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SABARÁ

visconde de Fanado

O Visconde do FANADO e marques de SABARÁ foi João Gomes da Silveira Mendonça que nasceu na cidade de S. Miguel, MG em 1781 e faleceu em 2 de Julho de 1827.Era filho de João Gomes Pereira. Sentou praça em 28 de Março de 1801,no regimento de Cavalaria de MG e foi reconhecido cadete nesse mesmo ano. Seguindo para a Europa, fez em Lisboa os cursos de ciências físicas e naturais e regressando ao Brasil foi promovido a Capitão e Ajudante de Ordens do General Inspetor Geral de Artilharia e Fundições. Coronel em 1816,serviu de Adido ao Estado Maior. Foi deputado às Cortes Constituintes Portuguesas em 1821,pela Província de MG e um dos signatários da Constituição brasileira, tendo sido membro da Constituinte brasileira de 1823.Inspetor da Fábrica de Pólvora, foi Brigadeiro em 1822;Ministro da Guerra no 23º Gabinete de 1823;Senador pela Província de MG em 1826 e Conselheiro de Estado em 1824.Grande do Império e Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro.

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SABARÁ

O barão com grandeza de SABARÁ foi Manuel Antonio Pacheco que faleceu em MG em 14 de Fevereiro de 1862.Era Comendador da Imperial Ordem da Rosa ,da de Cristo e Cavaleiro da Imperial Ordem do Cruzeiro.

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SABARÁ

visconde com grandeza de Sabará

O Visconde com grandeza de SABARÁ foi João Evangelista Negreiros de Syão Lobato, que nasceu na cidade do Serro, então vila do Príncipe, MG em 16 de Agosto de 1817 e faleceu no RJ em 20 de Abril de 1894.Era filho do senador João Evangelista de Faria Lobato e de Maria Isabel Manso Sayão. Casou com Maria José de Macedo Couto, que faleceu em 8 de Dezembro de 1889.Formado em direito pela Faculdade de SP, foi promotor publico em MG. Eleito deputado pela província de SP foi mais tarde Juiz Municipal nessa província, Juiz de Direito na do RS e deputado à Assembléia Geral por essa província, em várias legislaturas. Foi do Comércio no RJ, Desembargador da Relação em 1864,procurador da Coroa e Soberania Nacional, e Ministro e Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, aposentando-se em 1892.Do Conselho de S Magestade, era Comendador da imperial Ordem de Cristo, Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa e Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial.

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SABOIA

barão com grandeza e visconde de Saboia

O barão com grandeza e visconde de SABOIA foi o Dr. Vicente Cândido Figueira de Saboia, que nasceu em Sobral, CE, em 13 de Abril de 1836 e faleceu no RJ em 18 de Março de 1909.Era filho do Coronel José Saboia, nascido em Aracati a 12 de Julho de 1800 e de Joaquina Figueira de Mello Saboia, nascida em Sobral a 15 de Março de 1803.Neto do farmacêutico Vicente Maria Carlos de Saboia e de Maria Clara da Conceição Saboia, casados a 01 de Junho de 1796 em Aracati. Casou com Luisa Marcondes Jobim ,filha do senador do ES, José Martins da Cruz Jobim, falecido em 1878.Doutor em medicina pela Faculdade do RJ em 1858,foi lente catedrático em 1871 e Diretor dessa Faculdade em 1881,onde deixou brilhante tradição. Era Grande do Império do Conselho de S. Magestade, medico da Imperial Câmara e Comendador da Imperial Ordem de Cristo, membro da Academia Nacional de Medicina ,do Instituto de Ceará, da Academia Cearense ,da Real Academia de Medicina de Roma e da Sociedade de Cirurgia de Paris.

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SAÍ

O barão e barão com grandeza de SAÍ foi Luiz Fernandes Monteiro. Era Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa e Grande do Império.

O decreto de barão com grandeza de 30 de Novembro de 1866 não apareceu, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

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SAICAN

barão com grandeza de Saican

O barão com grandeza de SAICAN foi João Maria da Gama Lobo d’Eça que nasceu em 20 de Julho de 1800 e faleceu no RS em 28 de Dezembro de 1872.Era Grande do Império.

O título correto é SAIÇÃ e o titular é José Maria da Gama Lobo d'Eça, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adenda

Fonte: AGB, Ano III, de 1941, pág.341

O barão era filho  do Brigadeiro José Maria Gama Lobo D'Eça e de Maria Joaquina da Conceição Coimbra.Casou com Maria Álvares Trilha, nascida em Rio Pardo e falecida em S. Gabriel (1803-15 de Abril de 1876), filha de José Álvares Trilha e de Maria Inacia da Pureza.Neta paterna de Diogo Trilha, nascido em Antequera (Málaga, Espanha) e de Suzana do Rosário, nascida na Ilha de S.Jorge (Açores); neta materna de Antonio da Costa Pavão e de Francisca Antonia da Pureza.

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SALDANHA

Colaboração obtida através do site http---governantes.genealogias.org

 de Sergio Buratto

João Carlos Gregório Domingos Vicente Francisco de Saldanha Oliveira e Daun, duque de Saldanha, não pertence ao Archivo Nobiliarchico Brasileiro.No entanto,devido ao seu brilhantismo e bravura, quando já no Brasil, no comando do Regimento da Divisão de Voluntários Reaes, na Campanha do Rio da Prata em 1817, tem por merecimento figurar neste espaço.

João Carlos Gregório Domingos Vicente Francisco de Saldanha Oliveira e Daun
Duque de SALDANHA - Título português

