva, natural de Mato Grosso. Fazendeiro e lavrador em Albuquerque, em Mato Grosso.
BRASÃO DE ARMAS: Em campo de ouro, um índio ao natural cortando a cana de açúcar com um podão de azul, em um canavial de verde. Campanha azul carregada de um pirapitanga (peixe) de prata, com barbatanas e cauda de góles. DIVISA: Famam extendere factis hoc virtutis opus.(Brasão passado em 28 de Fevereiro de 1863.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.55).COROA: a de barão.
Adendas
Barão de Vila Maria- decreto de 21 de junho de 1862
Filho legitimado do P. Joaquim José Gomes da Silva ( carta de confirmação de legitimação do extinto Tribunal do Desembargo do Paço, de janeiro de 1823), teve por mãe Rosa Teresa Inocência do Nascimento, e uma única irmã.Casou-se com sua prima em segundo grau Maria da Gloria Pereira Leite, que conheceu quando esta tinha cerca de 13 anos, nascida a 22 de abril de 1831, penúltima filha de João Pereira Leite e Maria Josefa de Jesus. A Baronesa de Vila Maria faleceu em Corumbá a 22 de setembro de 1903, tendo deixado dois filhos de seu casamento: Joaquim José e Joaquim Eugênio - Gomes da Silva.Era político militante, filiado ao Partido Conservador, e ocupou vários cargos de destaque na administração provincial em Mato Grosso.
Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte: Genealogia Matogrossense, de José de Mesquita.
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VILA NOVA SÃO JOSÉ
O barão e conde de VILA NOVA SÃO JOSÉ foi José Fernando Carneiro Leão, que nasceu no RJ em 30 de Maio de 1782 e faleceu nessa cidade em 4 de Setembro de 1832.Era filho de Braz Carneiro Leão natural do Porto nascido em 3 de Setembro de 1732 e falecido a 3 de Junho de 1808 e de sua mulher Ana Francisca Rosa Maciel da Costa, que nasceu no RJ a 26 de Fevereiro de 1757 e faleceu a 12 de Junho de 1832,sendo agraciada com o título de baronesa de SÃO SALVADOR DE CAMPOS DE GOYTACAZES; eram pais do visconde de SÃO SALVADOR DE CAMPOS, José Alexandre Carneiro Leão. Casou em Lisboa em 1802 com Gertrudes Angélica Pedra, filha de Antonio Martins Pedra e de sua mulher D. Clara Maria Barbosa Carneiro Leão, que faleceu em 8 de Outubro de 1820,assassinada por um tiro ao apear-se de uma carruagem à porta de sua casa, à Ponte do Catete, no RJ. Coronel do Regimento de Milícias em 1816,oi Moedeiro da Casa da Moeda do RJ, Brigadeiro e comandante da Imperial Guarda de Honra em 1830.Era Guarda Roupa de S.Magestade, Gentil-Homem da Imperial Câmara em 1823,teve a carta do Conselho. Era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, Dignitário da imperial Ordem do Cruzeiro, Comendador da Ordem de N.S. da Conceição de Vila Viçosa e da imperial Ordem de Cristo.
BRASÃO DE ARMAS: Em campo vermelho, uma banda de azul coticada de ouro, carregada de três flores de liz do mesmo, entre dois carneiros de prata armados de ouro. TIMBRE: um carneiro do escudo. COROA: a de conde.
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VILA REAL DA PRAIA GRANDE
O 1º barão,visconde com grandeza e marques de VILA REAL DA PRAIA GRANDE foi o Dr.Caetano Pinto de Miranda Montenegro que nasceu na Quinta da Boa Vista,em Lamego,Portugal,aos 16 de Setembro de 1748 e que faleceu no RJ em 11 de Janeiro de 1827.Era filho de Bernardo José Pinto d eMiranda Montenegro,Fidalgo Escudeiro da Casa Real e de D.Antonia Mathilde Leite Pereira de Bulhões.Casou com Maira da Incarnação Carneiro de Figueiredo Sarmento,que faleceu no RJ em 23 de Março de 1860.Doutor em direito pela universidade de Coimbrras,foi Governador e Capitão General da Capitania de Mato Grosso de 1796 a 1803,e da de PE de 1804 a 1817,quando se deu a revoluição,sendo ele preso.Em 1791 obteve a noemação de intendente do Ouro,no RJ e de Governador Capitão General de Mato Grosso.Huiz da Alfandega da Corte em 1822,foi presidente da Casa do Desembargo do Paço em 1823.Camado aos Conselhos da Coroa, foi Ministro da justiça e da Fazenda no 1º Gabinete de 1822, e da Justiça no 2º Gabinete de 1823.Foi Senador pela Província de Mato Grosso em 1826.Fidalgo Escudeiro da Casa Real e Comendador da Real Ordem de Cristo. Do Conselho de S. Magestade; era Grande do Império. O valor desse preclaro varão, mede-se pelas palavras do decreto que o aposentou da Presidência da Casa do Desembargo e que nos honramos de transcrever: "...e por não ser justo que depois de tão longos, penosos e distintos serviços feitos ao Brasil com o mais exemplar desinteresse desde 1794,quando se acha doente, pobre e empenhado como é público e notório, o Sr. D. Pedro I, mandou pagar pelo bolsinho todas as suas dívidas.
