R

                                                                                                                                  =================================================================

RAMALHO

O barão de RAMALHO foi o Dr.Joaquim Ignacio Ramalho que nasceu em SP em 6 de Janeiro de 1809.Era filho de José Joaquim de Souza Saquette, de nacionalidade espanhola. Casou com Paula da Costa Ramalho, que era viúva do Tenente Manuel José de Brito. Doutor em Ciências Jurídicas e Sociais pela Academia de SP em 1835,foi lente dessa Academia, presidente do Instituto dos Advogados e, 1875,quando foi instalado em SP. Foi presidente da Província de Goiás em 1845,era do Conselho de S. Magestade, Comendador da Imperial Ordem de Cristo, Oficial da imperial Ordem da Rosa.

Criação do Título: Barão de ÁGUA BRANCA por decreto de 7 de Maio de 1887,decreto este que foi substituído pelo de 28 de maio do mesmo ano, criando-o barão de RAMALHO ,por Ter declarado que só aceitaria o título se fosse mudado para o de RAMALHO, em atenção ao apelido da família que o criara e educara.

Obs.O Archivo Nobiliarchico Brasileiro não apresenta a imagem do brasão.

Colaboradora:

Regina Cascão - Fonte da imagem: Anuário Genealógico Brasileiro

                                                                                                                                  =================================================================

RAMIZ

O barão com grandeza de RAMIZ foi o Dr.Benjamin Franklin Ramiz Galvão que nasceu no RS em 16 de Junho de 1846 no RJ. Era filho de João Galvão e de Maria Joana Ramiz Galvão. Casou-se em 1871 com D. Leonor Maria Saldanha da Gama filha de Dom José de Saldanha da Gama e de Maria Carolina Barroso de Saldanha da Gama; neta paterna de Dom João de Saldanha da Gama de Mello Torres Guedes de Britto,6º conde de PONTE e de sua mulher, a condessa D>Maria Constança de Saldanha de Oliveira e Daun, que era filha de D. João Vicente Saldanha Oliveira e Souza Juzarte Figueira,1º conde do RIO MAIOR, casado com D. Maria Amália. A baronesa de RAMIZ é irmã do Almirante Luiz Philipe de Saldanha da Gama morto em 1895 no combate do Campo Osório e da 2ª condessa de ALJEZUR Ana de Saldanha da Gama.Bacharel em Ciências e letras pelo Colégio D. Pedro II, em 1861; Doutor em medicina em 1868,pela Faculdade de medicina do RJ, onde foi lente catedrático em 1871.Foi bibliotecário da Biblioteca Nacional, e aio dos Príncipes, filhos de SS>AA> Imperiais os senhores Condes d’Eu, até 15 de Novembro de 1889;Diretor Geral da Instrução pública, exerceu vários cargos administrativos, sobretudo relativos à educação, em que se tornou notável É Dignitário da imperial ordem da Rosa; Comendador da Real Ordem de Cristo de Portugal; Cavaleiro da Legião de Honra da França, da imperial Ordem de São Francisco José, da Áustria e Oficial da instrução Pública da França. Sócio fundador do Instituto dos Bacharéis em Letras, Sócio benemérito do IHGB. Sócio correspondente do Instituto do Ceará, etc.

BRASÃO DE ARMAS: Em campo de prata dois leões de góles afrontados, segurando um livro aberto; chefe de azul carregado de três estrelas de cinco pontas, postas em faxa: Labor et Fides.

BRASÃO DA BARONSESA: Lisonja partida em pala: na primeira, as armas de seu marido, e na Segunda as de sua família que são esquarteladas: no primeiro quartel as armas dos Saldanhas, - em campo vermelho uma torre de prata coberta de azul, com uma cruz de ouro no remate; no segundo, as dos Gamas,- xadrezado de ouro e vermelho, de três peças em faxa e cinco em pala, oito e sete vermelhas estas carregadas de duas faxas de prata; com um escudo com as quinas de reino no meio por procederem de D. Vasco da Gama; no terceiro as dos Mellos, - em campo vermelho seus besantes de prata entre uma cruz dobre e bordadura de ouro e no quarto as dos Torres, - em campo vermelho cinco castelos de ouro postos em santor. TIMBRE: o dos Saldanhas, - a torre do escudo. CORÔA: a de conde.

      =================================================================

RECIFE

O visconde com grandeza e marques de RECIFE foi Francisco Pais Barreto que nasceu no Engenho Velho, Comarca do Cabo, Província de PE, em 26 de Maio de 1779 e faleceu no Recife em 6 de Fevereiro de 1848.Era filho do Mestre de Campo Estevão José Pais Barreto e de Maria Isabel Pais Barreto, neto paterno do Capitão-Mór João pais Barreto e de Maria Luiza de Mello e materno de Felipe Pais Barreto e de Maria Isabel Barreto. Casou com Teresa Luiza Caldas Barreto. Foi presidente da Província de PE em 1824 e uma das vítimas da revolução de 1817,nessa Província, prelúdio da independência Nacional sendo preso durante dois anos Era Armeiro-Mór, Grande do Império, Grã-Cruz da Imperial Ordem do Cruzeiro e do Conselho de S. Magestade.

                                                                                                                                =================================================================

RETIRO

Viscondede Bom REtiro

O barão de RETIRO foi Geraldo Augusto de Rezende que faleceu no RJ em 31 de Julho de 1914.

                                                                                                                                    =================================================================

REZENDE

O 1º visconde com grandeza de REZENDE foi Antonio Telles da Silva Caminha e Menezes que nasceu em Torres Vedras, Portugal a 22 de Setembro de 1790 e faleceu em Lisboa em 8 de Abril de 1875.Era filho de Fernando Telles da Silva Caminha e Menezes, 3º marques de ALEGRETE, 11º de PENALVA e 7º conde de TAROUCA, e de sua mulher D. Joana de Almeida filha dos 2º marqueses de LAVRADIO e 5º condes de AVINTES em Portugal. Aderiu a Independência do Brasil e serviu como Ministro em Viena em missão especial em 1824,em Paris em 1828 e na Rússia em 1830.Era Grande do Império, Gentil-Homem da Câmara d’El Rei D. João VI e do Sr. D. Pedro I, Mordomo Mor e Veador de S. M. a Imperatriz viúva ,duquesa da Bragança, Sócio da Academia de Ciências de Lisboa, Grã-Cruz da I. Ordem da Rosa, da R .Ordem de Cristo de Portugal, da Ordem Militar da Torres e Espada, da Coroa de Ferro da Áustria, da Ordem N. S. de Vila Viçosa. Era Cavaleiro da Ordem de Malta.

BRASÃO DE ARMAS: As armas da antiga Casa de Alegret, que são esquarteladas: no primeiro quartel as armas dos Silveiras, de prata ,um leão de púrpura; no segundo quartel, as dos Telles ,de ouro liso; e assim seus alternos. CORÔA: a de marques.

Adenda

Fionte: AGB, Ano III de 1941,  pág.695

Antonio Teles da Silva Caminha e Meneses foi Visconde e Marques com grandeza

                                                                                                                                  ==================================================================

REZENDE

                    

Barão e baronesa de Rezende

O barão de REZENDE foi Estevão Ribeiro de Souza Rezende que nasceu em 19 de Agosto de 1840 no RJ e faleceu em 11 de Agosto de 1909 em Piracicaba, SP. Era o 7º filho do marques de Valença, senador Estevão Ribeiro de Rezende e de Ilídia Mafalda, Irmão do barão Geraldo de Rezende. Casou com Ana Cândida de Conceição, filha do barão de SERRA NEGRA Francisco José da Conceição e de Gertrudes Rocha. Era bacharel em direito pela Academia de SP em 1863,foi deputado Provincial e Geral na 16ª legislatura de 1878 e Senador pelo Estado de SP. Abandonando a política dedicou-se a lavoura, sendo fazendeiro em Piracicaba. Homem de espírito culto e muito caridoso. Teve ocasião de hospedar S. Magestade o Imperador e SS.AA. II. Os senhores conde e condessa d’Eu em sua residência em 1886.Era Cavaleiro da imperial Ordem de Cristo e Moço Fidalgo com Exercício na Casa Imperial.

Brasão de Armas: Escudo esquartelado,no primeiro e quarto,as armas de Damião Dias Ribeiro, - em campo azul,um leopardo de prata,passante e um cheffe de ouro,carregando três estrelas de goles;no segundo,as armas dos Souzas,que são esquarteladas com as quinas de Portugal(1º e 4º); e as de leão (2º e 3º);no terceiro,as armas dos Rezendes. – em campo de ouro,duas cabras de preto gotadas de ouro;e por diferença uma brica azul com uma flor de ouro.TIMBRE: o dos Ribeiros, - o leopardo ds armas,com uma estrela de goles na espadoa.(Brasão passado em 27 de Junho de 1870.Reg..no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.108).  

Obs.É o mesmo brasão de seu irmão o barão de GERALDO DE REZENDE.

                                                                                                                                 =================================================================

RIBEIRÃO

         

Óleo sobre tela dos barões de Ribeirão enviadas por Roberto Menezes de Moraes

Adendas

Anibal de Almeida Fernandes, sobrinho-trineto do Barão do Ribeirão, Fevereiro, 2010.

José de Avellar e Almeida, Barão do Ribeirão, a 22/6/1867. Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional e Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa. Nasceu em 1800, em Vassouras, RJ, onde faleceu a 26/03/1874.(Francisco Klörs Werneck)

O Barão do Ribeirão é filho de Manoel de Avellar e Almeida, Patriarca da Família Avellar e Almeida e de sua mulher Susana Maria de Jesus, radicados em Sacra Família do Tingá, Vassouras, RJ, no fim do século XVIII.

O Barão do Ribeirão é neto paterno de Manoel Coelho de Avellar e Maria Rosa de Almeida, naturais e batizados na Freguesia de São Pedro da Ponta Delgada da Ilha das Flores, Angra do Heroísmo, Açores.