Era natural de Portugal. Foi agraciado com o titulo de Conde de Saldanha, em 14 de Janeiro de 1833. Em 27 de Maio de 1834, foi elevado a Marquês da mesma denominação. Em 8 de Maio de 1855, recebeu o titulo de Duque de Saldanha, de juro e herdade. Em Outubro de 1862, teve as honras de Duque Parente de S.M.R. de Portugal.
Foi nomeado Par do Reino, em 1835. Foi Ministro e Secretário de Estado Honorário, Gran-Cruz das Reaes Ordens de Nosso Senhor Jesus Cristo e da Mui Nobre e Antiga Ordem da Torre e Espada, de Portugal, e da Real Ordem de São Fernando, de Espanha, Comendador da Real Ordem de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa, de Portugal, Cavaleiro da Ordem de São João de Jerusalem, alem de possuir varias medalhas e cruzes da Campanha Peninsular, concedidas tanto por S.M.I. Dom João VI, como par SS.MM.RR. da Espanha e da Inglaterra, e a Estrela d'Ouro da Argentina.
Foi Deputado às Cortes, em 1834, e Presidente do Conselho de Ministros, em 1835, em 1851 e em 1870. Sentou praça de Cadete, em 1805, no 1° Regimento de Cadetes, e neste mesmo ano foi promovido a Alferes, depois a Tenente e, logo a seguir, a Capitão. Fez com brilhantismo a Campanha Peninsular. Passando ao Brasil, foi Comandante de um Regimento da Divisão de Voluntarios Reaes, na Campanha do Rio da Prata, em 1817.
Nomeado Capitão-General do Rio Grande do Sul, tomou posse do Governo no dia 20 de Agosto de 1821. Em virtude do Decreto das Cortes de Lisboa, de 29 de Setembro de 1821, porém, publicado no dia 1° de Outubro do mesmo ano, instalou-se em Porto Alegre, no dia 22 de Fevereiro de 1822, uma Junta Governativa.  O Governo do Rio Grande do Sul era dirigido por esta Junta Governativa, quando ocorreu a Independência do Brasil.
Saldanha não aderiu à nova ordem de coisas e por este motivo foi mandado sair para a Corte. Deixou Porto Alegre no dia 29 de Setembro de 1822. Pouco depois de sua chegada ao Rio de Janeiro, seguiu para Lisboa. De volta a Portugal, poucos anos depois teve destacada atuação nas lutas entre realistas e liberaes. Foi militar bravíssimo e sua coragem e sangue frio se patentearam em inúmeros combates. Deram-lhe o cognome de "heroe d'Almoster".

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SALGADO ZENHA

barão de Salgado Zenha

O barão de SALGADO ZENHA foi Manuel de Salgado Zenha,negociante no RJ de nacionalidade portuguesa. Era do Conselho de S.M. Fidelíssima, Oficial da I Ordem da Rosa e Comendador da Ordem de N.S. da Conceição de Vila Viçosa.

Adendas

Colaboração de Regina Cascão 

Manuel de Salgado Zenha - agraciado com o título ( Dec 20.07.1889 ) de Barão de Salgado Zenha. Título de origem antroponímica, tomado do sobrenome da família. Filho do português Rodrigo Cardoso Salgado Zenha, de Braga , e de Antônia Felizarda da Silva, casados cerca de 1835. Pelo menos quatro dos seus filhos emigraram para o Brasil. Entre eles, o titular em apreço, nascido a 02.01.1837, Braga e falecido a 23.06.1894, Rio, RJ. Pasou criança para o Brasil, dedicando-se a careira comercial. Jovem, associou-se a firma de João José dos Reis & Cia., mais tarde, Conde de S. Salvador de Matosinhos. Fez parte, depois, da firma comercial Rio, How, Zenha & Silveira, que durou mais de vinte anos, sucedida pela Zenha & Silveira. Liquindando a firma, dedicou-se aos negócios bancários, chegando a Presidente do Banco Nacional Brasileiro. Oficial da Ordem da Rosa, do Brasil. Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Conceiçaõ da Vila Viçosa, de Portugal. Grão-Cruz da mesma Ordem da Conceição. Conselheiro do Império. Deixou geração (dez filhos) de seu casamento, em 1859, no Rio, com Rita Marques Ferreira [nascida em 1842, RJ e falecida a  25.06.1928, RJ], baronesa de Salgado Zenha, filha de Antônio Marques Ferreira (do Porto) e de Umbelina Rosa Muniz, do Rio de Janeiro. Sua filha Elisa Salgado Zenha , falecida a 27.10.1938, Rio, RJ, por seu casamento na família Mesquita , do Rio de Janeiro, tornou-se a baronesa de Mesquita.

Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Salgado Zenha, Barão; família Salgado Zenha.

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SALTO

O barão e visconde de SALTO foi Antonio José Dias Carneiro.

Adendas

A biografia do visconde abaixo transcrita, foi enviada pela gentil colaboradora Maria 
Cristina F. Marcondes Godoy
por indicação de José Eduardo O. Bruno, ambos pertencentes a Academia Resendense de História da qual Maria Cristina é uma das diretoras.

Essa biografia também se encontra no livro editado pela Academia no final de 2001 "Resende 1801- 2001 Crônica dos Duzentos Anos".

VISCONDE DO SALTO

Antônio José Dias Carneiro

Nasceu em Resende, no dia 1º de Abril de 1814 e faleceu a 14 de Julho de 1891.

             Filho de Escolástica Carneira de Sá , nascida em Resende no dia 7-VI-1793 ). Casou–se pela 1ª vez no dia 26 de outubro de 1810 com o Tenente Antônio José Dias Coelho, nascido e batizado na Freguesia de Nossa Senhora das Neves do Carajal, termo da Vila de Sarnacelhe, bispado de Lamego, Portugal, perante o Reverendo Ministro José Antonio Martins de Sá, coadjuvado pelo Pe. Manuel Serafim dos Anjos e das testemunhas Sabino Antônio Delgado e João Luiz Pinto, na Matriz de Resende. Do casal nasceram sete filhos: João Dias Carneiro, Capitão José Dias Carneiro, Antônio  José Dias Carneiro, Maria Dias Carneiro, Capitão Manuel Dias Carneiro, Antônia Dias Carneiro e o Tenente Joaquim Dias Carneiro .

          Escolástica Carneira de Sá, ficando viúva, casou-se em 1822, na mesma Matriz de Resende com Fernando Pereira Vianna, do qual nasceram mais cinco filhos: Alferes Francisco Pereira Vianna, Ana Carneiro de Sá, Fernando Pereira Vianna Filho, Leopoldina Carneiro de Sá Vianna e Escolástica Carneiro de Sá.

Antônio José Dias Carneiro, foi um homem de inteligência invulgar. Fez unicamente o curso primário na escola particular do Comendador Fabiano Pereira Barreto. Trabalhou algum tempo na lavoura e depois, por  dez anos consecutivos prestou serviços como balconista da principal firma comercial do comendador João Lourenço Dias Guimarães, onde granjeou amizades e estima. Com o fruto de economias e com o auxílio dos seus amigos Barão do Amparo, do Comendador Antônio de Paula Ramos e do major Manuel Correia – iniciou sua vida comercial por conta própria. Mais tarde, tornou-se sócio de outros ilustres personagens resendenses – do Comendador Joaquim Gomes Jardim, do Comendador Antônio José Nogueira, do Barão do Bananal e Marcelino Manuel Guerra – na organização da firma Guerra & Cia. Comércio de Café.

