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DESCALVADO  

Foto: AGB IV, 1942, pág.51

O barão de DESCALVADO foi José Elias de Toledo Lima que nasceu na cidade de Mogi Mirim,na província de SP em 7 de Novembro de 1816.Era filho de Elias Antonio Aranha de Camargo e de sua primeira mulher Maira Gertrudes de Toledo,com quem casou em 1801.Casou-se com Ana LeduÍna da Cunha,filha de João Gonçalves Teixeira e de outra Ana LeduÍna da Cunha.

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DESTERRO

O barão de DESTERRO foi João José de Almeida Couto que nasceu na cidade de Maragogipe,na Baia a 24 de Dezembro de 1812.Caso em primeiras núpcias com Lina da Costa Lima e sem segundas núpcias com Ana Bernardina de Almeida Torres.Era bacharel em Direito em 1835 pela Faculdade de SP,foi logo nomeado Secretário do Governo da Baia.Eleito Deputado pela Baia na 6ª legislatura de 1845 a 1847,e na 8ª de 1850 a 1852.Foi Juiz de Direito em Sorocaba SP em Cabo Frio e Macaé.Foi Auditor da Marinha na Corte,Desembargador da Relação da Baia e ai exerceu também o cargo de Vice-Presidente de 1870 a 1878.Foi nomeado Ministro do Supremo Tribunal em 1881,aposentando-se em 1886.Era do Conselho de Sua Magestade,Sócio do IHGB,Cavaleiro da I.Ordem de Cristo e Oficial da I.Ordem da Rosa.  

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DIAMANTINA

O barão de DIAMANTINA foi Francisco José de Vasconcellos Lessa que faleceu em 2 de Abril de 1862,na província de MG.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo.

Adenda

Francisco José de Vasconcelos Lessa- agraciado com o título ( Dec 02.12.1854 ) de Barão de Diamantina. Título de origem toponímica, tomado ao lugar de Diamantina- MG . Nascido em Minas Gerais. Deputado Geral pela província natal, residia em Paraíba do Sul, em propriedade situada em Santo Antônio da Encruzilhada. Abastado agricultor, tendo deixado grande fortuna. Casado com Júlia Flora da Costa Lessa, falecida em Serro-MG a 16.04.1848 , antes portanto da concessão do título ao marido.

Colaboradores

- José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.

- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Diamantina, Barão; e família Lessa

Fonte da foto www.nggenealogia.com.br/tree/

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DIAMANTINA

O barão de DIAMANTINA foi Antonio de Cerqueira Caldas natural da Província de Cuiabá,Mato Grosso. Era coronel Comandante Superior da Guarda Nacional de Cuiabá na Província de Mato Grosso.Foi Vice-Presidente dessa Província e Deputado Geral na 20ª legislatura de 1866 a 1889.Era proprietário e negociante e Comendador da Imperial Ordem da Rosa.  

Brasão de Armas: Em campo de ouro,um leão de goles rompente,tendo na garra esquerda um caduceu de ouro;bordadura de sinople carregada de quatro abelhas de ouro acantonadas e de quatro besantes de prata em cruz. (Brasão passado em 29 de Junho de 1871, Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls,115) .

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 17 de Maio de 1871

Correção

Este título, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121 , apontada pelos pesquisadores Francisco Antonio Doria, de Petrópolis-RJ e Sérgio Buratto, de Porto Alegre-RS 

é barão de DIAMANTINO e não DIAMANTINA.