Seu belíssimo palacete na praça central de Vassouras é considerado a mais requintada construção neoclássica de Vassouras. Este palacete passou por herança a seu filho Bernardino o Barão e, depois, Visconde de Cananéia, que hospedou, em 1876, a Princesa Imperial e o Conde d’Eu. A cama onde dormiu o casal imperial tem a inscrição do fato na madeira da trave do leito, com a respectiva data, e hoje pertence a Alberto Avellar de Mello Affonso, (96 anos em 2010), sobrinho-neto do Visconde. Em 1895 foi transformado no Fórum da cidade. Em 1958, o palacete foi tombado pelo Patrimônio Cultural e, no séc. XXI, voltou a ser a Câmara Municipal, após uma completa reforma feita pelo eng. Antonio Carlos Ramos de Mello Affonso trineto do Barão do Ribeirão.

O Barão do Ribeirão era fazendeiro de café e dono das fazendas: Cachoeira com 350 alqueires, Cachoeira do Mato Dentro, Ribeirão Alegre e Retiro.

O Barão do Ribeirão casou-se com Ana Barbosa de Sá, O casal teve 13 filhos:

1o) Marcelino, Barão de Massambará (1867), 2o) Bernardino, Visconde de Cananéia (1886), 3o) Hilário, 4o) Inácio, 5o) Laurindo, Barão de Avellar e Almeida (1881), 6o) Bernardina, 7o) Maria José, 8o) Porcina, 9o) Ana, 10o) José, 11o) Laurinda, 12o) Maria do Nascimento c.c. José Quirino da Rocha Werneck, Barão de Werneck (1882), 13o) Carolina.

1) Francisco Klörs Werneck: pesquisador das paróquias fluminenses que resultou no trabalho 1ºs Povoadores de Vassouras e seus descendentes onde o autor registra Ana Barbosa de Sá como filha de Francisco Rodrigues Alves, a quem foi concedida, a 6/10/1782, a sesmaria de Vassouras e Rio Bonito, que serve de fonte para esse trabalho.

Francisco Klors Werneck é Cidadão Vassourense, (1984), Membro do Instituto Genealógico do Rio de Janeiro e de São Paulo. Instituto Histórico de Niterói e Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais é autor do livro História e Genealogia Fluminense (1947), tem vários artigos publicados sobre suas pesquisas genealógicas pelo Instituto Genealógico Brasileiro (IGB): Anuário Genealógico Latino, Vol. 4, 1952: pgs 415 a 469, Revista Genealógica Brasileira, Ano VII, 1946: pgs 59 a 78.

 

2) Roberto Menezes de Moraes:pesquisador das paróquias fluminenses (dos arquivos  eclesiásticos e cartorários da região vassourense) que resultou no trabalho Notas para a Correção à Genealogia dos Rodrigues Alves Barbosa (2001) junto com Vilma Dutra Novaes, onde os autores registram, a partir da localização dos inventários de seu avós paternos (1846 - Vassouras - Arquivo da Fundação Severino Sombra), do pai (1850 - Valença - Arquivo Histórico do Judiciário -= Rio de Janeiro ) e da mãe (1853 - idem, idem), Ana Barbosa de Sá, como neta de Francisco Rodrigues Alves a quem foi concedido, a 6/10/1782, a sesmaria de Vassouras e Rio Bonito e filha de Francisco Rodrigues Barbosa e Mariana Rosa de Jesus.

Roberto Menezes de Moraes, é autor do livro O Casal Furquim Werneck, (1985), e colaborador do livro Famílias das Quatro Ilhas (Faial, Pico, Flores e Pico CORVO) Dislivro, Lisboa, 2009, 4 volumes, de Jorge Forjaz e Antonio Ornellas Mendes.

 

Nota: Conforme a progênie adotada para Ana Barbosa de Sá ela é irmã ou sobrinha do 1º Barão de Santa Justa e tia ou prima do 2o Barão de Santa Justa (1876), do 3o Barão de Santa Justa (1886), da Baronesa de Santa Fé, Baronesa de Meneses e da Viscondessa de Ibituruna. Todos esses Titulares se associam por sangue, através do Patriarca Francisco Rodrigues Alves, com os primos Avellar e Almeida: Barão de Massambará, Visconde de Cananéia, Barão de Avellar e Almeida.

 

 

 

Doc. sobre a filiação da bsa. do Ribeirão cf.  Francisco Werneck Klörs, enviada por Anibal Fernandes de Almeida

Fontes pesquisadas para estruturar este trabalho:

Anuário Genealógico Brasileiro (AGB) Ano: I, II, III, IV, VI, VII e IX, publicações do Instituto Genealógico Brasileiro.

Werneck, Francisco Klörs, Primeiros Povoadores de Vassouras, artigo não publicado.

Rheingantz, Carlos, G., Titulares do Império, Arquivo Nacional, RJ, 1960.

Silva, Rudy Mattos da, Galeria Vassourense, Editora Valença, RJ, 1999.

Machado, Lielza Lemos, Imagens de Vassouras, Gráfica Palmeiras, RJ, 1994.

 

 

     

 

BRASÃO DE ARMAS: Escudo partido em pala: na primeira de prata, três faixas de vermelho, carregada cada uma de três besantes de ouro e na segunda uma cruz de góles, florida.

Livro de Registro nº VIII, pg 145, Seção Histórica do Arquivo Nacional.

      =================================================================

RIBEIRÃO FUNDO

O barão de RIBEIRÃO FUNDO foi Francisco Libanio de Sá Fortes, Tenente-Coronel da Guarda Nacional.

RIBEIRO FUNDO, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

                                                                                                                                        =================================================================

RIBEIRÃO VERMELHO

O barão de RIBEIRÃO VERMELHO foi Antonio Torquato Teixeira, Major da Guarda Nacional.

Adendas

Colaborador

Dario Zagotta - Administrador de Empresas, aposentado, e pesquisando a

família da sua linha materna - os Andrade Reis do sul de Minas - há dois anos.

E-mail: dario.zagotta@gmail.com

 

"Antônio Torquato Teixeira, inicialmente Major da Guarda Nacional e depois, Barão do Ribeirão Vermelho em 1889, foi batizado aos 10.10.1830, na Ermida da famosa Fazenda do Pouso Real, onde em 1831 se hospedaram D. Pedro I e a imperatriz Amélia de Leutchtenberg. Esta fazenda se situava no que é hoje o Distrito de Emboabas, município de São João del Rei.

Antônio Torquato Teixeira é filho de Maria Theobalda de Resende, da Família Reis, e de José Teixeira da Costa Guimarães, da Família Teixeira Marinho de Minas.

Casou-se com sua prima, dona Urbana Amélia de Andrade Reis, a Baronesa do Ribeirão Vermelho, nascida em 1836, e irmã de José Joaquim de Andrade Reis, o Barão de Ponte Nova, ambos filhos de dona Iria Cândida de Andrade - descendente de Antônio de Brito Peixoto, e do Coronel Severino Danunciano dos Reis, da Família Reis.

 O casal, senhores de terras, residiu por longos anos na ancestral Fazenda Engenho da Serra, em São Vicente de Minas, herança dos Andrade, onde lhe nasceu prole de 15 filhos, 12 dos quais com geração de 70 netos. Prejudicado economicamente com as leis abolicionistas,  mudou-se para a Fazenda da Itapecerica - bem menor e menos custosa, nos arredores de Lavras, Minas, onde faleceram já no século XX.

 Dentre os seus filhos mais ilustres, se destaca o médico, José Procópio de Andrade Teixeira, nome de batismo, ou José Procópio Teixeira - como ficou conhecido, benfeitor e Prefeito de  Juiz de Fora, falecido aos 86 anos de idade em 1951."

Fontes:

1. Obra "Retalhos do Passado", livro de autoria de J. Procópio Filho, neto dos barões.

2. Projeto Compartilhar; Coordenação de Bartyra Sette e Regina Moraes Junqueira.

                                                                                                                                 =================================================================

RIBEIRO DE ALMEIDA

O 1º barão de RIBEIRO DE ALMEIDA foi Joaquim Leite Ribeiro de Almeida. Era Comendador.

  =================================================================

RIBEIRO DE ALMEIDA

O 2º barão de RIBEIRO DE ALMEIDA foi o Dr. João Ribeiro de Almeida, que nasceu no RJ em 16 de Maio de 1829 e faleceu na mesma cidade a 17 de Março de 1908.Era filho de Bernardino de Souza Reis de Almeida e de Ana Maria de Freitas e Almeida. Bacharel em Ciências e Letras pelo colégio D. Pedro II ,doutor em medicina pela Faculdade do RJ em 1851.Entrou para o Corpo de Saúde da Armada em 1852 e exerceu várias comissões no Uruguai, Paraguai e Europa. Era do Conselho de S. Magestade, medico da Imperial Câmara, Cirurgião-Mór reformado da Armada, membro da Academia de Medicina, sócio do IHGB, Dignitário da I, Ordem da Rosa, Cavaleiro da I. Ordem de S. Bento de Aviz e condecorado com a medalha da Campanha do Paraguai.

                                                                                                                                  =================================================================

RIBEIRO BARBOSA 

O barão RIBEIRO BARBOSA foi Cândido Ribeiro Barbosa, filho do major Cândido Ribeiro Barbosa e de Joaquina Ribeiro Barbosa. Casou com Etelvina Laura de Almeida filha dos viscondes de S.LAURINDO por Portugal, Dr. Laurindo José de Almeida e de Maria Gertrudes de Araújo e Almeida. Vereador da Câmara Municipal de S. Paulo em 1876,foi Juiz de Paz ,presidente do Diretório Conservador e da Cia. De Estrada de Ferro Bananalense.

                                                                                                                                  ================================================================

RIBEIRO DE SÁ

O barão de RIBEIRO DE SÁ foi Miguel Ribeiro de Sá, natural do RS. Era Coronel da Guarda Nacional.