Antônio José Dias Carneiro foi o 1º Negociante de Resende matriculado no Tribunal do Comércio do Rio de Janeiro.

Dias Carneiro sempre foi um bom cristão  e soube distribuir favores e benefícios. Na Guerra do Paraguay foi o 1º a oferecer ao Governo Imperial dezoito  escravos moços , aptos para a luta. Era abolicionista, partidário da extinção gradual do cativo.

 Em 11 de abril de 1840, por ofício do Presidente da Província, Dias Carneiro foi nomeado ajudante do administrador do Correio da Vila de Resende. Em virtude da demissão concedida ao Comendador Antônio da Rocha Miranda e Silva ( pai do Barão do Bananal) e 1º administrador da Agência do Correio de Resende, foi nomeado seu sucessor em 1841

Antônio José Dias Carneiro exerceu cargos de alta responsabilidade. Foi nomeado e eleito por votação popular dentro do Partido Liberal que sempre pertenceu, para os cargos de Juiz de Paz, Juiz Municipal. Juiz de Órfãos, Presidente do Colégio Eleitoral e por longos anos Tesoureiro e Provedor da Santa Casa de Misericórdia de Resende.

Em  9 de Novembro de 1882, perdoa a dívida de 10:600$000 que emprestara anos antes, sem juros à Santa Casa, para obras do hospital.

Por decreto de 7 de Agosto de 1877, D. Pedro II galardoa Antônio José Dias Carneiro com a Comenda da Ordem da Rosa, pelos relevantes serviços prestados à Pátria, e, por decreto de 14 de maio de 1883 é agraciado com o título de Barão  do Salto, e, em face da remuneração e liberdade concedidas a escravos e serviços prestados ao Estado, D. Pedro eleva o título a Visconde do Salto, em 24 de maio de 1886.

O Visconde do Salto faleceu solteiro.

Fonte: Bopp, Itamar – “Primeiros Povoadores de Resende” Família: Visconde do Salto. Separata da Revista Genealógica Latina. Ano XII – Nº 12 – 1º e 2º Semestre de 1960.

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SAMPAIO VIANNA

barão de Sampaio Vianna

O barão de SAMPAIO VIANNA foi Carlos Américo de Sampaio Vianna que nasceu na Baia a 24 de Junho de 1835 e faleceu no RJ. Exerceu diversos cargos públicos, foi Inspetor da Alfândega do RJ e era do Conselho de S. Magestade. Oficial da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da Real Ordem de Cristo em Portugal.

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SANIPE

O barão de SANIPE foi João José Leite, natural da Baia.

O nome correto deste titulo é SAUÍPE, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

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     SANTA ALDA

                          

Barão e baronesa de Santa Alda

O barão de SANTA ALDA foi Lucas Antonio Monteiro de Barros, fazendeiro em Barra Mansa, RJ. Era Moço Fidalgo da Casa Imperial, Comendador da Imperial Ordem da Rosa e da de Cristo de Portugal.

Adendas correções e fotos

Barão de SANTA ALDA - Lucas Antonio Monteiro de Barros:  fazendeiro em Barra Mansa, RJ. Comendador da Imperial Ordem da Rosa e da de Cristo de Portugal. Neto do Visconde de Congonhas do Campo. Casou-se com sua prima Alda Eugênia
Monteiro de Barros - baronesa
DE SANTA ALDA -  falecida em 08 de maio de 1869, na Fazenda do Fim do Mundo em Muriaé.

 BARAO DE SANTA ALDA Barão de Santa Alda - Lucas Antonio Monteiro de Barros Tido como natural de Petrópolis, a verdade é que nasceu a 23 de janeiro de 1828 no Recife, onde foi batizado no dia 6 de junho do mesmo ano ( Matriz da Boa Vista, liv 4, fls. 151v e 152), quando seu pai exercia a judicatura em Pernambuco. Filho do Desembargador José Maria Monteiro de Barros, nascido na cidade de Salvador-BA a 8 de agosto de 1789, ao tempo em que seu pai era ali Juiz de Fora do Crime, e de sua primeira consorte dona Rosa Úrsula Monteiro de Barros, lisboeta. Neto paterno dos viscondes de Congonhas do Campo e materno de Bernardino de Almeida e Macedo, e de dona Maria Rita de Almeida e Macedo. Órfão aos seis anos, foi educado pelo avô paterno e passou a sua mocidade e,m Petrópolis. Adulto, seguiu para Minas, onde fundou a Fazenda Santa Alda, nome posto em homenagem à sua esposa e do qual lhe adveio o título. Casado com dona Alda Eugênia Monteiro de Barros, sua prima, falecida na Fazenda Fim do Mundo, em Muriaé, filha de Miguel Eugênio Monteiro de Barros e de dona Maria Eugênia de Souza Breves e neta paterna do Barão de Paraopeba.

fonte: "Gente de Pernambuco" Livro editado pela UFPE e IAHGP- Instituto Arqueológico, Histórico e Geográfico Pernambucano, com artigos de Orlando Cavalcanti publicados aos domingos no Diário de PE.Orlando Cavalcanti foi dos mais profícuos genealogistas brasileiros do século XX, talvez o maior. Ao longo de mais de 40 anos dedicou-se com afinco a pesquisa em Cartórios, arquivos eclesiásticos, arquivos públicos, deixando uma das mais extensas obras genealógicas do NE, infelizmente esparsa em numerosos cadernos, cadernetas e pastas.  Em livro deixou apenas RETROSPECTO ,  de 1975, no qual trata da Família Carneiro leão - sua gens materna, e enfeixa discursos e pronunciamentos.Natural do Recife ( 15.10.1919), bacharel em Direito, advogado, promotor, juiz, professor universitário. Pesquisador do Instituto Joaquim Nabuco de Pesquisas Sociais ( hoje Fundação Joaquim Nabuco). Publicou nas revistas Tradição, Anuário genealógico Latino, Anuário genealógico brasileiro, Revista genealógica Latina, além do Diário de PE. Fundador do Instituto Genealógico de Pernambuco e sócio de inúmeros institutos genealógicos do Brasil e do exterior. Faleceu em Olinda a 12 de setembro de 1984.

Colaboradores:

 

 Aloysio Clemente M. I. de J. Breves Beiler

Regina Cascão

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SANTANA

A 1ª baronesa de SANTANA foi D. Maria José de Sant’Ana que faleceu em Juiz de Fora, MG em 05 de junho de 1870.

