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JABOATÃO
Foto gentilmente cedida por Renato Pessoa Dantas
O barão de JABOATÃO foi Umbelino de Paula de Souza Leão, natural da Província de PE. Era filho do Comendador Antonio de Paula de Souza Leão e de Teresa Victoria Bezerra da Silva Cavalcanti, pais da viscondessa de CAMPO ALEGRE. Casou com sua prima Francisca de Paula de Souza Leão, filha do Coronel Francisco Antonio de Souza Leão e de Maria da Penha Pereira da Silva, pais da baronesa de MORENOS.Era irmão do barão de SOUZA LEÃO e da viscondessa de CAMPO ALEGRE. Foi Juiz de Paz e Presidente da Câmara Municipal de Santo Agostinho. Era fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial e Major da Guarda Nacional.Era Senhor dos Engenhos de Matas e Bom Jardim, no Cabo, na Província de PE.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado:no primeiro e quarto quartéis,em campo de prata,as Quinas de Portugal postas em aspa;no segundo e terceiro quartéis ,em campo de ouro,um leão de goles rompente.(Brasão passado em 30 de Agosto de 1867.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.68).
Adenda
Umbelino de Paula de Souza Leão - agaraciado com o título ( Dec 29.03.1873 ) de Barão de Jaboatão. Título de origem toponímica, tomado a uma cidade de Pernambuco, arredores do Recife. Nasceu em 1829 e faleceu a 14.03.1902. Casou-se com sua prima Francisca de Paula de Souza Leão, nascida cerca de 1821 e falecida a 24.04.1913, Baronesa de Jaboatão, tendo sido pais, entre outros, de Maria Leopoldina de Souza Leão - 1ª esposa do barão de MORENOS. e de Domingos Francisco de Souza Leão - Visconde de Tatabtinga , além de avós da Baronesa de Gurjaú - Lilia Hermelinda de Souza Leão. Era irmão do Barão de Souza Leão - Ignácio Joaquim, e da Viscondessa de Campo Alegre - Francisca Cavalcanti.
Colaborador
Renato Pessoa Dantas - pesquisador em genealogia
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JACAREÍ
O 1º barão e barão com grandeza de JACAREÍ foi Bento Lucio Machado que nasceu em 1790 e faleceu em Jacareí,na província de SP em 08 de Novembro de 1857.Era filho do capitão Salvador Machado de Lima e de Ana Maria da Conceição Nogueira.Casou com Joaquina Angélica Machado,natural de Taubaté filha de Leonardo Cortez de Toledo e de Maria Clara Barreto.Era senhor de avultada fortuna e avultado foi o número de suas obras de caridade.Era Grande do Império,Oficial da Imperial Guarda de Honra,Comendador da imperial Ordem de Cristo e da Imperial Ordem da Rosa
Brasão de Armas: Escudo partido em pala:na primeira em campo de prata,uma mangueira de sinople e nela sabiás de preto;na segunda em campo vermelho um machado de prata com o cabo de ouro posto em pala.
O nome correto deste título é barão de JACARAÍ ,por decreto de 31 de Dezembro de 1849 e barão com grandeza em 03 de Dezembro de 1852, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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JACAREÍ
O 2º barão de JACAREÍ foi Licinio Lopes Chaves, filho dos primeiros barões de Santa Branca.Era irmão do 2º barão de Santa Branca e Coronel da Guarda Nacional.
Licínio Lopes Chaves, agraciado com o título ( Dec 02.08.1889 ) de Barão 2º de Jacareí.Título de origem toponímica, tomado à cidade do mesmo nome, no estado de S. Paulo.Filho de Francisco Lopes Chaves, nascido cerca de 1903 em S. Paulo, e falecido a 18.10.1884, Barão de Santa Branca.Nascido cerca de 1830 em Jacareí-SP. Irmão de Francisco Lopes Chaves (II), 2º Barão de Santa Branca, e de Joaquim Lopes Chaves, senador do Império.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Jacareí, 2º
Barão ; família Lopes Chaves
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JACAREPAGUÁ
O 1º barão do PATY DOS ALFERES com grandeza, visconde de LORENA e marquês de JACAREPAGUÁ foi Francisco Maria Gordilho Velloso de Barbuda, que nasceu em Portugal e faleceu em 02 de Maio de 1836.Era filho do Dr.José Henrique Gordilho Cabral, Desembargador da Relação da Baia, e Ouvidor Geral do Serro do Trio e de Maria Bárbara Benedita Cabral de Barbuda.Casou com Mariana Laurentina da Silva e Souza,Dama honorária de S.M. a Imperatriz, e irmã da viscondessa de MIRANDELLA; nasceu em 1796 e faleceu no RJ e era filha de João Francisco da Silva e Souza, Senhor da Quinta da Mata da Paciência no RJ e de Mariana Eugenia Carneiro da Costa, que era filha de Brás Carneiro Leão e da baronesa de SÃO SALVADOR DE CAMPOS DE GOITACAZES.Foi nomeado Senador pela Província de Goiás em 1826, era Oficial General do Exército, Resposteiro-Mór, Gentil-Homem da Câmara do 1º Imperador, Fidalgo Cavaleiro da Casa Real e condecorado com diversas ordens honoríficas.
Brasão de Armas: Escudo partido em pala: na primeira as Armas dos Vellosos, - em campo vermelho,um castelo de prata com três torres e acima de cada uma dessas uma flor de Liz de oro,em chefe;o castelo sobre um monte de sua cor,com portas e frestas de negro,e junto a este um açor com uma perdiz nas unhas,tudo de suas cores;na segunda, a dos Barbudas, - em campo de ouro,nove lisonjas,veiradas e contraveiradas de prata e vermelho,cada três em faxa. TIMPRE: o dos Vellosos, - o açor das armas,armado de ouro,com a perdiz nas unhas do pé direito.(Brasão passado a 10 de Março de 1810.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VIII fls.32).
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JACEGUAI
O barão de JACEGUAI foi Arthur Silveira da Motta que nasceu na província de SP em 22 de Agosto de 1844 e faleceu na cidade do RJ em 6 de Junho de 1914.Era filho do Senador pro GOIÁS Dr.José Ignácio da Silveira Motta.Casou em Buenos Aires em 9 de Fevereiro de 1870 com uma senhora de nacionalidade italiana,D.Luiza Glech.Matriculou-se na Academia de Marinha em 1858.Como comandante do Monitor Barroso,tomou parte no combate do Timbó e na Passagem do Humaitá e Curupaiti.Aos 26 anos de idade já era capitão de Mar e Guerra,pelos brilhantes feitos que tinha praticado na guerra do Paraguai.Foi Ministro Plenipotenciário em missão especial na China, membro do Conselho Naval,Inspetor do Arsenal de Marinha,Diretor da Escola Naval e exerceu inúmeras outras comissões militares.Era membro da Academia Nacional de letras e do Conselho de S.Magestade.Reformou-se no posto de Almirante.Era Dignitário da imperial Ordem do Cruzeiro e da Rosa,Comendador da Imperial Ordem de São Bento de Aviz e da de Cristo,Grã-Cruz da Real Ordem de São Bento de Aviz de Portugal e tinha as medalhas de Campanha de Uruguaiana,Paissandu do Humaitá e a Geral da Campanha do Paraguai,a de ouro do Mérito Filantropia e Generosidade de Portugal,etc.
