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IBIAPABA

O Barão de IBIAPABA foi Joaquim da Cunha Freire que nasceu no Ceará em 18  de Outubro de 1827 e faleceu no RJ em 13 de Outubro de 1907.Era filho de Felisberto Correia da Cunha que faleceu em Piauí em 1832 e de D.Custodia Ribeiro da Cunha,natural de Portugal.Era irmão do visconde de Cauhipe, Severiano Ribeiro da Cunha,titular português,por decreto de 1 de Março de 1873,que nasceu em Cauhipe,junto à Soure,na Província do Ceará a 6 de Novembro de 1831 e faleceu em Fortaleza a 4 de Setembro de 1876;casado com D.Euphrasia Gouvêa que era filha de Manuel Castano de GOUVÊA e de D.Francisca Agrella de Gouvêa.Casou com D.Maria Eugenia dos Santos que ainda vive.Dedicando-se a carreira comercial soube acumular avultada fortuna,tendo colaborado para melhoramentos materiais de Fortaleza.Governou a Província varias vezes como Vice-Presidente.Chefe político de grande influência,foi Coronel da guarda Nacional;Presidente da Câmara Municipal de Fortaleza,da Junta Comercial,da Caixa Econômica e Monte de Socorro da Província.Era Comendador daí.Ordem da Rosa.

Brasão de Armas: Escudo esquartelado tendo o superior da direita e o seu alterno interceptados cada um por três faxas de prata,carregadas cada uma com um a flor de Liz purpurina,e dispostas em banda,e aquelas sobre o campo verde;o superior da esquerda e o seu alterno,carregadas cada uma por nove cunhas azuis colocadas em três palas,de três cada uma,sobre campo de ouro,e com orla carmezim,carregada por sete castelos de ouro,sendo três em chefe e os restantes igualmente repartidos pelos laterais.(Brasão concedido à seu irmão o visconde de Cauhipe por alvará de 16 de Março de 1874.Reg.no Archivo da Torre do Tombo-Mercês de D.Luiz I Liv.XXIV,fls.243 v).

N.B. – Esta descrição aparta-se da terminologia heráldica;copiamo-la como o fez o Escrivão da Nobreza dessa época,em Portugal.

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IBICUI

O barão de IBICUI foi Francisco de Paula e Silva,natural do Rio Grande do Sul.Tinha Medalha da Passagem do Humaitá.

Adenda 

Francisco de Paula e Silva -  agraciado com o título ( Dec 02.11.1861) de Barão de Ibicuí. Título de origem toponímica, tomado do rio do mesmo nome, no Rio Grande do Sul. Filho de Manuel da Silva Jordão e de Antônia Maria de Bittencourt.Irmão de João da Silva Machado [1782-1875], barão de Antonina. Nasceu a 14.05.1796, Taquari, RS e faleceu a  10.04.1879, Cruz Alta, RS.Casou-se a 30.06.1829, em Caçapava, com Felicidade Perpétua de Avelar Magalhães, nascida em 15.04.1809 em Cachoeira-RS e falecida em 22.03.1886 em Santa Maria-RS, membro da família Avelar Magalhães , do Rio Grande do Sul, que por este casamento tornou-se a baronesa de Ibicuí. 

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Ibicuí, Barão; Ibicuí, Baronesa; famílias Silva Machado e Avelar Magalhães

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IBIRAMIRIM

O barão de IBIRAMIRIM foi José Luiz Cardoso de Salles Filho.Era filho do barão de IRAPUÃ, José Luiz Cardoso Salles.Casou-se com Maria Carolina de Souza,filha do visconde de Mauá Irineu Evangelista de Souza e da viscondessa D.Maria Joaquina de Souza.Foi cônsul Geral honorário e Secretário do Consulado do Império em Londres.Tinha a Comenda da Imperial Ordem da Rosa.  

Adenda
 
José Luiz Cardoso de Sales - agraciado com o título ( Dec 05.01.1883 ) de Barão de Ibiramirim. Integrante da família Cardoso de Sales, originária das ilhas portuguesas, estabelecida em Santo Antônio do Amparo - MG, com ramificações  no Rio Grande do Sul. O casal patriarca desta família : Henrique Cardoso de Sales, nascido nos Açores, e a também açoriana Bernarda Vitória. Bisneto do casal patriarca, o titular era filho de José Luiz Cardoso de Sales e Ana de Azevedo Martins, barões de Irapuá. Nasceu a 06.02.1840 em Porto Alegre-RS e faleceu a 30.03.1904 em Nice, França. Foi cônsul do Brasil em Londres durante 30 anos. Casou-se com Maria Carolina de Souza, Baronesa de Ibiramirim, nascida a 28.120.1854 e falecida depois de 1941, filha do Visconde de Mauá, membro da família Souza do Rio Grande do Sul.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Ibiramirim, Barão de; e família Cardoso de Sales.