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SANTANA

A 2ª baronesa de SANTANA foi D. Rosa de Sant’Anna Lopes.

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SANTANA DO LIVRAMENTO

barão de Santana do Livramento

O barão de SANTANA DO LIVRAMENTO foi Vasco Alves Pereira, natural da Província do RS, que faleceu em 10 de Maio de 1883.Casou com Rosa Nunes Pereira. Era brigadeiro honorário do exército e fez a campanha do Paraguai. Era dignitário da Imperial Ordem da Rosa e da Imperial ordem do Cruzeiro. Tinha as medalhas do Mérito e Bravura Militar  e a Geral da Campanha do Paraguai

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SANTA BÁRBARA

O barão de SANTA  BÁRBARA foi João Evangelista de Almeida Ramos.

Adendas 

Sobre o Barão de Santa Bárbara, in Cel. Laurênio Lago, in Anuário do Museu Imperial, Petrópolis-RJ, Acréscimos e Retificações ao Arquivo Nobiliárquico Brasileiro, encontrei o seguinte:
"Barão de Santa Bárbara - Natural de Minas Gerais. Filho do Capitão Manuel Antônio de Almeida Ramos e de Dona Joana de Almeida. Agricultor. Faleceu em sua fazenda Pirapetinga, e foi sepultado na matriz de Santa Bárbara do Monte Verde, Minas Gerais. Casou em primeiros núpcias com D. Maria Messias de Almeida. Foram seus filhos: Honório, Francisco e Nominato, do primeiro casamento, João, Misael, Delfina, Teresa, Gabriela, Fausta e Maria, do segundo casamento."

Consultando o CD do Dicionário das Famílias Brasileira - Vol 1, encontrei o seguinte verbete sobre a família Almeida Ramos:

Importante grupo familiar de fazendeiros do Vale do Paraíba, Estado do Rio de Janeiro. Teve princípio em  João Luiz de Almeida Ramos, nasc. em fins do século XVIII, fazendeiro em Conservatória, que foi casado com Maria Bernarda Vieira Machado, neta de José Vieira Machado de Freitas, patriarca desta família Vieira Machado (v.s.), do Rio de Janeiro. Deixaram nove filhos. Entre os seus descendentes deste casal: o filho, barão de Almeida Ramos - detalhes abaixo; e o neto, o genealogista, Dr. Belisário Vieira Ramos [1871- ?]. Há um outro ramo mais antigo, estabelecido em Minas Gerais que provém do cap. Luiz de Almeida Ramos, nasc. por volta de 1689, em Tarouca, Portugal, e fal. em S. João d'El-Rei, Minas Gerais. Deixou numerosa e importante descendência do seu cas., em 1714, em Ouro Preto, Minas Gerais, com Helena Joaquina da Gama, da família Gama Belens. Deste casamento, descendem alguns Almeida e os Almeida Gama (v.s.), de Minas Gerais. Entre os descendentes deste casal, registram-se: I - o neto, Capitão Caetano José de Almeida, natural da vila de São João d'El-Rei, MG. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas - detalhes abaixo; e II - a neta, Ana Joaquina de Almeida e Gama, que por seu casamento, tornou-se a matriarca da importante família Nogueira da Gama (v.s.), de Minas Gerais. Ainda, em Minas Gerais, possivelmente descendente do anterior, registramos a família do capitão Manuel Antônio de Almeida Ramos, que deixou geração do seu cas. com Joana de Almeida. Foram pais do barão de Santa Bárbara - detalhes abaixo.

Estado de Minas Gerais: I - João Evangelista de Almeida Ramos, agricultor, filho daquele citado casal de Minas gerais, foi agraciado, por Dec. de 03.08.1889, com o título de Barão de Santa Bárbara. Faleceu em sua fazenda Pirapetinga, e foi sepultado na matriz de Santa Bárbara de Monte Verde, Minas Gerais. Deixou geração dos seus dois casamentos, sendo, o primeiro, com Maria Messias de Almeida (Laurênio Lago, Retificações, 180). Heráldica: I - Caetano José de Almeida, citado acima, ramo de Minas Gerais. Brasão de Armas, datada de 02.02.1799. Registrada Cartório da Nobreza, Livro VI, fl. 64: um escudo partido empala; na primeira, as armas da família Vilas-boas; na segunda, as armas da família Gama  (Sanches  de Baena, Archivo Heráldico, I, 120).

Colaboração de José Roberto de Vasconcelos Nunes

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SANTA BRANCA

O 1º barão de SANTA BRANCA foi Francisco Lopes Chaves, natural da Província de SP, que faleceu em 18 de Outubro de 1884.Era pai do 2º barão de SANTA BRANCA e do barão de JACAREÍ. Comendador da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

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SANTA BRANCA

2º barão de Santa Branca

O 2º barão de SANTA BRANCA foi Francisco Lopes Chaves, natural de Jacareí, SP. Era filho dos primeiros barões de SANTA BRANCA. Era irmão do barão de JACAREÍ.

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SANTA CECÍLIA

barão de Santa Cecília

Foto: AGB IV, 1942, pág.90

O barão de SANTA CECÍLIA foi Francisco Rodrigues Pereira de Queiroz, natural de MG. Major da Guarda Nacional.

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SANTA CLARA

O 1º barão de SANTA CLARA foi Manuel Francisco Albernaz que faleceu em 13 de Maio de 1875.A baronesa de SANTA CLARA faleceu no RJ a 30 de Maio de 1876.Era fazendeiro em Guaratiba. Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro de ouro, uma banda de azul carregada de três estrelas de parta de cinco pontas; no segundo, de prata (e não ouro),três canas de açúcar de sua cor, duas postas em aspa e uma no meio em pala; no terceiro, de prata, três besantes de púrpura em roquete; no quarto, em campo de ouro, quinze flores de liz de azul postas em faxa.

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SANTA CLARA

O 2º barão de SANTA CLARA foi Carlos Theodoro de Souza Fortes, natural da Província de MG.

