G
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GAMBOA
O primeiro barão e visconde da GAMBOA foi Manuel Fernandes Pereira de Barros que casou-se com Delfina Margarida de Barros.
BRASÃO DE ARMAS: De góles, com uma cruz de prata florida e vazia do campo; e por diferença uma brica de azul carregada de uma estrela de prata de cinco raios.TIMBRE: uma cruz vermelha, florida e vazia, entre dois cotos de assas de anjos.
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão por decreto de 12 de Outubro de 1825.Visconde por decreto de 12 de Outubro de 1826
Nunca houve este 1º barão e visconde da GAMBOA, só existiu o 2º titular abaixo, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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GAMBOA
O segundo barão da GAMBOA foi Jose Manuel Fernandes Pereira.Era filho do primeiro barão e visconde acima.Casou-se com Delfina Rosa dos Santos Pereira.
BRASÃO DE ARMAS: De góles, com uma cruz de prata florida e vazia do campo; e por diferença uma brica de azul carregada de uma estrela de prata de cinco raios.TIMBRE: uma cruz vermelha, florida e vazia, entre dois cotos de assas de anjos.
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão por decreto de 27 de Abril de 1849.
Só existiu este titular (único), conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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GAVEA
O barão e visconde com grandeza da GAVEA foi Manuel Antonio da Fonseca Costa que nasceu no RJ a 24 de Abril de 1803 e faleceu nessa cidade em 13 de Junho de 1890.Era filho do Tenente-Coronel Manuel Antonio da Fonseca Costa e de Maria Balbina da Costa Barros.Caso-se com Maria Amália de Mendonça Corte Real.Eram pais do visconde da PENHA..Sentou praça em 17 de Março de 1808.Em 1824.Foi sob as ordens do Coronel Lima e Silva na Expedição de PE. como Ajudante de Esquadrão.Foi Ajudante de Ordens do Governador das Armas da Província de SP e da Corte em 1829.Comandante das armas da Baia em 1855 e Brigadeiro nesse ano,Foi Comandante Superior da Guarda Nacional da Corte e Vogal do Conselho Supremo Militar.Marechal de Campo em 1866,Tenente-Coronel em 1871 e Marechal do Exercito em 1880.Ofereceu durante um ano em 1863 10% de seu soldo em beneficio da defesa da pátria.Foi Ajudante General do Exercito.Era Grande do Império,Conselheiro de Guerra,Gentil-Homem da Imperial Câmara,Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial,Grã-Cruz da Imperial Ordem de São Bento de AViz,e da Imperial Ordem da Rosa,Comendador da Imperial Ordem de Cristo e da N.S. da Conceição de Vila Viçosa de Portugal.Tinha a medalha da Divisão Cooperadora da Boa Ordem.
BRASÃO DE ARMAS: Escudo partido em pala,na primeira as armas dos Fonsecas - de ouro com cinco estrelas sanguilhas de cinco raios,postas em santor, na segunda,as armas dos Costas - de vermelho, seis costas de prata firmadas nos flancos e postas em duas palas.TIMBRE: duas costas em aspa atadas com um torçal vermelho. PAQUIFE das cores e metais do escudo.
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão por decreto de 17 de Maio de 1871.Visconde com grandeza por decreto de 19 de Julho de 1879.Marquês por decreto de 16 de Maio de 1888
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GERALDO
REZENDE
Barão e baronesa de Geraldo Rezende
Colaboração de
O barão de GERALDO REZENDE foi Geraldo Ribeiro de Souza Rezende que nasceu no RJ em 19 de Abril de 1846,e faleceu em Campinas,SP em 01 de Outubro de 1907.Era filho do marquês de Valença,Senador Estevão Ribeiro de Rezende e da marquesa sua mulher D.Ilidia Mafalda de Souza Rezende.Casou com sua prima Maria Amélia Barbosa de Oliveira,filha do Conselheiro Albino José Barbosa de Oliveira e de Izabel Augusta de Souza Queiroz.Foi deputado Geral pela Província de SP.Era um dos Maiores fazendeiros de Campinas,no Estado de SP,sendo sua Fazenda citada como modelo de cultura adiantada.Era Comendador Geral da I.Ordem de Cristo e Moço Fidalgo com exercício da Casa Imperial.