Adendas

1 - Óbito do Barão Ribeiro de Sá, no livro 4 de óbitos de Paraíba do Sul/RJ, fls 112v, termo 264, 11.01.1904 - Barão Miguel Ribeiro de Sá, viúvo, natural de Portugal, 74 anos, causa : uremia.(copiado do microfilme 1615312 do CHF)

O Barão era filho de José Ribeiro de Sá e da Dona Ana Joaquina de Sá, veio para o Brasil vindo de Penafiel em Portugal ainda menino com a idade de 13 anos. De início foi trabalhar como auxiliar de balconista na venda de negócios do Major Carvalhinho, à margem do Caminho Novo, em Fernandes Pinheiro não longe da fazenda Boa União, onde viviam o Major e sua esposa Dona Mariana. Miguel Ribeiro de Sá trabalhou nesta venda durante 14 anos até 1856, quando o casal proprietário recebeu com grandeza e dignidade os títulos de Barões do Rio Novo. Miguel Ribeiro de Sá aos poucos foi adquirindo terras e nelas plantando café, conseguindo fazer fortuna progressiva e gradual. Era proprietário da Fazenda Rio Novo em Paraíba do Sul e casou-se com a viúva Maria da Trindade Ribeiro de Sá. Na cidade de Paraíba do Sul construiu dois palacetes, um deles serve hoje à Prefeitura do Município e é chamado de Palacete Barão Ribeiro de Sá.Com a senhora Maria da Trindade teve um único filho, José Lino Ribeiro de Sá. Miguel foi Tenente Coronel da Guarda Nacional de Paraiba do Sul e Comendador antes de tornar-se Barão, o que ocorreu pelo decreto régio de 18 de abril de 1882 assinado por S.M. Pedro II.

Foi um entusiasta na construção da Casa de Caridade de Paraíba do Sul quando, como vereador, exercia a presidência da Câmara. Com o apoio econômico e material da Condessa do Rio Novo, empregou um legado em dinheiro deixado pelo Visconde do Rio Novo para a realização da obra, conseguindo ainda doações de muitos outros fazendeiros proprietários para o mesmo objetivo. Concorreu ainda para a construção da Matriz de São Pedro e São Paulo ofertando um altar de São Miguel entalhado em carvalho, proporcionou a distribuição de obras didáticas para as escolas da Provincia do Rio de Janeiro, doações de valores para a Santa Casa de Penafiel em Portugal, foi benfeitor do Hospital da Real Beneficência Portuguesa, recebendo da instituição a Cruz Humanitária.( A História de Três Rios e seus Vultos Importantes - Dr. Marciano Bonifácio Pinto Filho) 

2 - Óbito da Baronesa de Ribeiro de Sá, no livro 3 de óbitos de Paraíba do Sul/RJ, fls 2, termo 1279 - 0l.01.1896 - Dona Maria da Trindade Araújo e Sá - casada em segundas núpcias com o Barão Ribeiro de Sá - causa: febre palustre biliosa.

 Colaboração de:

                Cinara Maria Bastos Jorge Andrade do Nascimento - Três Rios - RJ

                                                                                                                                =================================================================

RIFAINA

O barão da RIFAINA foi Vicente de Paula Vieira.

Adenda

Fonte: Anuário Genealógico Brasileiro, Ano III, 1941, pag.311

O barão de Rifaina nasceu a 02 de Janeiro de 1833, em Queluz (MG) e faleceu em 20 de Fevereiro de 1895.Foi deputado e residi quase sempre em Sacramento, MG, onde faleceu.Era filho de Severinio José Vieira e de Maria Antonia de Lima.Casou-se com Maria José da Conceição, filha de Manuel Joaquim de Sant'Ana e de Maria José da Conceição.Pais de 9 filhos.

                                                                                                                               =================================================================

RIMES    

O barão de RIMES foi Manuel Antonio Cláudio Rimes, natural de Cantagallo, RJ que faleceu em 23 de Março de 1904,no RJ. Fazendeiro e capitalista em S. Maria Madalena.

                                                                                                                               ====================================================================

RIO APA

O barão do RIO APA foi Antonio Enéas Gustavo Galvão que faleceu no RJ em 25 de Março de 1895.Era filho do Brigadeiro José Antonio da Fonseca Galvão e de Mariana Clementina de Vasconcellos Galvão. Era irmão do barão de MARACAJÚ, do desembargador Manuel do Nascimento da Fonseca Galvão e do Ministro do Supremo Tribunal Dr. Enéas Galvão falecido. A sua longa e gloriosa carreira militar foi fecunda em bons serviços à pátria na guerra e na paz. Foi Ministro do Supremo Tribunal Militar em 5 d Setembro de 1893 e Marechal Efetivo do Exército. Era Cavaleiro da ordem de S. Bento de Aviz, Oficial da imperial Ordem da Rosa, Cavaleiro da do Cruzeiro e teve a Medalha do Mérito à bravura militar e da Campanha do Paraguai.

                                                                                                                                 ===================================================================

RIO BONITO

             

1º barão e baronesa de Rio Bonito

O 1º barão de RIO BONITO foi Joaquim José Pereira de Faro, natural da cidade de Braga em Portugal. Era filho de José Pereira de Faro, natural da Galiza e de Francisca Teresa Pereira Fernandes de Sá ,natural da cidade de Braga em Portugal. Casou com Ana Rita de Faro que faleceu no RJ em 18 de Outubro de 1854.Era pai do 2º barão e visconde do RIO BONITO e avô do 3º barão do RIO BONITO. Negociante, foi membro da Junta Administrativa da Caixa de Amortização, era Coronel reformado do extinto 1º Regimento de infantaria de 2ª linha do Exército. Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, Cavaleiro Professo na Ordem de Cristo, Comendador da Imperial Ordem de Cristo e Cavaleiro da Imperial Ordem do Cruzeiro.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo partido em pala, na primeira as armas dos Pereira, - de vermelho,uma cruz de prata, florida, vazia do campo; no segundo as armas dos Faros, - de prata com uma aspa vermelha carregada de cinco escudos das quinas do Reino, sem as orlatura dos castelos. TIMBRE: o dos Faros, - meio cavalo branco com três lançadas no pescoço em sangue, bridado de ouro com cabeçalho e rédeas de vermelho; e por diferença uma brica azul com uma estrela de ouro.(Brasão passado em 24 de Março de 1841.Reg.nmo Cartório da Nobreza, Liv. VI ,fls. 3).COROA : a de barão.

                                                                                                                              ==================================================================

RIO BONITO

      Foto colaboração:

    Marcelo Teodoro de Oliveira

O 2º barão e visconde com grandeza do RIO BONITO foi João Pereira Larrigue de Faro que nasceu no RJ em 9 de Julho de 1803 e faleceu no também no RJ em 11 de Novembro de 1856.Era filho de Joaquim José Pereira de Faro,1º barão do RIO BONITO e da baronesa Ana Rita de Faro. Casou com Mariana Joaquina da Fonseca neta paterna do 1º barão do RIO BONITO. Negociante, fazendeiro e proprietário. Foi da Guarda de honra Imperial, onde teve o posto de major e acompanhou SS.MM. Imperiais à Baia em 1826 como Comandante do Piquete da Guarda de Honra. Foi vereador da Câmara Municipal, deputado à Assembléia Provincial do RJ e Vice-Presidente desta Província, quatro vezes. Era coronel da 5ª Legião da Guarda Nacional, Vice-Presidente do Banco do Brasil. Moço Fidalgo da Imperial da Câmara. Era Veador de S. M. a imperatriz e Guarda Roupa de S. M. o Imperador, Cavaleiro da imperial Ordem do Cruzeiro, Oficial da imperial Ordem da Rosa e Comendador da de Cristo.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro as armas dos Faros, - de prata com uma aspa de vermelho carregada de cinco escudos das quinas do Reino, sem a orlatura dos castelos; no segundo de vermelho quatro faxas de ouro, no terceiro de vermelho, uma cruz de prata florida, vazia do campo; e no quarto burilado de prata e azul com três asnas de vermelho por cima. TIMBRE: o dos Faros, - um meio cavalo branco com três lançadas no pescoço em sangue, bridado de ouro com cabeçada e rédeas e vermelho; e por diferença uma brica azul com uma estrela de ouro.(Brasão passado em 20 de Maio de 1857.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.34). COROA: a de conde.

O nome correto deste titular é João Pereira Darrigue Faro, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

                                                                                                                               ==================================================================

RIO BONITO

O 3º barão do RIO BONITO foi José Pereira de Faro que nasceu na Província do RJ em 7 de Março de 1832 e faleceu em Nova Friburgo em 2 de Fevereiro de 1899. Era filho de Joaquim José Pereira de Faro, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial. Moço da Imperial Câmara e Guarda Roupa de S. Magestade e de sua mulher D. Angélica Joaquina Vergueiro, filha do Senador Nicolau Pereira de Campos Vergueiro, membro da Regência Provisória de 1831 a 1835 e de D. Maria Angélica de Vasconcellos. Neto paterno de Joaquim José Pereira de Faro,1º barão do RIO BONITO e da baronesa Ana Rita de Faro. Casou com Francisca Romana Larrigue de Faro filha dos viscondes do RIO BONITO, sua prima. Eram pais da baronesa de S .CLEMENTE. Fazendeiro importante, ocupou o cargo de juiz de paz. Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, era Veador de S. M. a Imperatriz, Oficial da Imperial Ordem da Rosa, Comendador da Imperial Ordem de Cristo e da de N. S. da Conceição de Vila Viçosa, de Portugal. COROA: a de barão

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro as armas dos Faros, - de prata com uma aspa de vermelho carregada de cinco escudos das quinas do Reino, sem a orlatura dos castelos; no segundo de vermelho quatro faxas de ouro, no terceiro de vermelho, uma cruz de prata florida, vazia do campo; e no quarto burilado de prata e azul com três asnas de vermelho por cima. TIMBRE: o dos Faros, - um meio cavalo branco com três lançadas no pescoço em sangue, bridado de ouro com cabeçada e rédeas e vermelho; e por diferença uma brica azul com uma estrela de ouro.(Brasão passado em 20 de Maio de 1857.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.33). COROA: a de conde.

