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PACHECO

O barão com grandeza de PACHECO foi Manuel Pacheco da Silva que nasceu na cidade do RJ, a 6 de Agosto de 1812 e faleceu nessa cidade a 8 de Abril de 1889.Era filho de Manuel Pacheco da Silva, natural da Baia e de Francisca de Ponce da Silva natural de Andaluzia. Casou-se com Rosalina Dionisia Pacheco Silva ,nascida no RJ em 24 de Fevereiro de 1916,filha do Cirurgião-Mór João Carvalho de Vasconcellos e de Theresa Leonissa Carvalho de Vasconcellos. Doutor em medicina pela Faculdade do RJ em 1839.Em 1835 foi nomeado Membro do Conselho Diretor da instrução primária e secundária do Município da Corte e Inspetor Geral interino; Membro da Junta Central de Higiene Publica e Reitor do Colégio D.Pedro II. Por decreto de 1857 foi nomeado Diretor do Instituto Comercial do RJ e em 1872 Preceptor dos Príncipes D. Pedro e D. Augusto, filhos do Duque de Saxe e de sua Alteza Imperial a senhora D. Leopoldina. Era Grande do Império, do Conselho de S. Magestade, nomeado em 1860;Oficial da I. Ordem da Rosa, por serviços prestados a Instrução Pública em 1854, e em 1876 foi distinguido com a Cruz de 2ªClasse da Ordem Ducal Ernestina de Saxe-Coburgo Gotha.

Adenda
 
Manuel Pacheco da Silva- agraciado com o título ( Dec 02.04.1887 ) de Barão de Pacheco. Título de origem antroponímica, tomado do sobrenome da família.  Foi sepultado no Cemitério S. Francisco Xavier, no Caju, Rio -RJ, e em 1894 seus restos mortais foram transladados para o jazigo da família construído no Cemitério de S. João Batista, em Botafogo, Rio-RJ. Deixou cinco filhos de seu casamento com Rosalina ( Dionísia) Leonissa de Carvalho, nascida em 24.02.1816 no Rio e falecida na mesma cidade em 21.02.1894, Baronesa de Pacheco. Em 1891, já viúva, residia na rua Barão de Ibituruna nº 1, no Rio Comprido, Rio-RJ.
 
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Pacheco, Barão; família Pacheco da Silva.

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PAJEÚ

O barão de PAJEÚ foi Andrelino Pereira da Silva.

Adendas 

Andrelino Pereira da Silva - agraciado com o título ( Dec 10.12.1888 ) de Barão de Pajeú .Título de origem toponímica, tomado a um rio de Pernambuco. Filho  de Manoel Pereira da Silva, que era abastado fazendeiro, Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional da então Comarca de Pajeú das Flores, Oficial da Imperial Ordem da Rosa e Cavaleiro da de Cristo, Juiz Municipal Suplente e de Órfãos da referida comarca, e arrematante da Taxa Nacional na Vila Bela.Exerceu ainda o cargo de Delegado de Polícia de Pajeú das Flores, onde foi Chefe do Partido Conservador. Sua mãe foi Francisca Pereira da Silva. Avós paternos: José Pereira da Silva, capitão, e Jacinta Osséria de Santo Antonio, falecida em 26.03.1851. Avós maternos: Aniceto Nunes da Silva, capitão, e Antonia Lourenço de Jesus. Casou-se duas vezes: (1) com Maria Osséria de Santo Antonio e (2) com a que seria a Baronesa de Pajeú , havendo filhos de ambas.

Colaboradores

Regina Cascão - Fonte: Gente de Pernambuco, de Orlando Cavalcanti

José Renato Pessoa Dantas. Envio da foto do barão - Fonte: www.saofidelisrj.com.br

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PALMA

barão de Palma

O barão de PALMA foi Antonio de Freitas Paranhos

Adendas

O barão de PALMA nasceu em Outubro de 1815, em Salvador, Baia.Comendador, coronel da Guarda Nacional.Primo-irmão do visconde do Rio Branco.A família Paranhos, conselho de Penafiel (Porto,Portugal).O pai do barão da Palma e seu irmão Agostinho da Silva Paranhos (pai do visconde do Rio Branco) vieram para o Brasil, a chamado de seu tio o capitão-mór (da Baia) Silva Paranhos.Casou com Maria José da Conceição Moniz de Aragão, nascida em 08 de Dezembro d 1821, em Salvador, e falecida em Fevereiro de 1902.

Fonte: AGB III de 1941, pág.586

Antonio de Freitas Paranhos - agraciado com o título ( Dec 27.03.1872 ) de Barão da Palma. Título de origem toponímica. Filho de José de Freitas Paranhos, nascido cerca de 1783, e de Joaquina Rosa de Freitas. Nasceu em 1811 (*)  e faleceu a 12.10.1880 em Salvador-BA. Deixou geração de seu casamento com Maria da Conceição Moniz de Aragão, falecida em 19.03.1901 (**) em Salvador-BA, Baronesa de Palma, filha  do Capitão Francisco José Paranhos e de Ricarda Perpétua dos Santos Lopes.

(*) Nascimento- AGB, cfe. adenda acima, informa 1815. Dicionário diz 1811.

(**) Falecimento da baronesa - AGB, cfe. adenda acima, informa fevereiro de 1902. Dicionário apresenta 19 de março de 1901.

Colaboradora:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Palma. Barão; família Freitas Paranhos.

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PALMARES

O barão de PALMARES foi Bernardo José da Câmara que nasceu em Pernambuco e faleceu nessa província em 29 de Setembro de 1878,com 71 anos de idade. Casou-se com Maria E. da Câmara Nobre. Agricultor, prestou grandes serviços na Guerra do Paraguai, organizando corpos de Voluntários, nos quais todos os seus filhos sentaram praça. Envolvido na rebelião de 1848 de PE, cumpriu pena até sobrevir a anistia.

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PALMEIRA

barão e visconde da Palmeira

O barão e visconde da PALMEIRA foi Antonio Salgado da Silva que faleceu em 26 de Fevereiro de 1888.Era filho de Antonio da Silva Salgado e da sua segunda mulher Maria Correia com quem se casou em 1787,filha do alferes Ignácio Correia da Silva. Casou-se em Pindamonhangaba em 1835 com sua sobrinha Maria Bicudo Salgado, filha de Ignácio Bicudo de Siqueira Mendonça e de Francisca Salgado da Silva. Era pai da baronesa de LESSA.

Adendas
 
Antonio Salgado da Silva- agraciado com o título ( Dec 16.02.1867 ) de Barão de Palmeira; elevado ao título ( Dec 18.08.1887 ) de Visconde de Palmeira . Nasceu em Pindamonhangaba-SP a 25.07.1805. Estabelecido no estado de São Paulo. Chefe do Partido Liberal, revolucionário de 1842, filantropo - sempre em Pindamonhangaba. Deixou geração de seu casamento, em 1835, coma sua sobrinha Antonia Maria Bicudo Salgado, Viscondessa de Palmeira,
 
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes; Palmeira, Visconde; família Salgado da Silva.

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PALMEIRAS DOS INDIOS

O barão de PALMEIRA DOS INDIOS foi Paulo Jacinto Tenório, coronel da Guarda Nacional.

Adenda

Paulo Jacinto Tenório - agraciado com o título ( Dec 28.08.1889 ) de Barão de Palmeira dos Índios. Título de origem toponímica. Filho de Paulo Caetano Tenório de Albuquerque, nascido em Águas Belas-PE , e de sua primeira mulher Joaquina do Espírito Santo Cavalcanti, filha de João José Cavalcanti de Araújo ( João José do Retiro), e de Maria dos Santos Tenório. O casal Paulo e Joaquina teve 12 filhos, dos quais sobreviveu apenas um: o Barão.Tratado sempre de Coronel, seu título nobiliárquico foi um dos derradeiros da Monarquia . Era Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional em Palmeira dos Índios, tendo antes a carta-patente de Capitão Secretário geral do Comando Superior do Município de Assembléia (Viçosa), Alagoas.Grande proprietário rural, chegou a reunir uma fortuna considerável para o seu tempo. Casou com Águeda Tenório de Albuquerque, filha de José Fernandes Tenório Luna e Maria Pastora Tenório. Com sucessão. Quando moço, assinava Paulo Jacinto Tenório de Albuquerque.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Gente de Pernambuco - Orlando Cavalcanti

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PALMEIRAS

O 1º barão com grandeza de PALMEIRAS foi Francisco Quirino da Rocha. Casou-se com Luiza Maria de Jesus de Souza, filha de Manuel Pinheiro de Souza e de Teresa Maria de Jesus.Era avô do 2º barão de PALMEIRAS e do barão de WERNECK.Era fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial e comendador da Imperial Ordem de Cristo.