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JACOTINGA
O barão de JACOTINGA foi o Dr.Manuel Bernardes Pereira da Veiga que nasceu no RJ em 25 de Novembro de 1766 e faleceu em 13 de Dezembro de 1837.Era filho o 1º Cirurgião da Armada Feliz Bernardes Pereira da Veiga e de Isabel Joaquina da Rosa.Casou com Mathilde Carolina Velho da Veiga.Era bacharel em filosofia e doutor em medicina pela Universidade de Coimbra.Foi medico da Real Câmara e Físico-Mór da Casa da Rainha D.Maria I,do Conselho Del Rei D.João VI,Comendador da Real ordem de Cristo de Portugal.
JACUTINGA, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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JACUÍ
O barão de JACUÍ foi Francisco Pedro de Abreu,natural do Rio Grande do Sul.Era Tenente-Coronel honorário do Exército,prestou relevantes serviços ao Estado.Era Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro,Comendador da Imperial Ordem da Rosa e tinha a medalha de ouro da Campanha do Uruguai.
Francisco Pedro de Abreu - agraciado com o título ( Dec 25.03.1845 ) de Barão de Jacuí.Título de origem toponímica, tomado de povoação no Rio Grande do Sul. Nascido a 23.03.1811 em Porto Alegre, RS e lá também falecido em 07.07.1891. . Chamado de «Chico Pedro - O <Moringue», filho de Pedro José Gomes de Abreu [ falecido em 12.08.1854] - dos Abreu de Melgaço - e de Maria Alves de Menezes [ nasc. 06.09.1779 - fal. 07.05.1842], casados em 21.04.1800. Casou-se com sua prima, Amélia de Araújo Brusque, filha do coronel Francisco Vicente Brusque - da importante família Brusques , do Rio Grande do Sul - e de Delfina Carlota de Araújo Ribeiro.Teve o casal 10 filhos.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha
Bueno - Verbetes: Jacué, Barão; famílias Abreu e Brusque.
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JACUIPE
O barão de JACUIPE foi Luiz Francisco Gonçalves Junqueira que faleceu em 2 de Setembro de 1860.Casou com Maria do Patrocínio de Almeida Junqueira.Era proprietário e fazendeiro na província da Baia.Era fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial.
Adenda
Luiz Francisco Gonçalves Junqueira - agraciado com o título ( Dec 14.03.1860 ) de Barão de Jacuípe.Título de origem toponímica, tomado a um rio da Bahia.Nascido em 25.08.1795 em Salvador-BA e falecido a 02.09.1860.Fazendeiro de açúcar na Bahia. Fidalgo cavaleiro da Casa Imperial. Foi agraciado com o título de Barão, com uso de Brasão de Armas. Casou-se com Maria do Patrocínio de Almeida, batizada em 11.02,1801 em Santo Amaro da Purificação-BA e falecida a 13.08.1890 em Salvador-BA, Baronesa de Jacuípe.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Jacuípe,
Barão e Baronesa; famílias: Oliveira Junqueira e Junqueira.
Brasão
de Armas: Em campo azul cinco flores de cana de açúcar de ouro, abertas e
postas em aspa. DIVISA: (Brasão passado em 16 de Junho de 1860.Reg.no
Cartório da Nobreza Liv.VI,fls.41).
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JAGUARA
barão de Jaguara
O barão de JAGUARA foi Dr.Antonio Pinheiro Ulhôa Cintra que faleceu em 14 de Agosto de 1895.Era doutor em medicina.Foi presidente da Província de SP em 1889 e deputado a Assembléia Geral.
Foto e Adenda
Fonte: AGB, vol.IX, 1947, pág.189-190
O barão de Jaguara Antonio Pinheiro de Ulhôa Cintra, nasceu em 12 de Junho de 1837 em SP. Era filho do Dr.Delfino Pinehrio de Ulhôa Cintra, nascido em 1807 em Jacuí, MG e de Antonia Benedita Dias da Silva,nascida em 1814 em Santo Amaro, SP e falecida em 14 de Outubro de 1888 em São Paulo; n.p. de José Pinheiro de Faria Cintra e de sua prima (c. 30 de Julho de 1805) Jacinta Umbelina de Ulhôa Cintra; n.m; de Antonio Dias da Silva, português, e de Maria Gomes. O barão casou em 1ªs. núpcias em 1861 com Adelina Torquato Marques de Oliveira, falecida em 15 de Julho de 1880, em Mogi Mirim, antes do titulo; filha única do Dr.Luiz Torquato Marques de Oliveira, nascido em Campanha,MG e de Henriqueta Torquato; n.p.de Manuel Marques de Oliveira.
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JAGUARÃO
O barão de
JAGUARÃO foi Jose Antonio da Silva Guimarães que nasceu
na Chácara do Cristal,na cidade de Porto Alegre em 1817 e faleceu no RJ a 28 de
Julho de 1880.Era filho de Antonio José da Silva Guimarães e de Rafaela de Oliveira Pinto Bandeira,descendente do celebre brigadeiro Rafael Pinto
Bandeira.Casou com Josefina Angélica de Ourique Jacques,filha de Antonio
Candido Jacques,estancieiro de Rio Pardo e de Maria Josefina Mendes Ourique.Sentou
praça como 1º cadete em 1836 sob as ordens de seu tio o Marechal Sebastião
Barreto Pereira Pinto,chegando ao posto de Tenente-General em 1878.Foi
Comandante da Divisão de ocupação do Paraguai de 1871 a 1875,assumindo depois
o comando das armas da província do RS.Sua carreira foi quase toda feita no
campo de batalha durante as campanhas da Argentina,Uruguai e Paraguai.Era
Conselheiro de Guerra, Grã-Cruz da Ordem de Aviz,Dignitário da Imperial Ordem
do Cruzeiro,Grande Dignitário da Rosa e Comendador da de Cristo.Recebeu a
medalha de Mérito e Bravura Militar,assim como as medalhas comemorativas da
batalha de Monte-Caseros e das campanhas do Uruguai e Paraguai.
Brasão de Armas: Escudo partido em pala;na primeira,as armas dos Silvas, - leão rompente de púrpura,armado de azul em capo de prata.; na segunda,as dos Guimarães, - escudo partido em três palas; a primeira e terceira fretadas de coticas pretas em campo de prata e na segunda de vermelho um leão de prata armado de preto com uma espada na garra direita,ensangüentada,copos de ouro e a folha de prata,a qual cai na primeira pala e a cauda do leão na última.
