L
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LACERDA PAIM
O barão de LACERDA PAIM foi Honorato
Antonio de Lacerda Paim.
Adenda
Honorato Antonio de Lacerda - agraciado com o título ( Dec 08.08.1888) de Barão de Lacerda Paim. Título de origem antroponímica, tomado do nome de família. Nascido a 04.02.1831 em Cachoeira-BA. Estabelecido na Bahia. Doutor em medicina. Militou na política. Foi deputado à Constituinte da Bahia em 1891 e deputado estadual no mesmo estado. Casou duas vezes, sendo em segundas núpcias com Maria Isabel Madureira, falecida em 02.08. 1913 em Conceição da Feira-BA, Baronesa de Lacerda Paim.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha
Bueno
Verbetes: Lacerda Paim, Barão e Baronesa.
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LADARIO

Barão e baronesa de Ladario
O barão de LADARIO foi José da Costa Azevedo que nasceu no RJ em 20 de Janeiro de 1825 e faleceu nessa cidade em 24 de Setembro de 1904.Era filho do Cel.de Engenheiros em Matemáticas,José da Costa Azevedo irmão do religioso Franciscano Frei José da costa Azevedo e de Maria Amália de Azevedo.Casou com Balbina Pinto,natural do RS,filha de Francisco da costa Pinto e de Ana de Mello,natural do RS.Foi nomeado Guarda marinha em 1839,aos 14 anos deidade,indo servir na Marinha Norte Americana,monde aperefeiçõ9u seus conhecimentos.Galgou todos os postos até o de Chefe de Esquadra em 1882 e reformou-se no de Almirante graduado.Exerceu varias comissões importantes como a de limites com o Peru a de estudos e observações astronômicas para a determinação de limites com a Guiana Francesa e,a do Japão e China para desenvolver as relações comerciais entre esses paises e do Brasil,etc.Serviu na Esquadra em operações no Paraguai,sendo promovido por distinção e bravura ao posto de capitão de Mar e Guerra,em 1869,Senador pelo Amazonas,na Republica.Foi ministro da Marinha no 36º Gabinete de 7 de Junho de 1889.Era do Conselho de S.Magestade,Comendador da Ordem de N.S.da Conceição de Vila Viçosa de Portugal,da Coroa de Ferro da Áustria condecorado com a medalha da Campanha do Paraguai,com passador de ouro.Sócio do IHGB,deixou alguns trabalhos importantes sobre hidrografia,astronomia,etc.
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LAGES

Marquês de Lages
Fonte da figura: www.senado.gov.br
O 1º barão, 1ºconde e Marques de LAGES foi João Vieira de Carvalho. Nasceu em Olivença em 16 de Novembro de 1781 e faleceu em 1 de Abril de 1847. Era filho do Cel. João Vieira de Carvalho e de sua mulher Vicência da Silva Nogueira de Carvalho. Casou com Isabel Eleonor da Motta Leite de Araújo,falecida a 22 de Novembro de 1859. Estudou no Colégio dos Nobres em Lisboa. Sentou praça de soldado em 1786; reconhecido cadete em 1796, foi alferes em 1801, ajudante do 2º Regimento de Olivença em 1805. Na invasão francesa, militou na Península, mas não querendo servir as armas do conquistador, socorrido pelo marquês de Alorna, veio para o Brasil oferecer ao rei os seus serviços. No posto de Sargento-Mór de Engenheiros, fez a Campanha do Sul,de 1811 a 1812 e de 186 a 1817; sendo neste ano promovido a Tenente-Coronel por valiosos serviços, subiu até o posto de marechal efetivo do Exército em 1827. Foi 11 vezes chamado aos Conselhos da Coroa e foi Ministro da Guerra e de outras pastas nove vezes. Era Senador do Império pela Província do Ceará em 1829 e presidiu o Senado de 1844 a 1846.Conselheiro de Estado em 1826,era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial e teve a honra de servir de Alferes-Mór na Coroação e Sagração de S. M. o Senhor D.Pedro II .Era Grã-Cruz da I.Ordem de S.Bento de Aviz e Oficial da I.Ordem do Cruzeiro e Sócio do IHGB.
Criação dos títulos: Barão com grandeza por decreto de 12 de Outubro de 1825. Conde por decreto de 12 de Outubro de 1826. Marques por decreto de 25 de Março de 1845.
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LAGES

Condessa de Lages
O 2º barão com grandeza, visconde e conde de LAGES, foi Alexandre Vieira de Carvalho, que faleceu em 11 de Dezembro de 1876. Era filho dos 1ºs marqueses de Lages. Casou-se com D. Maria Eudoxia de Almeida Torres. Era oficial da Imperial Ordem da Rosa, Grã-Cruz da Real Ordem da Conceição de Villa Viçosa, de Portugal, de Izabel a Catholica, de Hespanha, de Francisco José, da Áustria, da Imperial e Real Ordem de S. Stanislau, da Russia, e da Corôa de Ferro da Áustria.
Criação dos títulos: Barão por decreto de 18 de Outubro de 1829. Visconde com grandeza por decreto de 3 de Fevereiro de 1866. Conde por decreto de 23 de Setembro de 1874.
Adenda, Correções e Complementações
1. Nasceu a 16.11.1781 em Santa Maria do Castelo, Vila de Olivença, bispado de Elvas, Portugal. Faleceu a 01 de abril de 1847, no Rio de Janeiro. Sepultado na Igreja da Ordem 3ª de S. Francisco da Penitência.
