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EMBARÉ

O barão e visconde com grandeza de EMBARÉ foi Antonio Ferreira da Silva que nasceu na cidade de Santos SP em 21 de Dezembro de 1826 e faleceu em 21 de Dezembro de 1887.Era filho do Comendador Antonio Ferreira da SIlva de nacionalidade portuguesa e de Maria Luiza Ferreira,natural de SP.Casou em primeiras núpcias com Gabriela Ana de Carvalhais Ferreira e em segundas núpcias com sua cunhada Josephina de Carvalhais Ferreira,ambas filhas do Comendador Barnabé Vaz de Carvalhais.Era Comandante Superior da Guarda Nacional de Santos,foi Delegado de Policia,Vereador da Câmara Municipal diversas vezes,Deputado Provincial em 1854 e Provedor da Santa Casa de Misericórdia em 1880.Era Comendador da Imperial Ordem da Rosa e Grande do Império.

Adenda
 
Antonio Ferreira da Silva- agraciado sucessivamente com os títulos de Barão de Embaré ( Dec  02.05.1874 ), elevado a Visconde ( Dec 31.12.1880 ) e finalmente elevado a Visconde com honras de grandeza de Embaré ( Dec 07.05.1887 ). Foi casado duas vezes, na mesma família: a primeira, em Santos, com Gabriela Amália Vaz de Carvalhais Ferreira, nascida em 22.101.1825 em Santos-SP, e a segunda com Josefina Vaz de Carvalhais Ferreira, falecida a 10.08.1893 no Rio de Janeiro-RJ, Viscondessa com grandeza de Embaré, irmã da primeira. Filhas do Comendador Barnabé Francisco Vaz de Carvalhais e de Ana Zeferina Vieira de Carvalho.
 
Colaboradora:
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Embaré, Visconde; família Ferreira
Regina Cascão Fonte da imagem: Anuário Genealógico Brasileiro

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ENGENHO NOVO

O barão de ENGENHO NOVO foi Antonio Pereira de Souza Barros.Natural da cidade de Valença,RJ,onde nasceu em 30 de Maio de 1815.Faleceu no RJ em 12 de Outubro de 1884.Era filho de Manuel Pereira,de nacionalidade portuguesa e de Carlota Maria de Souza Barros,que era filha do Tenente Antonio de Souza Barros.Casou com Rita Nuns,nascida em 11 de Abril de 1821 e falecida em 6 de Novembro de 1885 e era filha de Matheus José Nunes e de Rita Victorina de Cássia Nunes,ambos naturais de Portugal.Era fazendeiro em Valença e proprietário no RJ,possuindo avultado numero de prédios no Engenho Novo.  

Brasão de Armas:Escudo partido em pala:na primeira as armas dos Souzas do Prado _ escudo esquartelado;no primeiro quartel,as quinas do Reino,sem a orla dos castelos;no segundo em campo de prata,um leão rompente,de goles;e assim os contrários;na segunda pala,as armas dos Barros _ de vermelho,três bandas de prata, e sobre o campo,nove estrelas de ouro,1,3,3 e 2.TIMBRE:uma aspa vermelha e azul,uma perna de cada cor,e carregadas de cinco estrelas das armas.(Brasão passado em 10 de Agosto de 1881).

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 4 de Outubro de 1876.

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ENTRE RIOS  

     

Barão e baronesa de Entre Rios

O 1º barão de ENTRE RIOS foi Antonio Barroso Pereira, natural da Paraíba do Sul. Faleceu em Petrópolis, RJ em 12 de Dezembro de 1862 e a baronesa a 20 de Junho de 1876, em Paraíba do Sul,RJ.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa. Decreto Registrado no Livro VII, Pag. 137, Seção Histórica do Arquivo Nacional.

Adenda

Anibal de Almeida Fernandes, Abril, 2010.

Antonio Barroso Pereira, (*1792 +12/12/1862) Barão de Entre Rios a 15/12/1852. Título de origem toponímica, tomado do município de Entre Rios (hoje Três Rios), RJ. Era Oficial da Ordem da Rosa, e foi sepultada no jazigo da Capela de Nossa Senhora da Piedade, situada na fazenda, Cantagalo.