Adenda

Francisco Quirino da Rocha- agraciado com o título ( Dec 26.07.1849) de Barão de Palmeiras; elevado ao título  ( Dec 06.11.1850 ) de Barão com honras de grandeza de Palmeiras. Título de origem toponímica, tomado da Fazenda das palmeiras, termo do município de Iguaçu-RJ, de propriedade do titular. Filho de José da Rocha Chaves e de Josefa Maria da Câmara. Neto de de Antonio da Rocha Solha, patriarca da família Rocha Chaves, do Rio de Janeiro. Nasceu cerca de 1780 na Freguesia do Pilar do Iguaçu-RJ e foi batizado na Freg.de Santa Rita, Rio-RJ. Faleceu a 11.05.1858, em sua Fazenda das Palmeiras, termo do município de Iguaçu-RJ. Comendador da Ordem de Cristo. Vereador e Presidente da Câmara Municipal de Paraíba do Sul-RJ, em cuja gestão foram construídos mais de 80 metros de cais junto às margens do Rio Paraíba, para evitar que as cheias deste rio desbarrancassem as margens . Ao falecer, seu inventário constava da avultada fortuna 925 contos de réis.  Casou com Luiza Maria de Jesus ( e Souza * ), natural da Freguesia de Santo Antônio de Jacutinga-RJ, falecida em 21.04.1821, em Paty do Alferes - RJ, filha de Manoel Pinheiro de Souza e de Teresa Maria de Jesus. "Quirino"  fazia parte seu prenome, e ele o perpetuou esse nome de batismo em seus descendentes, unido ao seu nome de família, "Rocha" , originando-se daí a família Quirino da Rocha. Não houve Baronesa de Palmeiras porque sua esposa faleceu antes da concessão dos títulos. 

Colaboradores:

José Roberto de Vasconcellos Nunes- pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Palmeiras, Barão; família Quirino da Rocha.

BRASÃO DE ARMAS: Um escudo com as armas dos Rochas de prata com uma aspa de vermelho, carregada de cinco vieiras de ouro bordadas de azul. TIMBRE: a aspa das armas, com uma vieira por cima. CORÔA: a conde.

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PALMEIRAS

Foto do 2º barão de Palmeiras

O barão de PALMEIRAS foi João Quirino da Rocha Werneck que nasceu na província do RJ em 1846.Era filho do Coronel Luiz Quirino da Rocha Werneck, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Tenente-Coronel de Milicias e de Francisca das Chagas Werneck; neto paterno de Francisco Quirino da Rocha,barão de PALMEIRAS com grandeza e de Luiza Maria de jesus de Souza e por parte materna do Sargento-Mór Francisco das Chagas Werneck, Comendador da Ordem de Cristo. Casou com Carolina Pinheiro de Souza Werneck, filha dos barões de IPIABAS. Agricultor na província do RJ e capitalista.

 Adenda

João Quirino da Rocha Werneck - agraciado com o título ( Dec 19.09.1882 ) de Barão (2º ) de Palmeiras.  Filho de Luís Quirino da Rocha, nascido em 1811 e filho do 1º Barão de Palmeiras, e de Francisca das Chagas Werneck ( 1816 - 1844 ), filha dos Viscondes de Ipiabas. Nasceu em Paty do Alferes-RJ a 19.09.1846  e faleceu em Vassouras a 15.09.1926. Coronel Comandante da Guarda Nacional de Paraíba do Sul-RJ. Em Valença foi um dos fundadores, e depois Diretor da Estrada de Ferro Rio das Flores, que partia da estação do Comércio e seguia até a Vila de Santa Teresa de Valença. Diversas vezes Vereador e Presidente da Câmara Municipal da mesma cidade. Duas vezes Deputado a Assembléia Provincial do Rio de Janeiro. Sua atuação política em Paraíba do Sul se prolongou até a última administração de Nilo Peçanha. Colaborou para a construção da Estrada de Ferro Melhoramentos do Brasil, cujo reconhecimento veio na denominação de uma das estações da mesa estrada, denominada "Werneck", situada em frente a sede de sua Fazenda Glória do Mundo. Casou com sua prima Carolina Pinheiro de Souza, filha dos Viscondes de Ipiabas.

Colaborador: José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.

Regina Cascão - envio da foto - da coleção Helena Fernandes Sumares In "Iconografia e Bibliografia dos Titulares do Império" de Victorino Chermont de Miranda

 

BRASÃO DE ARMAS: Em campo de prata ,uma aspa de vermelho carregada de cinco vieiras de ouro bordadas de azul. TIMBRE: a aspa das armas, com uma vieira por cima. CORÔA: a de conde.

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PAQUEQUER

O barão de PAQUEQUER foi Joaquim Luiz Pinheiro (Ver visconde de Pinheiro)

Adendas

Joaquim Luiz Pinheiro - agraciado com o título ( Dec 11.12.1875) de Barão de Paquequer. Título de origem toponímica, tomado do Rio Paquequer, que corre no município de Teresópolis-RJ. Foi, depois, Visconde de Pinheiro ( Dec 15.04.1882 ) 

Colaboradora: 

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Paquequer, Barão de

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PAQUETÁ

O barão com grandeza de PAQUETÁ foi José Thomaz da Silva Quintanilha que faleceu em 1878 no RJ. Casou-se com Joaquina Soeiro Quintanilha. Era bacharel em matemáticas pela Universidade de Coimbra, prestou relevantes serviços à Independência, no Maranhão. Foi deputado Provincial e Presidente da Companhia Brasileira de Paquetes à vapor. Era Grande do Império, Oficial da Ordem do Cruzeiro e Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo.

Adenda
 
José Tomaz da Silva Quintanilha - agraciado com o título ( Dec 22.11.1871 ) de Barão com honras de grandeza de Paquetá. Título de origem toponímica, tomado da ilha de mesmo nome, situada na Baía de Guanabara, Rio de Janeiro-RJ. Filho de José Tomaz da Silva Quintanilha , nascido cerca de 1770 em Braga, Portugal , e de Maria da Glória Soeiro de Souza, natural de SA. Luís-MA. Nasceu a 15.04.1799 em Lisboa e faleceu a 22.12.1878 no Rio de Janeiro-RJ. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas. Deixou geração de seu casamento com sua tia materna  Joaquina Jansen Soeiro, falecida a 01.04.1886 no Rio-RJ, Baronesa com honras de grandeza de Paquetá, filha de José Nunes Soeiro e Joana Jansen Muller de Castro. Em 1880 residia na rua do Lavradio 49, centro da cidade do Rio de Janeiro, com propriedade também na Ilha de Paquetá.
 
Colaboradora: 
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Paquetá, Barão e família Quintanilha./

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado no primeiro e quarto, em campo de ouro, um leão de purpura rompente armado de azul, tendo na garra destra um compasso de góles, e na espádua uma folha de independência de sinople, nervada e orlada de ouro e por cima da cabeça uma estrela de góles; no segundo e terceiro, em campo de sinople, cinco seixas de prata voando e postas em aspa .Brasão passado em 29 de Janeiro de 1872.Treg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls,12v).

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PARAGUASSÚ

O 1º barão de PARAGUASSÚ foi Salvador Muniz Barreto de Aragão que faleceu na Baia em 15 de Julho de 1865.Era pai do 2º barão e visconde de Paraguassú, Francisco Muniz Barreto de Aragão. Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo.

Adenda

Obs: O Dicionário das Famílias Brasileiras registra-lhe o nome como Salvador Moniz Barreto de Aragão Souza Menezes.