2. Filho do Cel. João Vieira de Carvalho e de Joana Vic
ência da Silva Nogueira, nascida na Freguesia do Salvador, Elvas.3. 1º casamento: 01.02.1816, Rio Grande do Sul, com SEBASTIANA BENEVENUTA MARQUES PORTELLI, nascida a 27.06.1800, no RS e falecida em 1824 no Rio de Janeiro. Filha do Marechal Alexandre Eloi Portelli, português, proprietário de uma sesmaria na Costa Mamaqui-RS, em 1792., e de Joaquina Marques de Souza.
4. Segundo casamento a 01.05.1826, na casa da mãe da noiva, no Rio, com ISABEL LEONOR DA MOTA LEITE E ARAÚJO, nascida a 11.05.1812, no Engenho Velho,bairro do Rio de Janeiro, e falecida a 22.10.1859, t
ambém no Rio.5 - Conf. Dalmiro da Motta Buys de Barros, abaixo referido na fonte, o 2º barão com grandeza, visconde e conde de LAGES, Alexandre Vieira de Carvalho, era filho do marquês de Lages e de sua primeira mulher D. Sebastiana Benevenuta Marques Portelli, que faleceu antes do marido ter sido titulado.
Alexandre Vieira de Carvalho - agraciado sucessivamente com os título de Barão - Dec 12.10.1820; Barão com honras de grandeza - Dec 12.10.1825; Conde - Dec 12.10.1826 e finalmente Marquês - Dec 25.03.1845 , todos "de Lajes" . Faleceu no Rio de Janeiro-RJ. Casou-se duas vezes: a primeira, a 01.02.1816 em Rio Grande -RS, com Sebastiana Benevenuta Marques Portelli, nascida a 27.06.1800 em Rio Grande-RS e falecida em 1824 no Rio de Janeiro-RJ, sepultada nas catacumbas de S. Francisco de Paula. Filha do Marechal Alexandre Elói Portelli, foi Baronesa de Lajes mas faleceu antes da concessão dos demais títulos a seu marido. O segundo matrimônio deu-se a 01.05.1826, na residência da mãe da noiva, no Engenho Velho, Rio de Janeiro, com Leonor da Mota Leite e Araújo, nascida a 11.05.1812 no mesmo bairro do Engenho Velho, Rio-RJ, e na mesma cidade falecida a 22.10.1859, tendo sido sepultada no dia seguinte, no carneiro 4.555 do Cemitério de São Francisco de Paula. Filha do Major José Caetano de Araújo e de Micaela Josefa da Mota Leite Alves Fróes. Foi a Marquesa de Lajes.
Militar e político. Estudou no Colégio dos Nobres, assentando praça em 1786. Comandante Militar e Diretor da Colônia de Nova Friburgo (1821); fidalgo-cavaleiro (1823); brigadeiro (1824); Conselheiro de Estado (1826); marechal efetivo (1827); Senador do Império (1829), que ocupou por dezoito anos, sendo por fim seu Presidente. Seis vezes Ministro de Estado, cinco da Guerra e uma interino do Império. Fundou a Escola de Menores no Arsenal do Exército; reorganizou a Fábrica de Pólvora; construiu a Fortaleza de São João; e um asilo para os inválidos. Em 1828 obteve a concessão de três sesmarias nas margens do Rio Preto, sob as denominações de Santa Isabel, Cachoeira e São Miguel, que foram reunidas na Fazenda de Santana. Casou, em primeiras núpcias, com Sebastiana Marques Portelly, nascida a 27 de junho de l800 no Rio de Janeiro e falecida nesta mesma cidade em 1824, sendo sepultada nas catacumbas da Igreja de São Francisco de Paula.
Colaboradores:
Dalmiro da Motta Buys de Barros, genealogista e pesquisador
- José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e A.H. Cunha Bueno - Verbetes Lajes, Marquês e família Vieira de Carvalho.
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LAGOA DOURADA
Barão e baronesa de Lagoa Dourada
O barão de LAGOA DOURADA foi José Martins Pinheiro que nasceu no RJ em 12 de Novembro de 1801 e faleceu suicidando-se em 24 de Junho de 1876,atirando-se de uma ponte sobre o rio Paraíba.Casou em Campos,Província do RJ em 1823 com Maria Gregória de Miranda, irmã do barão de ABBADIA.Estabeleceu-se em Campos de Goytacazes,onde exerceu diversos cargos de eleição popular, e onde era fazendeiro de proprietário.Pertencia a Imperial Guarda de Honra de D.Pedro I e foi Presidente da Câmara Municipal de Campos.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo.
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LAGUNA
O barão e visconde com grandeza de LAGUNA foi Carlos Frederico Lecor que nasceu em Faro, Portugal em 11 de Setembro de 1767 e faleceu no RJ em 2 de Agosto de 1836. Era filho de Luiz Pedro Lecor e de Quitéria Maria Krusse. Casou em Montevidéu com Rosa Maria Josefa Herrera de Basavilbaso. Sentou Praça de cadete no Algarve, em Portugal e foi governador de Elvas. Era 1º Tenente de Artilharia de Farom, quando embarcou para a Baia. Promovido a Capitão-Ajudante de ordens do marques de Alorna, emigrou para a Inglaterra após a ocupação dos franceses em Portugal e so voltou ai para comandando a 6ª Brigada tomar parte nas batalhas da Vitória dos Pirineus e Zugaramundi. Comandou a 1ª Divisão dos Aliados na batalha de Neville e Nive. Sendo Marechal de campo,comandou o exército português na retirada de França para Portugal. Conduziu o Brasil a brilhante Divisão dos Voluntários de El-Rei, com a qual passou ao Rio da Prata em 1817 onde conquistou a cidade de Montevidéu e a Banda Oriental que governou ate 1828 quando voltou ao RJ. Abraçou a causa da Independência do Brasil, sendo elevado ao posto de marechal do Império, membro do Supremo Tribunal Militar e Governador General de Montevidéu. Era do Conselho de El Rei D.João VI (carta de 1819), Grã-Cruz da Ordem de Saio Thiago da Torre e Espada, Comendador da I.Ordem de S.Bento de Aviz. Teve as medalhas Militares da Guerra Peninsular e a Estrela de Ouro do Rio da Prata. Era brasão em Portugal.