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JAGUARARI
O 1º barão de
JAGUARARI foi Ambrosio Henriques de Silva Pombo
Adenda
Ambrosio
Henriques da Silva Pombo - agraciado
com o título ( Dec 31.07.1830 ) de Barão 1º de Jaguarari.Título
de origem toponímica, tomado da Fazenda Jaguarari, adquirida em 1780 pelo avô
do titular, que pertencera, outrora, aos jesuítas. Foram os jesuítas que
construíram a Casa e Igreja da fazenda de Jaguarari, sob a invocação
de Santa Maria. Ficava situada junto ao Igarapé de Jaguarari, que nasce em um
lago, então terras de Jaguarari, e deságua no rio Moju, sendo aproveitado
para mover a moenda.Integrante de importante família Silva Pombo, de
abastados proprietários de terras, estabelecida no Pará. Filho do
desembargador Joaquim Clemente da Silva Pombo, Ouvidor da cidade de Belém-PA,
e de Maria José do Carmo de Oliveira e Silva ( Henriques), afilhada de
batismo do Governador do Pará José de Nápoles Tello de Menezes, 2ª Senhora
da Capela dos Passos e que, por seu casamento, tornou-se a matriarca da família
Silva Pombo.Ela era filha de D. Ambrósio Henriques, patriarca da família
Henriques do Pará.O Barão nasceu em 31.07.1803 e faleceu em 16.-9.1837.
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JAGUARARI
O 2º barão de JAGUARARI foi Marcos Antonio Bricio que nasceu em São Luiz do Maranhão,nessa província a 24 de Dezembro de 1800 e faleceu na Província do Pará em 11 de Agosto de 1871.Era filho de Marcos Antonio Bricio e de Maria Quitéria Bricio,natural de Lisboa e filha do Dr.Dionísio de Barues Freire,natural de Santarém e de Josefa Clara da Veiga,natural de Braga.Era neto paterno de Jacomo Felippe Bricio ,natural de Genova e de Francisca Angelina Bricio natural de Paris.Foi comandante Superior da Guarda Nacional do Pará,Presidente do Conselho Administrativo do Arsenal de Guerra,Diretor dos Índios.Era brigadeiro reformado do Exército e foi deputado pela província do Ceará na 1ª legislatura de 1826 a 1829 e pelo Pará na 6ª legislatura de 1845 a 1847.Era Comendador da Imperial Ordem de São Bento de Aviz,Cavaleiro da Imperial Ordem do Cruzeiro,Oficial da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da Real Ordem de S.Jorge de Nápoles.Era membro do IHGB.
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JAGUARIBE

O visconde com grandeza de JAGUARIBE foi Domingos José Nogueira Jaguaribe que nasceu na cidade de Aracati no Ceará em 14 de Setembro de 1820 e faleceu no RJ em 5 de Junho de 1890.Era filho do capitão João Nogueira dos Santos e de Joana Maria da Conceição.Casou com Clodes Santiago de Alencar Jaguaribe,que faleceu em 6 de Janeiro de 1851 e era filha de Leonel Pereira de Alencar e de Maria Xavier de Carvalho de Alencar.Bacharel formado em Direito pela Academia de Olinda em 1845.Ainda como estudante do 2º ano de direito tomou assento como deputado a Assembléia Provincial do Ceará.Na magistratura ,foi Juiz de direito em várias Comarcas do Ceará,Juiz dos Feitos da Corte,Desembargador da Relação do Recife e do Rio de Janeiro.Representou sua Província na 9ª legislatura de 1853 a 1856,na 10ª de 1857 a 1860,na 11ª de 1861 a 1865,na 12ª de 1864 a 1866,e na 14ª de 1869 a 1872.Em 1870 foi nomeado Senador pelo Ceará.Foi Ministro da Guerra no 25º Gabinete de 1871.Era Grande do Império,do Conselho de S.Magestade o Imperador,condecorado com a medalha da Campanha do Paraguai,onde estivera em Missão Diplomática.
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JAGUARIPE
O 1º barão de JAGUARIPE foi Francisco Elesbão Pires de Carvalho Albuquerque que faleceu na Baia em 4 de Agosto de 1856.Fez parte da Junta Provisória Governativa da Província da Baia em 1822 e 1823 como Presidente da mesma.Era comendador da Imperial Ordem do Cruzeiro e da Imperial Ordem de Cristo.
Adenda
Francisco
Elesbão Pires de Carvalho e Albuquerque, agraciado
com o título ( Dec 04.12.1824 ) de Barão 1º de Jaguaripe.Título
de origem toponímica, tomado a um rio da Bahia.Batizado a 14.01.1787 na
Freguesia de Vitória, Bahia, e falecido também na Bahia em 04.08.1856.
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Jaguaripe, Barão e Baronesa; família Pires de Carvalho e
Albuquerque ( existente apenas no dicionário impresso, não no CD)
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JAGUARIPE
2º barão e baronesa de Jaguaripe
O 2º barão de
JAGUARIPE foi Francisco Elesbão Pires de Carvalho e
Albuquerque que faleceu em 16 de Agosto de 1884.
Este título não existiu, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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JAGUARI
O barão e visconde com grandeza de JAGUARI foi Domingos de Castro Antiquera que faleceu na província do RS em 2 de Abril de 1852.Casou com Leocádia da Silveira Antiquera.
Adendas
Domingos
de Castro Antiqueira, agraciado com o título ( Dec 18.10.1829 ) de Barão de
Jaguari
elevado ao título ( Dec 02.12.1846 ) de Visconde com honras de grandeza de
Jaguari.Integrante de antiga e importante família estabelecida no Rio Grande
do Sul.Filho de José de Castro Antiqueira, e de Maria da Conceição, casados
em Viamão (RS), cerca de 1772.Nascido em 1774, Viamão, RS e
falecido em 02.04.1852, Pelotas, RS. Cavaleiro da Ordem de Cristo,
Dignitário da Ordem do Cruzeiro [1828]. Foi casado três vezes: a primeira,
com Joana Maria Bernardina Domingues, falecida a 28.04.1810, sem sucessão,
falecida antes da concessão do título; a segunda, com Maria Joaquina de
Castro , falecida a 25.07.1829], três meses antes da concessão do
primeiro título ao seu marido; e a terceira, com Leocádia Amália da
Silveira, filha legítima de João Silveira da Rosa e Rosa Maria de Jesus,
falecida a 22.11.1866, que foi a viscondessa com honras de grandeza de
Jaguari. Filha legítima de João Silveira da Rosa e de Rosa Maria de Jesus.
Deixou geração somente de sua segunda esposa.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes; Jaguari, Visconde; Jaguari, Viscondessa; família Antiqueira.
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JAGUARI

barão de Três Barras e visconde com grandeza de Jaguari
Fonte da figura: www.senado.gov.br
O barão das Três Barras e 2º visconde com grandeza de JAGUARI foi José Ildefonso de Souza Ramos que nasceu em Baependi,Minas Gerais em 28 de Setembro de 1812 e faleceu no RJ em 23 de Julho de 1883 na fazenda das Duas Barras.Casou com Henriqueta Carolina de Souza Ramos.Bacharel em direito pela Academia de SP em 1834,foi Presidente das Províncias do Piauí em 1843 ,de Pernambuco em 1850 e de Minas Gerais em 1848.Ministro da pasta da Fazenda no 11º Gabinete de 1852,do Império no 16º Gabinete de 1861,da Justiça no 24º de 1870.Deputado Geral pela Província do Piauí na 6ª legislatura de 1845 a 1847 e pelo Rio de janeiro na 8ªe 9ª legislaturas de 1850 a 1856.Era Senador por Minas gerais nomeado em 1853 e Presidente do Senado de 1874 a 1881.Foi Provedor da Santa Casa de Misericórdia,sócio do IHGB do Conselho de S.Magestade, Conselheiro de Estado em 1870,Grande do Império,Grã-Cruz das Imperiais Ordens de Cristo e da Rosa.
