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TABATINGA

O barão e visconde de TABATINGA foi Domingos Francisco de Souza Leão, natural de Pernambuco. Era filho do Coronel Francisco Antonio de Souza Leão e de Maria da Penha Pereira da Silva, pais também da 1ª mulher do barão de MORENOS. Casou em primeiras núpcias com sua prima Ines Escolástica Pessoa de Mello, filha do Tenente-Coronel Felipe de Souza Leão e de Rita de Cássia Pessoa de Mello que era irmã do barão de MORENOS e do visconde de CAMPO ALEGRE. Em segundas núpcias casou com Francisca de Albuquerque de Souza Leão, filha do capitão Miguel Lúcio de Albuquerque Mello. Senhor dos Engenhos de Tabatinga, no Cabo, deputado à Assembléia Provincial em várias legislaturas, era comendador da imperial Ordem da Rosa.
Adenda
Domingos Francisco de Souza Leão - agraciado com o título (Dec 03.04.1867) de Barão de Tabatinga, elevado a Visconde pelo Dec de 05.05.1883 . Título de origem toponímica, tomado de seu engenho , situado no Cabo-PE. Nasceu a 28.07.1816 e faleceu a 02.01.1893 em Recife-PE. Filho de Francisco Antonio de Souza Leão e de Maria da Penha Pereira da Silva, e irmão da Baronesa de Jaboatão e de Maria Leopoldina de Souza Leão, esta casada com Antonio de Souza Leão, depois Barão de Morenos . Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Deputado à Assembléia Provincial de Pernambuco nas 22ª, 23ª, 24ª, 25ª e 26ª legislaturas. Senador estadual. Casou duas vezes: a primeira com Inês Escolástica Pessoa de Mello, 1ª Baronesa de Tabatinga, sua prima, filha de Felipe de Souza Leão e de Rita de Cássia Pessoa de Mello, e irmã do Visconde de Campo Alegre, do Barão de Morenos e do Senador Luiz Felipe; a segunda, a 28.07.1880 no Recife ( Matriz da Boa Vista , liv 5, fls 74) com Francisca Alexandrina de Albuquerque Mello, 2ª Baronesa de Tabatinga, Viscondessa do mesmo título, filha de Miguel Lúcio de Albuquerque Mello e de Joaquina Francisca de Paula Cavalcanti, cujo ato ocorreu na capela do Ginásio Provincial, celebrado pelo Cônego Antonio Marques de Castilha, em presença do Barão de Morenos e de Jerônimo de Souza Leão. Sem filhos.
Colaboradora: Regina Cascão - Fontes: Gente de Pernambuco - de Orlando Cavalcanti e Dicionário das Famílias Brasileiras de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro e quarto quartéis, em campo de prata as quinas de Portugal, postas em, aspa; no segundo e terceiro, em campo de ouro, um leão de goles rompante. Timbre o leão das armas.(Brasão passado em 30 de Agosto de 1867.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.68).
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TACARUNA
O barão de TACARUNA foi Manuel Antonio dos Passos e Silva, natural de Pernambuco. Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.
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TAITINGA
O barão de TAITINGA foi Antonio Francisco Tinta. Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional na Província da Baia.
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TAMANDARÉ
O barão e visconde com grandeza, conde e marques de TAMANDARÉ foi Joaquim Marques Lisboa que nasceu na província do RS em 13 de Dezembro de 1807 e faleceu no RJ em 29 de Março de 1897.Era filho de José Antonio Lisboa, comendador da I. Ordem de Cristo e do Conselho de S.M., falecido em 29 de Julho de 1850 e de Maria Eufrasia de Lima. Irmão do barão de JAPURÁ, Miguel Maria Lisboa. Sentou praça como voluntário em 1823,chegando ao posto de Almirante depois de um brilhantíssimo passado que o tornou uma das mais legítimas glorias de Marinha Brasileira. Referindo-se as provas de estima dadas à este Benemérito por S. Magestade o Senhor D. Pedro II, o Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro em sua Revista, LX a fl.447,que contem o seu elogio histórico, narra o seguinte caso que temos o prazer de transcrever. Quanto o Imperador foi em 1859 visitar as províncias do Norte, a divisão naval que o transportava era comandada pelo chefe de esquadra Joaquim Marques Lisboa. No regresso ao RJ fundeou a divisão no porto de Tamandaré, em PE. Ai pediu licença Marques Lisboa ao Imperador para trazer em um dos navios os restos mortais de seu irmão Manuel Marques Lisboa Pitanga, que se achavam enterrados no cemitério de Tamandaré, afim de depositá-los no túmulo da família no Caju, RJ. Quis o Imperador saber como tinha falecido naquela pequena vila, um irmão do chefe de esquadra Lisboa e referiu-lhe este que Manuel Marques Lisboa Pitanga ,depois de combater como voluntário na guerra da Independência, aderira à revolução de 1824 que pretendia fundar a Confederação do Equador. Ai em Tamandaré comandava ele uma força revolucionária que foi atacada e vencida por outra do Governo, depois de renhido combate em que Pitanga praticara atos de heroísmo, preferindo deixar-se matar à entregar-se. Ouvida esta revelação, ordenou o Imperador que a transladação dos restos de Pitanga a bordo do navio que os devia levar fosse feita com todas as honras devidas a um militar valente e pundonoroso por ilegítima que fosse a causa que defendia. Mais tarde quando o Imperador quis distinguir o chefe de esquadra Marques Lisboa com um título, o Ministro Paes Barrets propôs um título do RS, província da qual era oriundo aquele militar, mas o Imperador atalhou-o dizendo que queria que ele fosse barão de Tamandaré em recordação da gloriosa morte daquele irmão. E assim sucedeu que o título de barão, depois visconde e marques de Tamandaré teve uma origem republicana. Ajudante de Campo de S.M. o Imperador, era Almirante, Conselheiro de Guerra, Gentil-Homem da Imperial Câmara, Grã- Cruz efetiva da Imperial Ordem da Rosa, da de S. Bento de Aviz, Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro, Grá-Cruz de S. Januário de Nápoles, da Coroa de Ferro e da de Francisco José da Áustria. Tinha as medalhas da Independência da Baia, da Boa Ordem de ouro de Paissandu e Uruguaiana ,e da Geral da Campanha do Paraguai com passador de ouro.