Não apareceu o decreto, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
Adenda
Brasão
de Armas: Escudo esquartelado,no primeiro e quarto,as armas de Damião Dias
Ribeiro, - em campo azul,um leopardo de prata,passante e um cheffe de
ouro,carregando três estrelas de goles;no segundo,as armas dos Souzas,que são
esquarteladas com as quinas de Portugal(1º e 4º); e as de leão (2º e 3º);no
terceiro,as armas dos Rezendes. – em campo de ouro,duas cabras de preto
gotadas de ouro;e por diferença uma brica azul com uma flor de ouro.TIMBRE: o
dos Ribeiros, - o leopardo ds armas,com uma estrela de goles na espadoa.(Brasão
passado em 27 de Junho de 1870.Reg..no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.108).
CRIAÇÃO DO TÍTULOBarão por decreto de 19 de Junho de 1889.
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GEREMOABO
O barão de GEREMOABO foi Cícero Dantas Martins,natural de Alagoinhas,Baia.Era bacharel em ciências jurídicas e sociais e Deputado pela Província da Baia na 14ª e 15ª legislaturas de 1869 a 1875,na 16ª de 1878 e na 20ª de 1886 a 1889.
Adenda
Cícero Dantas Martins, agraciado com o título ( Dec 08.03.1880 ) de Barão de Geremoabo. Título de origem toponímica, tomado da cidade da Bahia. Filho do Comendador João Dantas dos Reis, nascido em 1802 em Camanducaia e lá também falecido em 1872 . e de Mariana Francisca da Silveira, nascida em 1799 e falecida em 1848, filha de João Martins Fontes, patriarca desta família Martins Fontes , do Sergipe - casados em 1829. Nasceu em 1838, na Freg.ª S. João Batista de Jeremoabo do Sertão de Cima e faleceu em 1903, Bom Conselho - hoje Cícero Dantas-BA. Bacharel em Ciências Sociais e Jurídicas [PE-1859]. Vereador [Bom Conselho - 1875]. Deputado Geral em 4 legislaturas, pela Bahia [1869-72, 1872-75, 1877 e 1886-89). 1.º Intendente eleito constitucionalmente no Município de Itapicuru de Cima, Bahia [1893-96]. Senador Estadual [1891].Casou-se com sua prima, Mariana da Costa Pinto, nascida em 23.01.1840 no Engenho do Outeiro, Freguesia do Bom Jardim-BA e falecida em 16.09.1913 no Engenho Santo Antônio de Camuciatá, Freg. de Itapicuru - BA, baronesa de Geremoabo
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Geremoabo, Barão de; Geremoabo, Baronesa de; famílias Costa Pinto e Dantas Martins.
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GERICINÓ
O visconde com grandeza de GERICINO foi
Ildefonso de Oliveira Caldeira Brant que nasceu na
Província de MG e faleceu no RJ em 24 de Abril de 1829,solteiro com 55 anos de
idade.Filho do Coronel Gregório Caldeira Brant e de Ana Francisca Joaquina de
Oliveira Horta,ambos naturais da Província de MG.Era irmão do marquês de
Barbacena,Felisberto Caldeira Brant Pontes Oliveira e Horta.Gentil-Homem da
Imperial Câmara,Grande do Império e Comendador da Imperial Ordem de Cristo.
Brasão de Armas: As de seu irmão o marquês de Barbacena.Escudo esquartelado:no primeiro e quarto quartéis,as armas dos Caldeiras, - em campo azul,uma banda de prata carregada de três caldeiras de preto com os bocais de ouro,entre duas flores de Liz também de ouro;no segundo,as dos Oliveiras, - em campo vermelho,uma oliveira verde com frutos de ouro e raízes de prata;no terceiro,as dos Hortas, - em campo de ouro,um braço nu,posto fixo em faxa no cabo do escudo com uma chave grande na mão,posta em pala,de sua cor; e o contrachefe ondeada de água.(Brasão passado em 12 de Fevereiro de 1801.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.164v).
CRIAÇÃO DO TÍTULO:Visconde com grandeza por decreto de 12de Outubro de 1888.
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GINDAÍ

barão de Gindaí
O barão de GINDAÍ foi Antonio da Rocha de Holanda Cavalcante.
Adenda
Antonio da Rocha de Holanda Cavalcante, agraciado com o título ( Dec 19.11.1888) de Barão de Gindaí.Nascido cerca de 1830 e falecido em 1903.Houve uma Baronesa de Gindaí, membro da família Gusmão Lira, de Pernambuco.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Gindaí,
Barão de; Gindaí, Baronesa de.