José Ildefonso de Sousa Ramos - agraciado com o título ( Dec 19.10.1867 ) de Barão de Três Barras. Elevado ao título ( Dec 15.10.1872 ) de Visconde com honras de grandeza de Jaguari. Agraciado com esta dignidade em gratidão aos seus serviços prestados na Exposição Universal de Viena,
A união dos dois sobrenomes surge com Tomé Venâncio Ramos que deixou descendência em Baependi (MG), de seu casamento com Ana Leonor de Souza em 1809 . Filho do casal patriarca, o titular nasceu em Baependi, Minas Gerais, onde foi batizado na Freguesia de Mont Serrat. Título concedido em 1872. Advogado e político. Foi Presidente das províncias de Pernambuco, Piauí e Minas Gerais. Senador do Império, em 1853, pela província de Minas Gerais. Três vezes Ministro de Estado da Justiça. Conselheiro de Estado Extraordinário, em 1871, e Ordinário em 1876.Formou-se em Direito pela Faculdade de São Paulo em 1834, indo em seguido abrir banca de advocacia em Valença. Lutou no Senador Imperial contra a construção da Estrada de Ferro Pedro II, chegando a declarar que "não podia conceber como duas paralelas de aço pudessem levar o progresso ao interior".
Teve
mercê do Hábito da Ordem de Cristo – 1841, Cavaleiro
da Ordem da Rosa – 1842, Comendador da Ordem de Cristo – 1849. Agraciado com
o título de Barão de Três Barras – 1867. Três Barras era sua fazenda,
onde faleceu em Valença – RJ, Conselheiro de Estado Extraordinário (2º
Conselho)- 1870.Agraciado com o título de 2º Visconde de Jaguari- 1872.Grã
Cruz da Ordem de Cristo - 1874. Áustria,
Membro Ordinário do Conselho de Estado, na Seção de Justiça e Estrangeiros
– 1876, Provedor da Santa Casa de Misericórdia no período de 1879 a 1883. “Como
diretor da Santa Casa, nomeou para médico ali o Dr. José Pereira Guimarães e,
chamado a explicar o motivo da nomeação, respondeu imediatamente: ‘Nomeei médico
dos pobres o médico que eu chamaria para tratar de minha mulher e dos meus
filhos” ( Anuário Genealógico Brasileiro, IV, 118 ) .
(*) o pesquisador José Roberto informa a data de nascimento da viscondessa como 01.04.1828. O Dicionário a diz nascida em 1825.
Colaboradores:
- Cristina Godoy - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Jaguari, Visconde e família Souza Ramos.
- José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.
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JAMBEIRO
O barão de JAMBEIRO foi David Lopes da Silva Ramos,natural da Província de SP.Era Comendador da imperial ordem da Rosa.
Adenda
David Lopes da Silva Ramos, agraciado com o título ( Dec 20.08.1889 ) de Barão de Jambeiro.Título de origem toponímica, tomado ao município onde se localizava a fazenda do Barão.Nascido em São Paulo-SP e falecido em Taubaté-SP a 12.06.1896. Agricultor, proprietário de uma fazenda no município de Jambeiro - SP.Deixou geração , pela qual corre o sobrenome Silva Ramos, de seu casamento com Balbina da Silva Ramos, falecida em Taubaté-SP a 14.12.1924, Baronesa de Jambeiro.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Jambeiro, Barão e Baronesa; família Silva Ramos
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JAPARATUBA
O barão de JAPARATUBA foi Gonçalo Faro de Rolemberg que faleceu na Província do Sergipe em 6 de Outubro de 1879 com 66 anos de idade.
Adenda
Gonçalo de Faro Rollemberg - agraciado com o título ( Dec 14.03.1860 ) de Barão de Japaratuba. Integrante de antiga família estabelecida na Bahia, com ramificações em Sergipe.Filho do brigadeiro Manuel Rollemberg de Azevedo. Nasceu em 1813 e faleceu em Sergipe a 06.10.1879. Comendador da Ordem da Rosa e da Ordem de Cristo. Casou-se duas vezes, com geração nos dois: primeiro, com Bernardina do Prado; e segundo, com Maria Leite Sampaio que, por ser muito religiosa, adotou o nome de Maria Custódia do Sacramento.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Jaguaratuba, Barão; família Rollemberg
Brasão
de Armas: Escudo esquartelado:no primeiro quartel em campo de ouro,um
canavial;no segundo de azul,um castelo de prata;no terceiro de goles,um leão de
ouro,rompente;no quarto em campo de prata,um índio ao natural,tendo na mão
direita um ramo de cafeeiro e na esquerda seu arco e flechas.