Brasão de Armas: O de seu irmão, o barão de JÁPURÁ. Escudo esquartelado: no primeiro quartel, as armas dos Ribeiros, em campo de ouro, três faxas verdes; no segundo quartel as armas dos Soares de Oliveira, em campo azul, uma aspa de prata entre quatro flores de liz de ouro; no terceiro quartel, as armas dos Limas, que são um escudo dividido em três palas, o escudo esquartelado dos Silvas, em campo de prata um leão de púrpura armiado de azul, com o de Souto-Maior, que são em campo de prata, enxequetado de ouro e vermelho, de três peças em pala; no quarto quartel as armas dos Paes em campo de prata, nove lisonjas em três palas enxequetadas de azul e vermelho. Timbre dos Oliveiras, que é a aspa de prata e flor de liz de ouro das armas; e por diferença um castelo de prata em campo azul.(Brasão passado em 20 de Agosto de 1848.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.7).
TAPAJÓS
O barão de TAPAJÓS foi José Caetano Correia.Coronel da Guarda Nacional.
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TAQUAÍ
A viscondessa com grandeza e marquesa de TAQUAÍ foi Francisca Joana de Lacerda Castello.
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TAQUARA

Barão e baronesa da Taquara
O barão da TAQUARA foi Francisco Pinto da Fonseca Telles que nasceu a 25 de Outubro de 18... Era fazendeiro em Jacarepaguá, RJ.
Adenda
Francisco Pinto da Fonseca Telles - agraciado com o título ( Dec 21.10.1882 ) de Barão da Taquara. Título de origem toponímica, tomado ao nome da propriedade da família: Engenho da Taquara, na região de Jacarepaguá.Membro de importante família, de origem portuguesa, estabelecida no Rio de Janeiro, onde foram abastados proprietários de engenhos na baixada de Jacarepaguá (RJ). Teve princípio a união dos três sobrenomes no Comendador Francisco Pinto da Fonseca [1800 - 1865, RJ], filho de Bernardino José da Fonseca e de Josefa Maria do Carmo, nat. da Freg.ª de S. André do Pedornelo. Deixou numerosa descendência de seu casamento em 1837, na Capela de Santa Cruz do Engenho da Taquara, da família da noiva, com Ana Maria Teles Barreto de Menezes [1803, RJ - 1840, RJ], filha do Juiz de Órfãos, Dr. Luiz Teles Barreto de Menezes, e quinta neta do Cap. Diogo Lobo Teles, patriarca da família Teles de Menezes , do Rio de Janeiro. O Barão era filho do casal patriarca Francisco e Ana Maria, tendo nascido em 1839 e falecido em 1918, Comendador, proprietário do Engenho da Taquara (RJ).
Colaboradora:
Regina
Cascão
Regina Cascão -
Foto dos barões: Fonte:
www.wsc.jor.br/fotos/
Obs. A baronesa em 1950, aos 88 anos
Fonte:
www.wsc.jor.br/fotos/
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TAQUARETINGA
O barão de TAQUARETINGA foi Manuel Freire Barbosa da Silva, natural do Recife, PE.
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TAQUARI
O barão com grandeza de TAQUARI foi Manuel Jorge Rodrigues que nasceu em Lisboa a 23 de Abril de 1777 e faleceu no RJ a 14 de Maio de 1845.Era filho de Jerônimo Rodrigues, negociante em Lisboa e de Joana Maria da Conceição Rodrigues. Casou com Maria da Conceição Rodrigues. Era pai do 2º barão de TAQUARI. Destinado por seus pais à carreira comercial, a tempera de seu caráter não permitiu, amoldar-se as exigências das lidas comerciais e assim sentou praça no exército português em 18 de Setembro de 1794;promovido a alferes em 24 de Julho de 1807,fez toda a campanha peninsular com distinção sob as ordens do marechal Beresford. Veio para o Brasil comandando no posto de Tenente-Coronel a divisão de 4800 homens mandados vir de Portugal, que chegou no Rio de Janeiro a 30 de Março de 1816.Fez a Campanha Cisplatina e a 4 de Abril de 1826,foi nomeado marechal por relevantes serviços prestados em guerra. Foi Presidente e Comandante das Armas da Província do Pará em 1836 e em 1840 foi nomeado Governador das Armas da Corte onde permaneceu quatro anos. Era Grande do Império, Gentil-Homem da Imperial Câmara do Conselho de S. Magestade, Conselheiro de Guerra, Comendador da Imperial Ordem da Rosa e da de S. Bento de Aviz Oficial da I. Ordem do Cruzeiro, Cavaleiro da Real Ordem da Torre e Espada de Portugal, e condecorado com as medalhas das campanhas Peninsular da Cisplatina, as de Distinção de Portugal e Inglaterra por comando de corpos em batalhas campais.
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TAQUARI
O 2º barão de TAQUARI foi José Antonio de Calasans Rodrigues que nasceu a 27 de Agosto de 1805 e faleceu no RJ em 27 de Maio de 1876.Era filho dos 1ºs barões de TAQUARI, Manuel Jorge Rodrigues e de Maria da Conceição Rodrigues acima citados. Casou em 28 de Maio de 1836 com Clara Francisca de Calasans Rodrigues, natural de Ouro Preto, MG, nascida a 4 de Outubro de 1816 e falecida a 13 de Junho de 1895.Era capitão reformado do Exército e foi Diretor Geral da Repartição Fiscal da Guerra, Presidente da Província do Ceará em 1871.Do Conselho de S. Magestade, Comendador da Imperial Ordem da Rosa, Cavaleiro da Imperial Ordem de S. Bento de Aviz e condecorado com as medalhas da campanha Cisplatina.
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TATUÍ
O barão de TATUÍ foi Francisco Xavier Pais de Barros que nasceu em Sorocaba, SP a 26 de Maio de 1831 e faleceu nessa cidade em 8 de Dezembro de 1914.Era filho do capitão Francisco Xavier Pais de Barros e de sua primeira mulher Rosa Cândida de Aguiar. Casou com sua prima Gertrudes de Aguiar Pais de Barros fila do capitão- Mór Bento Pais de Barros, barão de ITU e de Leonarda de Aguiar, em primeiras núpcias; e em segundas com Cerina de Souza Castro, baronesa de ITAPETININGA. Era bacharel em direito, formado pela Academia de SP em 1853.Dedicou-se desde logo à política, sendo chefe político importante em seu distrito, foi eleito deputado em várias legislaturas pelo 4º Distrito. Foi um dos fundadores do Banco de S. Paulo em 1889.