Filho de Mariana Jacinta de Macedo em seu 1º c.c. o Capitão Antonio Barroso Pereira, que vieram para Sebolas, Paraíba, RJ.

Neto de Maria de Carvalho Duarte, c.c. José Rabelo de Macedo (+5/1/1803), que viveram na fazenda Ribeirão dos Cavalos perto de Prados e São José (atual Tiradentes), MG, pais de 11 filhos:

José, Antonio, Manoel, Francisco, Mariana Jacinta, Rosa Maria, Ana Francisca, Domingos, Joana Maria e Tereza Maria.

Bisneto de Caetano de Carvalho Duarte, Patriarca da Família Carvalho Duarte-Cajurú, MG, meu 6º avô, bat 1702, que se estabeleceu em São Miguel de Cajurú, MG. Caetano de Carvalho Duarte casou com Catarina de São José, filha de Antonia da Graça (3 Ilhôas) c.c. Manoel Gonçalves da Fonseca.

O 1º Barão de Entre Rios ao morrer deixou uma enorme fortuna constituída por várias fazendas e inúmeros imóveis em Paraíba do Sul, 3 Rios, Rio de Janeiro e São João d’El Rey e um belo palacete em Petrópolis, tudo avaliado em 1:569:303$468.

Em 1862 quando 1:000$000 (1 conto de réis) comprava 1 kg de ouro, este patrimônio equivale 1.569,304 kg. de ouro e hoje em dia, considerando a gr. de ouro a R$ 60,00, teríamos em 1862 um patrimônio atual equivalente a R$ 94,14 milhões.

O 1º Barão de Entre Rios casou-se com Claudina Vicência de Jesus, Baronesa de Entre Rios, falecida em 1876 na Fazenda de Cantagalo onde foi sepultada no jazigo da Capela de Nossa Senhora da Piedade, situada na fazenda Cantagalo, era filha de Manuel Jesus Cerqueira e de Maria Eufrásia de Paiva.

O Barão de Entre Rios e Claudina Vicência foram pais de 2 filhos:

1) Antônio Barroso Pereira, 2º Barão de Entre Rios (28/8/1877); Visconde de Entre Rios (17/2/1883). Homônimo do avô e do pai nasceu cerca de 1820 em Sebolas, município de Paraíba do sul e faleceu em sua Fazenda de São Lourenço, hoje situada no município de Três Rios, em 27/1/ 1905, sendo sepultado na Capela de Nossa Senhora da Piedade, no mesmo município. Casou com Maria Cândida Pereira Belo, prima-irmã do Duque de Caxias, pelo lado paterno, e sobrinha do Barão do Piabanha pelo lado materno. Era filha do coronel José Ricardo de Oliveira Belo e de Mariana de Andrade Belo, tendo falecido em 1876, antes de o marido ser titular, sendo sepultada no jazigo da Capela de Nossa Senhora da Piedade, situada na fazenda Cantagalo.

2) Mariana Claudina Barroso Pereira de Carvalho, c.c. com seu primo-irmão José Antonio Barroso de Carvalho, 1º Barão de Rio Novo a 9/6/1856, Visconde do Rio Novo a 23/7/1867, era filho do casal: Magdalena Maria e Damaso José de Carvalho. O Visconde era Dignitário da Imperial Ordem da Rosa e Comendador da Imperial Ordem de Cristo.

Mariana Claudina Viscondessa do Rio Novo recebe o título de Condessa do Rio Novo a 16/10/1880, depois de ficar viúva do visconde do Rio Novo.

Os Viscondes de Rio Novo não tiveram filhos e a Condessa, ao morrer, deixou a fortuna para casa de caridade Ordem da Piedade na fazenda Cantagalo, em Paraíba do Sul e Três Rios, RJ.

Brasão do 1º Barão de Entre Rios

Esquartelado: no 1º e 3º quartel as armas dos Barrosos: de góles, com cinco leões de prata cada um com 2 faixas xadrezadas de ouro e vermelho, postos em santor; no 2º e 4º quartel as armas dos Pereiras: de góles, com uma cruz de prata, florida vazia do campo.  CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 15 de Dezembro de 1852. O filho, o 2º Barão e Visconde de Entre Rios, usou o mesmo brasão do pai.

Fontes consultadas para estruturar esse trabalho:

 

*Titulares do Império Carlos Rheingantz, Rio de Janeiro, 1960, pgs: 49, 74.

*www.sfreinobreza.com/NobAZ.htm

*http://br.geocities.com/projetocompartilhar/estudooscarvalhoduartenosuldeminas.htm

*Adendos de Pedro Vianna Born, 8º neto de Antonia da Graça (3 Ilhôas), 7º neto de Caetano de Carvalho Duarte, sobrinho-5º neto do 1º Barão de Entre Rios, sobrinho-4º neto do Visconde do Rio Novo, primo do Visconde de Entre Rios e da Condessa de Rio Novo, ativo pesquisador de seu ramo familiar; forneceu completas informações sobre os 4 titulares da família e sobre a ascendência e descendentes do casal: Magdalena Maria e Damaso José de Carvalho seus 5ºs avós.

*José Roberto de Vasconcellos Nunes, lista Gen=Minas de genealogia: Barão e Visconde Entre Rios.

*Anuário Genealógico Brasileiro, Ano II, pg: 32: Brasão Barão e Visconde Entre Rios.

*Anuário Genealógico Brasileiro, Ano IV, pg: 87: Visconde e Condessa Rio Novo.

Wikipedia.

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ENTRE RIOS

O 2º barão e visconde de ENTRE RIOS foi Antonio Pereira. Era fIlho dos 1ºs barões de ENTRE RIOS.

Adenda

Antônio Barroso Pereira - agraciado com o título ( 28.08.1877 ) de Barão de Entre Rios; elevado ao título ( Dec 17.02.1883 ) de Visconde de Entre Rios. Título de origem toponímica, tomado ao município do mesmo nome, hoje Três Rios, no estado do Rio de janeiro.  Homônimo do avô e do pai, filho dos primeiros Barões de Entre-Rios. Nasceu cerca de 1820 em Sebolas, município de Paraíba do sul e faleceu em sua Fazenda de São Lourenço, hoje situada no município de Três Rios, em 27 de janeiro de 1905, sendo sepultado na Capela de Nossa Senhora da Piedade, no mesmo município. Casou com Maria Cândida Pereira Belo, prima-irmã do Marechal Duque de Caxias, pelo lado paterno, e sobrinha do Barão do Piabanha pelo materno. Era filha do coronel José Ricardo de Oliveira Belo e de Mariana de Andrade Belo, tendo falecida em 1876, antes de o marido ser titular, sendo sepultada no jazigo da Capela de Nossa Senhora da Piedade. O Visconde de Entre-Rios não era afeto à política, mas sempre que julgava necessário pronunciava-se publicamente, através de jornais, pela moralidade de sua prática.

Colaborador

José Roberto de Vasconcellos Nunes- pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.

BRASÃO DE ARMAS:Escudo esquartelado:no primeiro as armas dos Barrosos,_ de vermelho,com cinco leões de prata,cada um com duas faxas xadrezadas de ouro e vermelho,postos em santor; no segundo,as dos Pereiras,_ de goles,com uma cruz de prata florida,vazia do campo;e assim os alternos.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 28 de Agosto de 1877. Visconde por decreto de 17 de Fevereiro de 1883

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ESCADA  

           

Barão e baronesa de Escada

Foto do barão

O barão de ESCADA foi Belmiro da Silveira Lins que faleceu assassinado por ocasião de uma eleição senatorial na cidade de Vitória. Era filho do visconde de UTINGA,e 1º barão do mesmo título,Henrique Marques Lins e de sua mulher a viscondessa Carolina de Caldas Lins. Casou com Maria de Souza Lins.Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.

Colaboradora

Regina Cascão :- Foto do barão, da Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE

disponível no site Domínio Público, do governo federal

www.dominiopublico.gov.br

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ESCRAGNOLLE  

O barão de ESCRAGNOLLE foi Gastão (Luiz,Henrique de Robert) de Escragnolle que nasceu no RJ em 16 de Abril de 1821 e faleceu nessa cidade em 1888.Era filho de Alexandre Luiz Maria Robert de Escragnolle,conde de Escragnolle,nascido no castelo d’ Escragnolle,no Departamento dos Alpes Marítimos,em França,em 1785 e faleceu a 16 de Junho de 1828,quando exercia a Comissão de Coronel Comandante e Governador das Armas no Maranhão.Veio na armada que acompanhou D.João VI e devotado a causa brasileira em 1822,prestou relevantes serviços ao país.Era condecorado com a Ordem de S.Bento de Aviz,do Cruzeiro,de S.Luiz da França e com a Medalha do Exército.Foi o fundador da nobre família brasileira do seu apelido.Casou em 1810 com Adelaide Francisca Madalena de Beaurepaire,nascida em 1785 e falecida no RJ em 22 de Setembro de 1840;filha do conde Amadeo de Beaurepaire e de Clara Fery.Casou em 1845 com Ana Leopoldina da Silva Porto,descendente de velha família da Província de MG e falecida no RJ em Abril de 1917.O barão de Escragnolle,titular brasileiro,conde e mais tarde marquês do mesmo título em França,serviu com o barão de Caxias nas campanhas de pacificação do Maranhão em 1840,de Minas Gerais em 1842 e do Rio Grande do Sul em 1844.Completa e irremediável surdez obrigou-o a cortar a brilhante carreira das armas aos quarenta anos de idade,quando já Tenente-Coronel.Nomeado por D.Pedro II Administrador da Floresta Nacional da Tijuca,foi o criador do admirável Parque Nacional que se estende pelos vales e quebradas da Serra do Andaraí.Era Cavaleiro da Imperial Odem de S.Bento de Aviz.  

BRASÃO DE ARMAS: Em campo de ouro uma aspa de sinople acompanhada em chefe de um roque de xadrez do mesmo,suportes,duas águias de sua cor.DIVISA: Longe fert Levis aura.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 1 de Setembro de 1880.

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ESTÂNCIA

Foto publicada no AGB I, 1939, pág.189

Colaboração de Francisco Antonio Dória

O barão de ESTÂNCIA foi Antonio Dias Coelho de Mello,natural da Província de Sergipe.Foi fazendeiro;Deputado Geral na 13ª legislatura de 1867 a 1870,na 17ª e 18ª de 1878 a 1884 e Senador em 1885,tudo por sua Província natal.Possuiu as Imperiais Ordens de Cristo e da Rosa.

Adenda
 
Antonio Dias Coelho de Melo - agraciado com o título ( Dec 18.09.1867 ) de Barão de Estância. Membro da família Dias Coelho, importante família de abastados proprietários rurais estabelecida em Sergipe, que teve princípio no Coronel Florentino Borba de Almeida, Fidalgo e Senhor de Engenho em Itabaiana-SE. O coronel faleceu solteiro, mas foi pai de criação de dois irmãos, ditos filhos de um cigano: Manoel Dias Coelho e Domingos Dias Coelho. Deles vem o titular em apreço, "bisneto" do patriarca, filho do neto  Coronel Domingos Dias Coelho, Barão de Itaporanga, e de sua mulher n Maria Micaela Dantas. Nasceu em Sergipe em 1822 e faleceu em 05 de Abril de 1904. Senador do Império - 1885, Juiz de Paz e Vereador presidente da Câmara Municipal de Itaporanga. Deputado Geral em 3 legislaturas ( Sergipe 1867/ 1884 ) e Vice-Presidente e Presidente da Província de Sergipe ( 1863, 1864 e 1866 ). Comendador da Ordem de Cristo. Comendador da ordem da Rosa. Foi casado três vezes: a primeira, com Lourença Dias Dantas e Melo, falecida a 18.04.1861, antes da concessão do título; a segunda, com Lourença de Almeida Vieira, falecida a 03.05.1890, primeira Baronesa de Estância; e a terceira, com Francisca de Assis Dantas e Melo, nascida em 30.08.1874 em Sergipe, segunda Baronesa de Estância. 
 