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GORUTUBA
O barão de GORUTUBA foi Ângelo de Quadros Bittencourt.Coronel da Guarda Nacional.
Adenda
Ângelo Quadros Bittencourt, agraciado com o título ( Dec 20.06.1889) de Barão de Gorutuba.Falecido em 09.03.1892 em Grão Mogol-MG. Coronel, chefe político, tendo exercido vários cargos de eleição popular e de nomeação do governo. Juiz de Paz no distrito de Gorutuba e vereador à Câmara Municipal de Grão-Mogol - MG. Sócio da fábrica de tecidos do Cedro. Casou-se a primeira vez com Isabel de Sá, nascida em 05.06.1835, filha do Coronel Francisco José de Sá e de Jacinta Ferreira Veloso, falecida antes da concessão do título, e com quem teve 11 filhos. Casou-se depois com sua cunhada Jacinta de Sá, irmã da primeira esposa, esta nascida em 13.06.1846 e falecida em março de 1911 em Coburgo, Baronesa de Gorutuba. Teve com esta mais 8 filhos.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno-
Verbetes: Gorutuba, Barão de; família Quadros
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GOIANA
O 1º barão com
grandeza de GOIANA foi Dr.José
Correia Picanço que nasceu na cidade de Goiana,na Província de PE,a 10
de Novembro de 1745 e faleceu no RJ a 20 de Outrubro de 1823.Era filho de
Francisco Correia Picanço,doutor pela Cúria Romana,Protonotário Apostólico e
Comissário do Santo Oficio e de Joana do Rosário.Casou com Catarina Brochot,em
França e eram pais do Marechal José Coréia Picanço e do Desembargador
Antonio Correia Picanço.Doutor em medicina pela Faculdade de Montpellier,foi
lente da Universidade de Coimbra em 1789.Vindo com D.João VI para o
Brasil,obteve deste soberano a criação do primeiro curso de cirurgia na
Baia,em 18 de Fevereiro de 1808,do qual foi lente catedrático e jubilado.Era
Cirurgião-Mór da Real Casa e foi o primeiro medico a praticar em PE a operação
cesariana,em uma preta que sobreviveu.Acompanhou o parto da Imperatriz D.Maria
Leopoldina,do qual nasceu D.Maria da Gloria,Rainha de Portugal,com o título de
D.Maria II.Era do Conselho dês.M.Fidelíssima,Sócio da Academia Real de Ciências
de Lisboa,Grande do Império,Cavaleiro professo na Ordem de Cristo e barão em
Portugal.
1º barão,decreto de 1821, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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GOIANA

Visconde de Goiana
O 2º barão,visconde e
visconde com grandeza de GOIANA foi Bernardo José da Gama
que nasceu no Recife,em Pernambuco em 20 de Agosto de 1782 e faleceu em PE em 03
de Agosto de 1854.Era filho do Coronel Amaro Bernardo da Gama e de Francisca
Maria da Conceição.Casou com Izabel Ursulina de Albuquerque Gama,que faleceu
em PE em 1877.Formado na Universidade de Coimbra em,1805,veio com a Família
Real pra o Brasil em 1807.Foi Ouvidor em Sabará em 1815,Juiz de Fora no Maranhão
e Desembargador da Relação em Pernambuco em 1821 e na Baia.Ministro do Império
no 9º Gabinete do Primeiro Império,em 19 de Março de 1831,foi Presidente da
Província do Pará,em 1830,neste mesmo ano foi preso e deposto por uma sedição
militar (Confederação do Equador).Foi Chanceler e Regedor da Justiça,Inspetor
da Caixa da Amortização e Diretor da Faculdade de Direito de Olinda em
1849.Tomou parte na Constituinte,sendo Deputado pela Província do Pará na 3ª
legislatura de 1834 a 1837.Era Grande do Império.
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: arão com grandeza por decreto de 24 de Dezembro de 1829.Visconde por decreto de 24 d eOutubro de 1830.Visconde com grandeza por decreto de 25 de março de 1845.