Brasão de Armas: Em campo vermelho três bandas de prata e sobre o campo nove estrelas de ouro, uma no primeiro, três em cada um dos do meio e duas no fundo do escudo. TIMBRE: uma aspa vermelha e azul, uma perna de cada cor e carregadas nela cinco estrelas das armas. Brasão passado em 16 de Fevereiro de 1795.Reg.no Cartório da Nobreza em Portugal, Liv. V.fls 36).
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TAUBATÉ
O visconde com grandeza e marques de TAUBATÉ foi Luiz Saldanha da Gama Mello e Torres Guedes de Brito que nasceu em 6 de Janeiro de 1801 e faleceu em Paris em 12 de Dezembro de 1837.Era filho de D. João Saldanha da Gama Mello e Torres Guedes de Brito 6º conde da PONTE e Senhor de Assequins que faleceu quando Governador da Baia e de sua mulher a condessa D.Maria Constança de Saldanha Oliveira e Daun, filha dos 1ºs condes de RIO MAIOR.Casou com Sophia Burn, que nasceu em 19 de Novembro de 1811.Era Grande do Império, Ministro Plenipotenciário e Enviado Extraordinário em S. Petersburgo, Veador de S.M. a Imperatriz e Comendador da imperial Ordem de Cristo.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro quartel as armas dos Saldanhas, - em campo vermelho, uma torre de prata com portas e frestas de azul, lavrada de preto; coberta de azul e uma cruz de ouro chan em cima; no segundo, as armas dos Gamas, - dez escaques de ouro e vermelho, três peças em faxa, e cinco em pala, e as peças vermelhas acoticadas com duas faxas de prata,e sobre posto um escudete das armas reais; no terceiro as armas dos Mellos, - em campo vermelho, seis besantes de prata, entre uma doble cruz e uma bordadura de ouro; e no quarto quartel,, as armas dos Torres, - em campo vermelho, cinco torres de ouro em aspa. TIMBRE: os dos Saldanhas, a mesma torre das armas.
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TAUBATÉ
O barão de TAUBATÉ foi Antonio Vieira de Oliveira Neves que nasceu na cidade de Taubaté, SP em 15 de Agosto de 1815.Era filho de Antonio Vieira da Silva e de Gertrudes Maria de Oliveira, naturais de Taubaté. Casou em 20 de Fevereiro de 1844 com Francisca Marcondes de oliveira Cabral. Lavrador de café em Pindamonhangaba, Provedor da Santa Casa de Misericórdia e Vereador da Câmara Municipal. Era Comendador da Imperial Ordem da Rosa.
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TAUNAY
O visconde com grandeza de TAUNAY foi Alfredo Maria Adriano d’Escragnolle Taunay que nasceu no RJ em 22 de Fevereiro de 1843 e ai faleceu em 25 de Janeiro de 1899.Era filho do Comendador Felix Emílio Raunay, barão de TAUNAY ,nascido em Montmorency (França) a 1 de Março de 1795,falecido no RJ a 10 de Abril de 1881 e de Gabriela Hermínia d’Escragnolle Taunay. Casou a 8 de Janeiro de 1874 com Cristina Teixeira Leite, filha do barão de VASSOURAS; Sentou praça em 1861 na arma de artilharia e passou depois para o Corpo do Estado Maior de 1ª classe onde teve o posto de Major, servindo na expedição do Mato Grosso na campanha do Paraguai. Bacharel em ciências e letras pelo Colégio D. Pedro II em 1858 em Ciências matemáticas e Engenheiro geógrafo em 1863,foi professor de história e línguas na Escola Militar. Era senador pela província de Santa Catarina em 1866.Deputado por essa província na 18ª legislatura de 1881 a 1883 e por Goiás na 15ª legislatura de 1872 a 1875,foi presidente das províncias do Paraná em 1885 e de Santa Catarina em 1876.Era sócio do IHGB desde 1869 do Conservatório Dramático, etc. Escreveu muitas obras de grande valor histórico e literário entre elas "A Inocência", "No Declínio", "Retirada da Laguna", "Céus e Terras do Brasil", etc. que lhe valeram o cognome de Xenofonte Brasileiro. Grande do Império, Oficial da imperial ordem da Rosa, Cavaleiro do Cruzeiro, de Cristo e da de S. Bento de Aviz e tinha a medalha de Mérito Militar, da Campanha do Paraguai, da Expedição de Mato Grosso e as das Republicas Argentina e do Uruguai.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro e quarto as armas dos Taunays, - de goles, três marteis de ouro em roquete; no segundo e terceiro, as dos Escragnolles, - de ouro uma aspa de sinople acompanhada em chefe de um roque de xadrez do mesmo. SUPORTES: um leão à destra e uma águia à sinistra. DIVISA: Devoir fait droit.
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TEFFÉ
O barão e barão com grandeza de TEFFÉ foi Antonio Luiz von Hoonholtz, que nasceu na cidade do RJ a 9 de Maio de 1837.Era filho de Frederico Guilherme von Hoonholtz e de Joana Cristina von Hoonholtz (Van Engel).Casou a 28 de Março de 1868 com Maria Luiza Dodsworth, filha de Georges John Dodsworth e de Leocádia Dodsworth (Nascimento Lobo).Cursou a Escola de Marina, promovido à Guarda Marinha em 1854 e sucessivamente até o posto de Almirante em que se reformou em 1892.Exerceu importantes comissões científicas entre as quais a de limitação de fronteiras com o Peru e a da observação da passagem de Vênus nas Antilhas. Foi Ministro Plenipotenciário em Bruxelas, Roma e Viena. Senador pelo Amazonas em 1912.Era Veador de S. Magestade a Imperatriz, Membro da Academia de Ciências de Paris e da Academia de Ciências de Madri.Membro honorário do IHGB e da Sociedade de Geografia do RJ. Presidente da Sociedade de Geografia de Lisboa, no Rio de Janeiro e Presidente da Liga Marítima. Oficial da I. Ordem do Cruzeiro e da Rosa, Grã-Cruz da I. Ordem de S. Bento de Aviz, Oficial da Ordem de Isabel a Católica de Espanha, condecorado com as medalhas da Campanha Geral do Paraguai, da Batalha de Riachuelo, da tomada de Corrientes, das conferidas pelas Repúblicas Argentina e Uruguai e a de Bravura nº 3.Medalhas de Ouro da Sociedade de Geografia do RJ e da Exposição Universal de Paris.