Fonte da foto: www.nggenealogia.com.br/tree/

                                                                                                                               ==================================================================

RIO BRANCO

      

Fotos do barão do Rio Branco

2ª foto: colaboração de José Renato Pessôa Dantas

O visconde com grandeza do RIO BRANCO foi José Maria da Silva Paranhos, que nasceu na Baia em 16 de Março de 1819 e faleceu no RJ em 1 de Novembro de 1880.Era filho de Agostinho da Silva Paranhos e de Josefa Emerenciana Barreiro. Casou com Teresa Figueiredo Rodrigues de Faria, filha de Bernardo Rodrigues de Faria e de Luisa de Figueiredo Faria. Matriculado na Escola de Marina, passou logo depois à Escola Militar para onde o chamava a pronunciada vocação que tinha para as ciências matemáticas em que se graduou. Foi Diretor da Escola Militar depois Escola Central e hoje Politécnica, e lente de 1844 a 1876.Foi deputado Provincial do RJ e Geral nas 7ª,9ª e 10ª legislaturas. Foi Presidente dessa província em 1858 e Senador por Mato Grosso em 1862.Chamado aos Conselhos da Coroa, foi Ministro dos Negócios Estrangeiros e da Marinha no 12º Gabinete de 6 de Setembro de 1853;dos Estrangeiros e interino da Guerra no 14º Gabinete de 12 de Dezembro de 1858; da Fazenda e interino dos Estrangeiros no 16º Gabinete de 2 de Março de 1861;dos Estrangeiros no 23º Gabinete de 16 de Julho de 1868;Presidente do Conselho no 25º Gabinete de 7 de Março de 1871,gerindo a pasta da Fazenda e interinamente a da Guerra. A este benemérito se deve a Áurea Lei de 28 de Setembro de 1871 – libertação do ventre da mulher escrava. Foi Secretário da Missão Especial no Rio da Prata em 1851; - Ministro Residente e várias vezes Ministro Plenipotenciário e Enviado Extraordinário nas Repúblicas da Argentina, do Uruguai e Paraguai. Era professor jubilado da Escola Politécnica, honorário da Escola de Belas Artes; major honorário do Exército; Grão-Mestre do Oriente do Brasil; Presidente do Montepio da Economia dos Servidores do Estado; Sócio correspondente do IHGB desde 1846;da Academia Real de Ciências de Lisboa; Vice-Presidente do Instituto Politécnico; membro da British and Foreign Anti-Slavery Society, etc. Grande do Império; do Conselho de Sua Magestade; Conselheiro de Estado ordinário nomeado em 1866;Veador da Casa Imperial; Dignitário da I, Ordem do Cruzeiro, Comendador da I. Ordem da Rosa, Grã-Cruz das seguintes Ordens estrangeiras: de Cristo e Vila Viçosa de Portugal; da Legião de Honra da França/da Águia Branca de Santana de 1ª classe, da Rússia; de Leopoldo, da Áustria; de S. Maurício e S. Lázaro, da Itália, e da distinta Ordem espanhola de Carlos III.

BRASÃO DE ARMAS: Em campo azul, uma esfera armilar de ouro, acompanhada à destra de uma pena de prata, à sestra de um compasso aberto, de ouro e na ponta de um rio de prata. PAQUIFE: das cores e metais do escudo. DIVISA: Deus et Labor.(Brasão passado em 28 de Junho de 1871.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.114). COROA: a de conde.

                                                                                                                         ====================================================================

RIO BRANCO

O barão do RIO BRANCO foi José Maria da Silva Paranhos Junior que nasceu no RJ em 20 de Abril de 1845 e faleceu nessa cidade a 10 de Fevereiro de 1912.Era filho dos viscondes do RIO BRANCO. Casou com Maria Stevens de nacionalidade belga. Bacharel em ciências jurídicas e sociais pela faculdade do Recife, tendo cursado os primeiros quatro anos na de SP. foi lente de Francês do Colégio Pedro II e redator chefe do jornal fluminense A Nação durante a campanha abolicionista de 1870 a 1871.Foi deputado à Assembléia Geral pela Província do Mato Grosso nas 14ª e 15ª legislaturas de 1868 a 1875.Cônsul Geral em Liverpool de 1876 a 1893 e superintendente do serviço brasileiro de imigração na Europa; Ministro Plenipotenciário em Washington de 1893 a 1895 no processo de arbitragem da questão das Missões e depois na questão do território contestado do Amapá em Paris de 1896 a 1899 e em Berna de 1899 a 1901 e em Berlim de 1901 a 1902.O barão de RIO BRANCO com o seu raro tino diplomático e patriotismo conformou ao Brasil com o laudo de Washington, a posse de 30622 quilômetros quadrados com o de Berna 260.000 quilômetros quadrados e ainda pelo tratado de Petrópolis mais de 20.000 quilômetros quadrados, no todo 490.622 quilômetros quadrados tudo sem guerras deixando os seus contendores ainda mais amigos do Brasil.Foi Ministro da pasta dos Negócios Estrangeiros durante os sucessivos governos dos Presidentes, Conselheiro Rodrigues Alves, Conselheiro Afonso Pena, Nilo Peçanha e Marechal Hermes da Fonseca desde 1902 ate 1912.Era Presidente do IHGB; membro da Academia de Letras; Sócio Honorário do Instituto do Ceará; membro da British Royal Geographical Society, de Londres, etc. Do Conselho de S. M. o Imperador, era Moço Fidalgo da Casa Imperial; Dignitário da I, Ordem da Rosa; Grã-Cruz da Águia Branca, da Rússia; Grã-Cruz do Dragão da China; Oficial da legião de Honra, da França; de Leopoldo da Bélgica; de Cristo de Portugal; de S. Estanislau, de 2ª classe, da Rússia; da Coroa da Itália; da Ordem da instrução Pública da França e Comendador da ordem do Busto do Libertador de Venezuela.

BRASÃO DE ARMAS: Em campo azul uma esfera armilar de ouro acompanhada em ponta de um rio de prata. PAQUIFE: das cores e metais do escudo. DIVISA: Ubique patria Memor. COROA; a de barão.

Regina Cascão - Foto do barão de Rio Branco - Fonte: Ministério das Relações Exteriores - Galeria de Ministros- www.mre.gov.br

                                                                                                                            ====================================================================

RIO CLARO 

O barão de RIO CLARO foi Antonio Manuel de Freitas que faleceu no RJ em 5 de Agosto de 1869.Era Comendador da imperial Ordem de Cristo.

                                                                                                                           ====================================================================

RIO CLARO

                       

O 1º barão de ARARAQUARA e visconde de RIO CLARO foi José Estanislau de Oliveira que nasceu na cidade de SP, capital em 5 de Janeiro de 1803 e faleceu nessa cidade em 4 de Setembro de 1884.Era filho de Estanislau José de Oliveira, natural de Portugal e professor de retórica em SP e de Maria Joaquina de Araújo. Casou com Elisa de Mello Franco, natural de Goettingen na Alemanha e falecida em Rio Claro em 19 de Abril de 1891, filha do Dr. Justiniano de Mello Franco e de sua mulher Ana Carolina de Mello Franco. Eram pais do 2º barão de ARARAQUARA e de MELLO E OLIVEIRA. Em 1818 sentou praça no Batalhão nº3 de Caçadores e nele militou até 1828 reformando-se no posto de Alferes. Decidindo-se em 1836 à lavoura, organizou diversas fazendas em Campinas e Rio Claro, modelos de cultura adiantada. Era Coronel da Guarda Nacional.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte da imagem: Anuário Genealógico Brasileiro

                                                                                                                  ========================================================================

RIO COMPRIDO

 

O barão de PASSEIO PÚBLICO e visconde com grandeza de RIO COMPRIDO foi José de Oliveira Barbosa que nasceu na fortaleza de São João da Barra, RJ em 22 de Agosto de 1753,da qual era governador seu avô materno, Sargento-Mór Francisco Pereira Leal e faleceu em 2 de Maio de 1844.Era filho de João de Oliveira Barbosa. Sentou praça de cadete em 1775,tendo servido em 1784 no destacamento da guarnição da Ilha da Trinidade. Secretário de Estado em 1796, era Brigadeiro em 1808 e no anos seguinte Governador e Capitão General do Reino de Angola. Era Vogal do Conselho Supremo Militar em 1818,Tenente General em 1821,foi Conselheiro de Guerra e Chefe da Divisão da Guarda Real de Polícia em 1818.Ministro da Guerra no 3º Gabinete de 1823,referendou o decreto que dissolveu a Assembléia Constituinte de 1823.Era Comendador da Imperial Ordem de S. Bento de Aviz.

                                                                                                                            ====================================================================

RIO DAS CONTAS

Francisco Vicente Vianna

Br.do Rio das Contas

O barão com grandeza do RIO DAS CONTAS foi Francisco Vicente Vianna. Casou com Maria Amália Muniz Vianna. Era bisavô do visconde de FERREIRA BANDEIRA, Pedro Ferreira de Vianna Bandeira, falecido na Baia a 26 de Setembro de 1916.Foi o primeiro Presidente da Província da Baia em 1824.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo e oficial da imperial Ordem da Rosa.

O nome correto deste titular é Fructuoso Vicente Viana, só foi barão a 12 de Outubro de 1825 e barão com grandeza em 14 de Março de 1860, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Colaborador

Dr. Luiz Alberto Moniz Bandeira - Envio da foto e correção de Muniz para Moniz do texto original.

                                                                                                                            ===================================================================

RIO DE CONTAS

                  

2º barão e baronesa de Rio das Contas

O 2º barão do RIO DE CONTAS foi Pedro Muniz Barreto de Aragão que nasceu na Baia em 17 de Agosto de 1827 e faleceu nessa Província na cidade de Santo Amaro em 20 de Abril de 1894. Era filho do Comendador Egas Muniz Barreto de Aragão, que era filha do barão de ITAPORORÓCA José Joaquim Muniz Barreto de Aragão. Bacharel em direito pela Faculdade do Recife, foi muitas vezes deputado Provincial e Geral nas 10ª,11ª e 12ª legislaturas desde 1857 até 1866.Era Moço Fidalgo com exercício na Casa Imperial, Oficial da I. Ordem da Rosa.

Correção e adendas

Fontes

Fonte: AGB, Ano III de 1941, pág 321 este título foi o 3º barão de Rio das Contas.Casou-se a primeira vez com Maria Joaquina de Aragão Bulcão, filha dos 2ºs barões de São Francisco.

Dr. Luiz Alberto Moniz Bandeira, descendente deste título, corrige Muniz para Moniz e diz que a baronesa D. Carlota de Lirio Ratton era filha de Jacome Próspero Ratton e Maria Luiza Lírio.