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SANTA CRUZ

O duque de SANTA CRUZ foi Sua Alteza o Príncipe D.Augusto Carlos Eugênio Napoleão, duque de Leuchtenberg, Príncipe d’Eichstadt, que nasceu a 9 de Dezembro de 1810 e faleceu em Lisboa, no Paço das Necessidades, em 28 de Março de 1835,sem sucessão. Era filho e herdeiro de S.ª o Príncipe Eugênio de Beauharnais, duque de Leuchtenberg e Príncipe d’Eichstadt, e da Princesa D.Augusta Maria Amáália, filha de Maximiliano José I, Rei da Baviera. Casou com procuração em Munique a 5 de Novembro de 1834 e em pessoa em Lisboa a 26 de Janeiro de 1835 com S.M. a Rainha D. Maria II, "a virtuosa" D. Maria da Gloria Joana Carlota Leopoldina da Cruz Francisca Xavier de Paula Izidora Michaela Gabriela Rafaela Gonzaga,29ª Reinante de Portugal e 25ª dos Algarves, Princesa da Beira e do Grão Pará, Grã-Mestra das Ordens de N.S. da Conceição de Vila Viçosa, da Ordem de S. Isabel, Rainha de Portugal e das Ordens Militares de Cristo,S. Bento de Aviz e S. Tiago da Espada. A Rainha D. Maria II, era filha de S.M. D. Pedro I, Imperador do Brasil, e Rei de Portugal sob o nome de S. Pedro IV e nasceu no RJ, no Real Paço da Quinta da Boa Vista, em 4 de Abril de 1819,falecendo em 15 de Novembro de 1853,em Lisboa. O Duque de SANTA CRUZ foi o único Príncipe estrangeiro que recebeu o título brasileiro, conferido por seu sogro e cunhado D. Pedro I.

BRASÃO DE ARMAS: Reproduzimos o que encontramos em J.B.Rieststap, 1º vol.(Col.II B) 1903.

COROA: a de duque

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Duque por decreto de 5 de Novembro de 1829

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SANTA CRUZ

conde e marquês de Santa Cruz

O conde e marques de SANTA CRUZ foi D.Romualdo Antonio de Seixas que nasceu em Cametá, no Pará em 7 de Fevereiro de 1787 e faleceu na cidade de São Salvador na Baia em 29 de Dezembro de 1860.Era filho de Francisco Justiniano de Seixas e de Angela de Souza Bittencourt e sobrinho de D. Romualdo de Souza Coelho que foi o 8º Bispo do Pará. Uma das maiores glórias da Igreja Nacional. "Gigante pela Ilustração, como o chamou o Dr. J. Manuel de Macedo, era dotado de excessiva modéstia, de trato ameníssimo, de bondade evangélica, de todas as qualidades enfim que exaltam e fazem veneranda e amável a criatura humana". Concluiu os seus estudos em Lisboa na Congregação do Oratório e voltando ao Pará com 18 anos de idade, fez um sermão que enlevou o auditório; aos 19 anos com a primeira tonsura, foi nomeado mestre de cerimônias do Solio, e começou a lecionar no Seminário episcopal, latim, retórica e filosofia; aos 21 anos tomou ordens de sub-diácono e estreou no púlpito sagrado, improvisando o panegírico de S. Thomaz de Aquino. Aos 22 anos já diácono, veio à Corte em companhia de outro prelado, em comissão do Bispo do Pará, para em seu nome, cumprimentar a Família Real e tratar de importantes assuntos da Diocese, regressando com a nomeação de Cônego da Sé Paraense e a de Cavaleiro da Real Ordem de Cristo. Aos 23 anos recebeu ordens de presbítero, foi nomeado pároco de Cametá e logo Vigário Capitular. Por decreto de 12 de Outubro de 1826 foi nomeado 17º Arcebispo da Baia; como Metropolita e Primaz do Brasil, presidiu em 1841 a solenidade da sagração de S. M. D. Pedro I. Foi eleito presidente da Junta Governativa do Pará duas vezes em 1821 e 1823;representou a Província do Pará na 1ª legislatura de 1826,e na 4ª de 1838 a 1841,e a Província da Baia na 3ª de 1834 a 1837,ocupando por duas vezes na Câmara Temporária a cadeira da Presidência. Foi agraciado por S.M. D. Pedro I com o título de pregador da Capela Imperial e com a Grande Dignitária da I. Ordem da Rosa e por S.M.D. Pedro II com a Grã-Cruz da I. Ordem de Cristo. Do Conselho de S.M. Imperial era sócio da Academia de Munique, do Instituto da África em Paris; do IHGB e de muitas outras Sociedades de ciências e letras.

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SANTA EUGÊNIA

O barão de SANTA EUGÊNIA foi Luiz Manuel Monteiro.

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SANTA EULALIA

barão de Santa Eulalia

O barão de SANTA EULALIA foi Antonio Rodrigues de Azevedo Ferreira que nasceu na cidade de Lorena, Província de SP a 13 de Junho de 1838 e faleceu nessa cidade em 15 de Janeiro de 1889.Era filho do Coronel João José Rodrigues Ferreira e de Maria Leopoldina Azevedo Ferrreira. Casou a 2 de Março de 1867 na cidade de Lorena, com sua prima D. Eulalia Moreira Rodrigues de Azevedo, filha de Joaquim José Moreira Lima e de Carlota Leopoldina de Castro Lima, depois viscondessa de CASTRO LIMA.A baronesa era irmã do barão de CASTRO LIMA e do conde de MOREIRA LMA. Estudou humanidades no Colégio Mamede em SP, formando-se em ciências jurídicas e sociais pela Faculdade de Direito de SP em 1861.Exerceu por alguns a advocacia sendo depois nomeado Promotor Público da Comarca de Lorena. Foi Presidente da Câmara Municipal de Lorena, deputado Provincial em, diversas legislaturas, vice-presidente da Província de SP em 1888.Era Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

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SANTA FÉ

barão de Santa Fé

O conde de SANTA FÉ foi D.Pedro Maria de Lacerda que nasceu no Rio de Janeiro em 31 de Janeiro de 1830 e faleceu nessa cidade em 12 de Novembro de 1890.Era filho do capitão de Mar e Guerra João Pereira de Lacerda e de Camila Leonor Pontes de Lacerda. Doutor em teologia, graduado em Roma, ordenou-se presbítero secular em Mariana em 1852.Foi logo após nomeado Cônego da Catedral, cargo que renunciou em 1860.Foi professor no Seminário episcopal, até ser nomeado Bispo do RJ em 1868.Era do Conselho de S. M. o Imperador, seu Capelão-Mór,assistente ao Solio Pontifício, prelado Doméstico de Sua Santidade, Comendador das Imperiais Ordens de Cristo e da Rosa e Grande do Império.

CRIAÇÃO DO TÍTULO:Conde por decreto de 16 de Maio de 1888

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SANTA FÉ

O barão de SANTA FÉ foi José Rodrigues Alves Barbosa,natural de Valença.Era Comendador da Ordem da Rosa.