Adenda
Carlos Frederico Lecór- agraciado, sucessivamente: pelo governo português, com o título de barão da Laguna [ 06.10.1818 ], e, pelo governo brasileiro, com os títulos de Barão com honras de grandeza da Laguna - Dec 02.01.1823, e de Visconde com honras de grandeza da Laguna - Dec 04.04.1825. Título de origem toponímica, baía e cidade de Santa Catarina. Integrante de família de origem francesa, estabelecida no Rio de Janeiro, que teve início com Louis Pierre Lecór , nascido c.1734, Paris, França , filho de Jean Pierre Lecór e de Isabelle Margueritte Fandoux. Deixou geração dos seus dois casamentos: 1.º, em, 1759, Lisboa, com Joana Francisca de Castro [c.1737, Lisboa - a.1761, Lisboa], filha de Manuel Ribeiro de Castro; e 2.º, em 1761, Lisboa, com Quitéria Luiza Marina Cruce [c.1739, Vila Nova de Portimão - ?], filha de Nicolau Cruce e de Catarina Maria Buis. Filho do segundo matrimônio do patriarca,. Praça de cadete no regimento de artilharia da guarnição do Algarve [ 15.10.1792 ]. Ajudante [ 17.03.1795 ]. 1.º Tenente [ 02.12.1795 ]. Capitão [ 01.03.1797 ]. Sargento-Mor [ 13.05.1802 ]. Tenente-Coronel [ 05.04.1806 ]. Coronel [ 26.11.1808 ], Brigadeiro [ 08.05.1811 ]. Marechal de Campo [ 04.06.1813 ]. Tenente-General [ 24.06.1815 ]. Governador da Praça de Elvas [ 1814 ]. Passou para o Brasil, como Comandante de uma divisão das três armas que chegou ao Rio de Janeiro em 30.03.1816. Atuou no Sul, onde participou do ataque ao forte de Santa Teresa. Ocupou Maldonado e ordenou o bloqueio de Montevidéu [ 1817 ]. Governador de Montevidéu [ 1817-1828 ]. Participou da ocupação da Colônia do Sacramento e da vila do Serro Largo. Declarou-se brasileiro com a proclamação da Independência. Exonerado daquele Comando [13.03.1829]. Reformado, a pedido [06.11.1832]. Conselheiro do Imperador. Ministro do Supremo Tribunal Militar. Condecorado com as Ordens de São bento de Aviz e Cristo. Deixou geração do seu cas. com Rosa Maria Hezerra de Basavilbaso.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes; Laguna, Visconde; família Lecór.
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LAGUNA
[
2º barão de Laguna
O 2º barão e LAGUNA foi Jesuino Lamego da Costa que nasceu na província de Santa Catarina em 13 de Setembro de 1811 e faleceu no RJ em 16 de Fevereiro de 1886.Era Almirante Reformado da Armada.Deputado Geral na 14 legislatura de 1869 a 1872 e outras e Senador por sua Província, nomeado em 1872. Era Conselheiro de Guerra, Veador de S.Magestade a Imperatriz , Comendador da Imperial Ordem de S.Bento de Aviz, Dignitário da Imperial Ordem da Rosa, Oficial da I.Ordem de Cruzeiro e da Legião de Honra da França, Comendador da Real Ordem da Conceição de Vila Viçosa, de Portugal,Grã-Cruz da imperial e Real Ordem de S. Estanislau, da Rússia, de Carlos III, de Espanha, e do Leão Neerlandez. Tinha as medalhas do combate de Tonelero com passador de ouro e a Geral da Campanha do Paraguai.
Brasão
de Armas:Em campo de ouro,um chaveirão de goles,acompanhado à dextra de um
esquadro de azul,movente de norte de um bússola do mesmo,à sinistra de um galo
de azul cantante cristado e barbado de goles e na ponta de uma ancora de sable.Chefe
em azul com quatro estrelas de parta.PAQUIFE: das cores e metais das armas.(Brasão
passado em 25 de Julho de 1871.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.116).
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LAMARE
visconde com grandeza de Lamare
O visconde com grandeza de LAMARE foi Joaquim Raymundo de Lamare que nasceu na cidade do RJ em 15 de Outubro de 1811 e faleceu nessa cidade em 10 de Junho de 1889.Era filho de Joaquim Raymundo de Lamare e de Bernardina de Senna de Lamare.Casou em 1 de Janeiro de 1843 com Rita Augusta de Lima.Sentou praça de aspirante de Marinha em 16 de Setembro de 1826.Matriculando-se na Academia de Marinha,ai concluiu o curso em 1829.Serviu em 1840 na Divisão Naval em Operações na Província do RS.Foi encarregado de inspecionar na Europa a construção de alguns vapores de guerra em 1852.Comandante da Divisão Naval estacionada no Rio da Prata em 1855 e do Corpo de Imperiais Marinheiros.Presidente da Província na 11ªlegislatura de 1861 a 1864.Ministro de Estado da Marinha em 1862.Chefe de Esquadra em 1864,como Vice-Almirante foi em 1867 nomeado Oficial Geral Comandante em Chefe das Forças do Amazonas.Fez a campanha do Paraguai.Foi Presidente da província do Pará em 1867 e Comandante das Armas da mesma Província de Mato Grosso em 1882,foi promovido e reformado no posto de Almirante em 1882 tendo ainda sendo em 1884 Ministro de Estado da Marinha.Gentil-Homem da Casa Imperial,Veador da Casa Imperial,Guarda Roupa de S.Magestade era Conselheiro de Guerra,do Conselho de S.Magestade,Membro efetivo do Conselho Naval e Conselheiro de Estado efetivo.Grã-Cruz da Imperial Ordem de S.Bento de Aviz,Comendador da Imperial ordem de Cristo,Dignitário da Imperial Ordem da Rosa,Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro,era também Grã-Cruz da Real Ordem Ernestina da Casa Ducal da Saxônia,da Imperial Ordem de S.Estanislau da Rússia,Grande Oficial da Legião de Honra da França,e Comendador da Imperial Ordem da coroa de Ferro da Áustria.Tinha as medalhas de ouro da passagem de Toneleros,da passagem de Humaitá e da Campanha Geral do Paraguai,com passador de ouro.