BRASÃO DE ARMAS: Escudo de campo, esquartelado: no primeiro, as armas dos Pintos, - de prata, com cinco crescentes de lua vermelhos, em santor; no segundo as armas dos Mirandas, - de ouro com uma aspa vermelha entre quatro flores de liz verdes; no terceiro as armas dos Silveiras, - de prata, três faxas vermelhas; e no quarto, as armas dos Montenegros, - de prata, três montes de negro juntos, sendo o do meio o mais alto. COROA: a de marques.
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VILA REAL DA PRAIA GRANDE
O 2º visconde com grandeza de VILA REAL DA PRAIA GRANDE foi Caetano Pinto de Miranda Montenegro Filho. Que faleceu em 11 de Fevereiro de 1851 no RJ. Era filho dos marqueses de VILA REAL DA PRAIA GRANDE. Casou com Maria Elisa Gurgel do Amaral, que faleceu em 30 de Novembro de 1869 no RJ. Era Coronel do Exército. Grande do Império, Gentil-Homem da Imperial Câmara, do Conselho de S. Magestade e Comendador da Imperial Ordem de Cristo, Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa, da Imperial Ordem do Cruzeiro. Tinha a medalha da Divisão Cooperadora da Boa Ordem e a Insígnia de ouro de Distinção em Combate.
BRASÃO DE ARMAS: Escudo de campo, esquartelado: no primeiro, as armas dos Pintos, - de prata, com cinco crescentes de lua vermelhos, em santor; no segundo as armas dos Mirandas, - de ouro com uma aspa vermelha entre quatro flores de liz verdes; no terceiro as armas dos Silveiras, - de prata, três faxas vermelhas; e no quarto, as armas dos Montenegros, - de prata, três montes de negro juntos, sendo o do meio o mais alto. COROA: a de marques.
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VILA VELHA
O barão de Vila Velha foi Joaquim Augusto de Moura, Comendador da imperial Ordem de Cristo.
Adenda
Joaquim Augusto de Moura - agraciado com o título ( Dec 17.05.1883 ) de Barão de Vila Velha. Título de origem toponímica: Vila Velha era o nome da cidade de Livramento do Brumado, hoje Nossa Senhora do Livramento, vizinha de Caetité, Bahia. Obteve o título por ter doado 10 contos de réis para a instrução pública da cidade.Nasceu na região de Rio de Contas- BA. Filho de Martiniano José de Moura e Albuquerque e Francisca Joaquina de Carvalho. Casou-se com Carlota Joaquina de Mattos e não teve filhos. Era primo irmão do Barão de Santo Antonio da Barra, José Egydio de Moura, este filho de Manoel Justiniano de Moura e Albuquerque e de Auta de Sousa Meira. Manoel Justiniano, este tio paterno do titular, ambos envolvidos na luta familiar travada por Mouras, Castros e Medrados, contra os Canguçus, após Leolino Canguçu ter raptado Pórcia da Silva Castro, tia do poeta Castro Alves. Martiniano, pai do Barão, foi assassinado por Leolino Canguçu.
Colaboradores:
Roberto Ribeiro De Luca - pesquisador e historiador.
Paulo Stuck Moraes - pesquisador, coordenador da lista de discussão Gen-ES. http://planeta.terra.com.br/arte/academia/
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VILA VIÇOSA
O barão de VILA VIÇOSA foi Antonio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque, natural da Baia.
Adendas
Colaboração de Regina Cascão
Antonio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque - agraciado com o título ( Dec 26.04.1879 ) de Barão de Vila Viçosa. Membro de importante família de abastados ´proprietários de engenhos de açúcar, influentes políticos e magistrados, estabelecida na Bahia. Homônimo de outros membros desta família, o Barão nasceu em 1841 e faleceu em 1915. Deputado federal à Constituinte ( 1891).
Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Vila Viçosa, Barão de; família Pires de Carvalho e Albuquerque.
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VISTA ALEGRE
O barão de VISTA ALEGRE foi Manuel Pereira de Souza Barros, natural de Valença.
Adendas
Manuel Pereira de Souza Barros - agraciado com o título ( Dec 17.12.1881 ) de Barão de Vista Alegre. Membro de importante família de origem portuguesa, estabelecida no Rio de Janeiro, para onde passou o Tenente Antonio de Souza Barros, nascido cerca de 1716 em Braga, Portugal, filho de Pedro Antonio Barros e de Maria de Souza, que deixou larga descendência, a partir de de 1791, com Clara Francisca do Amaral, de quem descendem os Brasílio Luz, os Amzalack, os Soares de Gouveia e o Barão de Vista Alegre, o do Engenho Novo, a Baronesa de Santa Clara, além do titular em apreço.
Colaboração de:
Regina
Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes; Vila Nova, Barão de; família Souza Barros.
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