Brasão de Armas: De sable com uma cabeça de leão de ouro.
O decreto como barão com grandeza a 10 de Março de 1883 não apareceu, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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TERESÓPOLIS
O barão de TERESÓPOLIS foi o Dr. Francisco Ferreira de Abreu que nasceu na cidade do Rio Pardo, RS em 18 de Novembro de 1823 e faleceu em Paris em 14 de Julho de 1885.Era filho de Guilherme de Abreu e de Felisberta Luiza de Abreu. Casou com Ana Marques de Sá, filha do Coronel Manuel Marques de Sá. Doutor em medicina pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro, obteve mais tarde, da Faculdade de Paris, os graus de bacharel em Ciências físicas e o de doutor em medicina. Foi lente catedrático de medicina legal da Faculdade do RJ e seu Vice-Diretor. Foi também professor de física e química de SS> AA> Imperiais e medico da imperial Câmara. Representou o Brasil em vários Congressos Científicos na Europa, como o Congresso de Higiene e Demografia de Haia e o Congresso Internacional de Londres em 1881.Era do Conselho de S. Magestade, Comendador da I. Ordem da Rosa, Cavaleiro da R. Ordem de Cristo de Portugal, membro titular da Academia Imperial de medicina, sócio do IHGB, etc.
Brasão de Armas: Em campo vermelho, cinco cotos de águia de ouro, postos em aspa. TIMBRE: um dos cotos das armas. DIVISA: Nunquam deflecto
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THOMSEN
O barão de THOMSEN foi Cristiano Thomsen. Negociante no Rio Grande do Sul e New York. Era Comendador da Imperial Ordem da Rosa.
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TIBAGI

O barão José Caetano de Oliveira, nasceu em Sorocaba, SP e faleceu na cidade de Palmeira, PR a 17 de Novembro de 1863 com 68 anos de idade. Era filho de Manuel Gonçalves de Oliveira. Casou na capela do Tamanduá nos Campos Gerais de Curitiba com Cherubina Rosa Marcondes de Sá, filha do Tenente Manuel José de Araújo e de Ana da Conceição de Sá. Eram pais da viscondessa de Guarapuava, Zeferina Marcondes de Sá e do Conselheiro Jesuíno Marcondes de oliveira e Sá, que foi Ministro de Estado dos Negócios da Agricultura, Comércio e Obras Públicas no 20º Gabinete (Furtado) de 31 de Agosto de 1864,deputado provincial e Geral nas 12ª e 13ª legislaturas de 1864 a 1870,pelo Paraná e Presidente dessa Província em 1889.A esta família pertenceram muitos dos primeiros povoadores de Guarapuava, Palmas e Castro. Importante e conceituado fazendeiro no Paraná.Com seu sogro o Tenente Manuel José de Araújo, acima e vários de seus cunhados, entre os quais o Capitão Domingos Inácio de Araújo e Antonio Joaquim de Camargo, foi um dos fundadores da atual cidade de Palmeira, onde viveu e faleceu e presidiu a abertura das primeiras estradas para o Rio Iguassu e Campos de Palmas. Foi alferes de Milícias nos tempos do Domínio português e Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa e da de Cristo.
Brasão de Armas: Escudo partido em pala: na primeira de azul, três faxas de ouro e chefe de sinople carregado de três besantes de prata em faxa; na Segunda, as armas dos Oliveiras, - de goles uma oliveira verde com raízes, perfis e frutos de ouro; e sobre tudo, um escudete de sable com um cavalo de prata rompante. TIMBRE: a oliveira das armas.
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TIBAGÍ
A baronesa e viscondessa de TIBAGÍ foi D. Cherubina Rosa Marcondes de Sá que nasceu em Campos Gerais de Curitiba (Capela de Tamanduá) e faleceu na cidade de Palmeira (Paraná) a 6 de Outubro de 1889.Era filha do tenente Manuel José de Araújo e de Ana Maria da Conceição de Sá. Casou na Capela do Tamanduá com José Caetano de Oliveira, barão de TIBAGÍ, acima citado que faleceu em 17 de Novembro de 1863 e foi elevada a Viscondessa do mesmo título por decreto de 31 de Agosto de 1880.
Adenda
Barão do Tibagi - José Caetano de Oliveira. Recebeu o título em 04.08.1858. Tropeiro casado com a Viscondessa do Tibagi, quando seu marido já tinha falecido. Ela era filha de Manoel José de Araújo e de Anna Maria Conceição de Sá, grandes latifundiários e fundadores de Palmeira. Os Tibagi eram pais de Jesuíno Marcondes de Oliveira e Sá, grande chefe do Partido Liberal.
Colaborador
Giancarlo Marques Zeni - Fonte: OLIVEIRA, Ricardo Costa de. O Silêncio dos Vencedores : genealogia, classe dominante e estado no Paraná. Curitiba, Moinho do Verbo, 2001.
Brasão de Armas: Uma lisonja com as armas de seu marido o barão de Tibagi.(Ver descrição acima).
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TIETÊ

Barões de Tietê
O barão de TIETÊ foi José Manuel da Silva que nasceu em Santo Amaro, Província de SP em 1793 e faleceu em SP em 27 de Março de 1877.Era filho do Sargento-Mór José da Silva Carvalho e de Ana Joaquina de Oliveira. Casou com Maria Reduzonda da Cunha e Silva, f ilha do Sargento-Mór Francisco Mariano da Cunha e de Ana Joaquina de Barros. Começou dedicando-se à carreira comercial onde conquistou grandes haveres. Foi mais tarde Major das ordenanças em 1825, e Coronel de Legião. Vice-Presidente da Província de SP desde 1839;foi deputado Provincial por esta Província várias vezes, e Geral na 8ª legislatura de 1850-52.Era Conselheiro de Estado efetivo em 1834,presidente da Filial do Banco do Brasil em SP e da Caixa Econômica e Comendador da I. Ordem de Cristo.
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TIMBAUBA
O barão de TIMBAUBA foi Feliciano Cavalcanti da Cunha Rego, natural de PE. Era Coronel da Guarda Nacional.
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TIMBAÍ
O barão de TIMBAÍ foi Olindo Gomes dos Santos Paiva que faleceu em 19 de Agosto de 1883.
Adenda
Olindo Gomes dos Santos Paiva - agraciado com o título Dec 16.09.1874) de Barão de Timbohy, grafia atualizada para Timboí. Faleceu a 19.08.1883. Na concessão do título, é citado “por relevantes serviços prestados à humanidade, à linha telegráfica do norte e em relação à Guerra do Paraguay”.
Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121. O nome correto deste Título é TIMBOÍ, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por
Colaborador:
Paulo Stuck Moraes, pesquisador e coordenador da lista de discussão de genealogia capixaba Gen-ES - http://planeta.terra.com.br/arte/academia/
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TIMBÓ
O barão de TIMBÓ foi João José de Oliveira Leite, natural de PE. Era Coronel da Guarda Nacional
Adenda
João
José de Oliveira Leite - agraciado com o título (Dec 11.06.1888) de Barão de
Timbó. Nasceu em 12.04.1821 e morreu em 05.08.1919, a uma e meia da
madrugada, aos 98 anos de idade, tendo sido sepultado na Matriz da cidade
de Estância-SE, defronte do altar de Nossa Senhora do Carmo.
Observação:
o historiador Francisco de Assis O. da Cruz , ao relatar a história da cidade
de Estância-SE, apresenta o titular como nascido em Vila do Inhambupe-BA,
diferente do que cita o ANB.
Colaborador:
Lauro Lima, tetraneto do Barão. A adenda acima foi compilada do material remetido: um texto seu, outro do citado historiador Francisco de Assis da Cruz, e correspondência muito bem fundamentada de outro descendente do titular, Ana Maria Nunes Espinheira.
Para dados complementares sobre o Barão de TIMBÓ
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TINGUÁ
O 1º barão e barão do TINGUÁ foi Pedro Correia de Castro que nasceu na cidade de Vassouras, RJ e faleceu em 2 de Abril de 1869.
Correção
O nome correto do título acima é Pedro Correia e Castro conforme José Roberto de Vasconcellos Nunes pesquisador, coordenador e criador da lista de genealogia Gen-Minas@yahoogrupos.com.br
Brasão de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro e quarto quartéis as armas dos Correas, - o campo de correias de vermelho repassadas umas por outras; no segundo e terceiro, a dos Monsanto, - em campo de prata, seis arruelas de azul em duas palas.
Adendas
Pedro Corrêa e Castro - agraciado com o título ( Dec 11.10.1848 ) de Barão com honras de grandeza de Tinguá ( 1º ).Título de origem toponímica, serra e cidade da região do Vale do Paraíba fluminense ( estado do Rio de Janeiro ).Filho de Pedro Corrêa e Castro, nascido a 26.04.1746 em Mariana MG , que passou ao Vale do (rio) Paraíba do Sul , casado em 28.10.1774, lá mesmo em Paraíba do Sul, com Mariana das Neves Corrêa, nascida em Sumidouro-MG em 1752 , falecida a 28.08.1836, filha de João Corrêa Tavares e de Ana Maria Pedrosa de Moraes. O Barão era um dos sete filhos do casal, e foi batizado em Paraíba do Sul a 20.06.1676, tendo falecido em Vassouras a 02.04.1869.Usava o Brasão de Armas.
Colaboradores:
Jose Roberto de Vasconcellos Nunes , correção do nome do 1º barão
Regina Cascão
Verbetes: Tinguá, Barão de; família Corrêa e Castro.
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TINGUA
O 2º barão de TINGUÁ foi Francisco Pinto Duarte, fazendeiro em Tinguá, Iguassu, na província do RJ. Foi agente Consular de Portugal. Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo.
Adenda
Colaboração do genealogista e pesquisador Washington Marcondes Ferreira
Livro 2° dos Registros das Cartas de
Nobreza, páginas 55 a 58.
Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro
Nº 17
DOM PEDRO II por Graça de Deus e Unanime Acclamação dos Povos, Imperador
Constitucional e Defensor Perpétuo do Brazil: Faço saber aos que esta Minha
carta de Brazão de Armas de Nobreza e Fidalguia virem que Francisco Pinto
Duarte, natural da fraguezia de Nossa Senhora da Piedade de Iguasú, depois
Villa do mesmo nome, nascido em 8 de Janeiro de 1821, filho legítimo de Joaquim
Pinto Duarte, antigo e honrado negociante, e de Dona Mathilde Rosa da Paixão, já
fallecidos. Foi Sub-delegado de Policia do Termo, o que ainda serve; dous
quatriennios de vereador e dous de Presidente da Câmara Municipal, Cargo que
pela terceira vez, actualmente exerce e sempre Eleitor de Parochia. - Em
Fevereiro de 1856 foi nomeado Capitão de Cavallaria da Guarda Nacional, em 27
de Junho de 1868 foi nomeado Cavalleiro da Ordem de Christo; em 13 de Maio de
1871 foi promovido a Tenente Coronel, Chefe do Estado Maior do Commando Superior
em cuja patente sérvio por muito tempo de Commandante Superior Interino; em 30
de Outubro de 1882 foi depois de mais de 25 annos de bons serviços reformado, a
seu pedido, no posto de Coronel. Em todos estes Cargos prestou relevantes serviços,
com os quaes se fez digno da estima publica. A mais de 13 annos que serve de
Agente consular de Portugal n´este Município, tendo prestado toda a dedicação
em bem cumprir a confiança que lhe tem sido depositada. Prestou também
relevantes serviços por occasião da guerra do Paraguay já angariando, sem
poupar-se a sacrifícios pessoaes e pecuniários, Voluntários da Pátria, cuja
remessa fez acompanhada do donativo de um conto de reis para ajudar as despezas
dos mesmos Voluntários na viagem até o Paraguay, e já sendo um dos fundadores
da Sociedade popular Iguassuana, e membro de Directorio da mesma Sociedade em
cujo caracter, contribuio ainda com o donativo de dous contos de reis em auxilio
do Governo nas despezas da mesma Guerra, e mais tarde contribuio com o donativo
para o Asylo dos inválidos da Pátria, tendo antes de tudo isto concorrido para
a compra de um navio da questão Christi. Foi para o recenceamento de sua
Freguezia , nomeado Presidente da respectiva Commissão, Cargo, que exerceu
dignamente o Barão de Tinguá, por Decreto de 27 de Janeiro de 1883. -
Desejando guardar a memoria de seus honrosos Títulos, vinha Pedir-Me que lhe
concedese o uso de um Brazão de Armas, cujo modelo elle apresentou, illuminado
com cores e metaes e Annuindo Eu a sua supplica, Hei por bem Outorgar-lhe o uso
das mencionadas Armas, e Mando ao Meu Principal Rei d´Armas que pelo respectivo
Escrivão, faça exarar o Escudo e Armas, segundo o modelo apresentado, ficando
lançados no Livro de Registro d´elles, para serem transmittidos aos seus
vindouros , quando o requererem e forem por Mim novamente Concedidos, a saber: -
Escudo partido em barra, no primeiro de vermelhocom o emblema de agricultura ,
no segundo de prata azulado, uma cascata e o pico do Tinguá, a sua cor natural.