2º visconde,decreto de 24 de Dezembro de 1830, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
Adenda
Bernardo José da Gama- agraciado sucessivamente com os títulos de Barão com honras de grandeza de Goiana ( Dec 25.12.1829 ), Visconde de Goiana ( Dec 24.10.1830 ) e Visconde com honras de grandeza de Goiana ( Dec 25.03.1845 ). Filho de Bernardo da Gama ( coronel miliciano, falecido em 08.10.1818 aos 59 anos e já viúvo, sepultado na Ordem de N.Sra. do Carmo da Vila do Recife, com hábito de Terceiro) e de Francisca Maria da Conceição. Avós paternos: Pedro Fernandes da Gama ( Sargento-Mor, recifense, filho de Pedro Fernandes da Gama e Maria dos Prazeres Neves) e Teresa de Jesus Maria ( filha de Manoel da Fonseca Mello e Bernarda das Neves). Avós maternos: Luiz Antonio Marques e Maria da Conceição Correia Lima
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Gente de Pernambuco, de Orlando Cavalcanti.
Regina Cascão - Foto da Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
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GOIANA

3º barão de Goiana
O 3º barão de GOIANA
foi João Joaquim da Cunha Rego Barros que nasceu
em PE em 1876 e faleceu nessa Província em 28 de Novembro de 1874.Era filho de
Joaquim José da Cunha Rego Barros.Casou com Manuela de Castro Caldas do Rego
Barros.Era Coronel da Guarda Nacional em PE,vereador da Câmara
Municipal.Oficial de Milícias e Comandante Superior da Guarda Nacional.Dignitário
da Imperial Ordem da Rosa,em 1859 e Comendador da Imperial Ordem de Cristo.
Regina Cascão: - Foto do 3º barão. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
Brasão
de Armas: Escudo partido de sinople e de goles,no primeiro as armas dos
Regos,que são: uma banda de prata,ondeada de azul e sobre elas três vieiras de
ouro;no segundo as armas dos Barros, - de vermelho,com três bandas de prata e
no campo nove estrelas de ouro, 1,2,3 e 1.Campanha de ouro com uma cana de açúcar
e um ramo de cafeeiro ao natural,postos em santor; este em barra e aquela em
banda.(Brasão passado em 30 de Agosto de 1870.Reg.no Cart.da
Nobreza,Liv.VI,fls.110).
CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 6 de Julho de 1870.
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GOIANA

barão e baronesa de Goicana
O 4º barão de GOIANA
foi o Dr. Sebastião Antonio Accioli Lins.Natural
da Província de PE.
CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 18 de Janeiro de 1870.
Adenda
Sebastião Antonio de Accioly Lins - agraciado com o título ( Dec 18.01.1882 ) de Barão de Goicana. Nasceu em 16.011.1829 em Serinhaém-PE e faleceu em 02.05.1891 no Recife-PE. Bacharel em Direito pela Faculdade do Recife, Pernambuco . Senhor do Engenho Goicana. Militou na Política no período monárquico, filiado ao Partido Liberal. Casou-se com sua sobrinha, Feliciana Inácia Accioly Lins, nascida em 1840 e falecida em 27.09.1896, baronesa de Goicana.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Goicana, Barão de; famílias Accioly Lins e Barros Wanderley
Regina Cascão: - Foto dos barões de Goiacana. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
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GOIÁS
A duquesa de GOIÁS foi sua Alteza a Senhora D.Izabel Maria de Alcântara Brasileira.que nasceu no RJ em 23 de Maio de 1824 e faleceu em Murnau (Baviera) em 13 de Novembro de 1898.Era filha legitimada em 04 de Julho de 1826,de S.M. o Imperador D.Pedro I, e de S.Dometila de Castro Canto e Mello,viscondessa e marquesa de Santos,filha dos 1.ºs viscondes de Castro.Casou em Munique (Baviera) em 17 de Abril de 1843,com o conde Ernesto Fischer ,2ºbarão de Holzen e 2º conde de Treuberg,nascido em 01 de Junho de 1810 em Holzen e aí faleceu em 14 de Maio de 1867,filho de Francisco Xavier Fischler,1º barão de Holzen e 1º conde de Treuberg, falecido a 4 de Outubro de 1835 e da Princesa Crescenta de Hohenzollern-Sigmarigen,falecida em 1844.Desse casamento existe grande descendência. Ao casar-se com o conde perdeu o título de duquesa.
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GOITACAZES
O barão de GOITACAZES foi Antonio José de Magalhães,natural de Campos,RJ.
Adenda
Colaboração de José Roberto de Vasconcellos Nunes
Título concedido em 17 de dezembro de l881. Faleceu em 12 de agosto de l896. Casou com Emília Luisa de Magalhães.
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GRAÇA
O barão e visconde da
GRAÇA foi João Simões Lopes que faleceu em
Pelotas em 24 de Outubro de 1893.Casou com Zeferina da Luz Simões
Lopes,residente na Província do Rio Grande do Sul.Foi vice-Presidente da Província
do Rio Grande do Sul.