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LAMIN
O barão de LAMIN foi Alcides Rodrigues Pereira.Era Coronel da Guarda Nacional.
Adenda
Alcides Rodrigues Pereira - agraciado com o título ( Dec 08.08.1889 ) de Barão de Lamin. Título de origem toponímica, tomado da localidade onde o titular serviu no cargo de subdelegado. Nasceu em 1812, fazenda Boa Vista, distrito de Santo Amaro, Queluz, MG e faleceu também em Queluz-MG a 07.04.1889. A cidade de Queluz - MG é hoje Conselheiro Lafayette, uma homenagem a seu primo. Exerceu diversos cargos públicos: subdelegado de Lamim. Juiz de paz e juiz municipal, vereador por diversas vezes à Câmara Municipal de Queluz, MG. Casou em primeiras núpcias com Francisca Amélia dos Reis, havendo do consórcio três filhos, e em segundas núpcias, com Cândida Joaquina de São José, sem sucessão.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário
das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Lamin, Barão de; família Rodrigues Pereira
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LARANGEIRAS
O barão de LARANGEIRAS foi Felisberto de Oliveira Freire,natural da Província de Sergipe.Era Tenente-Coronel.
Adenda
Felisberto de Oliveira Freire- Agraciado com o título ( Dec 29.02.1872) de Barão de Laranjeiras. Título de possível origem toponímica, cidade de Sergipe, estado natal do titular. Filho do Tenente Coronel Luís Francisco Freire e de Adriana Francisca Freire, casados por volta de 1815 e patriarcas da família Freire do Sergipe. Nasceu em 12.05.1819 em Sergipe, tendo falecido a 20.01.1889. Foi casado com Maria Cândida de Souza Bastos, falecida em 20.08.1905, filha do capitão Francisco Manuel de Souza Bastos e de Joaquina Perpétua do Amor Divino, Baronesa de Laranjeiras.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Laranjeiras, Barão; Laranjeiras, Baronesa e família Freire.
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LAVRADIO
O barão com grandeza de LAVRADIO foi o Dr.José Pereira Rego que nasceu na cidade do RJ em 24 de Agosto de 1816 e faleceu na mesma cidade em 22 de Novembro de 1892.Era filho do capitão Manuel José Pereira Rego e de sua mulher Ana Fausta de Almeida Rego.Casou com Maria Rosa Pinheiro Pereira Rego.Doutor em medicina pela Academia Medico-Cirúrgica do RJ em 1837.Foi criador da cadeira de Patologia Geral nessa Academia.Foi membro proeminente da Academia Imperial de Medicina da qual foi Presidente perpetuo.Presidente da Junta Central de higiene Publica em 1864,inspetor da Saúde dos Portos e do instituto Vacínico,foi três vezes vereador da Câmara Municipal.Do Conselho de S.Magestade,era Grande do Império,medico efetivo da imperial Câmara,Comendador da I.Ordem da Rosa e de Cristo,da Real Ordem de Vila Viçosa,de Portugal,da Ordem de Francisco José da Áustria,etc.Era membro efetivo do IHGB,Correspondente da Real Academia Medica de Turim,da Sociedade d Ciências Medicas de Lisboa,da Real Academia de Ciências de Lisboa,da Sociedade Francesa de Higiêne,etc.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro as armas dos Pereiras em campo vermelho uma cruz de prata florida e vazia do campo;no segundo as armas dos Regos,em campo verde uma banda de prata ondada de azul e carregada de três vieiras de ouro; no terceiro,em campo azul uma serpente de ouro enrolada em um cálice,tendo ao lado um livro de prata; no quarto quartel,em campo vermelho,um globo terrestre com pedestal,um compasso tendo ao centro uma pena de escrever e em baixo um livro aberto.
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LAVRAS
O barão de LAVRAS foi João Alves de Gouveia.
Adendas
João
Alves de Gouveia - agraciado com o título ( Dec 12.01.1889) de Barão com
honras de grandeza de Lavras. Título de origem toponímica, tomado da cidade
de Minas Gerais onde residia o titular, em região outrora notável pela extração
do ouro. Nasceu em 30.06.1889, no distrito de N. Sra. do Carmo da Cachoeira,
Comarca de Lavras-MG, residente em Minas Gerais. Bastado fazendeiro. Militou
na política, sendo chefe do Partido Conservador, no regime monárquico.
Exerceu vários cargos de eleição popular e de nomeação do governo. Foi
vereador à Câmara Municipal de Lavras-MG. Delegado de instrução, suplente
de subdelegado de polícia e juiz de paz no aludido distrito. Deixou geração.