- Coroa de Barão, com um timbre que é uma flor de Liz de ouro, paquifes das
cores e metaes do Escudo. - O qual Escudo e Armas poderá trazer tão somente o
dito Barão do Tinguá e d´elles poderá usar e gozar em tudo, e por tudo, quer
em tempo de paz, quer em tempo de guerra, e bem assim os poderá trazer em seus
firmaes, anneis, sinetes e divisas, pol-os em suas casas, capellas e mais edifícios
e finalmente, deixal-os sobre sua própria sepultura; pelo que Quero e Sou
Servido que haja elle e seus descendentes todas as honras, privilégios, isenções,
liberdades, graças mercês e franquezas que devem ter os Fidalgos e Nobres,
nunca podendo seus sucessores usar d´este Brazão sem que a cada um d´elles
seja novamente por Mim Confirmado. Mando portanto aos Meus Ministros,
Dezembargadores, Auditores, Promotores, Juizes de Direito do Cível e Crime e a
todas as Autoridades Judiciárias do Império, e com especialidade aos Meus Reis
de Armas, Arautos e Pasavantes e a quaes quer Officiais e mais Pessoas a quem
esta Minha Carta for mostrada e o conhecimento d´ella pertencer, que em tudo lh´a
cumprão e a facão inteiramente cumprir e guardar como n´ella se contem, sem
duvida ou embargo que n´ella se queira por, visto ser assim Minha Mercê.
O Imperador Constitucional e Defensor Perpetuo do Brazil, o Mandou por Officio
da Terceira Directoria da Secretaria de Estado dos Negócios so Império, sob
numero três mil centos e oito, datada vinte e três de Julho do corrente anno a
Manuel dos Santos Caramona, Seu Principal Rei d´Armas, Ernesto Aleixo Boulanger,
Escrivão dos Brazões e Armas da Nobreza e Fidalguia do Império, a fez
escrever n´esta Muito Leal e Heróica Corte e Cidade de São Sebastião do Rio
de Janeiro aos doze dias do mez de Dezembro do Anno do Nascimento de Nosso
Senhor Jesus Christo de mil oitocentos e oitenta e três. E eu Ernesto Aleixo
Boulanger a fiz escrever e subescrevi.
Brasão de Armas: Escudo partido em contrabanda: na primeira em campo vermelho, um arado, uma, foice uma enxada ,um ancinho, uma pá e uma espiga de trigo; na Segunda, uma paisagem, vendo-se no primeiro plano um campo de sua cor e ao fundo sob um céu azul um grupo de montanhas.
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TOCANTINS
O visconde com grandeza e conde de José Joaquim de Lima e Silva Sobrinho que nasceu em 7 de Outubro de 1809,no RJ e faleceu no Rio de Janeiro em 21 de Agosto de 1894.Era filho do Marechal de Campo Francisco de Lima e Silva e de Mariana Cândida de Oliveira Bello. Era irmão do Duque de Caxias e da baronesa de SURUÍ. Casou com Maria Balbina da Fonseca Costa ,filha do marques da GAVEA. Abraçou desde jovem a carreira de seus antepassados, continuando brilhantemente as gloriosas tradições herdadas. Como Coronel tomou parte ativa contra a rebelião mineira de 1842,servindo nas forças comandadas por seu ilustre irmão o Duque de CAXIAS. Foi deputado pela Província de MG na 8ª legislatura e pelo RJ nas 10ª e 11ª legislaturas, de 1857 a 1864 e nas 13ª e 14ª de 1867 a 1872.Era Grande do Império, Veador de S.M. a Imperatriz. Retirou-se cedo da vida militar, sendo mais tarde Presidente do Banco do Brasil, da Associação Comercial do RJ, membro da Junta Administrativa da Caixa de Amortização e Diretor da Caixa Econômica e de Monte de Socorro. Era Dignitário da I. Ordem da Rosa, Comendador da I. Ordem de Cristo, da de Vila Viçosa de Portugal, da de S. Bento de Aviz e da Ordem Ernestina de 2ª classe da Casa Ducal da Saxônia.
BRASÃO DE ARMAS:Escudo partido em seis quartéis: no primeiro as armas dos Silvas, - de prata, um leão de púrpura, rompente, armado de azul; no segundo de ouro, cinco estrelas de góles, com cinco pontas, postas em aspa; no terceiro as armas dos Limas, - de ouro, quatro palas de góles; no quarto, de azul, cinco flores de liz de ouro, postas em aspa; no quinto, de prata, uma pereira de sinople, entre um crescente de ouro e uma flor de liz de mesmo; no sexto as armas dos Ferreiras, - de góles, quatro faxas de ouro; e por diferença uma brica de prata com um farpão de sable.
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TOROPÍ
O barão de TOROPÍ foi Antonio Cândido de Mello, tenente-coronel da Guarda Nacional
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TORRE DE GARCIA D’AVILA
O barão, visconde com grandeza de TORRE DE GARCIA D’AVILA, foi Antonio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque que faleceu na BA em 5 de Dezembro de 1852.Era Coronel e um dos mais notáveis patriotas da Independência. Era Grande do Império, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial Ordem de Cristo e oficial da do Cruzeiro.
Adendas
Antonio Joaquim Pires de Carvalho e Albuquerque - agraciado sucessivamente com os título de Barão ( Dec 01.12.1822 ), Visconde sem grandeza ( Dec 12.10.1826) e Visconde com honras de grandeza da Torre de Garcia d´Ávila. Título de origem toponímica, tomado da propriedade da família, antigo castelo ou torre, erguido no séc. XVI pelo patriarca da família Garcia d´Ávila.Bisneto do casal patriarca dessa família de abastados proprietários de engenhos de açúcar, influentes políticos e magistrados, estabelecida na Bahia.. Nasceu em 1779 e faleceu a 05.12.1852. Casou-se com sua sobrinha Ana Maria de São José e Aragão.
Colaboração de:
Regina
Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Torre da Garcia d´Ávila, Visconde de; família Pires de Carvalho e
Albuquerque.
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TORRES HOMEM
O barão com grandeza de TORRES HOMEM foi o Dr. João Vicente Torres Homem que nasceu no RJ em 23 de Novembro de 1837 e faleceu nessa cidade a 4 de Novembro de 1887.Era filho do professor da Faculdade de Medicina do RJ. Dr. Joaquim Vicente Torres Homem, natural de Campos e falecido em 9 de Dezembro de 1858.Doutor em Medicina pela Faculdade do RJ em 1858,foi um de seus mais ilustres professores. Era medico da Santa Casa de Misericórdia exerceu a clinica com grande renome. Era do Conselho de S.M. o Imperador, medico da imperial Câmara, membro titular da Academia Imperial de Medicina do RJ. da Real Academia das ciências de Lisboa, da Sociedade de Higiene de Paris e de muitas outras Sociedades científicas. Era Comendador da I. Ordem da Rosa. Deixou grande número de obras sobre ciências medicas de grande erudição.
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TRACUNHAEM

O barão de TRACUNHAEM foi João Cavalcanti Maurício Wanderley. Era filho do capitão Manuel Cavalcanti de Albuquerque Wanderley e de Rita de Cássia Marinho Falcão. Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa.
Adendas
Obs: O Dicionário das Famílias Brasileiras o apresenta como João Cavalcanti de Albuquerque Wanderley.
João Cavalcanti Maurício ( ou de Albuquerque ) Wanderley - agraciado com o título (Dec 22.02.1873) de Barão de Tracunhaém. Título de origem toponímica tomado de cidade de Pernambuco. Membro de antiga e importante família, de origem germânica, de abastados senhores de engenho de açúcar, estabelecida em Pernambuco, tendo por origem Kaspar Van Nieuhof Van der ley ou Kaspar Nieuhof Van der Ley, cidadão contratado pela Wea Insiche Compagnie ( Companhia Neerlandesa das Índias Ocidentais do Brasil) como capitão de cavalaria das tropas holandesas durante a invasão em Pernambuco.Casado aqui com Maria de Mello, filha de Manuel Gomes de Mello e de Adriana de Almeida. O barão é quarto-neto ou tetraneto do casal patriarca. Nasceu em 23.06.1819 e faleceu em 09.06.1891 no Engenho Cavalcanti, Nazaré-PE. Foi casado em primeiras núpcias com sua prima Paula da Silveira ( Cavalcanti) marinho, nascida em 02.03.1837 e falecida a 03.03.1856, antes portanto da concessão do título. Em segundas núpcias casou-se com sua parenta Ana Francisca de Paula de Amorim Salgado, falecida a 31.01.1866, também antes da concessão do título. Portanto, não houve Baronesa de Tracunhaém.
Colaboração de:
Regina
Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes; Tracunhaém, Barão de; família Wanderley.
fonte da foto:
www.nggenealogia.com.br/
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=TRAIPÚ

O barão de TRAIPÚ foi Manuel Gomes Ribeiro.
O barão de TRAIPÚ Manuel Gomes Ribeiro, nasceu em 29 de Junho de 1841, no Engenho Sant'Ana município de Japaratuba, Sergipe e faleceu em Penedo,Alagoas. Foi deputado,senador e vice-presidente de Alagoas, cujo governo exerceu três vezes. Governador de Alagoas por eleição. Era filho do coronel Manuel Gomes Ribeiro Filho, nascido em Penedo ,e de Teresa de Jesus Gomes.
Colaboradores
fonte: adendas de. AGB, vol.IX, 1947,pág.255.
Regina Cascão - figura barão. Fonte: Gabinete Civil do Estado de Alagoas - Ex-Governadores - www.gabinetecivil.al.gov.br
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TRAMANDAÍ
]
O barão com grandeza de TRAMANDAÍ foi Antero José Ferreira de Brito que nasceu na Província do RS em 11 de Janeiro de 1787 e faleceu no RJ em 5 de Fevereiro de 1856.Era filho do Dr. Antero de Brito secretário particular do marques de Pombal e de Bernardina de Azevedo Lima. Casou com Cândida Ferreira de Brito, falecida em Buenos Aires em 25 de Setembro de 1878.Alistou-se nas antigas milícias da Capitania de São Pedro do Rio Grande do Sul, em 1808.Tomou parte na campanha Cisplatina de 1811,comandando uma bateria, elevado a coronel em 1820,serviu no Exército Pacificador da Baia em 1823,e em PE em 1825.Foi comandante das Armas de PE e da Baia em 1831.Promovido a Brigadeiro em 1828,foi Ministro da Guerra e interino na pasta da Marinha no Gabinete de 1832,comandante das Armas da Corte em 1835,Presidente da Província do RS em 1836 e da Província de SC em 1840 a 1849.Era Vogal do Conselho Supremo de Justiça em 1839Marechal de Campo e Comandante das Armas de SC, em 1842.Foi Veador de SS. Magestades, Guarda Roupa da Casta Imperial, Conselheiro de Guerra e do Conselho de S. Magestade, Grã-Cruz da Imperial Ordem de S. Bento de Aviz,. Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro e da Imperial Ordem da Rosa e tinha as medalhas das campanhas Cisplatinas de 1811 e 1820,da Independência na Baia, da Divisão Cooperadora da Boa Ordem e a insígnia de ouro de distinção em combate.
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TRARIPE
O barão de TRARIPE foi Luiz Manuel de Oliveira Mendes que faleceu em 18 de Novembro de 1876,na BA. Casou com Ana Constança Pinto de Almeida Mendes. Foi tesoureiro da Alfândega da Baia. Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro, Comendador da Imperial Ordem de Cristo e Cavaleiro da imperial Ordem da Rosa.
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=TREMEMBÉ
O barão e visconde de TREMEMBÉ foi José Francisco Monteiro. Era filho do Comendador Francisco Alves Monteiro, natural de Taubaté, SP e de Teodora Joaquina de Moura. Casou com Maria Belmira de França Monteiro, filha de José Belmiro de França e de Maria Joaquina Ferreira França, e irmã do barão de Araújo Ferraz. Era irmão do visconde de MOSSORÓ.Negociante em SP.
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TRÊS ILHAS
O barão de TRÊS ILHAS foi José Bernardino de Barros, natural de S. José do Rio Preto, MG. Oficial da Imperial Ordem da Rosa.
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TRÊS RIOS
O barão, visconde, conde e marques de TRÊS RIOS foi Joaquim Egídio de Souza Aranha que nasceu em Campinas, província de SP e faleceu em SP em 19 de Maio de 1893 com 72 anos. Era filho do Coronel Francisco Egídio de Souza Aranha e de sua mulher e prima Maria Luiza Aranha. Casou em primeiras núpcias com Ana Cecília da Silva e em segundas núpcias com Maria Hipolita, baronesa viúva de S. João do Rio Claro, e filha do barão de ITAPETININGA e de sua primeira mulher Ana Eufrosina Mendes. Abastado fazendeiro e capitalista em SP, foi deputado provincial em muitas legislaturas em sua Província.
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TRÊS SERROS

O barão de TRÊS SERROS foi Anibal Antunes Maciel, natural de Pelotas, RS. Casou com Amélia Hartley Maciel. Era bacharel em ciências jurídicas e sociais. Comendador da Imperial Ordem de Cristo.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado: o primeiro quartel partido em pala: na primeira em campo de prata duas flores de liz de azul, postas em pala, na Segunda de prata, uma meia águia de vermelho; no segundo quartel em campo de ouro, três serros de verde; no terceiro em capo vermelho uma esfera armilar de ouro, partida ao meio; no quarto em campo azul as iniciais T.S. entrelaçados, de prata; ao centro, um escudete de ouro, com um ramo de macieira e frutos de sua cor. DIVISA: Beneficentiae-Premium.
Adenda
Fonte: AGB, Ano III.de 1941, pág.512
O barão nasceu em 04 de Setembro de 1838 na cidade de Rio Grana e faleceu a 22 de Março de 1887 em Pelotas.Era irmão da baronesa de Arroio Grande, ambos filhos do Cel. Anibal Antunes Maciel, nascido no Rio Grande e de Felisbina da Silva, falecida em 1870 em Pelotas.Em 11 de Agosto de 1864, casado com Amélia Hartley de Brito (17-XII-1848-14-I-1919), filha do Comendador João Diogo Hartley e de Isabel Fortunata de Brito.
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=TRIUNFO

O barão com grandeza do TRIUNFO foi José Joaquim de Andrade Neves, que nasceu na cidade do Rio Pardo, RS em 22 de Janeiro de 1807 e faleceu em Assunção, Paraguai em 6 de Janeiro de 1869,em consequência dos ferimentos recebidos em combate. Era filho do major José Joaquim de Figueiredo Neves. Casou com Ana Carolina de Andrade Neves. Sentou praça de 1º cadete no 5º regimento de Cavalaria de linha em 22 de Novembro de 1826.Serviu na revolução da Província do RS, chefiada pelo Coronel Bento Gonçalves em 20 de Setembro de 1835,tomando parte nos combates de Canapé, Passo do Rosário, Arroyo dos Cachorros em 1836.No combate da ilha Fanfa recebe o posto de Major da Guarda Nacional em 1837 distinguiu-se nos combates do Rio Pardo, Aldeia dos Anjos, Fortaleza, etc. e em 1838 nos de Passo de Barnabé e Passo da Areia. Em 1840 foi-lhe conferido o posto de major honorário do Exército e nesse ano foi ferido no combate de Taquari em 29 de Janeiro. Em 1841 foi elevado a Tenente-Coronel honorário do Exército e em 1847 a Coronel da Guarda Nacional e Comandante Superior em 1850.Na campanha contra Rosas organiza um corpo de voluntário e á sua frente marcha, tomando parte no cerco de Montevideu. Elevado a Brigadeiro honorário do Exército fez toda a campanha do Paragaui, na qual brilhantemente distinguiu-se nos combates de Humaitá, Potrero Ovelha, Pilar, Tuiuti e Itororó, sendo três vezes ferido sem nunca Ter abandonado a luta. Por fim ferido por um estilhaço de granada que lhe esfacelou o pé, no combate de Mamoré, faleceu em Assunção, capital do Paraguai em consequência das complicações desse grave ferimento.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro quartel em campo azul, um castelo de ouro derrubado; no segundo em campo de goles, um monte de sinople armado de prata; no terceiro em campo de goles, um pilar de prata, tendo em chefe doze estrelas do mesmo; no quarto quartel, em campo azul, duas espadas de ouro em aspa.(Brasão passado em 24 de Outubro de 1868.REg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.102).
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TRONTAÍ
O barão de TRONTAÍ foi Luiz Antonio de Oliveira. Coronel da Guarda Nacional em MG.
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TURVO
O barão do TURVO foi José Gomes de Souza Portugal que faleceu em Piraí, na Província do RJ em 4 de Setembro de 1878 com 69 anos de idade. Era Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional, do município de Piraí. Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo.
Adendas
Colaboração de Regina Lucia Cascão Viana
O barão do Turvo nasceu em 1809 e faleceu em 1878.Turvo foi tirado do nome da Freguesia de S.José do Turvo, no município de Piraí - RJ, onde era fazendeiro.Um dos mais abastados fazendeiros de Piraí (Dores), onde possuia a fazenda Cachoeira e Boa-Liga. Exercia conjuntamente com o Comando da Guarda Nacional, a função de Juiz de Paz na Freg.de Nossa Senhora das Dores,Piraí - RJ.
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TURIASSU
O barão de TURIASSÚ foi Manuel de Souza Pinto de Magalhães que nasceu na cidade do Porto Portugal em 1796 e faleceu na Província do MA em 12 de Novembro de 1862.Era filho do Dr. João Santa Ana Neves de Souza; Casou com Maria Alexandrina Teixeira de Magalhães, nascida em 1801 e falecida no MA em 14 de Novembro de 1855.Eram pais da baronesa de PENALVA. Sentou praça no batalhão de Caçadores em Portugal. Veio para o Brasil na Divisão dos Voluntários Reais de El Rei como Tenente. Ai fez as campanhas contra Artigas. Era brasileiro ex-vi da Constituição. Comandante das Armas do MA e PA em 1849.Promovido a Brigadeiro, foi presidente do Conselho Administrativo da Província do MA em 1853 e Comandante Superior da Guarda Nacional da Corte em 1853,Marechal de Campo. Era Cavaleiro da Real ordem da torres e Espada de Portugal, Comendador da imperial Ordem de S. Bento de Aviz e Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da do Cruzeiro. Tinha as medalhas do Valor, Lealdade e Mérito, a da Península e de Montevideu.
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