Adenda
João Simões, Visconde da Graça- agraciado com o título ( Dec 06.11.1872 ) de Barão da graça; elevado ao título ( Dec 09.02.1876 ) de Visconde da Graça. Filho do Comendador João Simões Lopes, (+ em 1853 ), e de Isabel Dorothéa da Fontoura, casal patriarca da família Simões Lopes no Brasil. Nascido e falecido em Pelotas (*1/8/1817 + 25/10/1893). Comandante superior da Guarda Nacional de Pelotas. Chefe do Partido Conservador. Deputado, Vice-Presidente do Rio Grande do Sul, tendo exercido a presidência. Fez fortuna na indústria da zarqueada. Cavaleiro da Ordem de Cristo ( 10.01.1864). Casou-se duas vezes: a primeira, a 01.06.1836, com Euphrasia Gonçalves Victorino, nascida em Piratini, falecida em Pelotas, em 21.12.1855, filha de Manuel Gonçalves Victorino e de Maria Gomes. Desse casamento nasceram 11 filhos e não se tornou baronesa por haver falecido antes da concessão do título. O segundo casamento foi com Zeferina Antonia da Luz, filha de Manoel Pereira da Luz e de Joaquina Antonia da Luz, nascida em Encruzilhada-RS em 1838 e falecida na mesma cidade em 25.06.1923, Viscondessa da Graça. Desse casamento nasceram 19 filhos.
Colaboradores
- Paulo Marcelo Rezzuti
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Graça, Visconde e família Simões Lopes.
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GRAJAÚ
O barão de GRAJAU foi
o Dr.Carlos Fernandes Ribeiro,natural do Maranhão
Barão por decreto de 19/3/1884
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GRANITO
Barão e baronesa de Granito
Foto: AGB IV, 1942, pág.55
O barão de GRANITO foi
José Manuel de Barros Wanderley,natural de
Granito,PE.
José Manuel de Barros Wanderley, agraciado com o título ( Dec 25.03.1888) de Barão de Granito.Nasceu a 28.08.1842, Serinhaém- PE e faleceu a 22.09.1909. Agricultor e magistrado. Bacharel em Direito pela faculdade de Recife [PE-1866]. Militou na Política. Deputado Provincial à Assembléia Legislativa de Pernambuco e Presidente da Assembléia Legislativa de Pernambuco [1887]. Foi casado com sua prima Maria da Conceição de Barros Wanderley, nascida a 04.11.1857 e falecida em 13.10.1910, baronesa de Granito.
Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
- Verbetes; Granito, Barão de; família Barros Wanderley
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GRÃO MOGOL

O barão de GRAO MOGOL
foi Gualter Martins, natural de MG.Era Coronel da
Guarda Nacional.
Foto cedida por André Luis Martins Pereira Bueno, descendente do barão
Adenda
Gualter Martins
Pereira - agraciado com o título ( Dec 17.09.1873 ) de Barão de Grão-Mogol.
Título de origem toponímica , tomado da cidade do mesmo nome, em Minas Gerais.
Integrante da família Martins Pereira, importante e antiga, estabelecida em
Minas Gerais, com ramificações em Carangola e Grão-Mogol. O patriarca foi
Bernardo Martins Pereira, nascido cerca de 1742, estabelecido nessa última cidade
com a família, onde deixou numerosa descendência. O titular em apreço é
seu bisneto, nasceu em 13.11.1826 em Itacambira-MG e aportou em Rio
Claro 55 anos depois. Em Rio Claro comprou do London and Brazilian Bank a Fazenda
Angélica, que pertencera à família do Senador Vergueiro e que tinha esse
nome em homenagem a dona Maria Angélica Vasconcellos de Campos Vergueiro, esposa
do Senador. Dono da fazenda, o Barão se mudou para Rio Claro, trazendo a esposa
e prima dona Emilia Martins (nascida em 25 de fevereiro de 1834 e falecida em Araras-SP em
07 de dezembro de 1902 ) e
seus escravos. Nesse casarão Gualter Martins viveu até 15 de dezembro de 1890.
Foi enterrado no Cemitério de São João Batista, e por vontade expressa em
testamento, teve seus restos mortais transladados para o Cemitério particular
da fazenda Angélica, onde fica do lado dos cidadãos católicos e ao lado de
seus escravos.
Colaboradores: