G
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GAMBOA
O primeiro barão e visconde da GAMBOA foi Manuel Fernandes Pereira de Barros que casou-se com Delfina Margarida de Barros.
BRASÃO DE ARMAS: De góles, com uma cruz de prata florida e vazia do campo; e por diferença uma brica de azul carregada de uma estrela de prata de cinco raios.TIMBRE: uma cruz vermelha, florida e vazia, entre dois cotos de assas de anjos.
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão por decreto de 12 de Outubro de 1825.Visconde por decreto de 12 de Outubro de 1826
Nunca houve este 1º barão e visconde da GAMBOA, só existiu o 2º titular abaixo, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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GAMBOA
O segundo barão da GAMBOA foi Jose Manuel Fernandes Pereira.Era filho do primeiro barão e visconde acima.Casou-se com Delfina Rosa dos Santos Pereira.
BRASÃO DE ARMAS: De góles, com uma cruz de prata florida e vazia do campo; e por diferença uma brica de azul carregada de uma estrela de prata de cinco raios.TIMBRE: uma cruz vermelha, florida e vazia, entre dois cotos de assas de anjos.
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão por decreto de 27 de Abril de 1849.
Só existiu este titular (único), conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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GAVEA
O barão e visconde com grandeza da GAVEA foi Manuel Antonio da Fonseca Costa que nasceu no RJ a 24 de Abril de 1803 e faleceu nessa cidade em 13 de Junho de 1890.Era filho do Tenente-Coronel Manuel Antonio da Fonseca Costa e de Maria Balbina da Costa Barros.Caso-se com Maria Amália de Mendonça Corte Real.Eram pais do visconde da PENHA..Sentou praça em 17 de Março de 1808.Em 1824.Foi sob as ordens do Coronel Lima e Silva na Expedição de PE. como Ajudante de Esquadrão.Foi Ajudante de Ordens do Governador das Armas da Província de SP e da Corte em 1829.Comandante das armas da Baia em 1855 e Brigadeiro nesse ano,Foi Comandante Superior da Guarda Nacional da Corte e Vogal do Conselho Supremo Militar.Marechal de Campo em 1866,Tenente-Coronel em 1871 e Marechal do Exercito em 1880.Ofereceu durante um ano em 1863 10% de seu soldo em beneficio da defesa da pátria.Foi Ajudante General do Exercito.Era Grande do Império,Conselheiro de Guerra,Gentil-Homem da Imperial Câmara,Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial,Grã-Cruz da Imperial Ordem de São Bento de AViz,e da Imperial Ordem da Rosa,Comendador da Imperial Ordem de Cristo e da N.S. da Conceição de Vila Viçosa de Portugal.Tinha a medalha da Divisão Cooperadora da Boa Ordem.
Registro Civil de Óbito do marquês Manoel Antonio da Fonseca Costa (Marquês da Gávea) da 5a Circunscrição do Rio de Janeiro (RJ), 1890, Livro 3, fls. 158, Núm. 448
“448 – Aos 14.06.1890 nesta Capital Federal e na ___________, em meu Cartório compareceu OZIAS ADRIANO DE DEUS, _________ de pessoa da família, exibindo atestado de óbito passado pelo Dr VICENTE F_____ GOMES ____, em que declarante falecido ontem às 6:30 horas da tarde, em sua casa, número 31 da Rua Humaitá, de “bronco pneumonia”, MANOEL ANTONIO DA FONSECA COSTA (MARQUÊS DA GÁVEA), natural desta Capital, de 87 anos de idade, Marechal de Exército, filho legítimo do Tenente-Coronel MANOEL ANTONIO DA FONSECA COSTA e de Dona MARIA BALBINA BARROS, digo BALBINA DA COSTA BARROS FONSECA, ambos _________ e já falecidos, ___________ deixa 2 filhos, VISCONDE DA PENHA e CONDESSA DE TOCANTINS, ambos maiores , ___ testamento e será sepultado no CEMITÉRIO DA ORDEM TERCEIRA DO CARMO. ____________________. Assina: OZIAS ADRIANO DE DEUS”.
ColaboradoresBRASÃO DE ARMAS: Escudo partido em pala,na primeira as armas dos Fonsecas - de ouro com cinco estrelas sanguilhas de cinco raios,postas em santor, na segunda,as armas dos Costas - de vermelho, seis costas de prata firmadas nos flancos e postas em duas palas.TIMBRE: duas costas em aspa atadas com um torçal vermelho. PAQUIFE das cores e metais do escudo.
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão por decreto de 17 de Maio de 1871.Visconde com grandeza por decreto de 19 de Julho de 1879.Marquês por decreto de 16 de Maio de 1888
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GERALDO
REZENDE
Barão e baronesa de Geraldo Rezende
Colaboração de
O barão de GERALDO REZENDE foi Geraldo Ribeiro de Souza Rezende que nasceu no RJ em 19 de Abril de 1846,e faleceu em Campinas,SP em 01 de Outubro de 1907.Era filho do marquês de Valença,Senador Estevão Ribeiro de Rezende e da marquesa sua mulher D.Ilidia Mafalda de Souza Rezende.Casou com sua prima Maria Amélia Barbosa de Oliveira,filha do Conselheiro Albino José Barbosa de Oliveira e de Izabel Augusta de Souza Queiroz.Foi deputado Geral pela Província de SP.Era um dos Maiores fazendeiros de Campinas,no Estado de SP,sendo sua Fazenda citada como modelo de cultura adiantada.Era Comendador Geral da I.Ordem de Cristo e Moço Fidalgo com exercício da Casa Imperial.
Não apareceu o decreto, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
Adenda
Brasão
de Armas: Escudo esquartelado,no primeiro e quarto,as armas de Damião Dias
Ribeiro, - em campo azul,um leopardo de prata,passante e um cheffe de
ouro,carregando três estrelas de goles;no segundo,as armas dos Souzas,que são
esquarteladas com as quinas de Portugal(1º e 4º); e as de leão (2º e 3º);no
terceiro,as armas dos Rezendes. – em campo de ouro,duas cabras de preto
gotadas de ouro;e por diferença uma brica azul com uma flor de ouro.TIMBRE: o
dos Ribeiros, - o leopardo ds armas,com uma estrela de goles na espadoa.(Brasão
passado em 27 de Junho de 1870.Reg..no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.108).
CRIAÇÃO DO TÍTULOBarão por decreto de 19 de Junho de 1889.
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GEREMOABO
O barão de GEREMOABO foi Cícero Dantas Martins,natural de Alagoinhas,Baia.Era bacharel em ciências jurídicas e sociais e Deputado pela Província da Baia na 14ª e 15ª legislaturas de 1869 a 1875,na 16ª de 1878 e na 20ª de 1886 a 1889.
Adenda
Cícero Dantas Martins, agraciado com o título ( Dec 08.03.1880 ) de Barão de Geremoabo. Título de origem toponímica, tomado da cidade da Bahia. Filho do Comendador João Dantas dos Reis, nascido em 1802 em Camanducaia e lá também falecido em 1872 . e de Mariana Francisca da Silveira, nascida em 1799 e falecida em 1848, filha de João Martins Fontes, patriarca desta família Martins Fontes , do Sergipe - casados em 1829. Nasceu em 1838, na Freg.ª S. João Batista de Jeremoabo do Sertão de Cima e faleceu em 1903, Bom Conselho - hoje Cícero Dantas-BA. Bacharel em Ciências Sociais e Jurídicas [PE-1859]. Vereador [Bom Conselho - 1875]. Deputado Geral em 4 legislaturas, pela Bahia [1869-72, 1872-75, 1877 e 1886-89). 1.º Intendente eleito constitucionalmente no Município de Itapicuru de Cima, Bahia [1893-96]. Senador Estadual [1891].Casou-se com sua prima, Mariana da Costa Pinto, nascida em 23.01.1840 no Engenho do Outeiro, Freguesia do Bom Jardim-BA e falecida em 16.09.1913 no Engenho Santo Antônio de Camuciatá, Freg. de Itapicuru - BA, baronesa de Geremoabo
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Geremoabo, Barão de; Geremoabo, Baronesa de; famílias Costa Pinto e Dantas Martins.
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GERICINÓ
O visconde com grandeza de GERICINO foi
Ildefonso de Oliveira Caldeira Brant que nasceu na
Província de MG e faleceu no RJ em 24 de Abril de 1829,solteiro com 55 anos de
idade.Filho do Coronel Gregório Caldeira Brant e de Ana Francisca Joaquina de
Oliveira Horta,ambos naturais da Província de MG.Era irmão do marquês de
Barbacena,Felisberto Caldeira Brant Pontes Oliveira e Horta.Gentil-Homem da
Imperial Câmara,Grande do Império e Comendador da Imperial Ordem de Cristo.
Brasão de Armas: As de seu irmão o marquês de Barbacena.Escudo esquartelado:no primeiro e quarto quartéis,as armas dos Caldeiras, - em campo azul,uma banda de prata carregada de três caldeiras de preto com os bocais de ouro,entre duas flores de Liz também de ouro;no segundo,as dos Oliveiras, - em campo vermelho,uma oliveira verde com frutos de ouro e raízes de prata;no terceiro,as dos Hortas, - em campo de ouro,um braço nu,posto fixo em faxa no cabo do escudo com uma chave grande na mão,posta em pala,de sua cor; e o contrachefe ondeada de água.(Brasão passado em 12 de Fevereiro de 1801.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.164v).
CRIAÇÃO DO TÍTULO:Visconde com grandeza por decreto de 12de Outubro de 1888.
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GINDAÍ

barão de Gindaí
O barão de GINDAÍ foi Antonio da Rocha de Holanda Cavalcante.
Adenda
Antonio da Rocha de Holanda Cavalcante, agraciado com o título ( Dec 19.11.1888) de Barão de Gindaí.Nascido cerca de 1830 e falecido em 1903.Houve uma Baronesa de Gindaí, membro da família Gusmão Lira, de Pernambuco.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Gindaí,
Barão de; Gindaí, Baronesa de.
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GORUTUBA

O barão de GORUTUBA foi Ângelo de Quadros Bittencourt.Coronel da Guarda Nacional.
Envio da pintura dos barões de GORUTUBA por Marcelo Teodoro de Oliveira
Adenda
Ângelo Quadros Bittencourt, agraciado com o título ( Dec 20.06.1889) de Barão de Gorutuba.Falecido em 09.03.1892 em Grão Mogol-MG. Coronel, chefe político, tendo exercido vários cargos de eleição popular e de nomeação do governo. Juiz de Paz no distrito de Gorutuba e vereador à Câmara Municipal de Grão-Mogol - MG. Sócio da fábrica de tecidos do Cedro. Casou-se a primeira vez com Isabel de Sá, nascida em 05.06.1835, filha do Coronel Francisco José de Sá e de Jacinta Ferreira Veloso, falecida antes da concessão do título, e com quem teve 11 filhos. Casou-se depois com sua cunhada Jacinta de Sá, irmã da primeira esposa, esta nascida em 13.06.1846 e falecida em março de 1911 em Coburgo, Baronesa de Gorutuba. Teve com esta mais 8 filhos.
Adenda enviada
pelo colaborador
Mudou-se para Montes Claros no último quartel do século XIX. Em 1880 fundou em sociedade a fábrica de tecidos de algodão localizada à margem direita do Córrego do Cedro, distante 6 km da cidade. A sociedade "Rodrigues, Soares, Bittencourt, Velloso & Cia. - Filatório Montes Claros", com o capital de 150.000$000 (cento e cinqüenta contos de réis), iniciou os trabalhos em 1882, e dispunha de 72 teares, 127 operários e produzia 30.000m de tecidos vários por mês. Todo equipamento, importado dos EE.UU., foi por via fluvial até Guaicuí, e daí para Montes Claros, em carros de boi. A fábrica foi destruída por um incêndio em 1889, tendo sido reconstruída e posteriormente paralisada. A fábrica teve o cel. Ângelo como gerente por vários anos, e a sociedade tinha como sócios:
- Manoel e Donato Rodrigues (* Grão Mogol), que subscreveram 53,3 % do capital;
- Antônio Narciso Soares (* Montes Claros);
- Ângelo de Quadros Bittencourt (* Caetité); e
- cel. Gregório José Velloso (* Montes Claros), pai do desembargador Velloso.
Seu equipamento foi transferido em 1914 para a firma "Costa & Cia.", composta pelos senhores Joaquim José da Costa, José Antônio da Costa Júnior, Camilo Prates, João Catoni e João Rodrigues da Silva. Essa fábrica funcionou até os anos 1980, quando encerrou suas atividades, sendo seu último proprietário o Engº Simeão Ribeiro Pires.
Em 03/05/1884 foi agraciado com a Comenda da Imperial Ordem da Rosa , como Oficial, por ter dado liberdade a vários de seus escravos:
"P. De carta em 3-5-84. Sarmento. O Sr. Ângelo de Bittencourt devo de nomeá-lo Official e não Cavalleiro da ordem da Rosa. 2-5-84. Silva."
"Attendendo ao relevante serviço que Ângelo de Bittencourt prestou ao Estado e à humanidade concedendo liberdade gratuita a sete escravos: Hei por bem, de conformidade com o disposto no §3o. do art. 9o. do Decreto no. 2853 de 7 de dezembro de 1861, Nomeal-o Official do Ordem da Rosa. Palácio do Rio de Janeiro, em trez de maio de mil oitocentos e oitenta e quatro, sexagésimo terceiro da Independência e do Império. D. Pedro II. Francisco Antunes Maciel."
"As cartas de liberde. foram restituídas ao agraciado nesta data. 9-5-84. Sarmento Júnior."
(Ordens Honoríficas - Ordem da Rosa, cx. 789-B (1884-1887), pacote 1, documento 28, do Archivo Publico Nacional)
Em 20/06/1889 foi agraciado com o título de Barão de Gorotuba:
"Querendo distinguir e honrar ao Coronel Ângelo de Quadros Bittencourt, Hei por bem fazer-lhe mercê do titulo de Barão de Gorutuba.
Palácio do Rio de Janeiro, em vinte de junho de mil oitocentos e oitenta e nove, sexagésimo oitavo da Independência e do Império. D. Pedro II. Barão de Loreto."
(Títulos Nobiliárquicos do Brasil, cx. 3, ano 1889, do Archivo Publico Nacional)
Retirando-se da sociedade "Rodrigues, Soares, Bittencourt, Velloso & Cia.", o cel. Ângelo adquiriu a Fazenda Campo Grande, em Juramento, MG, onde passou a residir. Foi coronel da Guarda Nacional, Juiz de Paz no Distrito de Gorutuba, e vereador à Câmara Municipal de Grão Mogol. Segundo D. Jacyntha, sua viúva, o cel. morreu de infarto, ao ser cobrado novamente por vendedor da fábrica de tecidos do Cedro. Após sua morte, a Fazenda Campo Grande foi vendida para Manuel Batista Braga, recém chegado do estado da Bahia. Por esta região passava a chamada estrada baiana, por onde transmigravam grande parte dos nortistas em busca de terras rurais férteis e frescas, que ali possuíam estas condições. Também lá onde ainda existe bom número de Quadros e Sás se encontra a origem do cel. Ângelo.
No município de Olímpia, SP, no bairro de Santa Ifigênia (ou Jardim Boa Esperança), existe a Rua Ângelo de Quadros Bitencourt. No período da elevação a Vila (1810), estabeleceu-se intensa atividade do comércio negreiro entre Caetité, cidade do sudoeste da Província da Bahia, região da Chapada Diamantina, a principal fonte de escravos, e o "valongo" de São Carlos do Pinhal. Cerca de 2000 "instrumentos de trabalho" são consumidos pelos quadrados carlopolitanos (curioso que Olímpia fica na direção Caetité x São Carlos do Pinhal).
Verbete do "Dicionário das Famílias Brasileiras" sobre a família Quadros:
Sobrenome de possível origem geográfica. De quadro, subst. comum - quadrilátero, quadrado. De proveniência espanhola (Cuadros). Trecho quadrado de terra lavrada (Antenor Nascentes, II, 255). Este sobrenome tem origem geográfica, vem de Cuadros, na Espanha [ver o verbete anterior: Quadrado]. D. Fernando Dias de Quadros foi alcaide-mor da cidade de Sevilha e procedia dos conquistadores desta cidade (em 23.11.1248). Álvaro de Quadros passou a Portugal, por certa morte em Castela. Seu filho Aires Gomes de Quadros foi muito estimado do infante regente do reino e vedor de D. Afonso V, rei de Portugal em 1438. Alguns membros desta família fizeram proezas na Índia (Anuário Genealógico Latino, I, 79). Felgueiras Gayo, em seu Nobiliário das Famílias de Portugal, trata da antigüidade desta família, principiando-a em Alonço de Quadros, descendente de Pedro Ilhão «que se achou na tomada de Tolledo donde vem os Duques de Alva, o qual Pedro Ilhão era cazado com Urraca Pires de Quadros. Foi o d.º Alonço de Quadros Fidalgo Illustre q passou a esse Reyno (Portugal) por hum umezio no tempo q governava o Inf.e D. Pedro, sendo Alcaide-Mor de Cevilha, e 24 da d.ª terra; outros dizem passara a este Reyno pello querer matar o Rey D. Pedro Cruel, assim como fez a outros Fidalgos q erão parciais de seu irmão». Em seguida, Gayo traça a descendência de Alonço de Quadros, registrando, entre outros, seu neto, Ayres Gomes de Quadros, Juiz de Órfãos de Aveiro, que foi assassinado, em 1484, por um escrivão, por lhe dar uma bofetada. Brasil: Em São Paulo, entre as mais antigas, de origem espanhola, registra-se a família de Bernardo de Quadros [c.1565, Sevilha - 1642, SP], que passou ao Brasil aos 26 anos, estabelecendo-se em São Paulo, onde foi Provedor e Administrador das Minas e Juiz de Órfãos [1599]. Deixou numerosa descendência de seu cas., em São Paulo, com Cecília Ribeiro [Porto - 1667, SP], filha de Estevão Ribeiro Bayão Parente, patriarca das famílias Ribeiro (v.s.) e Ribeiro Baião (v.s.), de São Paulo. (AM, Piratininga, 152; SL, IV, 508). Em Minas Gerais, estabeleceu-se em Montes Claros, no terceiro quartel do séc. XIX, o coronel Ângelo Quadros Bittencourt [-09.03.1892, Grão-Mogol, MG], chefe político, tendo exercido vários cargos de eleição popular e de nomeação do governo. Juiz de Paz no distrito de Gorutuba e vereador à Câmara Municipal de Grão-Mogol, Minas Gerais. Sócio da fábrica de tecidos do Cedro e agraciado com o título (Dec. 20.06.1889) de barão de Gorutuba. Deixou descendência, 11 filhos, de seu primeiro casamento, com Isabel de Sá [05.06.1835 -], falecida antes da concessão do título, filha do Coronel Francisco José de Sá e de Jacinta Francisca Veloso. Deixou mais 8 filhos, do seu segundo casamento, com sua cunhada, Jacinta de Sá [13.06.1846 - 03.1911, Coburgo], baronesa de Gorutuba, irmã de sua primeira esposa. Importante família estabelecida no Maranhão, à qual pertence Luiz Miguel de Quadros [- 08.01.1879], filho de Inácio Pedro Quadros e de Benedita Rosa de Araújo. Neto paterno do francês Louis Boudoin e de Ana de Quadros. Neto materno de José Miguel de Araújo e de Teresa Henriques. Deixou geração do seu cas. com Maria Amália dos Reis, filha de Antônio José dos Reis, patriarca da família Carvalho Reis (v.s.), do Maranhão. Foram pais de, pelo menos, nove filhos, entre eles, cabe destacar o Doutor Luiz Miguel Quadros Filho, que veio a falecer louco, na Europa, a 13 de Dezembro de 1875, para onde havia viajado à procura de alívio. Doutor Quadros Filho deixou uma importante produção literária, como era de se esperar de um membro desta frondosa árvore cultural/genealógica. Nascido a 2 de Setembro de 1830, em Cantanhede, comarca de Itapicuri-Mirim, do Maranhão, passou à Bahia, onde iniciou o cursou da faculdade de Medicina, vindo a receber o grau de Doutor na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Tentou a carreira do comércio e a do funcionalismo público antes de se dedicar aos estudos da medicina, e, depois, serviu no corpo de saúde da Armada, para onde havia sido nomeado Cirurgião. A seu pedido foi demitido pouco tempo depois. Recolheu-se ao Maranhão em 1859, onde dedicou-se à Cirurgia, sendo nomeado cirurgião da Santa Casa de Misericórdia. Além deste encargo, foi provedor de Saúde, médico dos Educandos, da Companhia de Aprendizes Marinheiros e do Corpo provisório. Foi fundador da segunda Casa de Saúde, que houve em São Luiz, sob o nome de Previdência. Ainda estudante, aos 26 anos de idade, destacou-se pelo seu senso de humanidade, na prestação de serviços na epidemia de cólera-morbos, o que lhe valeu, em reconhecimento aos seus atos, a mercê de Cavaleiro da Ordem da Rosa. Em princípios de 1870, retirou-se para o Pará, onde residiu por algum tempo, e findou seus dias na Europa. Deixou os seguintes escritos: 1) Da germinação: Nevroses em geral; Raiva; Das modificações que a prenhez pode occasionar na intelligencia e no moral da mulher. Tese apresentada na Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro. Rio de Janeiro, 1858. 2) Relatório apresentado ao presidente da província do Maranhão pela comissão directora do estabelecimento de aprendizes agricolas. Maranhão, 1861, 22 pags. 3) Vade-mecum do povo para o tratamento do cholera-morbus asiatico, offerecido aos fazendeiros e aos parochos do interior da província. S. Luiz, 1862, 25 págs. Acompanha uma tabela dos medicamentos para essa moléstia. 4) Os estudantes da Bahia. Comedia de costumes escolares em 5 atos. Maranhão, 1851, 200 pags. 5) O logro da rapaziada. Comédia brasileira em 3 atos. Maranhão, 1861, 118 pags. Foi colaborador e um dos redatores do "Prisma" - jornal científico e literário da Faculdade de Medicina da Bahia. Bahia, 1853-1854. Para Mato Grosso, cabe o registro da família de Gabriel da Silva Quadros, que deixou geração do seu cas., por volta de 1914, com Leonor da Silva Quadros. Foram pais do Presidente Jânio da Silva Quadros [25.01.1917, Campo Grande, MT - 1992, São Paulo, SP], advogado, diplomado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo [1939]. Professor secundário. Vereador em São Paulo [1947]. Deputado estadual [1950]. Prefeito Municipal de São Paulo [1953]. Governador do Estado de São Paulo [1954]. Deputado Federal pelo Paraná [1958]. Candidatou-se à sucessão presidencial [1960]. Presidente da República [31.01.1961 a 25.08.1961, quando renunciou]. Derrotado nas eleições para o governo de São Paulo [1962]. Direitos políticos cassados por dez anos [1964]. Retornou à política nacional em 1981. Novamente derrotado nas eleições para o governo de São Paulo [1982]. Prefeito da capital de São Paulo [1985]. Com geração do seu cas. com Eloá do Vale. Cristãos Novos: Sobrenome também adotado por judeus, desde o batismo forçadoà religião Cristã, a partir de 1497 (Raízes Judaica, I, 321). Heráldica: um escudo em campo de prata, equipolado de 4 pontos de azul. Timbre: um leopardo sainte de azul, armado de prata, tendo nas garras um quadro com um equipolado dos esmaltes do escudo (Armando de Mattos - Brasonário de Portugal, II, 88).
Colaboradores
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno-
Verbetes: Gorutuba, Barão de; família Quadros
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GOIANA
O 1º barão com
grandeza de GOIANA foi Dr.José
Correia Picanço que nasceu na cidade de Goiana,na Província de PE,a 10
de Novembro de 1745 e faleceu no RJ a 20 de Outrubro de 1823.Era filho de
Francisco Correia Picanço,doutor pela Cúria Romana,Protonotário Apostólico e
Comissário do Santo Oficio e de Joana do Rosário.Casou com Catarina Brochot,em
França e eram pais do Marechal José Coréia Picanço e do Desembargador
Antonio Correia Picanço.Doutor em medicina pela Faculdade de Montpellier,foi
lente da Universidade de Coimbra em 1789.Vindo com D.João VI para o
Brasil,obteve deste soberano a criação do primeiro curso de cirurgia na
Baia,em 18 de Fevereiro de 1808,do qual foi lente catedrático e jubilado.Era
Cirurgião-Mór da Real Casa e foi o primeiro medico a praticar em PE a operação
cesariana,em uma preta que sobreviveu.Acompanhou o parto da Imperatriz D.Maria
Leopoldina,do qual nasceu D.Maria da Gloria,Rainha de Portugal,com o título de
D.Maria II.Era do Conselho dês.M.Fidelíssima,Sócio da Academia Real de Ciências
de Lisboa,Grande do Império,Cavaleiro professo na Ordem de Cristo e barão em
Portugal.
1º barão,decreto de 1821, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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GOIANA

Visconde de Goiana
O 2º barão,visconde e
visconde com grandeza de GOIANA foi Bernardo José da Gama
que nasceu no Recife,em Pernambuco em 20 de Agosto de 1782 e faleceu em PE em 03
de Agosto de 1854.Era filho do Coronel Amaro Bernardo da Gama e de Francisca
Maria da Conceição.Casou com Izabel Ursulina de Albuquerque Gama,que faleceu
em PE em 1877.Formado na Universidade de Coimbra em,1805,veio com a Família
Real pra o Brasil em 1807.Foi Ouvidor em Sabará em 1815,Juiz de Fora no Maranhão
e Desembargador da Relação em Pernambuco em 1821 e na Baia.Ministro do Império
no 9º Gabinete do Primeiro Império,em 19 de Março de 1831,foi Presidente da
Província do Pará,em 1830,neste mesmo ano foi preso e deposto por uma sedição
militar (Confederação do Equador).Foi Chanceler e Regedor da Justiça,Inspetor
da Caixa da Amortização e Diretor da Faculdade de Direito de Olinda em
1849.Tomou parte na Constituinte,sendo Deputado pela Província do Pará na 3ª
legislatura de 1834 a 1837.Era Grande do Império.
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: arão com grandeza por decreto de 24 de Dezembro de 1829.Visconde por decreto de 24 d eOutubro de 1830.Visconde com grandeza por decreto de 25 de março de 1845.
2º visconde,decreto de 24 de Dezembro de 1830, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
Adenda
Bernardo José da Gama- agraciado sucessivamente com os títulos de Barão com honras de grandeza de Goiana ( Dec 25.12.1829 ), Visconde de Goiana ( Dec 24.10.1830 ) e Visconde com honras de grandeza de Goiana ( Dec 25.03.1845 ). Filho de Bernardo da Gama ( coronel miliciano, falecido em 08.10.1818 aos 59 anos e já viúvo, sepultado na Ordem de N.Sra. do Carmo da Vila do Recife, com hábito de Terceiro) e de Francisca Maria da Conceição. Avós paternos: Pedro Fernandes da Gama ( Sargento-Mor, recifense, filho de Pedro Fernandes da Gama e Maria dos Prazeres Neves) e Teresa de Jesus Maria ( filha de Manoel da Fonseca Mello e Bernarda das Neves). Avós maternos: Luiz Antonio Marques e Maria da Conceição Correia Lima
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Gente de Pernambuco, de Orlando Cavalcanti.
Regina Cascão - Foto da Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
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GOIANA

3º barão de Goiana
O 3º barão de GOIANA
foi João Joaquim da Cunha Rego Barros que nasceu
em PE em 1876 e faleceu nessa Província em 28 de Novembro de 1874.Era filho de
Joaquim José da Cunha Rego Barros.Casou com Manuela de Castro Caldas do Rego
Barros.Era Coronel da Guarda Nacional em PE,vereador da Câmara
Municipal.Oficial de Milícias e Comandante Superior da Guarda Nacional.Dignitário
da Imperial Ordem da Rosa,em 1859 e Comendador da Imperial Ordem de Cristo.
Regina Cascão: - Foto do 3º barão. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
Brasão
de Armas: Escudo partido de sinople e de goles,no primeiro as armas dos
Regos,que são: uma banda de prata,ondeada de azul e sobre elas três vieiras de
ouro;no segundo as armas dos Barros, - de vermelho,com três bandas de prata e
no campo nove estrelas de ouro, 1,2,3 e 1.Campanha de ouro com uma cana de açúcar
e um ramo de cafeeiro ao natural,postos em santor; este em barra e aquela em
banda.(Brasão passado em 30 de Agosto de 1870.Reg.no Cart.da
Nobreza,Liv.VI,fls.110).
CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 6 de Julho de 1870.
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GOIANA

barão e baronesa de Goicana
O 4º barão de GOIANA
foi o Dr. Sebastião Antonio Accioli Lins.Natural
da Província de PE.
CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 18 de Janeiro de 1870.
Adenda
Sebastião Antonio de Accioly Lins - agraciado com o título ( Dec 18.01.1882 ) de Barão de Goicana. Nasceu em 16.011.1829 em Serinhaém-PE e faleceu em 02.05.1891 no Recife-PE. Bacharel em Direito pela Faculdade do Recife, Pernambuco . Senhor do Engenho Goicana. Militou na Política no período monárquico, filiado ao Partido Liberal. Casou-se com sua sobrinha, Feliciana Inácia Accioly Lins, nascida em 1840 e falecida em 27.09.1896, baronesa de Goicana.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Goicana, Barão de; famílias Accioly Lins e Barros Wanderley
Regina Cascão: - Foto dos barões de Goiacana. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
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GOIÁS
A duquesa de GOIÁS foi sua Alteza a Senhora D.Izabel Maria de Alcântara Brasileira.que nasceu no RJ em 23 de Maio de 1824 e faleceu em Murnau (Baviera) em 13 de Novembro de 1898.Era filha legitimada em 04 de Julho de 1826,de S.M. o Imperador D.Pedro I, e de S.Dometila de Castro Canto e Mello,viscondessa e marquesa de Santos,filha dos 1.ºs viscondes de Castro.Casou em Munique (Baviera) em 17 de Abril de 1843,com o conde Ernesto Fischer ,2ºbarão de Holzen e 2º conde de Treuberg,nascido em 01 de Junho de 1810 em Holzen e aí faleceu em 14 de Maio de 1867,filho de Francisco Xavier Fischler,1º barão de Holzen e 1º conde de Treuberg, falecido a 4 de Outubro de 1835 e da Princesa Crescenta de Hohenzollern-Sigmarigen,falecida em 1844.Desse casamento existe grande descendência. Ao casar-se com o conde perdeu o título de duquesa.
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GOITACAZES
O barão de GOITACAZES foi Antonio José de Magalhães,natural de Campos,RJ.
Adenda
Colaboração de José Roberto de Vasconcellos Nunes
Título concedido em 17 de dezembro de l881. Faleceu em 12 de agosto de l896. Casou com Emília Luisa de Magalhães.
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GRAÇA
O barão e visconde da
GRAÇA foi João Simões Lopes que faleceu em
Pelotas em 24 de Outubro de 1893.Casou com Zeferina da Luz Simões
Lopes,residente na Província do Rio Grande do Sul.Foi vice-Presidente da Província
do Rio Grande do Sul.
Adenda
João Simões, Visconde da Graça- agraciado com o título ( Dec 06.11.1872 ) de Barão da graça; elevado ao título ( Dec 09.02.1876 ) de Visconde da Graça. Filho do Comendador João Simões Lopes, (+ em 1853 ), e de Isabel Dorothéa da Fontoura, casal patriarca da família Simões Lopes no Brasil. Nascido e falecido em Pelotas (*1/8/1817 + 25/10/1893). Comandante superior da Guarda Nacional de Pelotas. Chefe do Partido Conservador. Deputado, Vice-Presidente do Rio Grande do Sul, tendo exercido a presidência. Fez fortuna na indústria da zarqueada. Cavaleiro da Ordem de Cristo ( 10.01.1864). Casou-se duas vezes: a primeira, a 01.06.1836, com Euphrasia Gonçalves Victorino, nascida em Piratini, falecida em Pelotas, em 21.12.1855, filha de Manuel Gonçalves Victorino e de Maria Gomes. Desse casamento nasceram 11 filhos e não se tornou baronesa por haver falecido antes da concessão do título. O segundo casamento foi com Zeferina Antonia da Luz, filha de Manoel Pereira da Luz e de Joaquina Antonia da Luz, nascida em Encruzilhada-RS em 1838 e falecida na mesma cidade em 25.06.1923, Viscondessa da Graça. Desse casamento nasceram 19 filhos.
Colaboradores
- Paulo Marcelo Rezzuti
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Graça, Visconde e família Simões Lopes.
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GRAJAÚ
O barão de GRAJAU foi
o Dr.Carlos Fernandes Ribeiro,natural do Maranhão
Barão por decreto de 19/3/1884
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GRANITO
Barão e baronesa de Granito
Foto: AGB IV, 1942, pág.55
O barão de GRANITO foi
José Manuel de Barros Wanderley,natural de
Granito,PE.
José Manuel de Barros Wanderley, agraciado com o título ( Dec 25.03.1888) de Barão de Granito.Nasceu a 28.08.1842, Serinhaém- PE e faleceu a 22.09.1909. Agricultor e magistrado. Bacharel em Direito pela faculdade de Recife [PE-1866]. Militou na Política. Deputado Provincial à Assembléia Legislativa de Pernambuco e Presidente da Assembléia Legislativa de Pernambuco [1887]. Foi casado com sua prima Maria da Conceição de Barros Wanderley, nascida a 04.11.1857 e falecida em 13.10.1910, baronesa de Granito.
Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
- Verbetes; Granito, Barão de; família Barros Wanderley
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GRÃO MOGOL

O barão de GRAO MOGOL
foi Gualter Martins, natural de MG.Era Coronel da
Guarda Nacional.
Foto cedida por André Luis Martins Pereira Bueno, descendente do barão
Adenda
Gualter Martins
Pereira - agraciado com o título ( Dec 17.09.1873 ) de Barão de Grão-Mogol.
Título de origem toponímica , tomado da cidade do mesmo nome, em Minas Gerais.
Integrante da família Martins Pereira, importante e antiga, estabelecida em
Minas Gerais, com ramificações em Carangola e Grão-Mogol. O patriarca foi
Bernardo Martins Pereira, nascido cerca de 1742, estabelecido nessa última cidade
com a família, onde deixou numerosa descendência. O titular em apreço é
seu bisneto, nasceu em 13.11.1826 em Itacambira-MG e aportou em Rio
Claro 55 anos depois. Em Rio Claro comprou do London and Brazilian Bank a Fazenda
Angélica, que pertencera à família do Senador Vergueiro e que tinha esse
nome em homenagem a dona Maria Angélica Vasconcellos de Campos Vergueiro, esposa
do Senador. Dono da fazenda, o Barão se mudou para Rio Claro, trazendo a esposa
e prima dona Emilia Martins (nascida em 25 de fevereiro de 1834 e falecida em Araras-SP em
07 de dezembro de 1902 ) e
seus escravos. Nesse casarão Gualter Martins viveu até 15 de dezembro de 1890.
Foi enterrado no Cemitério de São João Batista, e por vontade expressa em
testamento, teve seus restos mortais transladados para o Cemitério particular
da fazenda Angélica, onde fica do lado dos cidadãos católicos e ao lado de
seus escravos.
Colaboradores:
- Andre Luis Martins Pereira Bueno, descendente do barão.
Fonte:
http://www.linkway.com.br/camararc/main_presid.htm#- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Grão-Mogol, Barão e família Martins Pereira.
Luis Antonio Villas Bôas - fonte: Cemitério de Araras - SP (Visita feita ao túmulo da baronesa, onde consta as respectivas datas de seu nascimento e falecimento.
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GRAVATÁ

barão de Gravatá
O barão de GRAVATÁ
foi Pedro Emiliano da Silveira Lessa.
Barão por decreto de 8/8/1888
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GRAVATAÍ
O barão de GRAVATAÍ
foi João Baptista da Silva Pereira que nasceu em
15 de Janeiro de 1797 e faleceu em 9 de Agosto de 1853 na Província do Rio
Grande do Sul.Casou com Maria Emilia da Silva Pereira.Era Comendador da Imperial
Ordem de Cristo.
Colaboradores
- Paulo Marcelo Rezzuti
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Gravataí, Barão; e família Silva Pereira.
Brasão
de Armas: Concedido a viúva do barão de Gravataí.Uma lisonja esquartelada no
primeiro quartel em campo de prata um gravatá de verde saindo de uma campina do
mesmo,tendo ao pé do tronco uma cadela ao natural ,deitada,olhando para o lado
esquerdo; no segundo quartel em campo vermelho uma banda de ouro orlada de
azul;no terceiro,em campo azul uma balança de ouro,e no quarto em campo de
ouro,uma torre vermelha.TIMBRE: o gravatá das armas.(Brasão passado em 3 de
Outubro de 1854.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI).
CRIAÇÃO DO TÍTULO:Barão por decreto de 29 de Julho de 1852.
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GUAÍ

Visconde e viscondessa de Guaí
O barão com grandeza e
visconde de GUAÍ foi Joaquim Elysio Pereira Marinho que
nasceu na Baia em 21 de Janeiro de 841 e faleceu no RJ em 13 de Agosto de
1914.Era filho do conde de Pereira Marinho,por Portugal, Joaquim Pereira Marinho
que nasceu em 1816 e faleceu na Baia em 26 de Abril de 1887 e da condessa sua
mulher Francisca da Piedade Oliveira que nasceu em 19 de Outubro de 1824.Era irmão
do visconde de Marinho,por Portugal Antonio Pereira Marinho casado com Maria
Luiza de Saldanha da Gama.Casou em 1865 com Helena Leal,nascida no Rio de
Janeiro a 18 de Julho de 1849.Foi deputado Geral pela Baia nas legislaturas de
1881 a 1889,ministro da Marinha no 34º Gabinete do Conselho dês.Magestade o
Imperador.Foi diretor do Banco do Brasil e do Banco Nacional e Presidente de
varias empresas industriais.
Brasão de Armas: De sinople com cinco flores de Liz de prata,postas em santor ,e por diferença uma brica de ouro com uma estrela de goles de cinco pontas.TIMBRE: uma sereia com cabelos de ouro.DIVISA:
Honor
virtutis praemium.
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão por decreto de 26 de Abril de 1879.Barão com grandeza por decreto de 13 de Outubro de 1887.Visconde por decreto de 31 de Outubro de 1889.
Barão com honras de grandeza, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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GUAÍBA
O 1º barão de GUAÍBA
foi Manuel Alves dos Reis Louzada que faleceu em
Porto ALegre,Província do Rio Grande do Sul em 16 de Julho de 1862 com 78 anos
de idade.
Adenda
Manuel Alves dos Reis Louzada - agraciado com o título ( Dec 20.12.1855 ) de Barão de Guaíba (1º) . Sobrenome de origem toponímica, tomado ao nome que toma o Rio Jacuí depois de banhar Porto Alegre-RS. Filho de Domingos Alves dos Reis Louzada e de Francisca Maria de Jesus. Casou-se com sua sobrinha Anna Amalia Louzada. Não tiveram filhos.
Colaborador: Paulo Marcelo Rezzuti
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GUAIBA
O 2º barão de GUAIBA
foi o Dr. Manuel José de Campos,natural do Rio
Grande do Sul.
Adenda
Colaboração de Paulo Marcelo Rezzuti
Barão por decreto de 14/6/1887. Nascido e falecido em Porto Alegre, Rio Grande do Sul (*1813 +26/5/1902). Médico casado com Mariana Clara da Cunha Bittencourt. Nascida e falecida em Porto Alegre (+ 1/3/1897) sem filhos.
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GUAJARÁ
O barão de GUAJARÁ
foi Domingos Antonio Raiol que nasceu na Província
do Pará em 30 de Março de 1830 e faleceu em 27 de Outubro de 1912.Era filho de
Pedro Antonio Raiol e de Archangela Maria da Costa Raiol.Era bacharel em Ciências
Jurídicas e Sociais pela Faculdade do Recife em 1854;foi Procurador dos Feitos
da Fazenda Nacional no Pará,deputado Provincial varias vezes e Geral na 12ª
legislatura de 1864,por sua Província,foi Presidente da Província de Alagoas
em 23 de Junho de 1882,e da Província do Ceará em 29 de Outubro de 1882.Sócio
correspondente do IHGB e honorário do Instituto do Ceará,etc.
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GUAMÁ
Barão e baronesa de Guamá
O barão de GAMÁ foi Francisco
Accacio Correia,natural de Belém,Pará.
Adenda
Francisco Accacio Corrêa, agraciado com o título ( Dec 08.03.1883 ) de Barão de Guamá. Título de origem toponímica, tomado de uma localidade e rio do Pará.Filho de Francisco Accacio Corrêa ( nascido c. 1817, Braga, Portugal, fal. 1843 provavelmente em Cametá-PA) e de Josefa Maria de Lima Barbosa ( nascida em 1809 e falecida em 1869 em Cametá-PA, filha do capitão Manuel José Barbosa Guimarães e Francisca Gonçalves de Lima), casados cerca de 1841.Nasceu em 05.01.1842 em Cametá-PA e faleceu a 30.03.1924 no Rio de Janeiro-RJ. Advogado. Aos 16 anos de idade passou a São Paulo, a fim de completar seus estudos secundários. Bacharel em Ciências Jurídicas e Sociais , pela Faculdade de Direito de São Paulo [29.11.1864]. Diretor Geral da Instrução Pública, do Pará. Membro da Junta Municipal da Capital. Deputado à Assembléia Legislativa da Província. Fez parte da Administração da Santa Casa de Misericórdia, por nomeação do Governo. Provedor do Colégio de N.S. do Amparo. Comendador da Real Ordem de Cristo. Presidente da Sociedade de Beneficência Brasileira, em Portugal.Casou-se em 26.02.1870, com Inês Chermont de Miranda, nascida em 10.03.1842 , Belém, PA e falecida em 28.12.1933, Rio, RJ, filha do Com. Antônio José de Miranda, patriarca da família Chermont de Miranda, do Pará.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos
Eduardo Barata e AH Cunha Bueno -
Verbetes: Guamá, Barão de; famílias Accacio Corrêa e Guamá.
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GUANABARA
baronesa Emiliana
Foto gentilmente cedida por Aloysio Clemente M. I. de J. Breves Beiler
O barão de GUANABARA
foi José Gonçalves de Oliveira Roxo que faleceu a
11 de Junho de 1875 com 38 anos.Casou com Emiliana de Morais Roxo.
Adenda
José Gonçalves de Oliveira Roxo - agraciado com o título ( Dec 17.04.1875 ) de Barão da Guanabara. Título de origem toponímica, tomado da baía do mesmo nome na cidade do Rio de Janeiro-RJ. Nasceu a 13.04. (*) e faleceu no Rio de Janeiro-RJ a 11.06.1875. Fazendeiro de café em Mendes, Barra do Piraí e Tomazes. Agraciado com o título nobiliárquico 54 dias antes de falecer. Casou-se com sua prima-irmã Nascido a 13.04.1832, em Vargem Alegre, Piraí - RJ. Recebeu a Ordem da Malta em 11.09.1867.Casou-se com sua prima-irmã, Emiliana Clara Gonçalves de Moraes, filha do Capitão Mata-Gente - Comendador Antonio Gonçalves de Moraes, filho dos Barões de Piraí, nascida a 23.03.1840 em Piraí - RJ e falecida a 13.07.1922 no Rio de Janeiro-RJ . aos 82 anos de idade. Teve apenas 2 filhos: José Antero de Oliveira Roxo e Mathias Octavio de Oliveira Roxo
(*) O colaborador indica o ano de 1832. O Dicionário apresenta 1839.
Colaborador : Aloysio Clemente M. I. de J. Breves Beiler
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GUANDÚ
O 1º barão de GUANDÙ
foi Ignácio Antonio de Souza Amaral que faleceu em
Iguassú em 21 de Abril de 1878.Era Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e
Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo.
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GUANDÚ
O 2º barão de GUANDÚ
foi João Bernardes de Souza.Tenente-Coronel
da Guarda Nacional,em Santa Helena, estação do Castelo, Espírito Santo.
Adendas
João Bernardes de Souza - agraciado com o título ( Dec 25.09.1889 ) de Barão (2º) de Guandu.Casou-se com Maria Guilhermina Pinto Coelho (da Cunha) de Souza, nascida em 1856, em Minas Gerais, e falecida em 24.09.1944, em Cachoeiro de Itapemirim- ES. Segundo o Dicionário das Famílias Brasileiras, seria neta do Barão de Cocais.
Segundo o Pedro Carraro o Vo. XV do Anuário do Museu Imperial, na pág. 119 diz o seguinte: João Bernardes de Souza, era "Natural de Juiz de Fora, Minas Gerais. Em 1851 seguiu para a Província do Espírito Santo, dedicando-se à agricultura. Faleceu a 25 de junho de 1899, com a idade de sessenta e sete anos, deixando seis fazendas e outros bens. Casou com D. Maria Guilhermina Pinto Coelho de Sousa, natural de Minas Gerais, neta do Barão de Cocais. A Baronesa do Guandu faleceu a 24 de setembro de 1943. Com a idade de oitenta e sete anos na cidade de Cachoeiro de Itapemirim, na residência de seu filho Jaime Bernardes de Sousa, funcionário da prefeitura municipal da mesma cidade".
Colaboradores:
-
Paulo
Stuck Moraes , de Vitória - ES - pesquisador
http://planeta.terra.com.br/arte/academia/
- Pedro Carraro
O Vol. XV do Anuário do Museu Imperial, na pág. 119,
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GUAPÍ
O barão de GUAPÍ foi Joaquim
José Ferraz de Oliveira que faleceu em Barra Mansa,na Província do RJ
em 21 de Novembro de 1893,com 81 anos de idade.Coronel Comandante Superior da
Guarda Nacional,prestou relevantes serviços durante a guerra do
Paraguai.Exerceu vários cargos eletivos e foi Presidente da Câmara Municipal
do Estado do RJ.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo e da Imperial Ordem
da Rosa.
Adenda
Joaquim José Ferraz de Oliveira - agraciado com o título ( Dec 16.01.1861 ) de barão de Guapi . Título de origem toponímica, região do estado do Rio de Janeiro. Integrante de importante família de abastados proprietários rurais, membros da chamada "aristocracia rural do café"., procedente de Alexandre José de Oliveira, casado com a "índia" Benta Maria de Oliveira, de origem tamoia, falecida em 1850 em Barra Mansa-RJ. Foram os genitores do titular, que nasceu em 28.05.1813 em Passa Três, São João Marcos-RJ e faleceu em 21.11.1893 em Barra Mansa-RJ. Proprietário da Fazenda do Ribeirão Frio em Nossa Senhora das Dores ( Dorândia), Barra Mansa - RJ. Militou na política , filiado ao Partido Conservador. Juiz de Paz de Barra Mansa (1849-1853, 1873-1877), Vereador em B.Mansa (1857-1881) e Presidente da Câmara Municipal (1881-1875), ocasião em que promoveu a construção da praça municipal. Casou-se com Delfina Ferraz de Oliveira, Baronesa de Guapi, sem geração.
Colaboradora
Regina Cascão - Fontes : Presidentes do Senado no Império - de Carlos Eduardo Barata, Edição do Senado Federal, 1997 ; e Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes; Guapi, Barão; família Ferraz de Oliveira.
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GUAPIMIRIM
O barão de
GUAPIMIRIM foi Thomé Ribeiro de Faria que
nasceu em Portugal em 22 de Janeiro de 1870 e faleceu no Rio de Janeiro em 16 de
Novembro de 1850.Abastado capitalista,era Grande do Império e Comendador da
Imperial Ordem da Rosa.
Braão com honras de grandeza, em 12 de Maio de 1848,conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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GUARACIABA
Barões de Guaraciaba

Fazenda Três Barras e louça (prato) de uso da família
O barão de GUARACIABA
foi Francisco Paulo de Almeida,que era natural de
Santa Fé,MG.
Adenda
Firmino (*) Paulo de Almeida - agraciado com o título ( Dec 16.09.1887 ) de Barão de Guaraciaba.
Nasceu em 10 de janeiro de 1826 em Santa Fé-MG e faleceu em 9 de fevereiro de 1901, no Rio de Janeiro, sendo sepultado no cemitério de Bemposta, município de Três Rios-RJ. Foram suas propriedades as fazendas das Três Barras, no atual município de Três Rios, e Santa-Fé, no município de Chiador, Minas Gerais. Sua esposa, a baronesa, faleceu vitimada de febre amarela, na Fazenda das Três Barras, em 01.06.1889.(*) - O pesquisador nomeia o titular como Firmino. O ANB e o Dicionário das Famílias Brasileiras o têm como Francisco.
Correção da adenda acima feita por José Renato Pessoa Dantas
Recentemente descobri um filme caseiro que esta disponível no site do Youtube, realizado pelos descendentes deste titular, que o barão de GUARACIABA
se chamava Francisco e não Firmino e que a baronesa faleceu em 02 de junho de 1889 e não no dia 1º. Segue endereço do filme quem se interessar pelo filme: http://www.youtube.com/watch?v=TEj0DdA__Fo
Anexo também vai as fotos do casal e de uma das propriedades (Faz Três Barras) aonde faleceu a baronesa.
Colaboradores:
José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.
José Renato Pessoa Dantas - Envio da pintura do barão, das fotos da baronesa, da fazenda Três Barras e da louça usada pela família
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GUARAPUAVA
O barão e visconde de
GUARAPUAVA foi Antonio de Sá Camargo,natural da
Província do Paraná.Era filho de Antonio Joaquim de Camargo,casado em 1807 com
Matilde Umbelina.Casou na Vila da Palmeira,na Província de Paraná,com Zeferina
Marcondes de Sá,filha dos barões de Tibagi.Era Coronel Chefe Superior da
Guarda Nacional da Província do Paraná e fazendeiro nessa Província.
Adenda I
Antonio de Sá Camargo - agraciado com o título ( Dec 14.07.1870 ) de Barão de Guarapuava; elevado ao título ( Dec 31.08.1880 ) de Visconde de Guarapuava. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, no Paraná, onde viveu e morreu o visconde. Integrante da família Camargo, do Paraná, de origem paulista. Nasceu em 25/4/1808 em Palmeiras-PR e faleceu em (*) 12.11.1896. Deputado e Vice-Presidente do Paraná.Filiado ao Partido Conservador. Por ocasião da Guerra contra o Paraguai, organizou e manteve às suas custas um corpo de cavalaria para defesa da fronteira de palma. O Barão casou-se com Zeferina Marcondes de Sá, filha do Barão de Tibagi, falecida a 21.09.1936 no Rio de Janeiro-RJ . Não houve descendência, a única filha morreu criança.
Adenda II
Barão e Visconde de Guarapuava - Antonio de Sá Camargo. Recbeu o título de Barão em 21.07.1876. Filho do Tenente Antonio Joaquim de Camargo e de Matilde Umbelina da Glória - filha de Anna Maria da Conceição de Sá e Manoel José de Araújo, fundadores de Palmeira. O Visconde de Guarapuava era grande proprietário rural e tropeiro.
Colaboradores
-Paulo Marcelo Rezzuti - Fonte: Silva Leme IX, 72
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Guarapuava,~Visconde; famílias Camargo e Marcondes.
Giancarlo Marques Zeni - Fonte: OLIVEIRA, Ricardo Costa de. O Silêncio dos Vencedores : genealogia, classe dominante e estado no Paraná. Curitiba, Moinho do Verbo, 2001.
A fonte citada por Giancarlo Marques Zeni, acima, menciona a data de 21.07.1876 como data do recebimento do título de barão e a fonte citada por Regina Cascão como 14.07.1870, para o mesmo evento.
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GUARARAPES

Viscondes de Guararapes
O barão e visconde de
GUARARAPES foi Lourenço de Sá e Albuquerque,natural
de PE. Era Comendador da Imperial Ordem da Rosa.
Adenda
Lourenço
de Sá e Albuquerque, agraciado com o título ( Dec 11.03.1860) de Barão de
Guararapes, elevado ao título ( Dec 08.03.1880) de Visconde Guararapes. Título
de origem toponímica, tomado ao monte de Pernambuco. Filho do comendador
Lourenço de Sá e Albuquerque e de Mariana de Sá e Albuquerque
Nasceu em Pernambuco , falecendo no Recife em 02.12.1897. Casou-se
com Cândida Ernestina Paes Barreto, Viscondessa de Guararapes, nascida
em 1825 e falecida em 12.12.1906, filha do capitão-mor Francisco Pais de Melo
Barreto, membro da tradicional família Paes Barreto, de Pernambuco, e de Ana
Vitória Coelho da Silva.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário
das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Guararapes, Visconde de; Guararapes, Viscondessa de; famílias Sá e
Albuquerque, e Paes Barreto.
Regina Cascão: Foto da Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE.
Disponível no site Domínio Público, do governo federal
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GUARAREMA
Foto cedida por
Aloysio Clemente M. I. de J. Breves BeilerO barão de GUARAREMA
foi Luis José de Souza Breves.Era Comissário de
Café no Rio de Janeiro.
O nome correto é Luis de Souza Breves, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
Adenda
Luis de Souza Breves - agraciado com o título ( Dec 15.06.1881 ) de Barão de Guararema. Integrante de família de origem francesa, que passou para a Ilha de S. Jorge, Portugal, de onde emigrou para o Brasil, fundando uma das mais abastadas famílias de proprietários rurais do Vale do rio Paraíba, no estado do Rio de Janeiro, membros da chamada "aristocracia rural fluminense". O casal patriarca era formado por Antonio de Souza Brèves, nascido em 1720, e Maria de S. José. Filho de Luiz de Souza Breves e de Maria Pimenta de Almeida Breves. Neto de Tomé de Souza Breves e bisneto do Capitão-Mór José de Souza Breves. Faleceu em 10.02.1910. Proprietário de fazendas de café em Piraí e e São José de Além Paraíba, e comissário de café no Rio de Janeiro. Comerciante na praça do Rio de Janeiro, chefe da firma Souza Breves e Josué, estabelecida na rua dos beneditinos, 26, da qual fazia parte Josué de S. Corrêa de Melo. Casou-se com sua sobrinha Dona Francisca de Souza Monteiro de Barros, falecida em 05 de janeiro de 1899, Baronesa de Guararema.
Colaboradores
- Aloysio Clemente M. I. de J. Breves Beiler
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes; Guararema, Ba~roa; famílias Breves e Monteiro de Barros.
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GUARATIBA
O 1º barão,barão com
grandeza e visconde com grandeza de GUARATIBA foi Joaquim
Antonio Ferreira que nasceu a 4 de Fevereiro de 1777,em Valença do
Minho,Portugal.Faleceu no RJ em 11 de Março de 1859,solteiro.Era filho de
Manuel Gonçalves Ferreira,natural de Braga e de Joana Francisca
Ferreira,natural de Valença.Português de nascimento,muito amou o Brasil,onde
chegou em 1726 e viveu toda a sua vida praticando atos de benemerência que
fizeram seus nome querido dos pobre.Foi capitão de Ordenanças do Regimento de
Minas Novas e depois Tenente-Quartel-Mestre graduado em Capitão do 2º
regimento de Milícias da Corte.Negociante matriculado na Real Junta do
Comercio,era senhor de avultadíssima fortuna.Foi pela Regência nomeado membro
da Comissão liquidante das presas brasileiras pelo cruzeiro inglês,na Costa
d’África e membro da Comissão de Superintendência das subscrições para o
novo Banco da Corte.Era membro da Junta Administrativa da Caixa de Amortização,onde
serviu desde a sua instalação em 27 de Fevereiro de 1828,até 28 de Junho de
1848.;Provedor da Santa Casa de Misericórdia,no biênio de 1828-1829 e Irmão
(em 1813) Grande Benemérito tendo exercido os cargos de Tesoureiro,durante 6
anos e de Definidor desde 1823 até a sua morte,etc.Grande do Império,Fidalgo
Cavaleiro da Casa Imperial,por alvará de 20 de Julho de 1841;Comendador da
Imperial Ordem da Rosa,em 1858,e da de Cristo em 1829;Cavaleiro da Imperial
Ordem da Rosa,em 1826;Cavaleiro da Real Ordem de Cristo em 1821;Cavaleiro
Professo na Imperial Ordem de Cristo em 1826
e Comendador de N.S. da Conceição de Vila Viçosa,de Portugal.
Brasão
de Armas: De prata e azul cortado por uma faxa arqueada de ouro,carregada em
chefe de uma águia estendida,de sable;e em ponta sobre um monte,uma peça de
artilharia de prata e sobre ela uma pomba com um ramos de oliveira no bico.
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão por decreto de 5 de Maio de 1844.Barão com grandeza por decreto de 15 de Novembro de 1846.Visconde com grandeza por decreto de 2 de Dezembro de 1854.
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GUARATIBA
O 2º barão de
GUARATIBA foi Joaquim José Ferreira que nasceu em
Valença do Minho em Portugal e faleceu no Rio de Janeiro em 21 de Abril de
1871.Era filho de Francisco Coelho de Figueiredo e de Ana Maria Ferreira,irmã
do visconde de Guaratiba,e tia do 1º condessa de São Mamede,Joana Maria
Ferreira,natural do Rio Grande do Sul.Foi herdeiro bem como o conde de S.Mamede
da fortuna de seu tio o visconde de Guaratiba.Negociante abastado e proprietário
no Rio de Janeiro,era Comendador da imperial Ordem da Rosa,em 1868 e da Real
Ordem de Cristo de Portugal.Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial.
BRASÃO DE ARMAS: As de
visconde de GUARATIBA (ver descrição anterior)
CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 30 de Novembro de 1870.
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GUARATINGUETÁ
O barão e visconde com
grandeza de GUARATINGUETÁ foi Francisco de Assis de
Oliveira Borges que nasceu na freguesia de Guaratinguetá,província de
SP em 25 de Março de 1808 e que faleceu na capital de SP em 19 de Abril de
1879.Era filho do Alferes Ignácio Joaquim Monteiro de oliveira e de Ana
Joaquina de Oliveira.Casou em primeiras núpcias em 1828 com Ana Silveira do Espírito
Santo,falecida em 31 de Janeiro de 1854,e em segundas núpcias com Amélia Casa
de Oliveira.Comandante Superior da Guarda Nacional,foi prestigioso chefe político
conservador em Guaratinguetá,e um dos fundadores da Santa Casa da Misericórdia
dessa cidade.Era Grande do Império,Grande Dignitário da imperial Ordem da Rosa
em 1877.
Adendas
Colaborador pelo envio de textos, fotos e imagens:
Marcello Augusto de Oliveira Borges, trineto do visconde
O barão, depois visconde e finalmente visconde com grandeza de GUARATINGUETÁ foi Francisco de Assis de Oliveira Borges, que nasceu na freguesia de Guaratinguetá, província de SP, em 1808 e que faleceu na Capital de SP em 19 de Abril de 1879. Era filho do alferes Inácio Joaquim Monteiro e de Ana Joaquina do Amor Divino.
Casou em primeiras núpcias (a 1º. de novembro de 1826 na Matriz de Guaratinguetá) com Ana Silvéria Umbelina do Espírito Santo (nascida em 22/6/1808 em Lorena e falecida em 31 de Janeiro de 1854 em Guaratinguetá), fª do capitão Francisco Gomes Sandim e de Silvéria Inocência de Gusmão, com ascendência nos Lemes, Alvarenga, Prado e outras. Casou em segundas núpcias (a 5 de junho de 1858 em Guaratinguetá) com Amélia Augusta Cazal (nascida em 1830 em Guaratinguetá e falecida em 6 de junho de 1896 em São Paulo).
De sua primeira esposa, teve 14 filhos, e da segunda, sete, com grande descendência espalhada pelo Vale do Paraíba e pelo Brasil em geral.
Comandante Superior da Guarda Nacional (1854), foi prestigioso chefe político conservador em Guaratinguetá e um dos fundadores da Santa Casa da Misericórdia dessa cidade. Recebeu o título de barão de Guaratinguetá em 2 de dezembro de 1854, de visconde em 10 de abril de 1867 e as honras de grandeza em 17 de maio de 1871. Foi Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa (1846), chegando a Grande Dignitário - o penúltimo grau – em 1877, grau que contou apenas 16 agraciados. Foi ainda deputado na 11ª Legislatura do Império (1856-57).
Duas de suas netas – Maria Guilhermina (1853-1933) e Ana Guilhermina (1855-1891) –, filhas do primogênito do visconde, o dr. José Martiniano de Oliveira Borges (1827-1870), casaram-se com dois irmãos Rodrigues Alves, respectivamente o coronel Virgílio e o conselheiro Francisco de Paula, mais tarde presidente da República, impulsionando o poder político deste e firmando raízes de seus descendentes também na futura República.
Foto do visconde, texto e genealogia, foram enviados pelo colaborador Marcello Augusto de Oliveira Borges, trineto e tataraneto (seus avós paternos eram primos) desse titular. O visconde foi fartamente biografado por Carlos Eugênio Marcondes de Moura, primo do nosso colaborador acima, em seu livro O visconde de Guaratinguetá: Um titular do café no Vale do Paraíba, recentemente reeditado.
No túmulo do visconde, logo à direita da entrada do Cemitério dos Passos, em Guará, encontra-se o brasão de armas que lhe foi concedido, que não consta do livro de registro de brasões porque o escrivão armorial Possidônio Carneiro da Fonseca Costa queimou várias cartas.
A descrição heráldica do brasão de armas de Francisco de Assis e Oliveira Borges desde que recebeu o título de Barão de Guaratinguetá foi feita pelo dr. Paulo Braga de Menezes: De verde, uma pomba de cabeça voltada, pousada em tronco nodoso, decotado, abicando um ramo folhado e frutado, de oliveira.
Vemos abaixo a reprodução do brasão no anel de nosso colaborador, bem como uma imagem colorida extraída da louça brasonada da família.

A biografia do visconde de Guaratinguetá tem algumas lacunas. Não se sabe ao certo, por exemplo, a data de seu nascimento. Contudo, ele foi batizado em 25 de março de 1806 na matriz de Guaratinguetá, falecendo às 3 horas de 19 de abril de 1879 em São Paulo, depois sepultado no Cemitério do Senhor dos Passos, em sua cidade natal.
Dentre seus tantos filhos, nosso colaborador destacou dois havidos com sua primeira mulher, que são Maria do Carmo de Oliveira, segunda filha, e o sétimo, o major Francisco de Assis e Oliveira Borges, respectivamente sua trisavó e bisavô paternos.
1. Maria do Carmo de Oliveira (1829-1898 Guaratinguetá). Foi c.c. o capitão Manuel Marcondes dos Santos e tiveram quatro filhos, dentre os quais o segundo:
2. José Villela de Oliveira Marcondes (1856-1903 Guaratinguetá). C.c. (1876) Maria Amélia Ortiz Veloso, com 14 filhos, dentre os quais a décima:
3. Aurora Villela de Oliveira Marcondes (1891 Guaratinguetá -1967 São Paulo), c.c. seu primo Messias de Oliveira Borges, a seguir, onde a geração.
1. Francisco de Assis e Oliveira Borges (1837 Guaratinguetá – 1897 Lorena). Foi major da Guarda Nacional de Guaratinguetá, cavaleiro da Ordem da Rosa, proprietário da fazenda das Palmeiras em Lorena. Nesta cidade, foi delegado de polícia, presidente do Clube Polimático e um dos donos de A Gazeta de Lorena. Casou-se em Areias com Francisca Marta da Silva Leme. Tiveram sete filhos, dos quais foi o último:
2. Messias de Oliveira Borges (ou Messias Assis; 25/12/1880 Lorena – 27/9/1941 São Paulo). Dentista pela Faculdade de Odontologia e Farmácia do Rio de Janeiro, depois fazendeiro, e finalmente funcionário do Tesouro paulista. Foi proprietário da Fazenda das Palmeiras, recebida em herança de seu pai. Após vender uma casa em São Paulo, comprou marcos alemães como investimento. Mais tarde, sobrevindo a hiperinflação na Alemanha, viu a propriedade da família converter-se em papel sem valor, e em sinal de desabafo empapelou a casa onde morava com as notas de marcos.
Anos mais tarde, a Fazenda das Palmeiras foi cenário de um evento infausto para os paulistas. O então capitão Artur da Costa e Silva, mais tarde general e presidente da república, comandou uma unidade em julho de 1932, durante a revolução constitucionalista, que atravessou Itatiaia e Engenheiro Passos, no Rio, e Queluz, Cruzeiro e Lorena. Nesta cidade, na fazenda mencionada, instalou a base de fogo da fazenda das Palmeiras, que serviu de apoio à ofensiva governista contra os redutos paulistas na área, abrindo caminho para a tomada de Campinas.
Foi c.c. sua prima Aurora Vilela de Oliveira Marcondes, acima, com quem teve dois filhos, dentre os quais o primogênito:
3. Marcello de Oliveira Borges (9/10/1913 São Paulo – 11/3/2002 São Paulo). Engenheiro pela Politécnica (1938), foi um dos principais responsáveis pelas obras da Via Anchieta e Diretor-Geral do Departamento de Estradas de Rodagem de São Paulo entre 1959 e 1961. Casou-se (26/2/1946 São Paulo) com Beatriz Carneiro (30/12/1917 Ribeirão Preto – 5/1/2000 São Paulo), fª de Manuel da Silva Carneiro/Filomena Fagnani). Pais de (único):
4. Marcello Augusto de Oliveira Borges (1/3/1955 São Paulo). Engenheiro eletrônico (1977), advogado (1995), sempre pelo Mackenzie. De seu casamento com Yara Lucia Marino, teve os filhos Helena e Arthur. Marcello Augusto c.c. Ana Paula Fernandes Bertocchi (15/4/1969 Itú).
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GUARAÚNA
O barão de GARAÚNA
foi Domingos Ferreira Pinto,natural do Paraná.Era
major da Guarda Nacional desse estado.
Adenda I
Domingos Ferreira Pinto - agraciado com o título ( Dec 31.08.1880) de Barão de Guaraúna. Nasceu no Paraná e lá também faleceu, em (*) outubro de 1891, ( (**) 20 de Setembro de 1891) em Ponta Grossa. Rico fazendeiro em Ponta Grossa. Hospedou D. Pedro II e deu liberdade a seus escravos, em número superior a setenta, como homenagem à visita do soberano.Filho legitimo de Domingos Ferreira Pinto e Anna Joaquina de Oliveira.Livro 1 do registro de óbitos à fl. 166 - Cartório do Registro Civil de Ponta Grossa-Pr - ALFREDO SANT'ANNA NÉTO.
DOMINGOS FERREIRA PINTO casou com ANNA JOAQUINA D'OLIVEIRA em 18 de Fevereiro de 1813, na igreja matriz de Castro.Domingos Ferreira Pinto era filho legitimo de José Ferreira Pinto e de sua mulher Antonia Pedroza.Anna Joaquina D'Oliveira, viuva que ficou do falecimento de Francisco Ferreira Prestes.(1º casamento em 27/08/1800-Ig. Matriz da Villa de Castro) Certidão de casamento original emitida pela paróquia de N.S. Sant'Ana, Castro - Diocese de Ponta Grossa estado do Paraná.Firma reconhecida pelo cartório ALBINO SCHULTZ - 1º Tabelião e oficial do registro de imóveis e titulos e documentos designado - Castro - Paraná.Foi casado com a , baronesa Maria Ambrosia da Rocha Ferreira, natural de Passo Fundo-RS, e que faleceu com 75 anos em 04 de agosto de 1906, tendo como causa morte: morte natural - cardio esclerose. Ela filha de Theodoro da Rocha Ribeiro e de Gertrudes da Rocha. Sepultada em cemitério de Ponta Grossa-Pr. Livro 4º, fls. 126 - Cartório de Registro Civil de Ponta Grossa-Pr.Adenda II
Barão de Guaraúna - Domingos Ferreira Pinto. Nasceu em 1820. Major da Guarda Nacional. Em 1880 hospeda o Imperador, quando de sua estada na região de Ponta Grossa. Na presença de Dom Pedro II, liberta os seus escravos. Mesmo com a oposição dos assessores do Imperador, seu nome foi incluído no pacote de comendas concedidas após a visita Imperial. Faleceu em 1891.
Colaboradores
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Guaraúna, Barão.
(*) Outubro de 1891Dr.João Maria Ferreira Filho
- drjoaomaria@hotmail.com(**)20 de Setembro de 1891, com 71 anos, às 21:20 de gastro hepatite e pneumonia. Sepultado no cemitério de Ponta Grossa - Pr.
Giancarlo Marques Zeni - Fonte: OLIVEIRA, Ricardo Costa de. O Silêncio dos Vencedores : genealogia, classe dominante e estado no Paraná. Curitiba, Moinho do Verbo, 2001.