Adenda

Antonio de Cerqueira Caldas- agraciado com o título ( Dec 17.05.1871 ) de Barão de Diamantino.Nascido em Cuiabá em 28 de maio de 1818, sendo seus pais o português Antonio José de Cerqueira Caldas e D. Ana da Silva e Albuquerque. Exerceu por muitos anos a chefia suprema do Partido Conservador, sendo Presidente por 3 períodos distintos, como Vice-Presidente da Província de Mato Grosso - de 29 de maio a 12 de outubro de 1870, de 27 de maio a 29 de julho de 1871 , e de 06 de dezembro de 1874 a 05 de julho de 1875.Foi Comandante superior da Guarda Nacional e Deputado Geral à 2ª Legislatura. Não possuía cultura muito apurada, ficando-lhe a instrução um pouco abaixo da medíocre, era entretanto dotado de bom senso, perspicácia e invulgar tino político, além de grande traquejo social, maneiras cativantes e fino tato para negócio. Recebeu a Comenda da Rosa. Foi casado duas vezes: a primeira, com Maria Antonia Gaudie de Cerqueira, filha do Capitão-mor André Gaudie-Ley, falecida em 1857, e a segunda com Bárbara Maria do Carmo Brandão Penna, viúva do Ten. Herculano Ferreira Penna, sobrinha-neta da precedente.Com a primeira esposa teve 8 filhos,  e apenas uma filha com a segunda esposa. Enviuvou pela segunda vez em 1878, sobreviveu o Barão ainda 14 anos à segunda esposa, vindo a morrer a 14 de julho de 1892.

Colaboradora

Regina Cascão- Fonte: Genealogia Matogrossense - de José de Mesquita

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DORES DE GUAXUPÉ

O barão de DORES DE GUAXUPÉ foi Manuel Joaquim Ribeiro do Valle.Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.

Adenda
 
Manuel Joaquim Ribeiro do Vale- agraciado com o título ( Dec 03.08.1889 ) de Barão das Dores de Guaxupé. Membro dos Ribeiro do Vale, importante família, de origem portuguesa, de abastados proprietários rurais, membros da chamada "aristocracia rural cafeeira", estabelecidos em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Nascido a 22.04.1821 na Freguesia de Madre de Deus de São João del Rei - MG e falecido a 15.07.1893 em Muzambinho-MG, onde era fazendeiro.Membro da importante família Ribeiro do Valle, de abastados proprietários rurais da chamada "aristrocacia rural cafeeira", estabelecidos em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.O Barão é trineto do patriarca da Família Ribeiro do Valle, André do Valle Ribeiro nascido em 1688, Braga, Portugal e falecido em 1720 em São João D'El Rei, onde fez parte da Câmara Municipal em 1719, que foi casado com Tereza de Moraes nascida em São Paulo e pais de: Antonio do Valle Ribeiro (1713-1763) casado a 13/6/1739 na capela de São Miguel do Cajurú, com Rosa Maria de Jesus, (1717-1782), com quem teve 13 filhos: Felipe, José, Antonio, Maria Tereza, Manoel, João (fazendeiro em Vassouras, RJ), onde seu filho Domingos Antonio, fazendeiro em Rezende, intermediou a compra da fazenda Paraíso, em Rio das Flores, para Domingos Custódio Guimarães, (Visconde do Rio Preto), Inácia, Maria, Ana, Cecília, Aleixo, Felisberto (6º avô de Anibal de Almeida Fernandes) e Joaquim José (1751-1814) que é avô do Barão de Dores de Guaxupé.O Barão tem entre seus filhos o Conde Ribeiro do Valle, pela Santa Sé no século XX.
 
Colaboradores
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Dores do Guaxupé, Barão; e família Ribeiro do Vale.
Anibal de Almeida Fernandes - 8º neto de André do Valle Ribeiro - Fonte: Anuário Genealógico Brasileiro, IGB, 1º Anno, Titulares do Império, Carlos Rheingantz, 1960, Dicionário das Famílias Brasileiras, Cunha Bueno, Brasília, 2000, Família Ribeiro do Valle, José Ribeiro do Valle.

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DOURADO

O 1º barão de DOURADO foi José Antonio da Silva Freire.  

DOURADOS, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adenda
 
José Antonio da Silva Freire - agraciado com o título ( Dec 21.04.1883 ) de Barão de Dourados. Membro da importante família Silva Freire,  estabelecida em Minas Gerais, com ramificações no Rio de Janeiro, onde tornaram-se abastados proprietários de fazendas no sertão de Cantagalo, local onde foram os primeiros desbravadores e povoadores. Nasceu em 1833 e faleceu em 1897. Tenente-coronel.
 

Complementações 

e

Biografia de 

 José Antonio da Silva Freire 

Barão do Dourado 

 

José Antonio da Silva Freire

José Antonio da Silva Freire (Barão do Dourado), filho de Manoel Joaquim da Silva Freire (Árvore Genealógica da Família Freire) nasceu na Villa de São Pedro de Cantagallo em 14 de outubro de 1835 e faleceu no mesmo local em 31 de outubro de 1897. Está sepultado no jazigo 264/206 do Cemitério do atual município de Cordeiro, na época distrito de Cantagalo.

José Antônio da Silva Freire , Barão do Dourado (1°). Este nome adveio do Ribeirão Dourado que cortava a Fazenda do Dourado onde se situava a Casa Grande sua residência. Possuiu as fazendas: Do Dourado (conhecida na região como Douradinho), Pena, Sobradinho e Macabú dedicando-se ao Cultivo do café. Era homem de letras, fundou em 20 de junho de 1886 o primeiro semanário no Distrito de Cordeiro da Vila de São Pedro de Cantagallo sob o título de “O Monóculo". Foi delegado de polícia à partir de 1878, presidente do Partido Liberal (1882) e da Câmara. Tenente Coronel da Guarda Nacional como citado. Também agraciado por El Rei de Portugal com a Insígnia de Cavaleiro da Real Ordem Militar Portuguesa de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Não morreu solteiro e sim viúvo, de Rosalina da Conceição da Silva Freire, filha de médico fazendeiro de gado em Minas Gerais , não chegou a ser a Baronesa do Dourado porque morreu de parto, antes de meu bisavó receber esta honraria ao dar a luz a minha avó, Brazilina da Silva Freire  sua única filha, Casada com o Coronel da Guarda Nacional José da Cruz Loureiro Sampaio e Presidente Interino da Câmara Municipal de Cantagalo em 1896, estabelecido no comércio local, gerando vasta prole.

O barão do DOURADO, Título nobiliárquico passado, a 21.04.1883.  

Informações adicionais

- Os títulos tanto o do Barão do Dourado como o de Madalena não levam o ordinal 1°. Isto só ocorria quando existia um outro nobre com título do mesmo nome Ex: Campinas, 1º Barão de - Bento Manuel de Barros / Campinas, 2a Viscondessa de - Dona Maria Luzia de Souza Aranha / Campinas, 3º Barão de - Joaquim Pinto de Araújo.  Acrescento também que o Barão do Dourado e o de Santa Maria Magdalena eram primos em primeiro grau conseqüentemente os dois primos de Ilídia da Silva Freire, filha de Francisco da Silva Freire.

- Cito que possuo como fontes duas árvores genealógicas da família as quais recorri para coletar dados, assim como os livros: Terra de Cantagalo (subsídio  para a História do Município de Cantagalo) de Acácio  Ferreira Dias - Editado pelo Diário Oficial Niterói, 1942, Catálogo da Exposição de Modelos de Brasão e Cartas de Nobreza e Fidalguia (Colônia - Reino Unido e Império) Universidade de Juiz de Fora documentação cedida pelo Arquivo Nacional. Juiz de Fora, abril de 1965. Pesquisa no Arquivo Nacional. e narrativas de minha avó.  

Colaboradores
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Dourado, Barão; e família Silva Freire.
 Oswaldo Freire Sampaio Júnior- (Curso de História - Universidade Federal Fluminense), descendente do barão - BIOGRAFIA e complementações 

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DOURADO

O 2º barão de DOURADO foi José Luiz Borges.Casou-se ele com Amália Carolina de Oliveira,filha dos viscondes do Rio Claro,José Estanislau de Oliveira e de Eliza de Mello Franco.Era portanto irmã do 2º barão de Araraquara,barão de Mello e Oliveira e da 2ª baronesa de Piracicaba.Era também Tenente-Coronel da Guarda Nacional.