Verbete: Lavras, Barão com grandeza de
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LEOPOLDINA
O 1º barão de LEOPOLDINA foi Manuel José Monteiro de Castro,que nasceu em Congonhas do Campo,Município de ouro Preto, em MG em 3 de Abril de 1805.Faleceu na sua fazenda da União em Leopoldina na dita província em 27 de Fevereiro de 1868.Era filho do capitão Domiciano Ferreira de Sá e Castro e de Maria do Carmo Monteiro de Barros; neto paterno do Dr.Francisco Ferreira dos Santos e bisneto do marechal de campo Agostinho Dias dos Santos.Casou com Clara de Sá e Castro,falecida em MG em 24 de Dezembro de 1872,filha de seu tio Comendador Manuel José Monteiro de Barros e de Ignez de Castro Galvão de Sá Martinho.Como Oficial de Milícias em 1824,comandou uma companhia de Guardas Nacionais no combate de José Correa em 1833 na sedição militar de Ouro Preto.Exerceu vários cargos de eleição e foi Presidente da Câmara Municipal em 1860.Era Comendador daí.Ordem da Rosa.
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LEOPOLDINA
O 2º barão da LEOPOLDINA foi José de Rezende Monteiro que nasceu na Província de MG.e faleceu no RJ em 10 de Maio de 1888.Bacharel em direito pela Faculdade do Recife em PE.,foi eleito deputado Geral em 1881,pela província de MG,cargo este que exerceu até 1887.Senador pela Província de Minas Gerais,nomeado em 1887.
Adendas
José Rezende Monteiro de Barros - agraciado com o título ( Dec 19.07.1879 ) de 2º Barão de Leopoldina.Filho do casamento de Manuel Pereira de Rezende Alvim com Agostinha Carolina Monteiro de Barros Galvão de São Martinho, integrante da tradicional família mineira Galvão de São Martinho , e bisneta do patriarca da tradicional família Monteiro de Barros , de Minas Gerais. Nasceu em MG e faleceu a 10.05.1888, Rio, RJ. Deputado e Senador. Agraciado, por decreto Imperial de 19.07.1879, com o título de 2º barão de Leopoldina. Político. “Representou Minas Gerais três vezes na Assembléia Geral Legislativa. Em fins de 1887 disputou uma cadeira de senador pela província de Minas, vaga pelo falecimento do Conselheiro Dr. Joaquim Antônio Fernandes da Silva e entrou na lista tríplice, sendo escolhido por Carta Imperial de 3 de fevereiro de 1888. Infelizmente o destino inexorável o impediu de prestar maiores serviços ao país: ao tomar posse da cadeira, já sentia os primeiros sintomas de uma terrível moléstia, febre amarela; permaneceu durante uma hora no recinto do Senado, retirou se para a sua residencia, sem comparecer nenhuma outra vez à Câmara Alta.” (Frederico de Barros Brotero fl.625). Deixou geração do seu casamento com sua tia Francisca de Paula Monteiro de Barros, falecida a 25.02.1892, na fazenda Providência, MG, baronesa de Leopoldina, filha de Manuel José Monteiro de Barros e de Inês de Castro Monteiro de Barros, procedentes da citada família Monteiro de Barros , de Minas Gerais.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Leopoldina,
2º Barão; família Rezende Monteiro
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LESSA
O barão de LESSA foi Eloy
Bicudo Varella Lessa, natural de SP.Era filho dos barões de Paraibuna,
Custódio
Gomes Varella Lessa e de sua mulher Benedita Bicudo Salgado, filha de Inácio.
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LIMA DUARTE
O visconde com grandeza de LIMA DUARTE foi o Dr.José Rodrigues de Lima Duarte que faleceu no RJ em 3 de Dezembro de 1896 com 70 anos de idade.Era sobrinho do barão de ITAIPE,Carlos Baptista de Castro,falecido no RJ em 20 de Maio de 1916.Doutor em medicina pela Faculdade dório de Janeiro.foi deputado Provincial em sua Província de 1854 a 1860,e Geral de 1861 a 1868,11ª e 12ª legislaturas e de 1877 a 1881,16ª e 17ª legislaturas.Nomeado Senador pela Província de MG em 1884,foi Ministro da Marinha no 28º Gabinete Saraiva de 28 de março de 18809;Superintendente Geral da Imigração na Província de Minas Gerais em 1892.Era do Conselho de S.Magestade.
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LIMEIRA
O barão de LIMEIRA foi Vicente de Souza Queiroz que nasceu na capital da Província de S.Paulo a 6 de Março de 1813 e faleceu em Baependi na Província de MG em 6 de Setembro de 1872.Era filho do brigadeiro Luiz Antonio de Souza fidalgo com brasão de armas e de Genebra de Barros Leite, filha do capitão Antonio de Barros Penteado e de Maria de Paula penteado.Casou com Francisca de Paula Souza Queiroz,sua prima filha do Conselheiro Senador Francisco de Paula Souza e Mello e de Maria de Barros que era filha do 1º barão de PIRACICABA.Era irmão da marquesa de Valença e do barão de Souza Queiroz.Vereador da Câmara Municipal da Capital de SP, realizou importantes melhoramentos que muito contribuíram para o desenvolvimento desta capital.Foi nomeado em 1850, presidente da Província de SP, cargo este que recusou.Durante a guerra do Paraguai equipou e armou os soldados que ofereceu ao governo.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado ; no primeiro as armas dos Souzas do Prado, que são esquarteladas tendo no primeiro e quarto as Quinas de Portugal sem a orla dos castelos e no segundo e terceiro, as armas de Leão: em campo de prata um leão rompente de vermelho; no segundo quartel as armas dos Macedos, que são: em campo azul cinco estrelas de ouro de cinco pontas, em santor; no terceiro as armas dos Teixeiras que são: em campo azul uma cruz de ouro potente e vazia do campo; no quarto quartel as armas dos Queirozes, que são esquarteladas, o primeiro de ouro com seis crescentes de lua vermelho, em duas palas, o segundo de prata com um leão púrpura e assim os contrários.TIMBRE: o dos Souzas do Prado, um leão rompente de ouro e vermelho com uma grinalda florida de verde e por diferença uma brica encarnada com um farpão de ouro.(Brasão passado em 5 de Fevereiro de 1818.Reg.no Cartório da Nobreza, Liv.1, fls.80).