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JAPURÁ

Barão e baronesa de Japurá
O barão de JAPURÁ foi Miguel Maria Lisboa que nasceu no RJ em 22 de Maio de 1809 e faleceu em Lisboa em 28 de Abril de 1881. Era filho do Conselheiro José Antonio Lisboa, do Conselho de S. M.; Comendador da Ordem de Cristo; Deputado Presidente da Junta do comércio, agricultura, fábricas e navegação, que foi no reinado do Senhor D. João VI. Chamado a dar conselho no Conselho do Estado daquele Augusto Senhor e no reinado do Senhor D. Pedro I, Ministro e secretário de Estado dos Negócios da Fazenda; falecido em 29 de Julho de 1850 e de Maria Eufrásia de Lima, natural da cidade de Porto Alegre, RS. Era neto por parte paterna do capitão José Antonio Lisboa, Cavaleiro da Ordem de Cristo, Rico-Homem, natural da freguesia de N. S. da Vitória de Famalicão, patriarcado de Lisboa; e de D.Bárbara da Conceição de Jesus, neto pela parte materna do Capitão Francisco Marques Lisboa, Cavaleiro da Ordem de Cristo e de Eufrásia de Azevedo Lima. Bisneto por parte materna de Luiz Marques de Oliveira, varão ilustre da dita província, descendente de uma família nobre do apelido de Oliveira; e de Teresa Ribeiro Fidalgo; e também bisneto pela parte materna de Domingos de Lima e Veiga e de Gertrudes de Araújo Paes Leme. Terceiro neto, pela parte paterna de Manuel Luiz Serrador e de Serafina da Conceição, e também terceiro neto pela parte paterna de Manuel Francisco Arrojado e de Isabel Ribeiro, Fidalgo da Província de Extremadura, sendo todos estes Ribeiros de estirpe ilustre, no dito reino de Portugal, pertencentes à Casa dos Morgados da quinta dos Arrojados. Terceiro neto pela parte materna de Marçal de Lima e Abreu.Rico-Homem e Senhor na província do RS, da ilha de Marçal de Lima, de estirpe dos senhores de Ponte de Lima, em Portugal; e também terceiro neto por parte materna de Pedro Dias e de Mariana Leme Garcia, ambos oriundos da província de SP. *Era irmão do marquês de TAMANDARÉ. Casou com Maria Isabel de Andrade Lisboa que assistiu aos últimos momentos de S. M. a Imperatriz, na cidade do Porto; filha do Conselheiro João de Andrade Pinto e de Maria José de Andrade Paiva. (*)que eram pais da marquesa de ACAPULCO. Seguiu a carreira diplomática; aos 29 anos de idade era adido de Legação em Londres e consagrou perto de 50 anos ao serviço da pátria em diversas e longínquas terras. Nomeado Enviado Extraordinário e Ministro plenipotenciário em Lisboa em 1866 e ai faleceu. Graduado cm o diploma de Artium Magister, pela Universidade de Edimburgo, era sócio de várias associações científicas e literárias Do Conselho de S. Magestade, Veador de S. M. a Imperatriz, era Grande Dignitário da I, Ordem da Rosa, Comendador da I. Ordem de Cristo, Grã-Cruz das Ordens de Vila Viçosa, de Portugal e de Cristo, da Ernestina da Casa Ducal de Saxe, etc.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro quartel, as armas dos Ribeiros, - de ouro, com três faxas verdes; no segundo as armas do Soares de oliveira, - de azul com uma aspa de prata entre quatro flores de Liz de ouro; no terceiro,as armas dos Limas, - um escudo dividido em três palas, na primeira as armas os Aragão, - de ouro, quatro barras vermelhas,e nas duas outras palas, o escudo esquartelado dos Silvas; em campo de prata, um leão de púrpura armado de azul, com o de Souto-Maior, que é em campo de prata enxequetado de ouro de vermelho, de três peças em pala; no quarto quartel, as armas dos Pais – em campo de prata, nove lisonjas em três palas enxequetadas de azul e vermelho.TIMBRE : dos Oliveiras, a aspa de prata e flor de Liz de ouro das armas, e por diferença um castelo de prata em campo azul. (Brasão passado em 20 de Agosto de 1848. Reg. no Cartório da Nobreza, Liv.VI, fls.7).
Colaboração e corrigenda:
Claudio Arrojado Lisboa da Costa Pereira
(descendente direto da linha nobiliárquica dos barões de Japurá e barão, conde e marquês de Tamandaré [wcomander@gmail.com]
* Correção no texto do Archivo Nobiliarchico
*O Barão de Japurá não era irmão do Marquês de Tamandaré... O Marquês de
Tamandaré era Tio do Barão de Japurá, irmão mais novo de sua mãe, "Maria
Euphrasia Marques Lisboa" e também casado com a irmã do Barão de Japurá, "Maria
Euphrasia de Lima "Lisboa"... é um caso de Tio casando com a sobrinha, daí talvez a
confusão do Archivo Nobiliarchico. Outro motivo para a confusão é o fato
dos dois nobres terem praticamente a mesma idade, Tamandaré nasceu em 1807 e
Japurá em 1809.
(*)
Corrige-se que a Marquesa de Acapulco era filha
do Barão e Baronesa de Japurá. No texto original do Archivo Nobiliarchico, ela
foi posta como filha dos avós maternos dela.

O autor
Claudio Arrojado da Costa Pereira, descendente do barão procura também a
procedência de um brasão da família, provavelmente posterior ao do filho do
Barão de Japurá, Fidalgo Joaquim Miguel Ribeiro de Lisboa, poderia ser de seu
neto Miguel Arrojado Ribeiro de Lisboa, mas ainda nada se encontrou sobre
ele em lugar algum. Este Brasão é dividido em 8 quadrantes sendo o lado esquerdo
com os 4 quadrantes do Brasão do Barão de Japurá e o lado direito com 3
quadrantes do Brasão do filho do Barão, Fidalgo Joaquim Miguel Ribeiro de
Lisboa, o quarto e último quadrante me é desconhecido, são 3 cabeças de cavalo
em forma de "V".
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JAPI
O 1º barão de JAPI foi Joaquim Benedito de Queiroz Telles que nasceu em Jundiaí, Província de S. Paulo, em 10 de Junho de 1819. Faleceu na cidade de S.Paulo em 25 de Julho de 1888.Filho do Sargento-Mór Antonio de Queiroz Telles, barão de Jundiahy, e de sua mulher a Baronesa D. Anna Leduína de Morais Jordão.Era irmão do conde de Parahyba, e da 2ª baronesa de Jundiahy.Casou com Maria Januária de Morais que era sua tia materna, filha do Sargento-Mór Joaquim José de Moraes e de sua mulher Escholástica Jacintha Rodrigues Jordão.Agricultor em S.Paulo, presidiu a Câmara Municipal, várias vezes, foi Juiz de Paz e Deputado Provincial em duas legislaturas.Era Tenente-Coronel, Comandante Superior da Guarda Nacional, e Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo.
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JAPI
O 2º barão de JAPI foi José de Lacerda Guimarães.
Este título não existiu, foi confusão com o 2º barão de ARARI, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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JARAGUÁ
O barão de
JARAGUÁ foi José Antonio de Mendonça que nasceu
no Algarve,de Portugal em 21 de Julho de 1800 e faleceu em Portugal a 17 de
Fevereiro de 1870.Era filho de José Antonio de Mendonça e de Bárbara
Francisca Xavier de Mattos Moreira,que era filha do Major Jacinto Pais de Mattos
Moreira.Era irmão do barão de ALCANTARILHA (por Portugal),Sebastião José de
Mendonça.Casou com Francisca Eugenia Benedita de Bomfim Alves.Veio ao Brasil em
1819 e estabeleceu-se em Alagoas.Foi comandante Superior da Guarda Nacional da
Comarca de Maceió na província de Alagoas em 1849.Era Comendador da I,Ordem da
Rosa e da de Cristo ,de Portugal.
Brasão
de Armas: Escudo esquartelado: no primeiro quartel,as armas dos Mendonças,- o
escudo franxado,no primeiro,de verde,uma banda vermelha coticada de ouro;no
segundo,um S preto em campo de ouro;e assim os contrários;no segundo quartel,as
dos Vieiras, - de vermelho com seis vieiras de ouro em duas palas;no terceiro,as
dos Mattos, - de vermelho com um pinheiro verde,com frutos,perfis e raízes de
ouro entre dois leões do mesmo metal,armados de azul;no quarto,as dos Moreiras,
- de vermelho com nove escudetes de prata,sobre cada um sua cruz verde floretada
como as de Aviz em três palas;e por diferença uma brica de prata com J
preto.TIMBRE: o dos Mendonças,uma
asa de ouro e sobre ela um S como os do escudo.(Brasão passado em 22 de Agosto
de 1861.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.48).