DOURADOS, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

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DRUMMOND

O barão de DRUMMOND foi João Baptista Vianna Drummond. Foi diretor da Companhia de Ferro-Carril de Vila Isabel,no Rio de Janeiro e o criador do Jardim Zoológico na encosta da Serra do Engenho Novo no RJ. Era Oficial da Imperial Ordem da Rosa.  

Adenda
 
João Batista Viana Drummond - agraciado com o título ( Dec 19.08.1888) de Barão de Drummond. Título de origem antroponímica, tomado ao sobrenome da família. Membro da família Viana Drummond, estabelecida no Rio de Janeiro, que teve origem na união dos dois sobrenomes pelo casamento , por volta de 1825, de João Batista Drummond com Maria do Carmo Viana. Filho deste casal foi o titular em apreço, nascido cerca de 1830 e falecido a 08.08.1897 no rio de Janeiro-RJ. Industrial,m capitalista. Criador do bairro de Visa Isabel e idealizador do Jardim Zoológico. Deixou geração de seu casamento, em 1855, com Florinda Gomes Pereira, nascida em 1840 no Rio Grande do Sul e falecida a 14.05.1882 no Rio-RJ, filha de Manuel Gomes Pereira e Florinda Rosa Rodrigues  de Oliveira. Como a esposa faleceu antes da concessão do título, não houve baronesa de Drummond.
 
Colaboradores
 

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Drummond, Barão de; família Viana Drummond.

Francisco Antonio Dória  - Foto publicada no AGB I, 1939, pág.187 - Titulares do Império, 3ª parte.

Colaboração de

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DUAS BARRAS

O 1º barão de DUAS BARRAS foi João Antonio de Morais que faleceu a 9 de Outubro de 1883.Era Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

                                                                       

          João Antonio de Moraes                         Basilia Rosa da Silva Franco de Moraes

  1º barão de Duas Barras                                   1ª baronesa de Duas Barras

Adenda

João Antonio de Moraes - agraciado com o título ( Dec 08.07.1867 ) de Barão (1º) de Duas Barras. Título de origem toponímica, tomado ao lugar de mesmo nome, no estado do Rio de Janeiro. Natural de Bonfim - MG, foi um dos introdutores do gado zebuíno Guzerá no Brasil na década de 1870,  juntamente com os filhos Elias Antônio - médico, 2º Barão de Duas Barras e Joaquim, além do genro Vicente Ferreira de Moraes (casado com a caçula Amélia).  João Antônio de Moraes era casado com D. Basília Rosa da Silva Franco, viúva de Antonio Rodrigues de Moraes, irmão mais velho do barão e falecida a 26.11.1884.  José Antônio de Moraes, visconde de Imbé era filho do 1º casamento de D. Basília, portanto sobrinho e enteado do barão.

Colaborador 

Aldo Ferreira de Moraes Araújo - descendente do titular, em linha direta, por sua filha mais nova. Fonte: "João Antônio de Moraes, 1º barão de Duas Barras", de Judith de Moraes Veiga, publicado no Rio de Janeiro em 1948.

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DUAS BARRAS

O 2º barão de DUAS BARRAS foi Elias Antonio de Morais.Bacharel em Direito.

Adenda

Elias Antonio de Morais, agraciado com o título ( Dec 24.08.1889 ) Barão das Duas Barras.Título de origem toponímicas, tomado ao lugar de Duas Barras, no Estado do Rio de Janeiro.O barão pertencia à família Morais de Minas Gerais, com ramificações na região serrana do Estado do Rio de Janeiro. Foi casado com Georgina Augusta de Morais, nascida em 17.09.1842 no Rio de Janeiro e falecida em 25.09.1906 na mesma cidade natal. Baronesa de Duas Barras.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Duas Barras, Barão das;

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