Salvador Moniz Barreto de Aragão Souza Menezes - agraciado com o título ( Dec 11.10.1848) de 1º Barão  de Paraguassu, hoje escrevendo-se Paraguaçu. Nascido a 02.09.1789 em São Francisco-BA e falecido a 05.07.1865 na Bahia. Deixou geração do seu casamento com Teresa Clara do nascimento Viana, nascida a 24.09.1796 e falecida a 13.03.1882, filha de Francisco Vicente Viana e neta de Frutuoso Vicente Viana, patriarca da família Vicente Viana, da Bahia.

Colaboradores: 

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Paraguassu, Barão de; família Muniz Barreto de Aragão

                                                   Prof. Dr. Dr. h. c. Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira, descendente deste título, faz a correção ortográfica de Muniz para Moniz ao sobrenome familiar

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PARAGUASSÚ

O 2º barão e visconde de PARAGUASSÚ foi Francisco Muniz Barreto de Aragão, natural da Baía. Era filho de Salvador Muniz Barreto de Aragão,1º barão de PARAGUASSÚ. Foi Cônsul Geral do Brasil em Hamburgo. Era Moço Fidalgo com exercício na Casa Imperial, Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo, Grande Dignitário da Imperial Ordem da Rosa, Comendador da Ordem do Libertador Bolivar, de Venezuela de 1ª classe, Cavaleiro da Ordem Grã-Ducal de Baden e do Leão de Zaehingen.

Adenda
 
Francisco Muniz Barreto de Aragão - agraciado com o título ( Dec 17.07.1872 ) de Barão de Paraguaçu; elevado ao título ( Dec 10.11.1883 ) de Visconde de Paraguaçu. Nasceu a 11.08.1813 na Bahia e faleceu a 25.07.1901 em Hamburgo, Alemanha. Diplomata .Faleceu solteiro.
 
Colaboradora: Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Paraguassu, Visconde; família Muniz Barreto de Aragão.
 Prof. Dr. Dr. h. c. Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira, descendente deste título, faz a correção ortográfica de Muniz para Moniz ao sobrenome familiar

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PARAIM

O barão de PARAIM foi José da Cunha Lustosa Paranaguá, filho do Coronel José da Cunha Lustosa, natural da freguesia de N.S. do Livramento, depois vila e comarca de Paranaguá, na província do Piauí, onde faleceu a 2 de Março de 1827 e de Ignacia Antonia dos Reis Lustosa, que faleceu em 10 de Julho de 1860.O barão de PARAIM era irmão do marques de PARANAGUÁ e do barão de SANTA FILOMENA.

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PARAIBA

O barão e visconde com grandeza de PARAIBA foi João Gomes Ribeiro de Avellar, que faleceu na Paraíba do Sul, província do RJ em 12 de Janeiro de 1879.Era filho de Luiz Gomes Ribeiro de Avellar e de Joaquina Mathilde de Assunção. Casou com Carolina de Azevedo, filha do Comendador Manuel Joaquim de Azevedo.Era irmão da baronesa de PATI DOS ALFERES Maria Isabel Assunção de Avellar ,do barão de SÃO LUIZ, do barão de GUARIBÚ, e sobrinho do 1º barão de CAPIVARI. Era coronel da Guarda Nacional da Paraíba do Sul e Petrópolis e importante fazendeiro nesses municípios. Era Grande do Império, Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da de Cristo.

Adenda
 
João Gomes Ribeiro de Avelar - agraciado com o título ( Dec 11.10.1848 ) de Barão com honras de grandeza de Paraíba; elevado ao título ( Dec 04.03.1876 ) de Visconde de Paraíba. Título de origem toponímica, tomado do município de Paraíba do Sul -RJ , onde a família tinha fazendas e onde morreu o titular. Sua esposa foi apenas Baronesa  com honras de grandeza de Paraíba, por ter falecido antes da elevação do título a Visconde.
 
Colaboradores
 
José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Paraíba, Visconde; e família Gomes Ribeiro de Avelar.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado, no primeiro e quarto, de verde, um leopardo de ouro passante e um chefe de ouro com três estrelas de góles; no segundo e terceiro, de ouro, três faxas de azul, carregadas de três besantes de prata cada uma; e no centro um escudete tendo em campo de prata um ramo de cafeeiro e uma cana de açúcar ao natural, postos em aspa.(Brasão passado em 30 de Dezembro de 1858.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.39).

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PARAIBUNA

O barão com grandeza de PARAIBUNA foi Custódio Gomes Varella Lessa, natural de Lessa, arcebispado de Braga, em Portugal e faleceu na cidade de Pindamonhangaba, na província de SP em 31 de Agosto de 1855.Era filho de André Gomes Varella e de Maria Teresa de Jesus. Casou em primeiras núpcias em 1790 com Florinda Maria Salgado, natural de Lessa ,filha de Antonio da Silva Salgado e de Maria Ferraz de Araújo, e em segundas núpcias com Benedita Bicudo Salgado que foi mais tarde agraciada com o título de Viscondessa de Paraibuna, filha de Ignácio Bicudo de Siqueira Marcondes e de Francisca Salgado. Eram pais do barão de Lessa. Por seu primeiro matrimônio o barão de PARAIBUNA ,era pai da 1ª baronesa de PINDAMONHANGABA.

Adenda
 
Custódio Gomes Varela Lessa - agraciado com o título ( Dec 06.11.1850 ) de Barão de Paraibuna; elevado ao título ( Dec 16.05.1851 ) de Barão com honras de grandeza de Paraibuna. Título de origem toponímica.
O titular, como citado no ANB, era filho de André Gomes Varela e Maria teresa de Jesus. e, por ser natural  da Freguesia de Lessa, Arcebispado de Braga, acrescentou ao seu nome de família o de sua freguesia, daí Varela Lessa. Deixou numerosa descendência de seus dois casamentos: o primeiro com Florinda Maria de Jesus , nascida cerca de 1768 e falecida a 23.06.1839 em Pindamonhangaba-SP - antes da concessão dos títulos ao marido. E o segundo casamento, em Pindamonhangaba, com Benedita Bicudo salgado, nascida em 1821 e falecida a 13.12.1906 em Pindamonhangaba-SP, Baronesa de Paraibuna. Depois de viúva foi elevada a Viscondessa de Paraibuna, cfe. abaixo. 
 
Colaboradora: 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Paraibuna, Barão; e família Varela Lessa.

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PARAIBUNA

A baronesa e viscondessa de PARAIBUNA foi Benedita Bicudo Salgado Lessa, filha de Ignacio Bicudo de Siqueira Marcondes e de Francisca Salgado, filha de Antonio da Silva Salgado e de sua 1ª mulher Maria Ferraz de Araújo; neta paterna do Capitão-Mór Ignacio Bicudo de Siqueira casado em 1769 em Pindamonhangaba com Maria Vieira Marcondes que era filha do Capitão Antonio Marcondes do Amaral, natural da Ilha de S. Miguel e de Maria Madalena Cabral. Viúva do barão com grandeza de PARAIBUNA Custodio Gomes Varellla Lessa.

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PARAITINGA

O barão de PARAITINGA foi Jacinto Domingues de Castro que nasceu em S. Luiz do Paraitinga, SP em 3 Março de 1810 e faleceu nessa província em 27 de Setembro de 1887.Era filho do Capitão Manuel Domingues de Castro e de Eufrasia Maria de Campos. Casou com Maria Justina de Gouvea Castro filha do Capitão Jerônimo Pereira de Campos. Era grande influência política em seu distrito e foi deputado Provincial à Assembléia da Província de SP.

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PARANÁ

            

Marquês e marquesa do Paraná

O visconde com grandeza e conde e marques de PARANÁ foi Honório Hermeto Carneiro Leão que nasceu em Jacuí, Província de Minas Gerais, em 11 de Janeiro de 1801 e faleceu no RJ em 4 de Setembro de 1857.Era filho do Coronel Nicolau Netto Carneiro Leão e de sua primeira mulher Joana Severina Augusta de lemos. Casou com Maria Henriqueta Carneiro Leão, Dama honorária de S.M. a Imperatriz. Estudou humanidades em Minas, partiu para Portugal em 1820 e tomou o grau de bacharel em direito pela Universidade de Coimbra em 1825.Começou a carreira da magistratura como Juiz de Fora em S. Sebastião em 1826,chegando à Desembargador da Relação de PE e Conselheiro aposentado do Supremo Tribunal de Justiça. Foi deputado à Assembléia Geral na 2ª,3ª e 4ª legislaturas de 1830 a 1841.Senador pela província de MG em 1842.Ministro Plenipotenciário em missão especial no Rio da Prata em 1851.Foi presidente das Províncias de PE em 1848 do RJ em 1841.Chamado aos Conselhos da Corôa, foi Ministro da pasta da Justiça no 3º Gabinete de 1832,da Fazenda e Presidente do Conselho no 12º Gabinete de 1853.Político e magistrado de grande valor foi do Conselho de S. Magestade, Conselheiro de Estado em 1842,membro do IHGB desde 1839,Grã-Cruz das Imperiais Ordens de N.S. de Vila Viçosa de Portugal, de Cristo do Brasil, da Águia Branca da Rússia e da Imperial Ordem do Cruzeiro. Era Grande do império e Provedor da Santa Casa de Misericórdia.

 Nunca foi conde, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adenda
 
Honório Hermeto Carneiro Leão - agraciado com o título de ( Dec 26.06.1852 ) de Visconde com honras de grandeza de Paraná; elevado (*) ao título ( Dec 02.12.1854 ) de Marquês de Paraná. Título de origem toponímica. Deixou numerosa descendência de seu casamento, a 22.05.1826 no Rio de Janeiro-RJ, com sua prima Maria Henriqueta Netto Carneiro Leme, Marquesa de Paraná, nascida a 01.05.1890 em Paracatu-MG e falecida a 01.12.1887 na Fazenda do Lordelo, Porto Novo do Cunha-MG.
 
(*) Apesar da correção ao ANB feita pelo Prof. Carlos Rheingantz, acima citada, o Dicionário apresenta a concessão ao título de Conde em 12.10.1853 .
 
Colaboradores: 
 

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Paraná, Marquês; e família Carneiro Leão.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro partido de vermelho e azul e sobre ele um leão de ouro rompente de prata; bordadura de ouro carregada de quatro folhas de figueira ao natural acantonadas e de quatro flores de liz de azul em cruz; no segundo de góles, com uma banda de azul, acoticada de ouro, carregada de três flores do mesmo, entre dois carneiros de prata, passantes armados de ouro; e assim os contrários. TIMBRE: o leão do escudo com uma folha de figueira na testa. DIVISA: Cor unum via una.(Brasão passado em 28 de Novembro de 1855.Reg.Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.26).

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PARANÁ

      

Barões do Paraná (Dr. Henrique Hermeto Carneiro Leão e Zeferina Marcondes dos Santos)

O barão de PARANÁ foi o Dr .Henrique Carneiro Leão que nasceu na Província do RJ em 22 de Novembro de 1847 e faleceu na cidade do RJ a 16 de Março de 1916.Era filho dos marqueses de PARANÁ e irmão do barão de SANTA MARIA e da viscondessa do CRUZEIRO. Casou com Zeferina Marcondes, filha do Comendador Francisco Marcondes Machado e de Maria dos Remédios Marcondes Machado. Fez o curso de humanidades no Colégio Pedro II e em 1870 formou-se em Medicina na Faculdade de medicina do Rio de Janeiro Foi adiantadíssimo agricultor e criador no município de Sapucaia na Província do Rio de Janeiro.

BRASÃO DE ARMAS: As de seu pai o marques de PARANÁ Escudo esquartelado: no primeiro partido de vermelho e azul e sobre ele um leão de ouro rompente de prata; bordadura de ouro carregada de quatro folhas de figueira ao natural acantonadas e de quatro flores de liz de azul em cruz; no segundo de góles, com uma banda de azul, acoticada de ouro, carregada de três flores do mesmo, entre dois carneiros de prata, passantes armados de ouro; e assim os contrários. TIMBRE: o leão do escudo com uma folha de figueira na testa. DIVISA: Cor unum via una.(Brasão passado em 28 de Novembro de 1855.Reg.Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.26).

Regina Cascão - envio da foto - Coleção Dalmiro da Motta Buys de Barros In "Iconografia e Bibliografia dos Titulares do Império" de Victorino Chermont de Miranda

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PARANAGUÁ

 Marquês de Paranaguá

   Fonte da figura: www.senado.gov.br

O 1º visconde com grandeza e 1º marques de PARANAGUÁ foi Francisco Villela Barbosa que nasceu no RJ em 20 de Novembro de 1769 e faleceu nessa cidade em 11 de Setembro de 1846.Era filho do negociante Francisco Villela Barbosa natural da cidade de Braga Portugal e de Ana Maria da Conceição, nascida no RJ. Casou com N...,e em segundas núpcias com Maria Nazareth de Carvalho Villela, Dama honorária de S.M. a Imperatriz, falecida no RJ em 23 de Abril de 1877,com 85 anos de idade. Bacharel em matemáticas pela Universidade de Coimbra em 11 de Junho de 1796,foi lente da Academia Real da Marinha em 1801.Foi deputado pela Província do Rio de Janeiro às Cortes Portuguesa de 1821 ma 1822.Em 1823 pediu demissão do posto de Major de engenheiros no Exército português e veio para o Brasil onde foi nomeado Coronel e Engenheiros. Chamado 11 vezes ais Conselhos da Coroa, foi Ministro 7 vezes na pasta da Guerra,3 vezes na dos Estrangeiros e uma na do Império. Senador e Conselheiro de Estado em 1836.Foi um dos encarregados de tratar em Portugal, o reconhecimento da independência do Brasil em 1825.Era membro e Vice-Presidente da Academia de Ciências de Lisboa, da Sociedade Marítima, Militar e Geográfica da mesma cidade, do IHGB,desde1838,etc.Grande do Império, Conselheiro de Estado efetivo em 1823,foi um dos redatores da Constituição do Império. Era Grã-Cruz da I. Ordem de Cruzeiro.

BRASÃO DE ARMAS: Um escudo com as armas dos Barbosas, que são: de prata ,com uma banda de azul carregada de três crescentes de ouro, entre dois leões batalhantes de púrpura, armados de prata. TIMBRE: Um leão sainte de púrpura com um crescente das armas na espádua, armado de prata.

Adenda

Francisco Villela Barbosa - agraciado com o título (Dec 12.10.1825) de Visconde com honras de grandeza de Paranaguá, elevado (Dec 12.10.1826) a Marquês de Paranaguá. Casou duas vezes: a primeira, a  17.10.1790, em Coimbra, ano em que havia se matriculado na Universidade, ( segundo registro do livro C, de S. Cristóvão, Coimbra, fls. 21) com Joaquina Rita de Cássia da Cunha Sarmento, nasc. c.1775, Coimbra (S. João e Santa Cruz) e fal. 02.05.1821 na Rua dos Prazeres, em Lisboa  (cfe. registro do Livro 9 de Óbitos da Freguesia de Sta. Isabel, fls. 131v), sepultada no Convento dos Jesuítas, filha de Lourenço José Cardoso e de Ana Maria da Cunha Sarmento. Casou-se a segunda vez por volta de 1821, quando Deputado às Cortes de Lisboa, a 30.07.1822 (cfe registro do Livro 12 de Casamentos da Freg de Sta. Isabel, fls 10v) com Maria de Nazareth de Carvalho, nasc. 03.06.1790, batizada a 11.06 na Freg. de Sto. André de Vila de Mafra, Lisboa, falecida em Lisboa a 23.04.1877, filha de João Máximo de Carvalho e Ana Francisca Josefa Pinto de Moraes Sarmento.

Colaboradora: Regina Cascão - Fonte: " Presidentes do Senado no Império", Editora Senado Federal, 1997, autor: Carlos Eduardo Barata.  

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PARANAGUÁ

2º barão com grandeza e 2º marques de Paranaguá

O 2º visconde com grandeza e 2º marques de PARANAGUÁ foi João Lustosa da Cunha Paranaguá, que nasceu na fazenda do Brejo do Mocambo, freguesia de N.S. do Livramento, depois vila e comarca de Paranaguá, no Piauí em 21 de Agosto de 1821.Faleceu no RJ em 9 de Fevereiro de 1912.Era filho do Coronel José da Cunha Lustosa e de Ignacia Antonia dos Reis Lustosa. Casou em 1847 com Amanda Pinheiro Paranaguá que faleceu em 1874;filha do visconde de MONTSERRATE, Joaquim José Pinheiro de Vasconcellos e de Maria Francisca de Campos Pinheiro. Bacharel em direito, pela faculdade de Olinda em 1846.Everceu vários cargos na magistratura, aposentando-se com as honras de Desembargador em 1878.Foi deputado Provincial em 1840 e Geral por sua Prov´pincia nas 8ª e 13ª legislaturas de 1850 a 1865,quando foi nomeado Senador pelo Piauí. Presidiu as Províncias do Maranhão em 1858,Pernambuco em 1865 e Baia em 1881.Chamado várias vezes ao Conselho da Coroa, foi Ministro do Império no 15ºGabinete de 1859,da Justiça da Guerra e dos Estrangeiros no 22º Gabinete de 1866;da Guerra no 27º Gabinete de 1878;da Fazenda e Presidente do Conselho no 30º Gabinete de 1882,e finalmente Ministro dos Estrangeiros no 33º Gabinete de 1885.Durante sua longa e honrosa existência prestou mais de sessenta anos de relevantes serviços ao seu país. Foi presidente da Sociedade de Geografia do RJ, durante 29 anos e do IHGB; Sócio honorário do Instituto do Ceará, etc. Era Grande do Império, Veador de S. Magestade a Imperatriz, Conselheiro de Estado em 1879,Comendador da Ordem de S. Gregório Magno, Dignitário da I., Ordem e Gentil-Homem da Imperial Câmara.

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PARANAPANEMA

                           

Barão e baronesa de Paranapanema

Foto colaboração da imagem do barão:

Marcelo Teodoro de Oliveira

O barão de PARANAPANEMA foi Joaquim Celestino de Abreu Soares, filho do Capitão, Comendador Joaquim José Soares de Carvalho e de Maria Feliciana de Abreu. Era irmão da baronesa de ATIBAIA. Casou três vezes, a primeira com Joaquina Angélica de Oliveira, em 1841,em São Carlos, SP; a Segunda vez casou e não deixou geração, e a terceira com Maria Carolina de Toledo Soares em 1861,filha do Major Antonio Elias de Toledo Lima e de Carolina Maria de Arruda. Era capitão da Guarda Nacional.

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PARANAPIACABA

barão de Paranapiacaba

O barão de PARANAPIACABA foi João Cardoso de Menezes e Souza que nasceu em Santos SP a 25 de Abril de 1827 e faleceu em 3 de Fevereiro de 1915,no RJ. Era filho de João Cardoso de Menezes e Souza. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais em 1848,pela Academia de SP, foi professor em Taubaté e advogado na Corte até 1857.Serviu longos anos no Tesouro Federal, onde aposentou-se no lugar de Diretor do Contencioso em 1890. Foi deputado à Assembléia Geral pela Província de Goiás nas 14ª,15ª e 16ª legislaturas desde 1869 a 1878.Do Conselho de S. Magestade, era Sócio e Presidente do Conservatório Dramático do Rio de Janeiro, do IHGB, do Instituto do Ceará, etc. Era dignitário da I, Ordem da Rosa. Desde os bancos acadêmicos distinguiu-se como literato e grande poeta, tendo escrito grande número de obras literárias de grande valor.

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PARANGABA

O barão de PARANGABA foi José Miguel de Vasconcellos.

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PARAOPEBA

barão de Paraopeba

O barão de PARAOPEBA foi Romualdo José Monteiro de Barros que faleceu em MG em 16 de Dezembro de 1855.Era filho de Manuel José Monteiro de Barros e de Maria Eufrasia da Cunha Mattos.Era irmão do visconde de CONGONHAS DO CAMPO. Casou com Francisca Constança Leocadia da Fonseca. Membro do 2º Governo Provisório da Província de MG e do Governo de 1825 a 1833,foi presidente da Província de Minas Gerais em 1850.Era senhor de rica lavra mineral em Congonhas do Campo, nessa Província. Era Cavaleiro Professo na Ordem de Cristo.

Adenda 

Romualdo José Monteiro de Barros -- agraciado com o título (Dec 02.12.1854) de Barão de Paraopeba. Título de origem toponímica, nome do rio ao longo do qual possuía inúmeras terras. Nasceu em Congonhas do Campo-MG, quarto filho do Guarda-Mor Manuel José Monteiro de Barros e de sua mulher Margarida Eufrásia da Cunha Matos. Dedicou-se à mineração e à industria; foi proprietário de rica lavra de ouro em Congonhas e ai fundou, em sociedade com dois irmãos, a primeira fábrica ( fundição, anterior a do francês João Monlevade) de ferro estabelecida na Província. Detentor da Comenda da Ordem de Cristo e da Ordem do Cruzeiro; eleito presidente da província de Minas. Foi proprietário de inúmeras fazendas, segundo alguns documentos, na cidade de Congonhas do Campo, ao longo da margem direita dos rios Maranhão e Paraopeba, defrontando em longas dez léguas a linha férrea em bitola larga da Estrada de Ferro Central do Brasil, desde a estação Joaquim Murtinho até as proximidades da Moeda.

Colaborador: Maurício José Monteiro de Barros , pesquisador carioca, descendente do titular.

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PARAÚNA

O barão de PARAÚNA foi Antonio Moreira da Costa. Capitão da Guarda Nacional.

Adenda

Antonio Moreira da Costa- agraciado com o título ( Dec 06.07.1889 ) de Barão de Paraúna. Título de origem toponímica, tomado de um rio de Minas Gerais. Nasceu cerca de 1823 e faleceu em Diamantina a 03.06.1898, com 75 anos de idade. Foi casado com Querubina Augusta Moreira, falecida a 11.06.1885, em Diamantina, falecida portanto antes da concessão do título ao marido.

Colaboradora: Regina Cascão-  Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbete: Paraúna, Barão de

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PARIMÃ

    

Barão e baronesa de Parimã

Foto: AGB IV, 1942, pág.79

O barão de PARIMÃ,  foi Francisco Xavier Lopes de Araújo que nasceu na cidade de Campanha, MG em 10 de Fevereiro de 1828 e faleceu no RJ em 9 de Março de 1886.Era filho do Comendador Francisco Xavier de Araújo e de Ana Luiza Xavier de Araújo. Casou com Rita Emília Alcântara de Araújo natural do RS. Sentando praça no Exército,matriculou-se na Escola Militar doRJ, fazendo o respectivo curso de Engenharia, que terminou em 1855 quando lhe foi conferido o grau de bacharel em matemáticas. Já era 1º tenente quando seguiu como Membro da Comissão Brasileira de demarcação de limites com o Estado Oriental, servindo sob as ordens do barão de CAÇAPAVA. Promovido a Capitão, fez o levantamento da Carta Geográfica do RJ. Em 1865 seguiu para a Guerra do Paraguai e distinguindo-se nos combates de 24 de Maio,3 e 22 de Setembro de 1866.Como Major do Corpo de Engenheiros, em 1872,foi nomeado Chefe da Comissão Mista de demarcação de limites com o Paraguai em 1875,da Comissão de limites da Bolívia e 1884 na de Venezuela. Foi Coronel de Corpo de Engenheiros em 1878,ajudante em 1884 Diretor do Imperial Observatório Astronômico do RJ e lente de Astronomia da Escola Central.. Era sócio do Instituto Politécnico Brasileiro e da Sociedade de Geografia de Lisboa. Tinha o Hábito da Ordem de Cristo, Comendador da imperial Ordem da Rosa, Cavaleiro da imperial Ordem de S. Bento de Aviz e tinha medalha Geral da Campanha do Paraguai, com passador de ouro e a condecoração de 2ª classe do Busto de Bolivar, de Venezuela.

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PARNAÍBA

O barão e visconde com grandeza da PARNAÍBA Manuel de Souza Martins, faleceu na Província do Piauí, em 20 de Fevereiro de 1856 com 93 anos de idade. Agricultor, sócio do IHGB desde 1839.

Adenda 

Manuel de Souza Martins- agraciado com o título ( Dec 12.10,1825 ) de Barão da Parnaíba; agraciado com o título ( Dec 18.07.1841 ) de Visconde com honras de grandeza da Parnaíba. Título de origem toponímica: rio e cidade do Piauí. Membro de família originária das ilhas portuguesas estabelecida no Piauí, para onde passou Manuel de Souza Martins [nascido na Ilha dos Açores - 1784, falecido em Serra Vermelha-Paulistana, PI]. Estabelecido na Serra Vermelha, Oeiras, Piauí, em 1765. Proprietário e fazendeiro. Deixou numerosa descendência do seu casamento. com Ana Rodrigues de Santana, filha de Valério Coelho Rodrigues, patriarca da importante família Coelho Rodrigues , do Piauí (Moisés Castelo Branco - Povoamento do Piauí). O Brigadeiro Manuel de Souza Martins, o Barão, era filho deste casal . Nasceu a 1767, Jaicós, PI  e faleceu a 20.02.1859, PI. Oficial militar. Assentou praça como soldado no 1º Regimento de Cavalaria de Milícias de Oeiras [27.09.1788]. Alferes em 1804 e Coronel comandante do Regimento em 1812. Promovido a Brigadeiro, reformou-se neste posto em 04.09.1820, sem soldo. Brigadeiro dos Imperiais Exércitos. Tesoureiro geral e deputado da junta de fazenda do Piauí [02.01.1813]. Fez parte da Junta Provisória do Piauí [posse: 24.01.1823]. Presidente temporário da Província do Piauí [19.09.1824]. Presidente efetivo por três vezes. Comandante chefe dos distritos do Canindé, Ribeira do Itaim, Guaribas e Riachão. Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial. Cavaleiro da Ordem de Cristo. Dignitário da Ordem do Cruzeiro. Deixou grande descendência do seu primeiro casamento com Josefa Maria dos Santos, filha de Carlos José de Carvalho e de Ana Joaquina Freire de Andrade. Casado, em segundas núpcias, com Mariana Joaquina Barbosa, falecida em 01.1893, Oeiras, PI, Viscondessa com honras de grandeza da Parnaíba. 

Colaboradora: 

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno . Verbetes: Parnaíba, Visconde com grandeza da; família Souza      Martins.                                  

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PARNAIBA

barão, visconde com grandeza e conde de Parnaíba

O barão e visconde com grandeza e conde da PARNAÍBA foi Antonio de Queiroz Telles, nasceu em Jundiaí, SP em 16 de Agosto de 1831 e faleceu em Campinas, nessa Província, em 5 de Maio de 1888.Era filho do Sargento-Mór Antonio de Queiroz Telles, barão de JUNDIAÍ e de sua mulher Ana Leduina de Morais Jordão.Era irmão do barão de JAPI. Casou em SP em 13 de Junho de 1854,com Rita Mboy Tibiricá Piratininga, falecida em 1901 e filha de João Tibiriçá Piratininga e de sua mulher Maria Antonia de Camargo. Bacharel em direito pela Academia de SP em 1854,dedicou-se à advocacia em Itú. Foi deputado em Provincial de 1856 a 1860,tendo presidido a Assembléia, diversas vezes. Vereador da Câmara Municipal de Itú e seu presidente, organizou e presidiu a Estrada de Ferro Mogiana. Era grande influência política nessa Província e presidiu-a durante 20 meses, tendo tido ocasião de hospedar SS. MM. Imperiais ,em sua visita à SP. Era Comendador da Imperial Ordem da Rosa.

Colaborador:

José Renato Pessoa Dantas - Envio da foto

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PARÁ-MIRIM

O barão de PARA-MIRIM foi Miguel José Maria de Teive e Argollo,que nasceu na Província da Baia em1802.Era filho de José Joaquim de Teive e Argollo,Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial e de Maria Luiza de Argollo Queiroz, filha de Paulo de Argollo Queiroz e de Leonor Antonia de Queiroz. Era neto paterno de João Teive e Argollo e de Ana de Marques de Almeida.Casou com Bernarda Maria de Teive e Argollo, sua prima. Fez aos 20 anos de idade a campanha da Independência,como Capitão de Infantaria de Milícias. Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional, Comandante Superior da mesma, no Município da Vila de S. Francisco em 1839, e teve as honras de Coronel Honorário do Exército em 1864.Era Comendador da imperial Ordem de Cristo, Cavaleiro da imperial Ordem do Cruzeiro e Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial. Tinha a medalha da Independência da Baia.

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PASSAGEM

barão com grandeza de Passagem

O barão com grandeza da PASSAGEM foi Delfim Carlos de Carvalho, que nasceu no RJ em 19 de Maio de 1896.Era filho de Antonio Carlos de Carvalho e de Maria José dos Prazeres. Desde moço dedicou-se à carreira das armas, sentando praça de aspirante em 25 de Fevereiro de 1839,chegando ao posto de Chefe de Divisão de Esquadra em 1869.Fez campanha do Paraguai, onde muito se distinguiu por sua rara bravura. Como imediato da Corveta Amazonas, tomou parte no glorioso combate do Humaitá, fazendo jús ao título que lembra esse feito. Era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial. Era do Conselho de S. Magestade, Dignitário da Imperial Ordem da Rosa ,Comendador da Imperial Ordem de Cristo, Cavaleiro da Imperial Ordem de S. Bento de Aviz e tinha as medalhas de campanha de Paissandú, de ouro de Riachuelo, de Mérito e Bravura Militar e Geral da Campanha do Paraguai também de ouro e a de prata de Toneleros.

BRASÃO DE ARMAS: Em campo de ouro um vapor encouraçado de sable, andando em um rio de azul ondeado de prata, carregado à destra de uma corrente posta em barra e à sinistra de um torpedo do mesmo; chefe de azul com um delfim, um carolus e uma bolota de carvalho de ouro. DIVISA: Avante! (Brasão passado em 9 de Abril de 1869.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.104).COROA: a de conde.

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   PASSÉ

              

Visconde e viscondessa de Passé

O barão, visconde com grandeza e conde de PASSÉ foi Antonio da Rocha Pitta Argollo que faleceu na Baia em 8 de Fevereiro de 1877.Casou com Maria da Conceição Martins Argollo,filha do visconde com grandeza de S.LOURENÇO,Francisco Gonçalves Martins e tiveram uma filha, Antonia da Rocha Pitta e Argollo que casou-se com o barão de COTEGIPE, senador e Grande do Império. Era Grande do Império, Veador de S. M. a Imperatriz, Comendador da Imperial Ordem de Cristo, Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e tinha a medalha da Independência, na Baia.

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PASSÉ

O 2º barão e 2º visconde de PASSÉ foi Francisco Antonio Rocha Pitta e Argollo.Era filho dos 1ºs.barões,visconde com grandeza e conde de Passé

Adenda

Francisco Antonio Rocha Pitta e Argolo - agraciado com o título ( Dec 02.06.1862 ) de Barão de Passé; agraciado com o título ( Dec 17.05.1871 ) de Visconde de Passé. Filho de Antonio Bernardino da Rocha Pita e Argolo, Barão (1º ) de Passé  por mercê de 11.09.1843, elevado a Visconde ( 1º ) com honras de grandeza de Passé, e elevado a Conde de Passé, por mercê de 14.03.1860, e  de sua mulher e prima-irmã Maria Luiza da Rocha Pitta Moniz Barreto. Nasceu a 12.12.1831 na Vila de N. Sra. da Encarnação de Passé, Salvador-BA, e faleceu a 22.11.1871, no Engenho Cobé. Com geração de seu casamento com Maria José Martins, falecida a 05.01.1893, Viscondessa de Passé, integrante da importante família Gonçalves Martins da Bahia.

                                                                                                                                                        Colaboradora: 

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbetes: Passé, 2º Barão e 2º Visconde; família Rocha Pita e Argolo.

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PASSEIO PÚBLICO

O barão do PASSEIO PÚBLICO foi José de Oliveira Barbosa. (Ver notícia no título visconde do Rio Comprido).

Adenda

José de Oliveira Barbosa- agraciado com o título ( Dec 18.10.1829 ) de Barão do Passeio Público. Título de origem toponímica, tomado ao Passeio Público, na região do bairro da Lapa, no Rio de Janeiro-RJ, onde o titular era morador, em belíssimo palacete, obra do arquiteto francês Gradjean de Montigny. Foi, depois, Visconde com honras de grandeza do Rio Comprido ( Dec 18.07.1841)

Colaboradora:

 Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbete: Passeio Público, Barão do.

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PASSOS

O barão de PASSOS foi Jerônimo de Mello Pereira e Souza, fazendeiro em MG.

Adendas

Jerônimo de Melo Pereira e Souza - agraciado com o título ( Dec 17.05.1871 ) de Barão de Passos. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, onde o titular era abastado fazendeiro.Filho de Silvério de Melo e Souza e de Mariana Inocência de Melo, casados cerca de 1810. Nasceu a 14.07.1814, Freg.ª de Pedra Branca, Lavras, MG  e faleceu a  07.07.1897, Passos, MG. «Residiu na cidade de Cássia, onde foi protetor da pobreza e construiu a igreja do Rosário, Transferiu-se depois para a cidade de Passos, onde foi abastado fazendeiro. Muito contribuiu para construção da igreja matriz e fundou a Casa de Caridade, doando para esse fim um grande prédio.» (Laurênio Lago, Acréscimos e Retificações, 160). Casado com Bárbara Lopes, baronesa de Passos.

Colaboradora: 

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbetes: Passos, Barão de; família Melo e Souza.

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PATROCÍNIO

O barão de PATROCÍNIO foi Joaquim Antonio de Souza Rabello que era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.

Adendas

Joaquim de Souza Rabelo - agraciado com o título ( Dec 10.08.1889 ) de Barão de Patrocínio. Título de origem toponímica, tomado do lugar de Patrocínio, onde viveu e morreu o titular. Nascido em Santa Rita de Ibitipoca, então pertencente a Barbacena, MG e falecido a  23.05.1897, Patrocínio, MG. Coronel. Abastado fazendeiro. Militou na política, sendo chefe de grande prestígio, filiado ao partido Liberal, no regime monárquico. Foi Deputado à Assembléia Legislativa de Minas Gerais. Casado, tendo sua esposa alcançado o título de baronesa do Patrocínio.  

     Colaboradora: Regina Cascão

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PATI DO ALFERES

O 1º barão com grandeza e baronesa do PATI DO ALFERES foi Francisco Maria Gordilho Velloso de Barbuda. (Ver notícia no título marques de JACAREPAGUÁ).

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PATI DO ALFERES

O 2º barão de PATI DO ALFERES foi Francisco Peixoto de Lacerda Werneck que nasceu na fazenda da Piedade em 6 de Fevereiro de 1795 e faleceu na freguesia do Pati do Alferes, na Província do RJ em 22 de Novembro de 1861.Era filho do Sargento-Mór Francisco Peixoto de Lacerda, capitão de Cavalaria de 2ª linha e de Ana Mathilde Amelia de Werneck, que era filha do Sargento-Mór Ignacio de Souza Werneck e de Francisca das Chagas. Casou com Maria Isabel Assunção de Avellar, filha de Luiz Gomes Ribeiro de Avellar e de Joaquina Mathilde de Assunção que nasceu em 8 de Março de 1808 e faleceu em 7 de Maio de 1866,em sua fazenda de Monte Alegre. Membro da Assembléia Provincial em varias legislaturas, era Comandante Superior da Guarda Nacional, em Vassouras, Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo, Comendador da Imperial Ordem da Rosa, e Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial. Possuía 8 grandes fazendas

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro, as armas dos Peixotos, que são enxaquetado de ouro e azul, de seis peças em faxa; e no segundo, as armas dos Lacerdas, que são: de castela e leão, em campo partido com as armas antigas de França; e assim aos contrários.( Brasão passado em 26 de Fevereiro de 1855.Reg.no Cartório da Nobreza, Liv. VI, fls.18).COROA : a de conde.

Adenda

Francisco Peixoto de Lacerda Werneck - agraciado com o título (Dec 15.12.1832) de Barão de Pati do Alferes, elevado a honras de grandeza em 02.07.1853.

Colaboradores: 

José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador mineiro, coordenador da lista de discussão Gen-Minas, de genealogia.

Joaé Renato Pessoa Dantas, descendente do barão PATI DO  ALFERES

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PEDRA BRANCA

barão e visconde com grandeza da Pedra Branca

O barão e visconde com grandeza da PEDRA BRANCA foi o Dr. Domingos Borges de Barros, que nasceu na Baia em 10 de Outubro de 1780 e faleceu em 20 de Março de 1855.Era filho do Capitão-Mór Francisco Borges de Barros e de Luiza Borges. Doutor em filosofia pela Universidade de Coimbra, foi deputado às Cortes Portuguesas em 1821,pela Província da Baia e aí advogou pela primeira vez a emancipação política da mulher. não querendo jurar a Constituição votada, retirou-se para o Brasil. Foi nomeado Senador pela Província da Baia em 1826.Foi o embaixador que tratou com Carlos X, da França e com o seu Ministro Chateaubriand, o reconhecimento da independência do Brasil, por esse país. Foi também o embaixador encarregado de ajustar o casamento de S. M. o Imperador D. Pedro I com a princesa D. Amelia de Leuchtenberg. Era Grande do Império, Grã-Cruz da Imperial Ordem de Cristo, Dignitário da Imperial Ordem da Rosa, Veador de S. M. a Imperatriz e Sócio do IHGB, desde 1838.Poeta lírico, diplomata e filosofo, deixou alguns trabalhos de valor.

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PEDRA BRANCA

Foto da Família BARRAL

A condessa da PEDRA BRANCA foi Luiza Margarida Portugal de Barros. Condessa de BARRAL e marquesa de MONFERRAT, por seu casamento. Nasceu em 13 de Abril de 1816,na Baia. Era filha do visconde de PEDRA BRANCA, Domingos Borges de Barros. Casou-se com o Chevalier de BARRAL, conde de BARRAL e marques de MONFERRAT. Era Dama efetiva do serviço de S. Magestade a Imperatriz e foi Aia das Princesas Imperiais.

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PEDRA NEGRA

O barão de PEDRA NEGRA foi Manuel Gomes Vieira, que casou-se com Mariana de Camargo, filha do capitão Francisco Gomes de Araújo e de Clara Delphina de Camargo. Tenente- Coronel da Guarda Nacional e fazendeiro em SP.

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PEDRO AFFONSO

   

barão de Pedro Affonso

Foto: AGB IV, 1942, pág.85

O barão de PEDRO AFFONSO foi o Dr. Pedro Affonso Franco que nasceu no RJ em 21 de Fevereiro de 1845 .Era filho de Pedro Affonso de Carvalho e de Luiza Helena de Carvalho. Casou duas vezes, a Segunda vez com Margarida de Mattos Franco, baronesa de PEDRO AFFONSO. Doutor em medicina pela Faculdade do RJ e pela de Paris, foi lente catedrático jubilado e Diretor do Instituto Vacínico Municipal. Foi Diretor Geral de Saúde Pública. Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

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PELOTAS

1º barão e visconde de Pelotas

O 1º barão e visconde de PELOTAS foi Patrício José Correia da Câmara que nasceu em princípios do século XVIII, na viagem que fizeram seus pais para Lisboa, onde foi batizado. Faleceu no RS, na vila do Rio Pardo em 28 de Maio de 1827 com 90 anos de idade. Era avô do 2º barão de PELOTAS, José Antonio Correia da Câmara. Sentou praça em Portugal, passando depois aos Estados da Índia. Veio ao Brasil no posto de Capitão, optando pela nacionalidade brasileira. Foi promovido à Tenente-Coronel Comandante da fronteira, em Rio Pardo, cargo que exerceu por mais de meio século. Fez a campanha do Rio Grande do Sul em 1801 e as de 1811 e 1816,chegando ao posto de Tenente-General. Era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial e da Casa Real por alvará de 16 de Novembro de 1808;Comendador da imperial Ordem de S. Bento de Aviz, e tinha a medalha das campanhas do Sul.

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PELOTAS

2º barão e visconde com grandeza de Pelotas

O 2º barão e visconde com grandeza de PELOTAS foi José Antonio Correia da Câmara que nasceu em Porto Alegre, RS em 17 de Fevereiro de 1824 e faleceu no RJ em 18 de Agosto de 1893.Era filho do Comendador José Antonio Fernandes de Lima e de Flora Corria da Câmara, filha do 1º barão e 1º visconde de PELOTAS, Tenente-General Patrício José Correia da Câmara. Casou com uma das filhas do viscondes de S. LEOPOLDO.O herói de Serro Corá, é uma das maiores glórias militares brasileiras. Vencedor do tirano Lopez, desfechando em Serro Corá, às margens do Aquibadan, em 1 de Março de 1870 o último golpe no inimigo que tantos tesouros e sangue custara. Sentou praça de cadete em 1839,alcançando o posto de Marechal do Exército, Senador pela Província do RS em 1880,Ministro da Guerra no 28º Gabinete de 1880.Proclamada a República, foi encarregado de organizar o primeiro Governo no RS. Era do Conselho de S. Magestade, Grande do Império, Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro, Grã-Cruz da I. Ordem de S. Bento de Aviz, Oficial da I. Ordem da Rosa e condecorado com as medalhas militares de prata do Exército Oriental, do Mérito e Bravura Militar, de ouro da Campanha do Paraguai. Era Sócio do IHGB.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro quartel em campo de ouro, fretado de correias de góles, repassadas umas por outras; no segundo quartel esquartelado em aspa, sendo o chefe e a ponta enxequetados de ouro e azul,a destra e a sestra de azul com dois crescentes de prata apontados; no terceiro quartel em campo de azul, uma faxa de ouro com três vieiras de góles e em chefe três merletas de prata; no quarto quartel em campo de ouro, um leão de góles rompente. DIVISA: Aquibadan. ( Brasão passado em 18 de Maio de 1871.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.113.COROA: a de conde.

Nunca foi barão, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

fonte da foto: www.al.rs.gov.br/SolarDosCamara

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PENALVA

O barão de PENALVA foi Antonio Augusto de Barros e Vasconcellos que nasceu no Pará em 13 de Dezembro de 1831 e faleceu em Paris em 13 de Junho de 1910.Era filho do Conselheiro Desembargador Antonio de Barros e Vasconcellos e de Isabel Muller de Barros e Vasconcellos. Casou em 24 de Novembro de 1855 no Maranhão com Rosa Maria Pinto de Magalhães, filha dos barões de PURI ASSU. Exerceu vários cargos administrativos, tendo sido Diretor dos Correios no Maranhão e inspetor da tesouraria no Amazonas. Alistando-se como voluntário, fez a campanha do Paraguai onde foi pior duas vezes ferido. Promovido a Coronel por ato de bravura, foi Brigadeiro honorário e General do Exército. Representou a Província do Maranhão várias vezes na Assembléia Provincial e Assembléia Geral nas 15ª e 16ª legislaturas de 1872 a 1878.Pertenceu a várias associações científicas e foi presidente da Societè Universelle des Sauveteurs de Rome. Era Dignitário da Imperial Ordem da rosa e tinha as medalhas de prata de Monte-Caseros a do Mérito e Bravura Militar e a de ouro da Campanha do Paraguai.

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PENEDO

barão de Penedo

O barão de PENEDO foi o Dr.Francisco Ignacio Carvalho Moreira que nasceu a 25 de Dezembro de 1815,na Vila de Penedo em Alagoas. Faleceu em 1 de Abril de 1906,no RJ.Era filho do Capitão João Moreira de Carvalho e d Maria Joaquina de Almeida e Silva. Casou em SP com Carlota Emilia da Costa Aguiar de Andrada, filha de Francisco Xavier da Costa Aguiar de Andrada e de Maria Zelinda de Andrada. bacharel em ciências jurídicas e sociais pela Academia de SP em 1839 e doutor pela Universidade de Oxford. Exerceu a advocacia no RJ e entrando para a carreira diplomática, exerceu o cargo de Ministro e Enviado Extraordinário, em diferentes países até 1889.Representou sua Província natal na 8ª legislatura de 1850.Era Sócio do IHGB e um dos fundadores do Instituto dos Advogados de que foi presidente. Veador de S. M. a Imperatriz, era do Conselho de S. Magestade, Grã-Cruz da imperial Ordem da Rosa, Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo, Grã-Cruz da Real ordem de Cristo de Portugal e da de N.S. de Vila Viçosa, Grã-Cruz da Ordem de S. Gregório o Magno de Roma, da de Francisco I de Nápoles, da de Medjidié, da Turquia, do Duplo Dragão da China, da Ernestina de Saxe Coburgo Gotha e Grande Oficial da legião de Honra, da França.

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PENHA

O barão e visconde com grandeza da PENHA foi João de Souza da Fonseca Costa que nasceu no RJ a 30 de Abril de 1823 e faleceu em Paris a 9 de Janeiro de 1902.Era filho do marques da Gávea, marechal Manuel Antonio da Fonseca Costa e de Maria Amália de Mendonça Corte Real. Casou com Maria da Penha de Miranda Montenegro, sua prima, filha dos viscondes de Vila Real da Praia Grande. Bacharel em ciências físicas e matemáticas pela Escola Militar .Marechal do Exército, Conselheiro de Guerra, Comandante do Corpo do Estado Maior de 1ª classe. Ajudante de campo de S. M. o Imperador. Grande do Império, Veador de S.M. a Imperatriz, Moço Fidalgo com exercício na Casa Imperial, Dignitário da Ordem Imperial do Cruzeiro, Grã-Cruz da I. Ordem de S. Bento de Aviz, Oficial da I. Ordem da Rosa e Comendador da de Cristo. Era condecorado com as medalhas do Uruguai, de 1852,da Campanha do Paraguai e do Mérito e Bravura Militar.

BRASÃO DE ARMAS: O de seu pai, o marques da Gávea, que é: um escudo partido em pala, na primeira as armas dos Fonsecas, que são: em campo de ouro, cinco estrelas sanguíneas de cinco raios, postas em santor; na segunda, as armas dos Costas, que são: em campo vermelho, seis costas de prata firmadas e postas em duas palas. TIMBRE: duas costas em aspa atadas com um torçal vermelho. PAQUIFE: das cores e metais do escudo. CORÔA: a de conde.

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PEREIRA DE BARROS

O barão de PEREIRA DE BARROS foi Jordão Pereira de Barros. Era Coronel da Guarda Nacional

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PEREIRA FRANCO

barão com grandeza de Pereira Franco

O barão com grandeza de PEREIRA FRANCO foi Luiz Antonio Pereira Franco. Bacharel em direito, foi Desembargador da Relação da Corte aposentado e deputado Geral pela Província da Baia na 11ª,14ª,15ª e 16ª legislaturas de 1861 a 1878.Senador por essa Província em 1888,foi Ministro da pasta da Marinha no 24º Gabinete de 1870 e no 26º de 1875.Predisiu a Província do Sergipe em 1853.Era do Conselho de S. Magestade, Grande do império; Comendador da imperial Ordem da Rosa e Cavaleiro da Real Ordem de N.S. da Conceição de Vila Viçosa de Portugal.

Adenda

Barão de Pereira Franco, com honras de grandeza  (dec 20-06-1888). Nasceu na Bahia em 19-10-1826, filho do dr. Luiz (Antônio) Pereira Franco e d. Maria Antonieta Álvares Falcão Branco Muniz Barreto. Neto materno de Antônio Muniz Alves Branco e d. Carlota Josefina Alves Branco Muniz Barreto. Faleceu na cidade do Rio de janeiro em 20-01-1902, sepultado no Cemitério S.João Batista. Casou com d. Leonor Felisberta Acciolli Pereira Franco, baronesa de Pereira Franco, nascida no Espírito Santo, e falecida em 30-08-1901, no Rio de Janeiro, filha do desembargador Ignácio Acciolli de Vasconcelos e d. Leonor Felisberta de Azevedo.

Fonte: Baianos nos Tribunais Superiores do Brasil - Da Casa de Suplicação ao Supremo Tribunal Federal, de William Vieira do Nascimento e Jorge Ricardo Almeida Fonseca. Salvador, Bahia, Edição do Autor, 2008. 

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