                                                                                                                            ====================================================================

RIO DOCE

O barão do RIO DOCE foi o Dr. Antonio José Gonçalves Fontes, falecido em 25 de Setembro de 1913.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo, da Imperial Ordem da Rosa e da Real Ordem de N.S. da Conceição de Vila Viçosa de Portugal.

                                                                                                                   ====================================================================

RIO DAS FLORES

O 1º barão do RIO DAS FLORES foi José Vieira Machado da Cunha que faleceu em Valença em 1 de Novembro de 1879.Natural de Porto das Flores, MG.

Adenda

Colaboração de Anibal de Almeida Fernandes, sobrinho bisneto do 1º barão,

www.jbcultura.com.br  

O 1o Barão do Rio das Flores, José Vieira Machado da Cunha, nasceu em Porto das Flores, e faleceu em Valença, RJ, a 1/11/1879. Filho de Manoel Vieira Machado e de sua mulher, Escolástica Agueda de Souza, neto paterno de José Vieira Machado c.c. Florinda do Sacramento; neto materno de Lourenço de Souza Barbosa c.c. Theodósia filha de Antonio da Cunha Carvalho e Bernarda Dutra da Silveira que também são os pais de Ana da Cunha Carvalho c.c. o Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques meu 5º avô patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca, MG. O Barão era tio de Manoel Vieira Machado da Cunha, Barão d’Aliança (1882). O Barão casou-se com sua prima, Maria Salomé, nascida em 1831, filha de Antonio José da Silva, que fez parte da Câmara de Valença, de 1826 a 1829, e de sua mulher Luisa Maria de Jesus, neta materna de Manoel de Avellar e Almeida, meu 4º avô, que é o patriarca da família Avellar e Almeida de Vassouras, RJ, onde se instalou, nos fins do século XVIII, a chamado de Francisco Rodrigues Alves que recebera a concessão da sesmaria de Vassouras e Rio Bonito, a 16/10/1782 e que também era da mesma freguesia da Ponta Delgada da Ilha das Flores, Angra do Heroísmo, Açores, filho de Antônio Rodrigues Alves e de sua mulher, Maria Coelho; Maria Salomé era bisneta materna do Alferes Manoel Coelho de Avellar e de sua mulher Maria Rosa de Almeida, nascidos e batizados na Freguesia da Ponta Delgada, Angra do Heroísmo, Açores. Maria Salomé é irmã de João Antonio de Avellar e Almeida e Silva casado com Ana Margarida de Arantes, meus bisavós. Maria Salomé é sobrinha do Barão do Ribeirão (1867), é prima irmã do Barão de Massambará (1867), do Barão de Avellar e Almeida (1868), do Visconde de Cananéia (1886), e de Maria c.c. José Quirino da Rocha Werneck, Barão de Werneck (1882).Tiveram 12 filhos: 1o) Luisa, 2o) Lindolpho, 3o) Mizael, 2o Barão do Rio das Flores (Decr. 1886), 4o) Manoel, 5oJosé, 6o) João, 7o) Antonio, 8o) Honório, 9o) Maria, 10o) Carolina, 11o) Escolástica e 12o) Ana.

Antonio da Cunha Carvalho c.c. Bernarda Dutra da Silveira pais de 13 filhos:

Fontes de referência para estruturar o trabalho: Anuário Genealógico Latino (IGB), Vol. 4, 1952, pgs: 72, 73, 74, e Pesquisa, in situ, dos testamentos e inventário feitas por Gilberto Furriel da Silva em Aiuruoca MG. 1) Testamento de Bernarda Dutra da Silveira, feito a 17/04/1799, Aiuruoca, MG, declara que Bernarda é natural e batizada na Freguesia de Nossa Sra. da Piedade da Borda do Campo, hoje Barbacena, e que é filha legítima de Francisco Furtado Dutra e de Floriana Francisca das Neves, já defuntos. Bernarda declara que teve 16 filhos dos quais acham-se vivos 13 filhos: Bento, Antonio, Francisco, Cristóvão, José, Manoel, João, Anna (5a avó de Anibal), Thereza, Theodósia (avó do 1º Barão do Rio das Flores), Isabel, Margarida e Maria. 2) O Inventário de 05/11/1803 e o Testamento de 29/12/1802, de Antonio da Cunha Carvalho feito na fazenda dos Piloens, Aiuruoca, MG, declaram que Antonio é natural de Santo ... (?.) de Molares, Arcebispado de Braga, Conselho de Solariei, Portugal, e que é filho legítimo de Antonio da Cunha e de sua mulher Theodósia Alves, já defuntos. Antonio declara que teve 13 filhos: 1) Bento, 2) Antonio, 3) Anna (5a avó de Aníbal, viúva do Capitão-Mor Antonio de Arantes Marques, f. a 17/05/1801, Patriarca do Tronco Arantes-Aiuruoca), 4) Cristóvão, 5) José, 6) Thereza (viúva de João Ferreira Villarinho), 7) Theodósia, (avó do 1º Barão do Rio das Flores, c.c. Lourenço de Sousa Barbosa), 8) Margarida, 9) Maria, 10) João, 11) Francisco (falecido), 12) Isabel (falecida) e 13) Manoel (falecido). Antonio nomeia como seu testamenteiro o genro Custódio e em 2o lugar ao seu neto, o padre Antonio Joaquim de Arantes, 3o filho de sua filha Anna (5ª avó de Aníbal). Antonio declara que sua mulher Bernarda Dutra da Silveira, morreu no dia 13/02/1793. Antonio da Cunha Carvalho morreu no dia 13/08/1803.

Colaboração: Envio da foto do 1º barão de Rio das Flores por Regina Cascão - Do site: http://www.riodasflores-artur.com.br/vultos_historicos.html

                                                                                                                        ========================================================================

RIO DAS FLORES

O 2º barão do RIO DAS FLORES foi Misael Vieira Machado da Cunha, Era Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

Adenda

Colaboração de Anibal de Almeida Fernandes, da família do 2º Barão,

www.jbcultura.com.br

O 2º Barão do RIO DAS FLORES, Mizael Vieira Machado da Cunha, filho de José Vieira Machado da Cunha, 1o Barão do Rio das Flores (1867) e de sua mulher Maria Salomé que é neta de Manoel de Avellar e Almeida patriarca da família Avelar e Almeida de Vassouras. O 2o Barão foi casado com Aurora Ottoni, nascida a 25/5/1858, falecida a 13/6/1922. Era filha de Teófilo Ottoni. Os 2os Barões do Rio das Flores estão enterrados em Rio das Flores, RJ em túmulo restaurado por Marcos Vieira da Cunha.Tiveram entre outros filhos: Manoel, Mizael, Virgínia.

Manoel Vieira da Cunha, n. 20/3/1894, f. 5/6/1975, c.c. Maria do Rosário (Rosarinho), filha de Francisco Eugênio de Azevedo  e Sara Corrêa de Almeida, pais de: Luís Carlos de Azevedo Vieira, f. 1994, c.c. Nancy Meireles Junqueira Paulina, c.c Guilherme Penteado Morais , Artur , Joaquim

                                                               Luciana, c.c. Marcos Pereira de Almeida , Tomás , Sarita c.c. Luiz Galvão de França , Caio, s. ,Carla, c.c. Ricardo Brito , André, Thiago, Bruno. Mizael Ottoni Vieira, c.c. Ana Cerqueira de Lima bisneta do Visconde de Barbacena e trineta do Marquês de Barbacena. ,Virgínia Ottoni Vieira, n. 1/4/1905, c.c. Antonio Wanderley de Araújo, neto do Barão de Cotegipe.

Fontes, consultadas para estruturar este trabalho:

Anuário Genealógico Brasileiro Ano: I, II, III, IV, VI, VII e IX, publicações do Instituto Genealógico Brasileiro, Rua

Senador Paulo Egídio, 34, tel. (11) 3241-3453, São Paulo, SP.

Werneck, Francisco Klörs, Primeiros Povoadores de Vassouras, trabalho não publicado de insigne pesquisador fluminense, já falecido.

Rheingantz, Carlos, G., Titulares do Império, Arquivo Nacional, RJ, 1960.

Silva, Rudy Mattos da, Galeria Vassourense, Editora Valença, RJ, 1999.

Machado, Lielza Lemos, Imagens de Vassouras, Gráfica Palmeiras, RJ, 1994.

José Fernando De Esteffani dos Santos: dados sobre a família Machado Vieira da Cunha.

Pesquisa, in situ, dos testamentos e inventário feitas por Gilberto Alves Furriel da Silva em Aiuruoca, MG.

 =================================================================

RIO FORMOSO

O 1º barão de RIO FORMOSO foi Manuel Thomaz Rodrigues Campello que faleceu em PE com 70 anos de idade. Foi Vice-Presidente da Província de PE desde 25 de Junho de 1865 até 12 de Agosto de mesmo ano. Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

Adendas

Colaboração de Regina Cascão

Manoel Tomaz Rodrigues Campello1º Barão do Rio Formoso - 03.12.1854Coronel. Comendador da Imperial ordem de Cristo. Oficial da Imperial Ordem da Rosa.Vice=Presidente da Província de Pernambuco (1865)Nascido em 1801 em Pernambuco, faleceu maior de 70 anos.Filho de Manoel Rodrigues Campello e de Maria do Monte Diniz Bandeira.Primo dos Barões de Vera Cruz, São Braz e Abiaí.Casou a 21.05.1826  no Recife ( Matriz da Boa Vista, liv 1, fl 230) com Francisca de Paula Pires Ferreira, filha de Gervásio Pires Ferreira, ilustre político pernambucano, e de Genoveva Perpétua de Jesus Caldas.

 Fonte: Gente de Pernambuco - de Orlando Cavalcanti.

                                                                                                                                 =================================================================

RIO FORMOSO

O 2º barão de RIO FORMOSO foi Presciliano de Barros Accioli Lins, Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.

O nome correto deste titular é Prisciano, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

 Adendas

Colaboração de Regina Cascão

Prisciliano de Barros Acciloy Lins- agraciado com o título ( Dec18.01.1882 ) de Barão do Rio Formoso. Título de origem toponímica, toimado de um rio de Pernambuco.Batizado em 14.10.1830 e falecido em 1892. Recusou o título, tornando-se republicano. Senhor do Engenho de Tinoco.

Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Rio Formos,  Barão; família Accioly Lins.

                                                                                                                                =================================================================

RIO FORMOSO

         

O 3º barão de ARAÇAGI e visconde do RIO FORMOSO foi o Dr. Francisco de Caldas Lins, natural de PE. Foi deputado Geral pela Província de PE nas 15ª e 16ª legislaturas de 1872 a 1878 e na 20ª de 1886 a 1889.

Adendas

Colaboração de Regina Cascão

 Francisco de Caldas Lins - agraciado com o título ( 09.11.1867) de Barão de Araçagi; agraciado com o título ( Dec 23.02.1889 ) de Visconde do Rio Formoso. Título este de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, em Pernambuco, onde o titular era afazendado. Neto de José Luiz de Moura e  Francisca Antônia da Rocha Lins [1756-1853]. Filho do Comendador José Luiz de Caldas Lins [? - 1879]. Nasceu em Pernambuco a 10.11.1828, e faleceu a   28.11.1897, Rio Formoso, PE. Senhor dos engenhos Una, Herval, Siqueira e Conceição. Deputado.Deixou geração do seu casamento. com Teodolinda da Silveira Lins, filha do Visconde de Utinga, membro da importante família Silveira Lins , de Pernambuco. Parte da descendência daquele patriarca, José Luiz de Moura, foi publicada por Noêmia Paes Barreto Brandão, em seu trabalho sobre a família Paes Barreto de Rio Formoso (p.82). 

Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes; Rio Formoso, Visconde de; família Caldas Lins.

 ==================================================================

RIO FUNDO

O barão de RIO FUNDO foi Ignacio Borges de Barros que faleceu na Baia em 10 de Maio de 1870.

Adendas

Colaboração de Regina Cascão

Inácio Borges de Barros - agraciado com o título ( Dec 02.09.1859 ) de Barão de Rio Fundo. Título de origem toponímica, tomado do local de nascimento do titular.Nasceu em 1804 em S. Pedro do Rio Fundo - BA e faleceu a 25.03.1870 em Santo Amaro-BA. Agricultor e proprietário em Santo Amaro. Deixou geração de seu casamento com Maria Rosa de Souza Góis Moreira de Pinho.

Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes; Rio Fundo, Barão; família Borges de Barros.

                                                                                                                               ==================================================================

RIO GRANDE

O barão e visconde com grandeza de RIO GRANDE foi José de Araújo Ribeiro que nasceu em Porto Alegre, RS em 20 de Julho de 1800 e faleceu no RJ em 26 de Julho de 1879.Bacharel em direito pela Universidade de Coimbra em 1823,seguiu a carreira diplomática sendo nomeado Secretário da Legação Brasileira em Nápoles em 1826,dois anos depois era Encarregado de Negócios nos Estados Unidos; em 1833 serviu como Enviado Extraordinário na Grã-Bretanha ,em 1835 em Portugal, em 1837 em França, em 1843 desempenhou uma missão especial na Inglaterra, aposentando-se em 1854.Foi presidente da Província de MG em 1833 e duas vezes do RS que representou também na 3ª legislatura de 1834 a 1837.Em 1848nfoi nomeado Senador pelo RS. Era Grande do Império, do Conselho de S. Magestade, Comendador da Imperial Ordem de Cristo, Oficial da Legião de Honra, da França, membro do IHGB desde 1838,etc.

                                                                                                                              =================================================================

RIO NEGRO

O barão do RIO NEGRO foi Manuel Gomes de Carvalho que nasceu em 27 de Abril de 1836,no Amparo da Barra Mansa, na Província do RJ e faleceu em Pais em 27 de Dezembro de 1898.Era filho de Manuel Gomes de Carvalho,1º barão de AMPARO e de Francisca Bernardina Leite de Carvalho. Casou em 7 de Janeiro de 1857 com Emilia Gabriela Teixeira Leite de Carvalho, sua sobrinha .Era irmão do 2º barão de AMPARO e visconde da BARRA MANSA.

BRASÃO DE ARMAS: As de seu pai o 1º barão de AMPARO. Escudo esquartelado: no primeiro quartel em campo de ouro, três cabeças de índios Araris, tendo na cabeça um turbante de penas de cores, postas em roquete, duas e uma; no segundo em campo vermelho um pelicano de ouro em um ninho mordendo as entranhas para com seu sangue nutrir os filhos, tendo em chefe uma banda de azul com três bolotas de prata; e assim os contrários. TIMBRE: Uma das cabeças de índio das armas. DIVISA: Ambitio et invidia sit procul. (Brasão passado em 18 de Julho de 1867.Reg. no Cartório. da Nobreza, Liv.VI,fls.63).COROA: a de barão.

                                                                                                                                    =================================================================

RIO NOVO

Foto: AGB IV, 1942, pág.88

O barão e visconde com grandeza do RIO NOVO foi José Antonio Barroso de Carvalho, que nasceu em 14 de Fevereiro de 1816 e faleceu no RJ em 17 de Outubro de 1869.A viscondessa depois de viúva foi elevada a condessa do mesmo título por decreto de 16 de Outubro de 1880.Era Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da Imperial Ordem de Cristo.

    =================================================================

RIO NOVO

O barão do RIO NOVO foi José Augusto de Rezende que faleceu no Rio Novo, MG em 3 de Dezembro de 1904.Era major da Guarda Nacional e fazendeiro importante em MG.

Adendas

Colaboracão de Regina Cascão

Obs; O Dicionário das Famílias Brasileiras apresenta divergências quanto a este titular: o nome ali é indicado como sendo José Ribeiro de Rezende; e o título é registrado como Barão com honras de grandeza de Rio Novo.

José Ribeiro de Rezende - agraciado com o título ( Dec 20.08.1889 ) de Barão com honras de grandeza de Rio Novo. Título de origem toponímica, tomado da cidade onde viveu e morreu o titular.Falecido a 03.12.1904 em Rio Novo-MG. Major da Guarda Nacional. Deixou geração de seu primeiro casamento com Maria Henriqueta Pacheco, filha do Capitão Antonio Manuel Pacheco. Não houve sucessão de seu segundo matrimônio com Pacífica Silva.

Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Rio Novo, Barão; família Ribeiro de Rezende.

                                                                                                                                =================================================================

RIO DO OURO

O barão do RIO DO OURO foi o Dr. Brás Pereira Nunes ,doutor em medicina.

                                                                                                                                 =================================================================

RIO PARDO

O barão com grandeza e conde de RIO PARDO foi Thomaz Joaquim Pereira Valente que nasceu na cidade do Porto em 1790 e faleceu no RJ em 30 de Agosto de 1849.Era filho do Dr. Domingos Joaquim Pereira Valente e de Antonia Pereira Valente. Casou com Maria Joana Benedita de Almeida Valente, Dama honorária de S.M. a Imperatriz, tendo falecido no RJ em 22 de Julho de 1879 com 76 anos de idade, filha do marques de SANTO AMARO e de sua 2ª mulher Maria Benedita Papança de Almeida. Destinara-se à mesma carreira de seu ilustre pai, porém vendo a Pátria invadida pelos franceses, vestiu a farda de soldado e como cadete da divisão lusitana em 1807 fez toda a guerra Peninsular. Esteve em Albuera, Salamanca e Vitória, onde gravemente ferido foi feito prisioneiro e conduzido à Marselha. Promovido a major, tinha em sua honrada farda a medalha de ouro das seis campanhas. Esteve em PE em 1817 e pacificada esta Província veio à Corte onde teve o posto de Tenente-coronel, o Hábito da Torre e Espada e o comando efetivo do Batalhão de Caçadores. Foi o 21º Governador da Província de S. Catarina em 1821,.Foi na época da Independência um dos soldados da Liberdade merecendo do Imperador por seus serviços o cargo de seu Ajudante de Campo. Ocupou o posto de Comandante das Armas da Corte em 1829 e da Província do RS em 1841.Presidiu a Província do Piauí em 1844,foi Ministro da Guerra no 8º Gabinete de 1829.Era Marechal de Campo do Exército Brasileiro, Vogal do Conselho Supremo militar do Conselho de S>M. o Imperador, Gentil-Homem da Imperial Câmara, Grã-Cruz das ordens de Cristo de S. Bento de Aviz, da Torre e Espada, de Portugal e condecorado com diversas medalhas e campanha. Era o primeiro mestre de manobras militares do Augusto Fundador do Império, D. Pedro I.

                                                                                                                       =================================================================

RIO PARDO

O 2º barão do RIO PARDO foi Joaquim Honório de Campos que faleceu em 3 de Dezembro de 1881.

                                                                                                                                              =================================================================

RIO PARDO

O 3º barão do RIO PARDO foi Antonio José Correia.

Adenda 1

Colaboração de José Roberto de Vasconcellos Nunes

    No Anuário do Museu Imperial (nº ?), in "Acréscimos e Retificações ao Arquivo Nobiliárquico", de Laurênio Lago, traz o seguinte verbete sobre o Barão do Rio Pardo:
" RIO PARDO (3º Barão do ) - Nasceu em 12 de junho de 1840 e faleceu a 5 de outubro de 1906, em São Paulo. Filho do capitão Prudente José Correia e de D. Constança Correia. Abastado fazendeiro de café. Militou na política, sendo chefe do Partido Liberal de Casa Branca. Fundador da Casa da Misericórdia da mesma cidade, deputado provincial e prefeito municipal.
Casou em primeiras núpcias com D. Escolástica de Oliveira e em segundas núpcias com D. Amélia Umbelina Correia, nascida a 29 de dezembro de 1856 e falecida em 19 de janeiro de 1905, em Casa Branca, São Paulo. Era filha do capitão Antônio José Correia de Carvalho e de D. Ana Umbelina do Sacramento.Sua prole foi de onze filhos, quatro do primeiro casamento e sete do segundo."