BRASÃO DE ARMAS:Escudo esquartelado: no primeiro e quarto, de ouro, cinco estrelas de góles de cinco pontas, em santor; no segundo e terceiro, de púrpura, três barras de ouro coticadas de góles.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: barão por decreto de 16 de Janeiro de 1875

Adendas

Colaboração de Regina Cascão

José Rodrigues Alves Barbosa - agraciado com o título ( Dec 16.01.1875 ) de Barão de Santa Fé. Nascido em 1816 em Valença-RJ e falecido a 03.12.1899 no Rio-RJ. Foi casado com sua prima Leopoldina Rodrigues Barbosa, , batizada a 06.09.1822 em Vassouras-RJ e falecida a 25.05.1888 em S. José do Rio preto-RJ, Baronesa de Santa Fé. O casal foi sepultado em S. José do Rio Preto-RJ.Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes; Santa Fé, Barão; família Alves Barbosa.

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SANTA HELENA

barão de Santa Helena

O barão de SANTA HELENA foi José Joaquim Monteiro da Silva que nasceu em Entre Rios, na Província de MG em 20 de Agosto de 1827 e faleceu na cidade de Juiz de Fora, nessa Província em 30 de Outubro de 1897.Foi Vice-Presidente da Província de Minas Gerais, Senador por essa Província nomeado em 1888 e era coronel reformado da Guarda Nacional e fazendeiro abastado. Foi o fundador do Banco de Credito Real de Juiz de Fora e da Estrada de Ferro União Mineira. Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo.

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SANTA ISABEL

O 1º barão de SANTA ISABEL foi Antonio Diniz da Costa Guimarães que faleceu em 1858.

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SANTA ISABEL

2º barão e 1º visconde com grandeza de Santa Isabel

O 2º barão e 1º visconde com grandeza de SANTA ISABEL foi o Dr.Luiz da Cunha Feijó que nasceu no RJ a 01 de Junho de 1817 e faleceu em Petrópolis a 6 de Março de 1881.Era filho do farmacêutico Tristão da Cunha Feijó e de Ana Joaquina da Natividade. Doutor em medicina pela Faculdade do RJ, lente desta Faculdade desde 1840 até 1861,foi seu Diretor. Acompanhou a Sereníssima Princesa Imperial a Senhora Condessa D’Eu em três viagens à Europa em 1865,1870 e 1878.Era do Conselho de S. Magestade, Medico da Imperial Câmara, Cirurgião-Mór da Guarda Nacional, membro da Academia Imperial de Medicina e do IHGB desde 1840,Grande do Império, Grande Dignitário da I. Ordem da Rosa, Comendador da Imperial Ordem de Cristo, da Ordem Austríaca da Coroa de Ferro, da Ordem de Isabel a Católica de Espanha e da Real Ordem de Cristo de Portugal.

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SANTA JUSTA

O 1º barão com grandeza de SANTA JUSTA foi Jacinto Alves Barbosa que faleceu no município de Valença em 20 de Dezembro de 1872.Proprietário e fazendeiro no Município de Paraíba do Sul, e na Província de MG. Era Grande do Império.

BRASÃO DE ARMAS: Em campo de ouro, um leão de sinople ,rompente armado de góles, tendo na garra destra um ramo de cafeeiro ao natural, bordadura de góles com oito besantes de prata. PAQUIFE: das cores e metais das armas.(Brasão passado em 25 de Maio de 1867.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.77).

Adendas

Colaboração de Regina Cascão

Jacinto Alves Barbosa- agraciado com o título ( Dec 30.11.1866 ) de Barão de Santa Justa; agraciado com o título ( Dec 3-.01.1867 ) de Barão com honras de grandeza de Santa Justa. Título de origem toponímica, tomado da propriedade da família, Fazenda Santa Justa, em Rio das Flores, Mun. de Valença- RJ, onde faleceu o Barão. Filho de Francisco Rodrigues Alves  ( nascido em 1739  e falecido em 23.07.1846, com mais de 100 anos ) e Antonia Barbosa de Sá, natural de Sepetiba-RJ - casal que deu início à família  Alves Barbosa na região de Vassouras-RJ. Nasceu em 1790 em Sacra Família-RJ e faleceu a 20.02.1872 na Fazenda Santa Justa, Rio da Flores-RJ. Proprietário e fazendeiro no município de Para´ba do Sul-RJ, e na província de Minas Gerais. Deixou uma prole de 13 filhos, do seu casamento em 1820 com Tomásia Maria Barbosa, falecida em 28.01.1871, também na Fazenda Santa Justa, que foi Baronesa com honras de grandeza de Santa Justa, filha de Antonio da Silveira Dutra.

Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes; Santa Justa, 1º Barão; família Alves Barbosa.

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SANTA JUSTA

O 2º barão de SANTA JUSTA foi Francisco Alves Barbosa. Casou com Bernardina Alves Barbosa. Fazendeiro

BRASÂO DE ARMAS: As de seu pai o  Jacinto Alves Barbosa, 1º barão de SANTA JUSTA. (Ver descrição nesse título, logo acima).

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 28 de Junho de 1876.

Adendas

Colaboração de Regina Cascão

Francisco Alves Barbosa - agraciado com o título ( Dec 28.06.1876 ) de 2º Barão de Santa Justa. Título de origem toponímica, tomado da propriedade da família, Fazenda Santa Justa, em Rio das Flores, Mun. de Valença- RJ.Batizado em 26.06.1839, em Sacra Família-RJ e falecido em 18.12.1882, no Rio de Janeiro-RJ. Foi casado com Bernardina Alves Barbosa, nascida também em Sacra Família-RJ, em 1839 e falecida em 04.05.1915, no Rio de Janbeiro-RJ, Baronesa de Santa Justa. Depois de viúva, foi elevada ao título ( Dec 09.02.1889 ) de Viscondessa de Santa Justa.

Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Santa Justa, 2º barão; família Alves Barbosa.

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SANTA JUSTA

A baronesa e viscondessa de SANTA JUSTA foi D. Bernardina Alves Barbosa. Foi casada com o 2º barão de SANTA JUSTA Francisco Alves Barbosa, sendo agraciada com o título de viscondessa, depois de viúva.

BRASÃO DE ARMAS: Uma lisonja com as armas de seu marido o 2º barão de SANTA JUSTA.Em campo de ouro, um leão de sinople ,rompente armado de góles, tendo na garra destra um ramo de cafeeiro ao natural, bordadura de góles com oito besantes de prata. PAQUIFE: das cores e metais das armas.(Brasão passado em 25 de Maio de 1867.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.77).