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JARAO
O barão de JARAO foi o Dr.Joaquim José de Assumpção
Adenda
Fonte: AGB, Ano III de 1941, pág.104
O barão nasceu em 1830 em Pelotas, onde faleceu a 12 de Abril de 1898.Era filho do Comendador Joaquim José de Assunção, nascido em Lisboa e de Maria Augusta da Fontoura, nascida em Pelotas; neto paterno de João de Assunção, nascido em Lisboa, e de Feliciana Rosa. nascida em Lisboa; neto materno de João Duarte Machado, nascido em Lisboa e de Maria Regina da Fontoura, nascida em Viamão.O barão casou com Candida Clara Simões Lopes, falecida a 29 de Abril de 1895, em Pelotas, irmã do visconde da Graça.
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JARI
O barão e visconde com grandeza de JARI foi João Baptista Gonçalves Campos que nasceu na Província do Pará a 10 de Maio de 1814 e faleceu no RJ a 17 de Maio de 1890.Era filho do capitão Faustino Gonçalves Campos e de Josefa Joaquina Gonçalves Campos.Bacharel em direito pela Faculdade de Olinda em 1840,foi Magistrado e Ministro aposentado do Supremo Tribunal da Justiça.Grã-Mestre da Maçonaria Brasileira,presidiu a Província de Alagoas e foi membro do Conselho Supremo Militar de Justiça.Era do Conselho de S..Magestade e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.
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JAURÚ
O barão de JAURÚ foi César Sauvan Vianna de Lima que nasceu em 1824 em SP.Estudou na Europa e em 1850 entrou para a carreira diplomática.Como adido de 1ª classe serviu nas legações de Viena e de Berlim.Nomeado em 1853 Secretário para a legação de Buenos Aires,foi elevado à Ministro Residente em 1864 e à Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário para Berlim em 1867.Era Grande Dignitário da Imperial Ordem da Rosa,Grã0-Cruz da Real Ordem de Cristo de Portugal,de Alberto o Valoroso,da Ordem Ernestina da Saxônia,do Leão de Baden,do Falcão Branco de Saxe Weimar,Grande Oficial da Ordem de S.Maurício e S.Lázaro,da Itália,Comendador da Ordem de Wurtemberg e da Imperial Ordem de Medjidié da Turquia.
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JAVARI
O 1º barão de
JAVARI foi João Alves Loureiro que nasceu no RJ em
1812 e faleceu em 28 de Fevereiro
de 1883 em Roma.Era bacharel em direito pela Faculdade de SP em 1834,foi
Procurador Fiscal da Tesouraria do RJ e depois entrou para a carreira diplomática,chegando
a Ministro Plenipotenciário,posto em que faleceu.Era do Conselho de S.
Magestade, Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo,Oficial da Imperial Ordem da
Rosa,Comendador da Ordem de S..Miguel,da Baviera e da do Leão de Zaehringen,de
1ª classe,de Baden,e Grã-Cruz da
Coroa da Itália.Era membro do IHGB e distinto músico e compositor.
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JAVARI
O 2º barão de
JAVARI foi Jorge João Dodsworth.Era do Conselho de
S. Magestade.
Jorge João Dodsworth - agraciado com o título ( Dec 03.08.1882) de Barão de Javari. Título de origem toponímica, tomado da fazenda de propriedade do titular no atual município de Miguel Pereira-RJ. Integrante dos Dodsworth, importante família de origem inglesa estabelecida no Rio de Janeiro, para onde passou George John Dodsworth, nascido na Inglaterra, leiloeiro no Rio de Janeiro, que deixou descendência do seu casamento com Maria Leocádia do Nascimento Lobo. Filho do casal, o titular nasceu a 18.20.1841 no Rio de Janeiro-RJ e faleceu em 30.04.1899 em Petrópolis-RJ. Diretor da Secretaria da Câmara dos Deputados do Império. Conselheiro do Império. Proprietário da Fazenda de Javari, em território do atual município de Miguel Pereira-RJ . Casou-se em São Paulo-SP com Carlota de Toledo, falecida em 02.07.1901 no Rio de Janeiro, filha do coronel Joaquim Floriano de Toledo, vice-presidente da Província de São Paulo. Com geração.
Colaboradores
- José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Javari, 2º Barão; e família Dodsworth.
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JEQUIÁ
O barão com
grandeza de JEQUIÁ foi Manuel Duarte Ferreira Ferro
que faleceu na Província de Alagoas em Maio de 1870.Casou com Maria Carolina
Duarte Ferreira Ferro,natural da Província de Alagoas.Era Oficial da Imperial
Ordem da Rosa e Grande do Império.
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JEQUIRIÇÁ
O barão de JEQUIRIÇÁ foi Izidro de Senna Madureira que faleceu na Baia em 22 de Novembro de 1860.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo.
Adenda
Izidro de Senna Madureira - agraciado com o título ( Dec 14.03.1860 ) de Barão de Jequiriçá.Título de origem toponímica, tomado a um rio e uma vila da Bahia. Falecido em 22.11.1860, foi um dos maiores filantropos da sua época e despendeu em obras pias e na construção de um hospital em Valença, na Bahia, quantia superior a cem contos de réis. Não houve a Baronesa de Jequiriçá porque o titular faleceu solteiro.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha
Bueno
Verbetes; Jequiriçá, Barão de; família Senna Madureira
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JUQUIRI
O barão de
JUQUIRI foi Francisco de Assis Valle.Era filho do
capitão Francisco de Assis Valle e de sua 2ª mulher Libania de Assis
Valle.Casou com sua prima Gertrudes Guilhermina Egydia de Camargo,viúva de Ignácio
Nogueira e filha de Aleixo José Godoy e de sua mulher D.Gertrudes Maria de
Camargo.Proprietário e capitalista,era Coronel Comandante Superior da Guarda
Nacional da Comarca de Bragança,na província de SP.
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JEQUITAI
O barão de
JEQUITAI foi Cypriano de Medeiros Lima.Era
Tenente-Coronel da Guarda Nacional.
O nome correto deste título é Cipriano de Morais Lima, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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JEQUITINHONHA

O visconde com
grandeza de JEQUITINHONHA foi Francisco Gé Açabaya de
Montezuma.Chamou-se até a época da Independência,Francisco Gomes Brandão
Montezuma.Nasceu na Baia em 23 de Março de 1794 e faleceu no RJ em 15 de
Fevereiro de 1870.Era filho de Manuel Gomes Brandão Montezuma e de Narcisa
Teresa de Jesus Barreto.Casou com Mariana Angélica de Toledo Marcondes de
Montezuma,filha de Antonio Marcondes de Oliveira e de Maria Francisca Teixeira
Casado.Bacharel formado pela Universidade de Coimbra em 1822;foi membro do
Governo provisório da Baia,na revolução.Tomou assento na Assembléia
Constituinte de 1823,pela Baia e representou esta Província na 4ª legislatura
de 1838 a 1841,já a tendo representado na 2ª de 1830.Foi Ministro dos
Estrangeiros e interino da pasta da Justiça,no 4º Gabinete da Regência de
Diogo Antonio Feijó.Foi Enviado extraordinário e Ministro Plenipotenciário em
missão na Inglaterra;dedicando-se depois a advocacia.Era Senador pela Baia em
1851,Conselheiro de Estado em 1850,fundador e Presidente Honorário do Instituto
da Ordem dos Advogados Brasileiros,um dos sócios fundadores do IHGB em
1838;Grande do Império,do Conselho de S.M.o Imperador,Dignitário da I.Ordem
do Cruzeiro,Comendador da Ordem de Vila Viçosa,condecorado com a medalha da
Guerra da Independência.Foi-lhe oferecido em 1 de Dezembro de 1822,no dia da
coroação de D.Pedro I,o título de barão da CACHOEIRA ,o que recusou.