Adenda 2

Colaboração de Luiz Gustavo de Sillos e Maria Angela Araujo Caiafa Lago

   PRUDENTE JOSÉ CORRÊA, o Prudente do Morro, c.1.c. MARIA IPIFÂNIA DO ROSÁRIO,n. cerca de 1812 em Minas Gerais [conforme consta no recenseamento de 1850]. [Desta forma fica descartada a informação do manuscrito de Emílio Mário Arantes que lhe dá o nome de "Ana Epifânia do Rosário", e também a do "An. Gen. Brasileiro", III, 327, que dá o nome de "Constância Corrêa" para a 1.a. esposa de Prudente José Correa) (Ilhoa, vol. 1. p. 301-302). 8 filhos do 1 cas. Entre eles:

   ANTÔNIO JOSÉ CORRÊA, n. cerca de 1841 na província de São Paulo. Com 9 anos em 1850. Foi o 3.o Barão do Rio Pardo, foi 1.o c.c. Escolástica Umbelina de Oliveira Lima. 2.a. vez c.c. Amélia Umbelina Corrêa, Baronesa do Rio Pardo, filha de Antônio José Corrêa de Carvalho [Capitão] e de Ana Umbelina do Sacramento. As Três Ilhoas (pág. 303 3 304). Segundo este livro, o nome correto da mãe do 3.º Barão do Rio Pardo era MARIA IPIFÂNIA DO ROSÁRIO e não CONSTANÇA CORREIA.   

                                                                                                                                     =================================================================

RIO POMBA

O barão do RIO POMBA foi Antonio Teixeira de Carvalho natural de Barbacena, MG.

                                                                                                                                    =================================================================

RIO DA PRATA

O barão com grandeza do RIO DA PRATA foi Rodrigo Pinto Guedes que nasceu em Gradiz, Portugal, em 27 de Julho de 1762 e faleceu em Paris em 13 de Junho de 1845.Era filho de Rodrigo Pinto Guedes e de Ana Maria da Silveira Pereira. Casou com Constança Smissaert Pinto Caldas, irmã da marquesa de CANTAGALO que nasceu a 26 de Junho de 1807 e faleceu a 17 de Dezembro de 1831; primeira filha de José Pereira Caldas e de Constança Smissaert. A baronesa do RIO DA PRATA era viúva de Antonio de Saldanha da Gama, Gentil-Homem da Imperial Câmara. Ajudante de Ordem de D. Pedro I, 8º filho de João de Saldanha da Gama Mello Torres Guedes de Brito, 6º conde de PONTE que nasceu a 4 de Dezembro de 1773 e faleceu na Baia quando era governador e Capitão-General em 24 de Maio de 1809.Brasileiro ex-vi da Constituição, foi Almirante reformado da Armada comandando a Esquadra na Campanha do Rio da Prata de Março de 1826 a Dezembro de 1828.Era Grande Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e Grã-Cruz da Imperial Ordem de S. Bento de Aviz e da Torre e Espada.

                                                                                                                                =================================================================

RIO PRETO

O barão e visconde com grandeza de RIO PRETO foi Domingos Custodio Guimarães que faleceu em 7 de Setembro de 1868.Casou com Maria das Dores de Carvalho Guimarães,que faleceu em Valença em 12 de Janeiro de 1873.Foi provedor da Santa Casa de Misericórdia da cidade de Valença,Comendador da I.Ordem da Rosa e da de Cristo.

Adendas

Colaboração de Anibal de Almeida Fernandes, contra parente do visconde.

José Renato Pessoa Dantas - Foto do visconde

O 1º barão, a 6/12/1954 e visconde, com grandeza a 14/3/1867, de Rio Preto foi Domingos Custódio Guimarães que faleceu a 7/7/1868, conforme o mausoléu no cemitério Riachuelo, em Valença, RJ, onde foi vereador por 2 períodos, 1861-1864 e 1865-1868, sendo decretado pela Câmara, a 14/9/1868, 8 dias de luto pela morte do visconde. Foi comendador da Imperial Ordem da Rosa e da Real Ordem de Cristo.Era filho de Pedro Custódio Guimarães e Teresa Maria de Jesus.Casou-se na 1ª vez com Faustina Xavier Pestana, falecida sem sucessão.Casou-se na 2ª vez com Maria das Dores de Carvalho, falecida em Valença a 12/1/1873, filha de Joaquim Inácio de Carvalho e Cândida Umbelina de São José. Tiveram 2 filhos:1º Maria Amélia, casada com o Comendador Domingos Teodoro de Azevedo Jr., com 10 filhos: Maria Amélia, Eugênia, Alberto, Augusto, Leonor, Adolfo, Alceu, Domingos Teodoro, Domingos Custódio e Branca. 2º Domingos Custódio Guimarães Filho, 2º barão do Rio Preto a 23/9/1874, casado com Maria Bibiana de Araújo, (filha do visconde de Pirassununga e neta do marquês de Olinda), com 6 filhos: Domingos, Artur, Pedro, Carlos, Marieta e Julieta.

Fontes: Anuário Genealógico Brasileiro, Ano III, 1941. História de Valença 1803-1924, Luis Damasceno Ferreira Graphica Editora, Paulo Pongetti, Rio de Janeiro, 1925., e Roberto Guião de Souza Lima

 

BRASÃO DE ARMAS: Lisonja partida em três palas: na primeira e terceira, de prata cobertas com uma rede de sable, a Segunda de góles com um leão de prata rompente armado de prata com uma espada na garra direita, ensanguentada, copos de ouro e folha de prata, a qual cai na primeira pala e a cauda do leão na última. Um chefe de azul, carregado com um coração inflamado de ouro entre duas estrelas de prata.(Brasão concedido à viscondessa viúva em 28 de Outubro de 1869. Reg. no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.106).COROA: a de conde: pois, na nobiliarquia brasileira, o título de visconde com grandeza tinha o direito de usar a coroa de Conde em seu  brasão.

Comparação entre a fortuna do Visc. do Rio Preto e a do Visc. de Mauá 

A 7/7/1868, morre o Visconde do Rio Preto, no meio da magnífica festa que dava na Paraíso para comemorar a inauguração do ramal Paraibuna-Porto das Flores da estrada de ferro. As fazendas do Visconde produziam 60.000 arrobas de café o que, com a saca vendida ao preço médio de R$ 230,00 e com o US$ a R$ 2,00, daria um resultado anual de mais de US$ 1.725.000 que era uma boa fortuna para o custo de vida da época!. O Visconde deixa uma fortuna de 4.000 contos de réis, equivalentes a 3.600 kg. de ouro na época, (considerando a gr. de ouro a R$ 43,00 temos R$ 154,8 milhões). A Paraíso vai para seu filho Domingos, 2o Barão de Rio Preto que, ao morrer em 1876, deixa a Paraíso para seu filho, também Domingos (Dominguinhos), que é casado com uma filha de Manoel Vieira Machado da Cunha, Barão d’Aliança, que comprou a Paraíso do genro em 1895. Este Barão d’Aliança é sobrinho de José Vieira Machado da Cunha, 1o Barão do Rio das Flores, que, por sua vez, é bisneto do casal Antonio da Cunha Carvalho e Bernarda Dutra da Silveira que são meus 6º avós. O 1º Barão Rio das Flores é casado com Maria Salomé que é irmã do meu bisavô João Antonio de Avellar e Almeida que é casado com Ana Margarida que é neta-paterna dos meus dois> 4os avós: 1o Barão de Cajurú e de Manoel Rufino de Arantes.

 

IMBATÍVEL EM RIQUEZA:

 

OSCILAÇÃO DA COLOSSAL FORTUNA do VISCONDE de MAUÁ:

1) EM 1867 O CAPITAL da MAUÁ & Cia. ERA DE: 115.000 CONTOS DE RÉIS, que eqüivaliam a 12 milhões de libras esterlinas, ou 60 milhões de dólares americanos. Referências da época para melhor entendimento desta enorme fortuna:

1o) O Orçamento de todo Império do Brasil em 1867 era de 97 mil contos de réis.

2o) Cornelius Vanderbilt (+ rico do sec. XIX) deixa herança de 100 milhões de dólares.

3o). A fortuna pessoal do Barão em 1865 era de 1 milhão de libras e o Banco da Inglaterra tinha ativos de 43 milhões de libras em 1865.

4º) Todo o comércio internacional do Brasil em 1854 era de 175,9 mil contos de réis.

2) EM 1870 O CAPITAL ESTAVA REDUZIDO A 80 MIL CONTOS DE REIS

3) EM 1876 O VISCONDE DE MAUÁ NÃO TINHA MAIS A FIRMA MAUÁ & Cia. E ESTAVA REDUZIDO A 10 MIL CONTOS DE RÉIS que eqüivaliam a 1,1 milhão de libras esterlinas, após honrar os pagamentos aos investidores, porém, ainda ERA O HOMEM MAIS RICO DO PAÍS, com SUA CIA. AGRÍCOLA PASTORIL que era um sucesso.

4) EM 2/7/1878 DECRETOU SUA PRÓPRIA FALÊNCIA. PARA PAGAR TODOS OS COMPROMISSOS DAS DÍVIDAS COM OS CREDORES ELE PÔS À VENDA TUDO O QUE TINHA, PORÉM RESTA AINDA, 1,5 MIL CONTOS DE RÉIS DE SUA CIA. AGRÍCOLA PASTORIL (e talvez a receber, 1,3 milhão de libras, quase 12 mil contos de réis).

5) EM 1885 O VISCONDE É APENAS UM HOMEM RICO, DESILUDIDO E DOENTE, refugiado em Petrópolis, com uma empresa de corretagem no Rio e estâncias de gado no Uruguai, fazendo temporadas em Lambari e Poços de Caldas para cuidar da diabetes.

Anibal de Almeida Fernandes - FONTES : ANUÁRIO GENEALÓGICO BRASILEIRO, ANO III,  1941, Fls., 159 a 164. MAUÁ, EMPRESÁRIO DO IMPÉRIO, JORGE CALDEIRA, CIA. das LETRAS, 1996.

Colaboração: Envio da foto do visconde do Rio Preto por Regina Cascão - Do site: http://www.riodasflores-artur.com.br/vultos_historicos.html

                                                                                                                                ================================================================

RIO PRETO

  

fotos do barão

O barão de RIO PRETO foi Domingos Custodio Guimarães Filho que faleceu em 12 de Fevereiro de 1876 em Valença. Era filho dos viscondes de RIO PRETO. Casou com Maria Bebiana de Araújo Guimarães. Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional de Valença.