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GUARIBÚ
O barão de GUARIBÚ
foi Cláudio Gomes Ribeiro de Avellar que faleceu
na freguesia do Paty do Alferes,Província do RJ em 02 de Agosto de 1863.Era
filho de Luiz Gomes Ribeiro de Avellar e de Joaquina Mathilde de Assumpção.Era
irmão do 1º barão de S.Luiz e do visconde da Paraíba e sobrinho do 1º barão
de Capivari.Era importante fazendeiro na província
do RJ.Guarda Roupa de S..Magestade e Cavaleiro da Imperial Ordem de
Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.
Brasão de Armas: As de seu irmão o visconde de Paraíba.Escudo esquartelado,no primeiro e quarto,de verde,um leopardo de ouro passante e um chefe de ouro com três estrelas de goles;no segundo e terceiro,de ouro três faxas de azul,carregadas de três besantes de prata cada uma e no centro um escudete tendo em campo de prata um ramo de cafeeiro e uma cana da açúcar ano natural postos em aspa.Brasão passado em 30 de Dezembro de 1858.Reg.no Cartório da Nobreza Liv.VI,fls.39).
CRIAÇÃO DO TÍTULO:Barão por decreto de 31 de Agosto de 1860
Adenda
Cláudio Gomes Ribeiro de Avelar- agraciado com o título ( Dec 31.08.1860 ) de Barão de Guaribu. Membro da família Gomes Ribeiro de Avelar, importante família de abastados proprietários de fazendas de café estabelecida no estado do Rio de janeiro. Filho do casal patriarca, Luiz Gomes Ribeiro de Avelar e de Joaquina Matilde de Assunção. Fazendeiro no território do atual município de Pati do Alferes. Faleceu solteiro, deixando avultada fortuna.
Colaborador
José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.
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GUARULHOS
O barão de GUARULHOS foi José Joaquim de Morais,natural de Campos,RJ.Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.
BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro quartel as armas dos Morais,que são o escudo partido em pala;na primeira em campo vermelho,uma torre de prata lavrada de preto,coberta de ouro,saindo de um rio d'água e uma bandeira de prata no remate;na segunda,em campo de prata,uma moreira verde: no segundo quartel,em campo azul uma espada de prata com punho de ouro,posta em pala; no terceiro de azul,três besantes de ouro postos em contrabanda; e no quarto,de prata uma cruz potentea de goles.TIMBRE: a torre do escudo.
CRIAÇÃO DO TÍTULO:Barão por decreto de 17 de Maio de 1884
Adenda
José Joaquim de Morais - agraciado com o título ( Dec 17.05.1884 ) de Barão de Guarulhos. Brasão de armas.Título de origem toponímica, tomado da freguesia do mesmo nome, em Campos, estado do Rio de Janeiro. Filho de Manuel da Cruz Morais e de Ana Bernardina de Morais.Nasceu em (*) julho de 1806, em Alfarrobeira, freguesia de Benfica, Portugal. Faleceu em Campos, para onde veio aos 15 anos de idade, em 02.10.1890. Rico comerciante na cidade de Campos. Foi Provedor da Santa casa de Misericórdia da referida cidade. Não houve a Baronesa de Guarulhos, porque o titular faleceu solteiro.
(*) dia de nascimento- o pesquisador/colaborador o apresenta como sendo 12. O Dicionário das Famílias Brasileiras o tem como 16.
Colaboradores:
- José Roberto de Vasconcellos Nunes- pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Guarulhos, Barão de
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GUAICUÍ
O barão de GUAICUÍ
foi Josephino Vieira Machado que nasceu em Minas
Gerais e faleceu na cidade de Diamantina,nessa
mesma província.Capitalista,proprietário,foi empreendedor de varias
empresas importantes e entre elas a da Navegação do Rio das Velhas.Era Coronel
da Guarda Nacional.
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GUIMARÃES
O barão de GUIMARÃES
foi José Agostino Moreira Guimarães.Foi diretor
aposentado da Diretoria do Comércio no Ministério dos Negócios da
Agricultura,Comércio e obras Públicas.Era do Conselho de
S.Magestade,Comendador da Imperial Ordem de Cristo e da Imperial Ordem da Rosa e
da Legião de Honra,da França.
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GURGUEIA
O barão de GURGUEIA
foi João do Rego Monteiro,natural do Piauí.Era
Comendador da I.Ordem da Rosa e Coronel da Guarda Nacional.
Onome certo deve ser GURGEIA, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
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GURJABÁ
Pais do barão de GURJABÁ, GURJAHÚ ou GURJAÚ
Barão José de Souza Leão
e Baronesa Lilia Hermelinda de Souza Leão
O barão de GURJABÁ
foi José de Souza Leão,natural de PE .Era filho
do Comendador Major Manuel de Souza Leão e de sua mulher e prima Lilia
Ermelinda de Souza Leão,filha de Antonio Francisco dos Santos Braga e de Ana
Isabel de Souza leão.Era coronel Comandante Superior da Guarda Nacional do
Município de Jaboatão em Pernambuco,foi eleitor e Juiz de Paz e senhor do
Engenho Novo da Conceição.
GURJAÚ, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
Adenda / Correção
Em 25 de Julho de 2001 recebemos o e-mail, abaixo citado, do sr. Renato Pessôa Dantas, fazendo uma correção e adendas ao título barão de GURJABÁ. Corrija-se portanto conforme o exposto neste e-mail.
"Verifiquei que há um erro na parte da Nobiliarquia Brasileira (erro na própria edição do livro do Barão Smith de Vasconcelos ) quanto ao título Barão de Gurjabá. Este título não existe e o correto é GURJAHÚ, ou GURJAÚ. E que José de Souza Leão(pertencente ao ramo novo da conceição) era filho do major Manoel de Souza Leão e Francisca Severina de Souza Leão ( que eram primos ) e que o Barão foi casado com sua prima Lilia Hermelinda de Souza Leão( pertencente ao ramo timbó da família Souza Leão ). José de Souza Leão era também proprietário do engenho Gurjahú de Cima ( zona rural do município de Moreno-PE)".
Casa Grande do engenho do Gurjahu de Cima
OBS : Os barões de Gurjahú estão sepultados no cemitério de Santo Amaro na cidade de Recife.Ele faleceu em 1908 e ela em 1921."
Adenda
José de Souza Leão - agraciado com o título ( Dec 05.05.1883 ) de Barão de GURJAÚ. Integrante dos Souza leão, antiga e importante família, de origem portuguesa, de abastados proprietários de engenhos de açúcar, membros da "aristocracia rural açucareira". O sobrenome duplo teve início em Manuel leão ( 1606- 1694 ), filho de Gonçalves Álvares e Isabel de Leão, , que deixou numerosa descendência do seu casamento, cerca de 1631, com Maria de Souza. No Brasil, a família Souza Leão começa com Domingos de Souza Leão, nascido em 1656 em Portugal, filho daquele casal tronco, morador em Jaboatão-PE, abastado agricultor, que deixou descendência de seu casamento com Isabel de Souza Ferreira, pernambucana, filha do Tenente de Cavalos de Goiana, Inácio Pereira de Souza e de Emerenciana da Rocha Ferreira. Nasceu no Recife-PE a 19.03.1839 e lá também faleceu a 06.08.1908. Teve mercê da Carta de Brasão de Armas. Casou-se com sua prima LILIA ERMELINDA DE SOUZA LEÃO, nascida em 16.03.1841 e falecida no Recife-PE a 16.10.1921, Baronesa de Gurjaú.
Colaboradores:
Regina Cascão
- Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH
Cunha Bueno - Verbetes: Gurjaú, Barão; Gurjaú, Baronesa; família Souza Leão.
Regina Cascão: - Foto do
barão. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE
Disponível no site Domínio Público, do governo
federal
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GURUPÁ
O barão de GURUPÁ foi
Zeferino Urbano da Fonseca,natural do Pará.
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GURUPI
barao de Gurupi
fonte:AGB, vol.IX, 1947, pág.173
O barão de GURUPI foi Antonio
Raymundo Teixeira Vieira Belfort que nasceu no Maranhão em 17 de Junho
de 1818 e faleceu no Rio de Janeiro.Bacharel em direito e representou sua província
natal,Maranhão, na 9ª legislatura da Assembléia Geral de 1853-1856.Era filho
de José Joaquim Vieira Belfort,Coronel de Milícias no Maranhão e de Maria
Teresa Teixeira Belfort sua prima.Casou com Augusta Carlota
Bandeira Duarte,filha de Francisco de Paula Pereira Duarte,Veador de S.
Magestade a Imperatriz e Desembargado da Relação e de sua mulher Carlota
Joaquina Bandeira Duarte.Bacharel em Direito,seguiu a magistratura,sendo
Chanceler e Desembargador da Relação no Maranhão.Foi Presidente do Supremo
Tribunal de Justiça.Representou sua Província natal na 9ª legislatura de 1853
a 1856.Era Guarda Roupa dês.Magestade,Fidalgo Cavaleiro da Casa
imperial,Comendador daí.Ordem da Rosa e da I,Ordem de N.S. de Vila Viçosa,de
Portugal,Cavaleiro da I.Ordem de Cristo.Era visconde de Belfort em Portugal.
Brasão
de Armas:Escudo partido em pala:na primeira,as armas dos Souzas,dos que
descendem de Martin Affonso Chichorro e de Affonso Diniz,filhos de D.Affonso
III,que casaram com duas netas de Mem Garcia de Souza,neto do Conde D.Mendo o
Souzão, - escudo esquartelado: no primeiro quartel as quinas de Portugal sem a
orla dos castelos; no segundo quartel,em campo de prata,um leão de goles;e
assim os alternos;na segunda pala,as armas dos Gomes, -
em campo azul,um pelicano ferindo o peito e dando aos filhos o sangue que
dele corre.Brasão passado em 6 de Abril de 1894.Reg.no Cartório da
Nobreza,Liv.VII;fls.5).
CRIAÇÃO DOS TÍTULOS:Barão de Gurupy por decreto de 11 de Dezembro de 1855.Visconde de Belfort, em Portugal, por decreto de 12 de Setembro de 1872.
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