Adendas
BARÃO de LIMEIRA
O
casal teve 15 filhos: 1o Genebra, 2o Francisca
Miquelina, 3o Vicente, 4o Maria Olézia c.c. Carlos
Antonio de França Carvalho, pais de Vicente Carlos c.c. Maria Virgília que é
filha do 2º casamento do Visconde de Cananéia (neta do Barão do Ribeirão, bisneta de Manoel de Avellar
e Almeida de Vassouras RJ, que é sobrinha dos Barões de Avellar e Almeida e
Massambará e Baronesa de Werneck, que é sobrinha neta do
Brasão
de Armas
Após a morte do barão este brasão também foi usado pelo irmão dele, o Barão de Souza Queiros.
Colaboração de Anibal de Almeida Fernandes, sobrinho trineto do Barão do Ribeirão e 4o neto de Manoel de Avellar e Almeida. Fontes: Anuário Genealógico Brasileiro, volumes: I, III-pg. 13, IV, VI, VII e IX. Dicionário das Famílias Brasileiras, Cunha Bueno, Brasília, 2000, Instituto Genealógico Brasileiro, 50 Anos, 1991, pg 313: Família Avellar e Almeida.
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LIMOEIRO
O barão de LIMOEIRO foi
Manuel Barbosa da Silva
Adenda
Manuel Barbosa da Silva- agraciado com o título ( Dec 16.12.1882 ) de Barão de Limoeiro. Título de origem toponímica, tomado da cidade de Pernambuco, estado onde residiu o titular. Nasceu em 13.08.1827 e faleceu no Recife a 27.09.1913. Casou-se com Joana Francisca Gonçalves da Silva, falecida em Pernambuco a 12.03.1913, Baronesa de Limoeiro.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Limoeiro, Barão; Limoeiro, Baronesa.
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LIVRAMENTO
O barão e visconde do
LIVRAMENTO foi José Antonio de Araújo que faleceu
em 6 de Agosto de 1884.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo,Dignitário da
Imperial Ordem da Rosa,Cavaleiro da Legião de Honra,da França e Comendador da
Imperial Ordem de São Francisco José da Áustria.
Adenda
José Antônio de Araújo - agraciado com o título ( Dec 14.03.1867) de Barão do Livramento. Elevado ao título ( Dec 27.09.1876 ) de Visconde do Livramento.Título de origem toponímica, tomado de localidade do mesmo nome, em Pernambuco. Nascido em 1824 e falecido em 05.08.1884 em Lisboa, Portugal. Foi cônsul da Áustria e Hungria no Recife. Benfeitor. Um dos que mais auxiliou no grande flagelo que assolou a cidade do recife, em seu tempo, oferecendo sua casa, dinheiro e remédios. Este ato chegou ao conhecimento do Imperador que, imediatamente, o agraciou com o título de Barão do Livramento em 1867. Passados alguns anos, indo D. Pedro II e a Imperatriz ao Recife, hospedaram-se na casa do Barão. Regressando à Corte, o Imperador o elevou a Visconde . Casou-se em 1816 com Maria Ursulina Moreira, nascida cerca de 1826 no Ceará e falecida a 05.11.1912 no Recife-PE, com 86 anos de idade, Viscondessa do Livramento, filha de José Afonso Moreira. Perpetuou em seus descendentes o nome de seu título nobiliárquico, originando-se daí a família Livramento.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Livramento, Barão; Livramento, Baronesa; família Livramento
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LOPES NETTO
barão de Lopes Netto
O barão de LOPES NETTO
foi Felippe Lopes Netto que nasceu no Recife,PE em
6 de Junho de 1814 e faleceu em Florença em 8 de Novembro de 1895.Era filho de
Felippe Lopes Netto e de Veridiana de Mendonça.Encetando seus estudos na
Faculdade de Olinda,foi termina-los na Universidade de Piza na Itália onde
doutorou-se em leis.Tomou parte saliente em1848 na revolução Praieira em PED.Sufocada
a revolta foi Lopes Netto enviado e preso para a ilha de Fernando de
Noronha,onde como réu de traição ficou por quatro anos.Anistiado voltou para
o Recife sendo eleito deputado Geral pela província do Sergipe na 12ªlegislatura
de 1864.Enviado em missão especial em 1866 à Bolívia conseguiu firmar com
vantagens para o Brasil o tratado de 27 de Março de 1868.Foi nomeado em 1876
presidente da Exposição de Filadelfia e depois foi Ministro residente no
Uruguai e América do Norte.Representou em 1884 S.M.o Imperador como arbitro nas
questões do Chile com as potencias estrangeiras motivadas pela guerra com o
Peru.Foi Ministro residente na Itália tendi sido exonerado em 1888.Era do
Conselho de S.Magestade.Dignitário da imperial Ordem do Cruzeiro,Comendador da
imperial Ordem da Rosa,Grã-Cruz da de Izabel a Católica,de Espanha,Grande
Oficial da Ordem da Estrela Polar da Suécia,da Coroa de Itália,de Nisham da
Tunísia,de Leopoldo da Bélgica.