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IBIROCAI

      

Barão e Baronesa de Ibirocaí

O barão de IBIROCAI,foi Luis de Freitas Valle que nasceu na cidade de Alegrete no Rio Grande do Sul em 178 de Agosto de 1855.Era filho de Manuel de Freitas Valle,natural de SP e de Luiza Jacques de Freitas natural do RS.Casou em 16 de Agosto de 1879 com Noemy de Sá que nasceu na cidade do RS a 13 de Maio de 1860e faleceu no RJ a 18 de Julho de 1916,filha do Com.Miguel Tito de Sá,natural do RJ e de Maria de Miranda de Sá,natural do RS.Presidente da Associação Comercial do RJ,Corretor de Fundos,foi Comendador da .Ordem, da Rosa.

Adenda
 
Luiz de Freitas Valle- agraciado com o título ( Dec 18.07.1888 ) de Barão de Ibirocaí. Título de origem toponímica, tomado ao rio do mesmo nome, no Rio Grande do Sul. Neto de Joaquim Antonio do Vale, patriarca desta família Freitas Vale, do Rio Grande do Sul. Nasceu em Alegrete-RS a 15.08.1855 e faleceu a 20.07.1919 no Rio de Janeiro-RJ. Casou com Noemi Geraldina de Sá, Baronesa de Ibirocaí. O titular colocou o título como sobrenome em sua descendência, dando origem a uma nova família: Ibirocaí.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Ibirocaí, Barão; Ibirocaí, Baronesa; famílias Freitas Vale e Ibirocaí.

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IBITINGA

   

barão e bsa. de IBITINGA (Maria Hygina)

O barão de IBITINGA foi Joaquim Ferreira de Camargo Andrade que faleceu em Campinas em 21 de Agosto de 1915 com 85 anos de idade. Era filho de Joaquim Ferreira Penteado, barão de ITATIBA e de Francisca de Paula Camargo, filha do Capitão-Mór Floriano de Camargo. Casou a primeira vez com Cândida Franco e em segundas núpcias com Maria Hygina Alves de Lima, viúva do Dr. João Carlos Leite Penteado e filha de Antonio Álvares de Almeida Lima e de Maria Emilia de Toledo.

Adenda

Fontes textuais: Genealogia Paulistana de Luiz Gonzaga da Silva Leme.

No volume I – Título: Camargos - Pág 271 e 272

"7-2 Joaquim Ferreira de Camargo Andrade, barão de Ibitinga, casou-se 1.º com Cândida Franco f.ª do capitão Joaquim Franco de Camargo

e de sua 2.ª mulher Maria Lourença de Moraes, natural de S. João de Atibaia, n. p. do capitão Ignacio Franco de Camargo e de sua

1.ª mulher Gertrudes de Godoy, em Tit. Lemes Cap. 1.º § último; segunda vez casou-se com Maria Hygina Alves Lima,

baronesa de Ibitinga, viúva do doutor João Carlos Leite Penteado, f.ª de Antonio Álvares de Almeida Lima,

que foi importante fazendeiro na Limeira, e de sua 1.ª mulher Maria Emilia de Toledo.

 

No volume VI - Tit. Godoys - Pág. 155

"7-1 Maria Hygina, baronesa de Ibitinga, que foi 1.º casada com João Carlos Leite Penteado, bacharel em direito, f.º do capitão Bernardo José Leite Penteado e de Ignacia Manoela de Toledo, V. 3.º pág. 428; 2.ª vez casou com Joaquim Ferreira de Camargo Andrade, barão de Ibitinga, f.º de Joaquim Ferreira Penteado, barão de Itatiba e de Francisca de Paula Camargo, baronesa de Itatiba. Faleceu em 1902 em Campinas com 70 anos de idade, com geração já descrita. "

No volume IV – Título Penteados - Pág. 428

3-4 Doutor João Carlos Leite Penteado, formado em direito, f.º de 2-7, foi casado com Maria Hygina f.ª de Antonio Alvares de Almeida Lima, que foi abastado fazendeiro na Limeira e de Maria Emilia de Toledo. Tit. Godoys Cap. 6.º § 7.º. Maria Hygina, viúva do dr. João Carlos, passou a 2.ªs. núpcias com Joaquim Ferreira de Camargo Andrade, barão de Ibitinga, V. 1.º pág. 272, e tornou-se por esse casamento baronesa de Ibitinga, e faleceu com 70 anos de idade em 1902 em Campinas. Teve, o n.º 3-4 os seguintes f.ºs:

 