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SANTA JUSTA

O 3º barão de SANTA JUSTA foi José Alves da Silveira Barbosa, natural de Três Ilhas, MG. Era coronel da Guarda Nacional.

BRASÃO DE ARMAS: As do 2º barão de SANTA JUSTA, Francisco Alves Barbosa.(Ver a descrição nesse título, logo acima).

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 10 de Abril de 1886

Adendas

José Alves da Silveira Barbosa - agraciado com o título ( Dec 10.04.1886 ) de 3º barão de Santa Justa. Membro do ramo da família Alves Barbosa estabelecida em Sacra família do Tinguá, vale do Paraíba, centro-sul fluminense. Batizado em 18.06.1832 em Sacra Família-RJ e falecido a 03.11.1896 no Rio de Janeiro-RJ. Foi casado com Leopoldina Maria Barbosa Salgado, falecida a 21.07.1900, que foi a 3ª Baronesa de Santa Justa.

Colaboração de:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes; Santa Justa, 3º Barão; família Alves Barbosa.

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SANTA LUZIA

O 1º barão de SANTA LUZIA foi Manuel Ribeiro Vianna que faleceu em 27 de Janeiro de 1844.Casou com Maria Alexandrina de Almeida Franco, que casou também em 2ªs.núpcias com o 2º barão de SANTA LUZIA, Quintiliano Rodrigues da Rocha Franco.

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SANTA LUZIA

O 2º barão de SANTA LUZIA foi Quintiliano Rodrigues da Rocha Franco, que nasceu em 5 de Março de 1778,na Província de SP. Faleceu em 26 de Junho de 1854 em S. Luzia de Sabará, MG. Casou com Maria Alexandrina de Almeida Franco, viúva do 1º barão de SANTA LUZIA ,Manuel Ribeiro Vianna. Eleito membro da Assembléia Provincial, na 1ª legislatura de 1838,recusou-se a tomar assento. Era capitão-Mór de Milícias.

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SANTA MAFALDA

O barão de SANTA MAFALDA foi José Maria de Cerqueira Valle que faleceu em 4 de Janeiro de 1904,em Juiz de Fora com 85 anos de idade. Fazendeiro na Província de MG, era chefe do partido liberal.

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SANTA MARGARIDA

barão de Santa Margarida

O barão de SANTA MARGARIDA foi Fernando Vidal Leite Ribeiro, filho dos barões de ITAMARATIBA, Joaquim Vidal Leite Ribeiro e de Alexina Fontoura de Andrada, falecida no RJ a 19 de Setembro de 1916.Casou com 19 anos de idade em 24 de Junho de 1884 com Margarida de Castro,filha de Guilherme de Castro e de Margarida Pinheiro.Capitalista residente no RJ, Secretário da Junta Administrativa da Caixa Econômica e Monte de Socorro nessa cidade.

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SANTA MARIA

barão de Santa Maria

O barão de SANTA MARIA foi Nicolau Netto Carneiro Leão, que nasceu na cidade de Tiradentes, MG em 1824 e  faleceu nessa província em 16 de Dezembro de 1894.Filho dos marqueses de PARANÁ e irmão do barão de PARANÁ. Matriculou-se na Escola da Marinha do RJ e como Guarda Marinha foi mandado praticar na Marinha da Guerra Inglesa onde permaneceu 10 anos. Abandonando a carreira no posto de 2º tenente, fez-se fazendeiro no município de Piraí e mais tarde em sua província.

BRASÃO DE ARMAS: As de seu pai o marques de PARANÁ. Escudo esquartelado: o primeiro, partido de vermelho e azul e sobre ele um leão de ouro, rompente, armado de prata; bordadura de ouro carregada de quatro folhas de figueira ao natural acantonadas e de quatro flores de azul em cruz; o segundo de góles com uma banda de azul, acotiçado de ouro, carregada de três flores de liz do mesmo, entre dois carneiros de prata passantes, armados de ouro; e assim ao contrário. TIMBRE: o leão do escudo com uma folha de figueira na testa. DIVISA: Cor unum via una.(Brasão passado em 28 de Novembro de 1855.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.26).

Adenda

Colaboração de Eduardo Dias Roxo Nobre

O barão foi casado com RITA CLARA GONÇALVES DE OLIVEIRA ROXO, batizada em Piraí 29-05-1833 (Livro 6, fls 104 V, bat. de Piraí), filha do Barão de Vargem Alegre RITA faleceu a 20-08-1912 no Rio de Janeiro aos 79 anos de idade.Tiveram 5 filhos.

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SANTA MARIA MADALENA

O barão de SANTA MARIA MADALENA foi José Joaquim da Silva Freire.Natural de Santa Maria Madalena, RJ.

Adendas

José Joaquim da Silva Freire - agraciado com o título ( Dec 29.09.1883 ) de Barão de Santa Maria Madalena. Titulo de origem toponímica, tomado da propriedade do Barão, a Fazenda Santa Maria, na estação de Santana do Piraí (Estrada de Ferro central do Brasil), no estado do Rio de Janeiro. Nascido em 1826 e falecido em 1895. Comendador.

  O  título "Barão de Santa Maria Madalena, segundo o colaborador Heitor, vem do nome  da então Vila De Santa Maria Madalena (e não do nome de alguma fazenda como está no site). Ele também era grande proprietário no Município de Santa Maria Madalena e chamava-se, em solteiro José Joaquim Da Silva Moreira, passando a assinar o nome de sua esposa (Ilídia da Silva Freire) , depois de casado, José Joaquim da Silva Freire.Sua principal Fazenda era a Santa Ilídia.Nào deixou descendência direta.

Colaboradores 

         Heitor Abdalla Buchaul - livro "Madalena ontem e hoje"e o Almanak Laemmertr do final de 1880.

Regina Cascão - Fonte: Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Dicionário das Famílias Brasileiras
Verbetes: Santa Maria Madalena, de , Barão de; família Silva Freire.

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SANTA MARTA

O barão de SANTA MARTA foi Luiz Maria Piquet, que nasceu na cidade do RJ e faleceu em Pelotas, RS em 3 de Outubro de 1904,com 80 anos de idade. Era um bravo e ativo marinheiro, chegando ao posto de Vice-Almirante pelos relevantes serviços que prestou ao país. Foi Ajudante-General da Armada tendo exercido importantes comissões até 1890.Era Cavaleiro da Imperial Ordem de S. Bento de Aviz, Comendador da Imperial Ordem da Rosa e Cavaleiro da Ordem Imperial do Cruzeiro. Tinha as medalhas com passadores de ouro da Campanha Geral do Paraguai, dos combates de Toneleros e Paissandú, e a do busto de Simão Bolivar.