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LORENA
O barão com grandeza de
LORENA foi Estevão Ribeiro de Rezende que faleceu
em SP em 6 de Março de 1878 com 70 anos de idade.Era filho do marques de Valença.Casou
com Ricardina Correia,filha do major Claudino Manuel Correia Bacharel em
direito,foi juiz e Desembargador honorário.Exerceu os cargos de Chefe de Polícia
em MG e SP,foi Presidente de Matto Grosso em 1838 e deputado pela província de
Goiás,na 7ª legislatura de 1848.Era Grande do Império,Cavaleiro da I,Ordem de
Cristo,Comendador da I.Ordem da Rosa e da Conceição de Vila Viçosa,sócio
correspondente do IHGB.
Adenda
Estevão Ribeiro de Rezende agraciadocom o título ( Dec 07.10.1853 ) de Barão de Lorena; elevado ao grau ( Dec 16.01.1867 ) de Barão com honras de grandeza de Lorena. Título de origem toponímica, tomado a uma cidade do estado de São Paulo. Faleceu a 07.06.1878 (*), Freg. de Santa Efigênia, São Paulo - SP - aos 65 anos de idade. Magistrado. Bacharel em Direito, em 1835, pela Academia de São Paulo. Aprovado, plenamente, colando grau a 20 de Outubro de 1835. Nomeado, por Decreto Imperial de 23 de Janeiro de 1837, para o lugar de Juiz de Direito da Comarca de Santa Cruz da Província de Goiás. Esta nomeação vai assinada pelo Padre Diogo Antônio Feijó e, referendada por Gustavo Adolfo de Aguilar Pantoja. Nomeado, a 9 de Fevereiro de 1838, Presidente da Província do Mato Grosso. Tomou posse a 16 de Setembro de 1838, administrando-a até 25 de Outubro de 1840. Juiz de Direito da 1ª Comarca da Província de São Paulo, de onde, por Decreto de 28.02.1846, foi removido, para exercer a mesma função, na Comarca de Goiás. Chefe de Polícia da Província de Goiás, de onde foi removido, por Decreto de 31.07.1851, para a Província do Mato Grosso. Deputado à Assembléia Geral Legislativa, na 7ª Legislatura, pela Província de Goiás, de 03.05.1848 a 5.10.1848. Desembargador Honorário da Casa Imperial. Cavaleiro da Ordem de Cristo a 02.12.1849. Foi permitindo prestar o juramento como Cavaleiro da Ordem de Cristo, por intermédio de seu procurador, por Portaria de 20.10.1843. Oficial da Ordem da Rosa a 14.03.1846. Comendador da Ordem de Nossa Senhora da Vila Viçosa, de Portugal. Requereu o uso de Armas, a 06.05.1867, que lhe foram passadas por Carta de Brasão de 22.05.1867 . Proprietário de uma fazenda de café na Freguesia de Santana, Município de Piraí,-RJ em 1867. Deixou geração do seu casamento com Ricardina Corrêa, filha do Major Claudino Manuel Corrêa, nascida cerca de 1826, São Paulo, SP e falecida a 21.10. 1864 no Rio-RJ, vítima de parto, aos 38 anos de idade, Baronesa de Lorena. Sepultada no Cemitério de São João Batista. Faleceu antes da elevação do título de seu marido.
Obs: Estevão Ribeiro de Rezende , pai, o Marquês de Valença, deixou quatro filhos naturais, legitimados em 1819: Delfina Henriqueta Júlia de Rezende, o titular Estevão Ribeiro de Rezende, Josefina Augusta de Rezende e Virgílio Ribeiro de Rezende.
Lorena - a antiga aldeia de Guapacaré foi assim denominada pelo Capitão-General de São Paulo, Bernardo José de Lorena, Conde de Sarzedas, quando a elevou à categoria de vila, em 1878. ( Antenor Nascentes II, 177 )
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Lorena, Barão com grandeza e família Ribeiro de Rezende
Brasão de Armas: Em
campo azul,um leão de ouro rompente,tendo na garra sestra uma balança de
prata; e na dextra uma espada do mesmo,acompanhado à direita de um ramo de
cafeeiro de ouro com frutos de goles e a esquerda de três besantes de prata um
roquete,entre cinco estrelas do mesmo posta em aspa.(Brasão passado em 22 de
Maio de 1867.Reg.no Cart.da Nobreza,Liv.VI,fls.76)
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LORENA
O visconde com grandeza
de LORENA foi Francisco Maria Gordilho Velloso de Barbuda.
Adenda
Também Barão de Pati do Alferes e Marquês de Jacarepaguá.
Francisco Maria Gordilho Veloso de Barbuda - agraciado com diversas ordens honoríficas: Barão de Pati do Alferes ( Dec 12.10.1825), trocado pelo de Visconde de Lorena ( Dec 22.01.1826), este também trocado pelo de Marquês de Jacarepaguá. ( Dec 17.10.1826). Teve mercê de Carta de Brasão de Armas. Título de origem toponímica, tomado de cidade do estado de São Paulo.Nascido cerca de 1793, S. Sebastião de Setúbal, Portugal e falecido a 01.05.1836, Rio de Janeiro. Militar. Assentou praça na Armada Real da Marinha [31.03.1798]. 1.º Tenente [1808]. Passou para o exercito no posto de Capitão do 1.º Regimento de Cavalaria [08.03.1808]. Sargento-Mor [13.05.1809]. Tenente-Coronel [17.12.1813]. Coronel graduado [09.01.1816]. Coronel com exercício de ajudante de ordens do governo das armas do Rio de Janeiro [06.02.1818]. Brigadeiro graduado [18.03.1822]. Ajudante-General, interino, do Estado Maior do Comando das armas da Corte e Província do Rio de Janeiro [04.07.1822 - efetivado a 24.02.1823]. Demitido, a pedido, deste último cargo [05.03.1824]. Reformado do serviço do exército, a pedido [24.03.1824]. Senador do Império, pela Província de Goiás [1826]. Reposteiro-mor. Gentil-Homem da Câmara de D. Pedro I. Guarda-Roupa. Fidalgo Cavaleiro da Casa Real. Condecorado com diversas ordens honoríficas (Laurênio Lago, Brigadeiros e Generais, 42). Foi agraciado, sucessivamente com os títulos de barão de Pati do Alferes [12.10.1825], trocado pelo de visconde de Lorena [22.01.1826], e trocado, finalmente, pelo de marquês de Jacarepaguá [Dec. 17.10.1826]. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas . Deixou geração de seu cas. com Mariana Laurentina Carneiro da Silva e Sousa, nascida em 1796, bat. 10.12.1802, Rio, RJ e falecida a 17.01.1862, Rio, RJ, beneficiada com a pensão de seu marido, de 400$000, ainda em vida dele [01.04.1827]. Marquesa de Jacarepaguá. Pertence a importante família Carneiro Leão , filha de João Francisco da Silva e Souza e de Mariana Eugênia Carneiro da Costa .
Colaboradora
Regina Cascão -
Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno =================================================================
LORETO
barão de Loreto
Fonte: "Franklin Dória - Barão de Loreto" - de Pedro Calmon.Biblioteca do Exército Editora -RJ.
O barão com grandeza de
LORETO do Franklin Américo de Menezes Doria,
nasceu
na fazenda do Loreto na Ilha dos Frades, na Baia em 12 de Julho de 1836 e faleceu
no RJ em 28 de Outubro de 1906.Era filho de José Inácio de Menezes Doria e de
Agueda Clementina de Menezes Doria.Casou com Amanda Paranaguá Doria, Dama ao
Serviço efetivo de S.M, a Imperatriz, filha do Conselheiro de Estado João
Lustosa da Cunha Paranaguá, 2º marquês de
Paranaguá.Era bacharel em direito pela Faculdade do Recife em 1856 e foi
Juiz de Direito e Chefe de Polícia na Baia.presidiu as Províncias do Maranhão
em 1867, Piauí em 1864 e Pernambuco em 1880.Deputado à Assembléia Geral pelo
Piauí nas 16ª, 17ª, 18ª e 19ª legislaturas de 1878 a 1885.Foi chamado três
vezes aos Conselhos da Coroa, como Ministro da Guerra e dos Estrangeiros no 28º
Gabinete de 1880 e do Império no 36º Gabinete (Ouro Preto) de 1889.Distinto
cultor da poesia e literato de merecimento, deixou várias obras poéticas, era do
Conselho de S.Magestade, Veador da Casa Imperial, foi professor do Colégio
D.Pedro II, membro do Instituto dos Advogados Brasileiros ,da Associação
protetora da infância Desamparada, etc.Era Comendador da Imperial Ordem da Rosa
e Grã-Cruz da Ordem da Águia Vermelha da Prússia.
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LOURIÇAL
O barão de LOURIÇAL
foi Francisco de Assis Monteiro Breves.Era Comissário
de café no RJ
Adendas
Colaboração do pesquisador e genealogista Francisco de Assis Monteiro Breves - agraciado com o título ( Dec 17.12.1881 ) de Barão de Louriçal. Título de origem toponímica, tomado da propriedade da família. Primeiro filho de Amélia Augusta Monteiro de Barros (Souza Breves) e do Major José Joaquim Luiz de Souza Breves; neto materno do Dr. Francisco de Paula Monteiro de Barros e de Ana Carlota de Miranda; neto paterno de Luiz de Souza Breves e de Maria Pimenta de Almeida Breves. Nasceu cerca de 1847 e faleceu a 27.12.1894 na Fazenda dos Alpes, município de Mar de Espanha-MG, solteiro e segundo consta não deixou descendentes. Comerciante de café no Rio de Janeiro.
Colaborador:
Mauricio José Monteiro de Barros - genealogista. O titular era sobrinho de D.Maria Eugenia de Souza Breves, trisavó do colaborador.
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LUCENA

barão e baronesa de Lucena
O barão com grandeza de
LUCENA foi Henrique Pereira de Lucena que nasceu em
Limoeiro em PE em 27 de Maio de 1835 e faleceu no RJ em 10 de Dezembro de
1913. Era filho do Cel. Henrique Pereira de Lucena e de sua mulher D.Antonia
Barbosa da Silva. Casou em Pernambuco em 25 de Abril de 1869 com Zélia Sophia
Carneiro Campello, filha de José Carneiro Campello e de Arcelina Xavier
Campello. Bacharel em Ciências e Letras pelo Colégio D.Pedro II e em Ciências
jurídicas e sociais pela Faculdade do Recife em 1858,começou sua vida política
como delegado de polícia na capital da Província de Pernambuco,foi Chefe de
Polícia no Ceará,Desembargador honorário e Ministro do Supremo Tribunal
Federal, aposentado. Foi deputado Provincial e Presidente das Províncias do RN,de
PE em 1872 e em 1890,da Baia e do RS. Deputado Geral pela Província de PE na 20ª
legislatura de 1886 a 1889, foi Ministro da pasta da Agricultura e da Fazenda na República. Foi o fundador do Hospital D.Pedro II da Colônia Izabel e do Hospício
da Tamarineira, durante o seu governo em PE. Era Grande do Império, Oficial da
Imperial Ordem da Rosa e da de Cristo e da Legião de Honra da França.
Colaboradora
Regina Cascão - Foto da baronesa. Fonte: Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
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