Dr. Alberto R. Fioravanti -Heraldista,
Presidente do S.T.A.C.H.B.
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Jequitinhonha, Visconde; e família Acaiaba
Obs;O Archivo Nobiliarchico Brasileiro não descreve este brasão
CRIAÇÃO DO TÌTULO: Visconde com grandeza por decreto de 2 de Dezembro de 1854
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JERUMIRIM
O visconde com grandeza de JERUMIRIM foi Francisco Cordeiro da Silva Torres e Alvim que nasceu na Vila de Ourem,em Portugal,antigo solar de sua ilustre família em 24 de Fevereiro de 1775.Faleceu no RJ em 8 de Maio de 1856.Era filho de Antonio de Souza Mello e Alvim,senhor dos morgados de Olaia,Cadaval e Painho e de Maria Bárbara da Silva Torres da nobre família dos morgados de Sanguinhal.Casou em 1806 com Sophia Albertina em 1ª.s núpcias;filha do Dr.Cornélio Queen e em segundas núpcias com Maria Cândida Barreto.Formado em matemáticas pelo Colégio dos Nobres de Lisboa,entrou para a Marinha portuguesa em 1797,passando em 1804 para o corpo de engenheiros e em 1809 chegou ao RJ a bordo da galera Alegria.Promovido a capitão em 1811,é nomeado lente da Escola Militar,Marechal de Campo,Inspetor Geral da Caixa de Amortização em 1827 de que foi o fundador.Foi chamado aos Conselhos da Coroa,fazendo parte do 7º Gabinete de 1827,na pasta da Guerra,tendo-a deixado ao cabo de oito dias por que dizia ele: Um cordeiro não serve para a guerra. Era do Conselho de S.M.o Imperador,Conselheiro de Estado,em 1824,Grande do Império,Veador de S.M. a Imperatriz,Grande Dignitário da I.Ordem da Rosa (1841),Oficial da I.Ordem do Cruzeiro,Cavaleiro da Ordem de S.Bento de Aviz.Foi presidente perpetuo da Sociedade Auxiliadora da Indústria,primeiro Presidente e um dos fundadores do IHGB.
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JOATINGA
barão e bsa. de Joatinga
Fonte: AGB, Vol.IX, 1947, pág.194-195
O barão de JOATINGA foi Pedro Ramos Nogueira que nasceu a 23 de Novembro de 1823,na fazenda Loanda,em Bananal,Província de SP.Faleceu em 7 de Janeiro de 1885,nessa província.Era filho do Major José Ramos Nogueira,Sargento-Mór da Guarda de Honra de S.M.Pedro I e de Domiciana de Almeida Nogueira,neto paterno de Roque Bicudo Leme e de Florência Maria Nogueira e materno de Luiz José de Almeida e de Ana Joaquina Nogueira.Casou com sua prima Plácida Maria Nogueira de Almeida em 23 de Junho de 1844,filha do Comendador Luciano José de Almeida e de Maria Joaquina de Almeida.Cursou o Colégio D.Pedro II e a Faculdade de Medicina do RJ sem contudo concluir esses cursos.Era agricultor e influente político em Bananal.
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JUIZ DE FORA
Foto do site da Câmara de Juiz de Fora: www.camarajf.mg.gov.br
O barão de JUIZ DE FORA foi José Ribeiro de Rezende que faleceu em 28 de Janeiro de 1888.Era natural da Província de MG e era Coronel da Guarda Nacional.
Adenda
José Ribeiro de Rezende, agraciado com o título ( Dec 15.06.1881 ) de Barão de Juiz de Fora.Título de origem toponímica,, tomado da cidade do mesmo nome, no estado de Min as Gerais - ex-Paraibuna, antiga Santo Antônio do Paraibuna e primitivo Arraial de Santo Antônio do Juiz de Fora. Houve na localidade um magistrado desses, um juiz de Fora, nome pelo qual se designava no tempo das Ordenações o magistrado estranho, posto numa terra pelo rei.Sobrinho paterno do marquês de Valença, nasceu José Ribeiro de Rezende a 27.12.1808; batizado a 15.01.1809, na ermida da Cachoeira, filial da Matriz do Município de Prados, e falecido a 28.01.1888, em Juiz de Fora. Juiz de Paz. Juiz de Fora, em 1845. Vereador em Juiz de Fora e primeiro vice-presidente da Câmara Municipal, quando foi elevada a Vila, em 1852, e seu presidente, de 1853 a 1856. Proprietário da fazenda de café FORTALEZA, no distrito da cidade. Contribuiu para a prosperidade de vários estabelecimentos, igreja e outros; fez doação de terrenos para os cemitérios de Sant’Ana do Deserto e Caeté. Seu nome foi dado a uma das ruas de Juiz de Fora. Doou terrenos para a construção dos cemitérios de Santana do Deserto e de Caeté. Durante muitos anos residiu no Engenho do Mato (depois Chapéu d’Uvas, atual Município de Paula Lima), onde exerceu o cargo de Juiz de Paz.Casou em primeiras núpcias com Senhorinha Carolina de Miranda, nascida por volta de 1811 e falecida em Juiz de Fora, com geração. Casou-se pela segunda vez com Camila Ferreira de Assis, falecida a 25.04.1892, freg.ª de Santana do Deserto, baronesa de Juiz de Fora, irmã do conde de Prados, integrantes da família Armond de Minas Gerais, sem geração neste casamento.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Juiz de Fora, Barão; família Ribeiro de Rezende.
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JUNDIÁ

Barão de Jundiá
O barão de
JUNDIÁ foi André Dias de Araújo,natural da Província
de PE.Era filho de André Dias e irmão da baronesa de FRECHEIRAS,Francisca Dias
dos Santos Pontual.
Adenda
André Dias de Araújo - agraciado com o título ( Dec 08.03.1880 ) de Barão de Jundiá. Membro da antiga família Santos Dias, de Pernambuco.Filho de Manoel Antonio Dias, Senhor do Engenho Jundiá, e Maria da Anunciação. Neto materno de Manoel Tomé de Jesus e sua primeira mulher Teresa de Jesus Maria. Irmão da Baronesa de Frecheiras. Nasceu a 18.12.1825 na Freguesia de Escada-PE e faleceu a 11.11.1889, no engenho Nova Noruega, comarca de escada-PE. Casou a 23 .09.1847 com sua prima materna Francisca Dias de Araújo, que em solteira assinava Francisca Joaquina de Jesus, filha de José Gomes da Silva, alferes, e de Maria José de Jesus, falecida em 27.06.1889. Tiveram 12 filhos.
Colaboradora
Regina Cascão - Fontes: Gente de Pernambuco, de Orlando Cavalcanti; Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes; Jundiá, Barão e Jundiá, Baronesa.
Regina Cascão - Foto do barão.