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SANTA MÔNICA

O barão com grandeza de SANTA MÔNICA foi Francisco Nicolau Carneiro Nogueira da Gama. Era filho dos marqueses de BAEPENDI, Manuel Jacinto Nogueira da Gama e da marquesa D. Francisca Mônica Carneiro da Costa. Casou com sua prima Luiza do Loreto Vianna de Lima e Silva, filha dos duques de CAXIAS. Era irmão do barão de JUPARANÃ e do conde de BAEPENDI.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo partido em pala, na primeira as armas dos Nogueiras, que são: em campo de ouro uma banda xadrezada de prata e sinople de cinco peças em faxa, com a ordem do meio coberta toda de uma cotiça vermelha; na Segunda as armas dos Gamas, dos que descendem de D. Vasco da Gama, que são: o escudo xadrezado de ouro e vermelho de três peças em faxa e cinco em pala, oito de ouro e sete de vermelho, estas carregadas de duas faxas de prata e no meio das armas um escudo com as quinas de Portugal. TIMBRE: meio nayre vestido ao modo da India com uma trunfa e um bolante que lhe cai pelas costas; braços nus e na mão direita um escudo das armas dos Gamas, e na esquerda um ramo de canela verde com rosas de ouro

fonte da foto: www.nggenealogia.com.br/tree/

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SANTA FILOMENA

O barão de Santa Filomena foi José Lustosa da Cunha, filho do Coronel José da Cunha Lustosa e de Inácia Antonia dos Reis Lustosa e irmão do marques de PARANAGUÁ e do barão de PARAIM. Coronel da Guarda Nacional, PIAUÍ.

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SANTAREM

O barão de SANTAREM foi Miguel Antonio Pinto Guimarães que faleceu no Pará em 24 de Agosto de 1882.Era fazendeiro no Pará.

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SANTA RITA

barão com grandeza de Santa Rita

O barão com grandeza de SANTA RITA foi Manuel Antonio Ribeiro de Castro que nasceu em Aldros em Portugal em 8 de Novembro de 1767 e faleceu em Queimados, MG em 26 de Maio de 1854.Negociante matriculado na Real Junta de Lisboa em 1789, estabeleceu-se em Campos de Goitacazes onde viveu e tornou-se fazendeiro. Era Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

O decreto de 11 de Outubro de 1848 concedendo grandeza não apareceu, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

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SANTA ROSA

O barão de SANTA ROSA foi Joaquim Raimundo Nunes Belfort que nasceu em S. Luiz, MA. Era filho do capitão Joaquim Raimundo Nunes Belfort e de Candida Rosa Ribeiro. Casou com Maria Madalena Vianna Henriques Belfort, filha do Comendador Luis José Henriques e de Maria Apolonia Vianna Henriques. Tenente-Coronel da Guarda Nacional.

BRASÃO DE ARMAS: Em campo azul, um leão de ouro rompente; chefe de prata carregado de uma rosa de vermelho entre duas estrelas de cinco pontas, do mesmo.

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SANTA TECLA

barão de Santa Tecla

O barão de SANTA TECLA foi Joaquim da Silva Tavares, filho dos viscondes de SERRO ALEGRE e irmão do barão de ITAQUI. Era Tenente da Guarda Nacional.

Adenda

Fonte: AGB, Ano III de 1941, pág.354

O barão de Santa Tecla nasceu a 30 de Janeiro de 1886, em Herval e faleceu a 17 de Novembro de 1900, em Bagé.Foi Presidente do RS.Era irmão do barão de Itaqui, filhos do visconde de Serro Alegre.Casou com Amélia Gomes de Melo, falecida a 18 de Novembro de 1906.

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SANTA TERESA

O visconde e visconde com grandeza de SANTA TERESA foi Polidoro da Fonseca Quintanilha Jordão que nasceu em 2 de Novembro de 1802 e faleceu no RJ em 13 de Janeiro de 1879.Era filho do Coronel João Florêncio Jordão. Concluindo o curso de humanidades, entrou para a Academia Militar, onde fez o curso e sentou praça de cadete em 7 de fevereiro de 1824.Após longa e gloriosa carreira chegou ao posto de Tenente-General. Fez toda a campanha do Paraguai e comandou por muitos anos a Escola Militar do RJ. Era Conselheiro de Guerra e foi Ministro da Pasta da Guerra no 18º Gabinete de 30 de Maio de 1862.Era Grande do Império, Grã –Cruz da Imperial Ordem de S. Bento de Aviz, Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro e Comendador da Imperial Ordem da Rosa. Tinha as medalhas do Mérito e Bravura Militar, a Geral da Campanha do Paraguai.

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SANTA VITÓRIA

     

Visconde e vicondessa de Santa Vitória

Foto: AGB VI, 1944, pág.37

O barão e visconde de SANTA VITÓRIA foi Manuel Affonso de Freitas Amorim. Era Oficial da Imperial Ordem da Rosa, Comendador da Ordem de N.S. da Conceição de Vila Viçosa, de Portugal e da Corôa de Itália.

Adendas

Colaboração de Regina Cascão

 Manuel Afonso de Freitas Amorim - agraciado com o título ( Dec 02.09.1874 ) de Barão de Santa Vitória; elevado ao título ( Dec 20.07.1889 ) de Visconde de Santa Vitória. Nasceu  em 1828, Porto Alegre, RS  e faleceu em 1906, Paris, França .  Filho de João Afonso Vieira de Amorim, patriarca da família Freitas Amorim , do Rio Grande do Sul. Banqueiro, Pres. da Soc. Bras. de Beneficência de Paris,  Comendador da Ordem da Conceição de Vila Viçosa. Deixou numerosa descendência de seu casamento., em 1851, Porto Alegre (RS), com Alzira Rodrigues Fernandes Chaves , nascida em 1831, São Paulo e falecida em  1911, Paris, França], neta de Antônio Rodrigues Fernandes Braga, patriarca da família Fernandes Chaves , no Rio Grande do Sul. O Visconde tornou-se o fundador da família Santa Vitória, passando a agregar seu título como um sobrenome, em seus descendentes..
 
 Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbete: Santa Vitória.

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