BRASÃO DE ARMAS: Um escudo com as de sua mãe a viscondessa do RIO PRETO.(Ver a descrição nesse título).

Colaboradora

Regina Cascão: fonte da foto; br.geocities.com/leoni_iorio_valenca_div2/

                                                                                                                                  =================================================================

RIO REAL

O 1º barão do RIO REAL foi José Dantas de Itapicurú.

Adenda

Fonte: Anuário Genealógico Brasileiro Ano III de 1941, pág.333

O barão nasceu a 19 de Março de 1798 no Engenho da Camuciatá Itapicurú, Baia, e faleceu a 10 de Novembro de 1862 em Salvador, Baia.Juiz Ordinário e Juiz de Orfãos de Itapicurú, Baia.Filho do capitão-mòr José D'Antas, nascido a 8 de Março der 1773, no Engenho de Camuciatá, falecido a 09 de Maio de 1832, e de sua prima Francisca de Souza; neto paterno de Inácio dos Reis Leite e de Maria Francisca de Souza; neto materno de Francisco Gonçalves Leite e de Ana Maria de Macedo. O barão em 01 de Outubro de 1828 casou com Ana Ferreira de Jesus, falecida a 16 de Outubro de 1836, filha de Manuel Pinto de Souza, capitão-mór de Inhambupe.

                                                                                                                                  =================================================================

RIO REAL

O 2º barão do RIO REAL foi João Gualberto Dantas, natural da Baia que faleceu em 18 de Fevereiro de 1888.

Adenda

Fonte: AGB, Ano III de 1941, pág.335

O 2º barão de Rio Real, nasceu a 12 de Julho de 1829, no Engenho de Catú (Itapicurú, Baia); e ali faleceu em 8 de Fevereiro de 1888.Deputado.Filho do 1º barão, do Rio Real (acima citado).Foi casado com Edwirges de Souza Leite, falecida a 14 de Dezembro de 1922, em Salvador Baia, filha de José de Souza Leite

                                                                                                                                 =================================================================

RIO SECO

O visconde com grandeza do RIO SECO foi Joaquim José de Azevedo

(Ver marques de Jundiaí)

                                                                                                                                 =================================================================

RIO DAS VELHAS

O barão e visconde do RIO DAS VELHAS foi Francisco de Paula Fonseca Vianna.

Adenda

Francisco de Paula Fonseca Vianna, barão e visconde do Rio das Velhas, n.a 2 de abril de 1815, em Sta.Luzia do Sabará, capitania de Minas Gerais.Era filho legítimo do tenente José de Souza Vianna e de d.Maria Cândida de Assumpção, proprietários da Fazenda dos Angicos, no então município da Vila Real de Nossa Senhora da Conceição do Sabará. Neto paterno do alferes Bernardo de Souza Vianna e de d. Angélica Maria Ribeiro. Bisneto paterno-materno do licenciado Manuel Pacheco Ribeiro e da morgada d. Damiana Josefina Margarida de São José, natural da ilha do Faial, nos Açores. Neto materno do tenente-coronel Antonio da Fonseca Ferreira, cavaleiro da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo, e de d.Josefa Maria da Conceição, fazendeiros na Carreira Comprida, à margem esquerda do rio das Velhas, próximo a Santa Luzia. Francisco de Paula Fonseca Vianna casou-se a 18 de junho de 1835(1) com d. Maria Cândida de Salles, filha legítima do tenente Francisco de Salles Rocha e de d. Carlota Joaquina de Salles, falecida a 15 de outubro de 1878, baronesa do Rio das Velhas. Em segundas núpcias casou-se, a 17 de maio de 1879, com sua sobrinha d. Ana Cândida Fonseca Vianna, filha legítima do major Antonio Ribeiro da Fonseca e de d. Bernarda Cândida de Souza Vianna, nascida a 10 de fevereiro de 1846 e falecida em Belo Horizonte a 23 de fevereiro de 1923. A viscondessa do Rio das Velhas, tia-avó de quem escreve esses dados biográficos, era neta paterna do tenente-coronel João Ribeiro da Fonseca, cavaleiro da Ordem de Cristo, natural de São Cipriano do Refontoura, Arcebispado de Braga, Portugal, e de sua segunda esposa, d.Maria Joaquina de Jesus. Por ocasião da revolução mineira de 1842, sendo Francisco de Paula Fonseca Vianna  tenente da Guarda NAcional e vereador suplente da Câmara Municipal de Sabará, tomou parte na sessão em que na mesma aderiu ao movimento revolucionário, sendo depois nomeado, pelo governo sedicioso, major da 1ª Região de Sabará(2). Em 1848 foi nomeado tenente-coronel chefe do 2º batalhão da Legião da Guarda Nacional do Município de Sabará(3). Mais tarde foi comandante superior da Guarda Nacional de Sana Luzia e Curvelo(4). Dedicando-se à agricultuira, foi proprietário das Fazendas do Mucambo e Bom Jardim, situadas nas vizinhanças de Matosinhos, distrito de Santa Luzia do Rio das Velhas, hoje pertencentes ao município de Pedro Leopoldo. Em 1867, tendo auxiliado a organização de batalhões de voluntários destinados à guerra com o Paraguai, recebeu Francisco de Paula Fonseca Vianna o título de Barão do Rio das Velhas, por deceto imperial de 25 de abril desse ano. Espirito progressita, foi o Barão dos Rio das Velhas  um dos fundadores da Companhia Industrial Sabarense, uma das mais antigas fábricas de tecidos de Minas Gerais e do Brasil.Como político militou no Partido Liberal, várias vezes sendo eleito vereador às câmaras municipais de Sabará e Santa Luzia, desta última tendo sido presidente(5) Por ocasião de uma das visitas do Imperador D.Pedro II a Minas Gerais, teve o barão do Rio das Velahas a honra de o hospedar e acompanhar em 1881. Foi distinguido, então, com a comenda da Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo, por decreto de 15 de junho e Carta de 25 do mesmo mes e ano.Por decreto imperial a 7 de março de 1885 aqui reproduzido, foi elevado a Visconde do Rio das Velhas. Ativamene se decidando à propriedade da região em que era influente chefe político e grande fazendeiro, é o Visconde do Rio das Velhas considerado um dos fundadores da atual cidade de Pedro Leopoldo(6).Faleceu a 17 de fevereiro de 1895, aos 80 anos de idade, incompletos.

 Fonte: -  Anuário Genealógico Brasileiro Vol V - 1943 - pags. 77 a 80

(Dados Bibliográficos, por Helio Vianna)

(1) - Livro de Casamentos de Santa Luzia, 1822-1898.fl. 28, na Cúria Metropolitana do Arcebispado de Belo Horizonte

(2) - Cf. o Quadro Chronologico das Peças mais Importantes sobre a Revolução da Provincia de Minas Gerais em 1842, coligidas e publicadas por Bernardo Xavier Pinto de Souza, 2ª ed., Ouro Preto, 1844, reproduzido na Revista do Arquivo Público Mineiro, ano XV, 1910, págs. 274-276

(3) - Livro nº 306, de Registo e Notas sobre Patentes da Guarda Nacional, fl, 334v., no Arquivo Público Mineiro, Belo Horizonte.

(4) - Almanak Administrativo Civil e Industrial da Província de Minas Gerais, 1869-1870, pág. 170.

(5) - Almanak cit., 1864, pág.190

(6) - Anuário de Minas, de 1918, II - 1.313.

                                                                                                                                   =================================================================

RIO VERDE

O barão do RIO VERDE foi João Antonio de Lemos que nasceu na Província de MG e faleceu em S. Gonçalo do Sapucaí nessa província, assassinado pelo Dr. Joaquim Gomes de Souza, casado com uma sua neta e que condenado sucessivamente três vezes pelo júri foi entretanto absolvido por irresponsável como alienado e internado no Hospício D Pedro II onde faleceu. Político influente no Sul de Minas, foi deputado provincial em cinco legislaturas e Geral por sua província nas 3ª,4ª e 5ª legislaturas de 1830 até 1841.Era membro do Conselho Geral da Província de Minas. Foi o fundador em S. Gonçalo, da primeira Fábrica de Chapéus no Brasil. Comendador da imperial Ordem de Cristo.

                                                                                                                                =================================================================

RIO VERMELHO

O visconde de RIO VERMELHO foi Ignacio da Cunha Menezes, natural da Província da Baia que faleceu nessa Província em 15 de Janeiro de 1850.Casou com Maria Joana da Cunha Menezes. Comandante Superior da Guarda Nacional, foi Vice-Presidente da Província da Baia em 1835 e Senador por essa Província, nomeado em 1827.Era Comendador da imperial Ordem da Rosa e de Cristo e sócio do IHGB desde 1839.

Correção

Conforme o AGB, Ano III de 1941, pág.337., o nome do visconde era Manuel Inácio da Cunha Menezes.

                                                                                                                                =================================================================

RIO VERMELHO

O barão do RIO VERMELHO foi José Felix da Cunha Menezes que faleceu na Província da Baia em 23 de Julho de 1870.Casou com Joaquina Júlia Navarro da Cunha Menezes natural da Província da Baia. Era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da de Cristo.

                                                                                                                              =================================================================

ROMEIRO

O barão de ROMEIRO foi Manuel Ignacio Marcondes Romeiro que nasceu em SP e faleceu em Pindamonhangaba, SP a 30 de Janeiro de 1890.Era filho do Sargento-Mór de Pindamonhangaba José Romeiro de Oliveira, Cavaleiro da Ordem de Cristo e de Ana Marcondes de Moura Romeiro.Casou em primeiras núpcias com Mariana Marcondes Cabral e em segundas núpcias com Mariana Marcondes de Oliveira César. Baronesa de Romeiro, filha de Antonio de Oliveira César e de Maria Angélica de Oliveira César. Importante lavrador e capitalista.

                                                                                                                              ==================================================================

ROSÁRIO

O barão de ROSÁRIO foi João José do Rosário que faleceu no RJ. Foi Diretor de Contabilidade do Tesouro Nacional e era do Conselho de S. Magestade. Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa e da Real Ordem de Cristo de Portugal.

                                                                                                                               ==================================================================

Topo // Índice A - Z