Fonte: Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
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JUNDIAÍ
O 1º barão,visconde,
visconde com grandeza e marques do RIO SECO,com grandeza e marquês de JUNDIAÍ foi Joaquim
José de Azevedo que nasceu em Portugal em 12 de Setembro de 1761 e
faleceu no RJ em 7 de Abril de 1835.Era filho de Mathias Antonio de Azevedo e de
Maria Josefa de Oliveira.Casou duas vezes,a primeira com Maria Carlota Miliard
em Lisboa em 1787 e a segunda no RJ com Mariana da Cunha Pereira filha dos
marqueses de INHAMBUPE.Fidalgo Cavaleiro por alvará de 5 de Setembro de 1808,do
Conselho em 1810,escrivão dos filhamentos,Tesoureiro da Casa Real,tudo no
reinado de S.M.D.João VI,onde teve o senhorio de Macaé,a Alcaidaria-Mór de
Santos,a comenda de Cristo e a da torre e Espada,os títulos de barão(1812) e
visconde(1818) por Portugal.Não querendo acompanhar El-Rei D.João VI a
Portugal,passou ao serviço de D;.Pedro I que lhe deu a Grandeza do Império,o
Oficio de Porteiro-Mór,e as comendas das Imperiais Ordens do Cruzeiro e da
Rosa.
Brasão de Armas:
Escudo esquartelado: no primeiro quartel,em capo de ouro,uma águia de
preto estendida;no segundo em campo azul,cinco estrelas de prata em aspa com uma
bordadura de vermelho,cheia de aspas de ouro e assim os contrários.TIMBRE: a águia
do escudo com uma estrela das armas no peito e por diferença uma brica vermelha
com uma flor de Liz.
O 1º marquês de JUNDIAÍ foi também barão do RIO SÊCO por decreto de 12 de Outubro de 1812 e visconde do RIO SÊCO por decreto de 06 de Fevereiro de 1818.Ambos títulos foram omitidos pelo ANB, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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JUNDIAÍ
O barão de JUNDIAÍ foi Antonio de Queiroz Telles que nasceu em Jundiaí em 1 de Fevereiro de 1787 e faleceu em Campinas na Província de SP em 11 de Outubro de 1870.Era filho do Guarda-Mór Antonio de Queiroz Telles e de Ana Joaquina da Silva Prado,filha de Martinho da Silva Prado,Capitão-Mór e de Maria Leme Ferreira.Casou com Ana Leduina de Morais Jordão,filha do Sargento-Mór Joaquim José de Morais e de Escolástica Jacinta Rodrigues Jordão,sua sobrinha.Eram pais da 2ª baronesa de JUNDIAÍ,do conde de PARNAIBA e do 1º barão de JAPI. Lavrador importante,foi vereador e membro da Assembléia Provincial de SP e seu presidente Juiz Municipal e de Órfãos,Delegado de Polícia.Teve a honra de hospedar S.M.o Imperador em 1846 em sua casa em Jundiaí.Era Comendador da Imperial Ordem da Rosa.
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JUNDIAÍ
A 2ª baronesa
de JUNDIAÍ foi Ana Joaquina do Prado Fonseca,filha
do Sargento-Mór Antonio Queiroz Telles,barão de Jundiaí e da 1ª baronesa Ana
Leduina de Morais Jordão,sua sobrinha.Casou com o Senador Dr.José Manuel da
Fonseca,filho de Antonio da Fonseca e de Gertrudes Maria de Camargo,já viúvo
de Ana Brandina da Silva Prado.
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JUPARANÃ

O barão de JUPARANÃ foi Manuel Jacinto Carneiro Nogueira da Gama que nasceu no RJ em 4 de Abril de 1830 e faleceu em Valença,RJ em 25 de Junho de 1876, solteiro. Era filho dos marqueses de BAEPENDI e irmão do 2º Conde de Baependi. Era Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional e fazendeiro em Valença.Teve assento na Assembléia provincial do RJ em 1858 e foi Presidente da Câmara Municipal de Valença em 1869 e 1872. Era Veador de S.M. a Imperatriz e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.
Brasão de Armas: Escudo partido em pala,na primeira as armas dos Nogueiras,que são : em campo de ouro uma banda xadrezada de prata e verde de cinco peças em faxa, com a ordem do meio coberta toda de uma cotica vermelha; na segunda pala,as armas dos Gamas,o escudo xadrezado de ouro e vermelho de três peças em faxa e cinco em pala, oito de ouro e sete de vermelho, estas carregadas de duas faxas de prata e no meio das armas um escudete com as quinas de Portugal. CORÕA: A de Barão - CREAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 21 de maio de 1874.
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JURUÁ
O barão de JURUÁ foi Guilherme José Moreira.Coronel da Guarda Nacional.
Adenda
Guilherme José Moreira, agraciado com o título ( Dec 05.07.1889 ) de Barão de Juruá. Título de origem toponímica, tomado ao rio do mesmo nome, bacia amazônica. Integrante da família Moreira, estabelecida na Bahia com ramificações no Amazonas. Filho de Sebastião José Moreira, português, e de Maria José Moreira, também portuguesa, casados por volta de 1832. Nascido a 25.06.1835, Salvador, BA e falecido a 23.09.1899, idem. A convite de seu irmão Antônio José, passou para o Amazonas [ 1854 ]. Fundou, em sociedade com seu irmão Emílio José, a firma Moreira & Irmão. Negociante em Manaus - AM. Alferes da 1.ª Companhia, do 1.º Batalhão de Guardas Nacionais, do Município de Manaus [ 26.07.1859 ]. Tenente da 2.ª Companhia do mesmo Batalhão [ 18.08.1866 ]. Suplente do Juiz Municipal e de Órfãos, dos Termos reunidos da Capital e de Barcelos [ 05.07.1867 ]. Capitão da 5.ª Companhia do 1.º Batalhão de Infantaria da Capital do Amazonas [ 19.09.1868 ]. Vereador eleito, à Câmara Municipal de Manaus [ 1868-1872 ]. Membro da Comissão Fiscal da Caixa Econômica da Província do Amazonas [ 17.05.1876 ]. No Império foi 2.º vice-presidente da província do Amazonas [ 30.01.1878 ]. Presidente da Câmara Municipal [ 22.04.1879 ]. Coronel Comandante superior da Guarda nacional nas comarcas da capital do Amazonas e Rio Negro [ 10.06.1881 ]. Comerciante matriculado na Junta Comercial do Pará [ 1881 ]. Na República foi nomeado para exercer o cargo de 1.º Vice-Governador do estado do Amazonas [ 12.02.1891 ]. Agraciado pelo governo português com o hábito da Real Ordem Militar Portuguesa de Nossa Senhora da Conceição de Vila Viçosa [ 09.02.1882 ]. Obteve licença, do governo brasileiro, para aceitar essa distinção portuguesa [ 03.05.1882 ]. Comendador da Ordem de Cristo [29.07.1880]. Irmão da Santa Casa de Misericórdia de Manaus [ 30.08.1889 ].
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha
Bueno
Verbetes: Juruá, Barão; família Moreira, da Bahia.
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