Colaboradores
 
- Francisco Antonio Doria- Fonte: AGB, pág.189 - Titulares do Império 3ª parte.
 
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Estância, Barão de; Estância, Baronesas de; família Dias Coelho.

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       ESTRELA  

               

    Brasão,  2º  conde de Estrela (título  pai do português)

A foto do barão de Estrela ainda não foi localizada

O barão de ESTRELA foi José Joaquim de Maia Monteiro que nasceu no RJ e faleceu nessa mesma cidade. Era filho de Joaquim Manuel Monteiro, visconde  e 1º conde da ESTRELA por Portugal, capitalista e abastado proprietário no RJ, nasceu na freguesia de Viana do Castelo, em Portugal,a 13 de Fevereiro de 1800, falecido no RJ a 31 de Maio de 1875 e de sua segunda mulher Luisa Amália da Silva Maia, que nasceu em 31 de Outubro de 1823 e era filha do Conselheiro de Estado e Senador por Goiás, nomeado em 1843 e falecido em 1853, Desembargador José Antonio da Silva Maia e de sua mulher Maria Luisa Inocência Gomes. Era irmão do barão de Maia Monteiro e por parte do pai do 2º conde da ESTRELA, por Portugal, Joaquim Manuel Monteiro. Casou com Teresa de Vasconcellos Drummond, filha do antigo diplomata Conselheiro Antonio de Menezes Vasconcellos de Drummond (N.em 21 de Maio de 1794 e casou com Teresa de Vasconcellos Drummond, filha do antigo diplomata Conselheiro Antonio de Menezes Vasconcellos de Drummond (*em 21 de Maio de 1794 e † em 15 de Janeiro de 1874). Era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial e da Real Casa de Portugal e Comendador da Ordem de N.S.da Conceição de Vila Viçosa.

Brasão de Armas: As de seu pai, o 1º conde de Estrela.Escudo partido em pala;na primeira, as armas dos Monteiros, em campo de prata três buzinas de preto, com bocais de ouro e cordões vermelhos, postas em roquete; na segunda,as dos Rodrigues, de ouro com cinco flores de Liz de vermelho em santor; chefe de vermelho com uma cruz de ouro florida aberta do campo.(Brasão passado em 19 de Fevereiro de 1855.Reg.do Cartório da Nobreza,Liv.VIII,fls.397).

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 13 de Outubro de 1876

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EXU

O barão de EXU foi Gualter Martiniano de Alencar Araripe, natural do Ceará.

Adenda

Gualter Martiniano de Alencar Araripe - agraciado com o título ( Dec 03.11.1888 ) de Barão de Exu.Título de origem toponímica, tomado do Município de Exu em Pernambuco.Nasceu a 18.06.1822 no município de Exu-PE, na fazenda Caiçara, freguesia do Senhor Bom Jesus dos Aflitos, onde era afazendado, com o Sítio Gameleira, onde faleceu em 22.07.1889. Filho do Capitão Luiz Pereira de Alencar e de Ana Pereira de Carvalho. Neto paterno de Joaquim Pereira de Alencar e de Teodora Rodrigues da Conceição.Bisneto do Ten-Coronel Leonel Pereira de Alencar rego. Filiado ao Partido Conservador.  Chefe político de grande prestígio. Deputado em várias legislaturas, à Assembléia Provincial, por Pernambuco. Coronel da Guarda Nacional. Deixou testamento, feito a 02.04.1878, em Exu, onde residia, no sítio Gameleira, e onde foi sepultado na Capela do Cemitério de São João Batista do Araripe.Casou-se duas vezes, e não houve geração de nenhum deles. A primeira vez, casou-se na cidade de Jardim-CE, com Jacinta Xavier de Carvalho; e a segunda vez, com Alexandrina  Ferreira Leite, nascida na Paraíba e falecida em 08.05.1899, que tornou-se a Baronesa de Exu.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno Verbetes: Exu, Barão de; famílias Alencar e Araripe.

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