Joaquim Ferreira de Camargo Andrade - agraciado com o título ( Dec 07.05.1887 ) de Barão de Ibitinga. Título de origem toponímica, tomado do nome de um município paulista. Integrante da família Ferreira Penteado, importante família estabelecida em São Paulo, que começou com a união dos dois sobrenomes por meio do casamento do Capitão Inácio Ferreira de Sá , em 1807, com  Delfina de Camargo Penteado. Filho do casal patriarca foi Joaquim Ferreira Penteado,o Barão de Itatiba, que se casou com  sua prima Francisca de Paula Camargo. o titular em apreço é filho dos barões de Itatiba e, portanto, neto do casal patriarca da família Ferreira Penteado. Foi batizado a 30.11.1832 em Campinas-SP e faleceu a 21.08.1915 na mesma cidade. Prestimoso cidadão e abastado proprietário urbano e rural. Casou-se duas vezes: a primeira, a 15.01.1856 em Limeira-SP com Cândida Marcolina franco, nascida em Limeira-SP a 01.02.1842 e falecida em Campinas-SP a 01.02.1866, falecida antes da concessão do título ao marido. Irmã da baronesa de Araras, filhas do Capitão Joaquim Franco de Camargo e de Maria Lourença de Morais. O segundo casamento se deu a 18.05.1867, em Pirassinunga-SP, com Maria Higina Alves de Lima, nascida a 28.03.1833 em Limeira-SP e falecida a 02.04.1902 em Campinas-SP, Baronesa de Ibitinga. Era viúva do Dr. Carlos Leite Penteado e integrante da importante família Alves de Lima, de São Paulo. Houve geração dos dois casamentos do titular.
 
Colaboradores:
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Ibitinga, Barão; e família Ferreira Penteado.
Lilian Correa - Fontes citadas Genealogia Paulistana de Luiz Gonzaga da Silva Leme: Vol I, Tít.Camargos, Vol. VI; Tít. Godoys e Vol. IV, Tít. Penteados.

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IBITURUNA

O barão e visconde com grandeza de IBITURUNA foi Dr.João Baptista dos Santos que nasceu em S.João Del Rei,MG a 14 de Junho de 1828 e faleceu no RJ a 10 de Janeiro de 1911.Era filho de João dos Santos Pinho,natural de S.João Del Rei.Era doutor em Medicina pela Faculdade do RJ,foi medico notável,capitão cirurgião de cavalaria da Guarda Nacional,medico da Imperial Câmara e foi o primeiro Inspetor da Inspetoria Geral de Higiene Pública.Presidiu a Província de MG em 1889.Era do Conselho de S.Magestade,Oficial da imperial Ordem da Rosa,Comendador da Real Ordem de Cristo de Portugal e Grande do Império.Era sócio do IHGB em 1888 e da Imperial Academia de Medicina do RJ.Deixou vários trabalhos médicos importantes.

Adenda
 
João Batista dos Santos - agraciado com o título ( Dec 18.06.1882 ) de Barão de Ibituruna. Elevado sucessivamente a Barão com honras de grandeza ( Dec 19.05.1887) e a Visconde com honras de grandeza de Ibituruna ( Dec 03.08.1889 ). Título de origem toponímica, tomado de uma povoação de Minas Gerais. Médico do Paço Imperial. Professor da Escola de Medicina do Rio de Janeiro. Presidente da Província do Rio de Janeiro no último governo do Império. Cirurgião da Cavalaria da Guarda Nacional. Médico ilustrado, entre outros trabalhos, escreve "Exignas reflexões a cerca da extirpação da coxa", (1849), tese apresentada na Faculdade de Medicina; "Instruções para o tratamento das queimaduras, oferecidas aos srs. Fazendeiros", (1859); "Águas potáveis, contribuição à higiene do Rio de Janeiro", (1877); "Projeto de alguns melhoramentos para o saneamento da cidade do Rio de Janeiro, apresentado ao Governo Imperial", (1886); e, "Conselhos ao povo", (1886), contra a febre amarela. Casou com Clara Jacinta Alves Barbosa, filha do primeiro Barão de Santa Justa, batizada em 18.10.1828  em Vassouras-RJ e falecida em 22.11.1888, no Rio de Janeiro-RJ, tendo sido e sepultada no cemitério do Catumbi, na mesma cidade.
 
Colaborador
 
José Roberto de Vasconcellos Nunes- pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.

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IBIRAPUITAN

O barão de IBIRAPUITAN foi Antonio Caetano Pereira natural do RS.Era Coronel da Guarda nacional.

Adenda

Antonio Caetano Pereira -  agraciado com o título ( Dec 08.04.1879) de Barão de Ibirapuitan.Título de provável origem toponímica. Nascido no Rio Grande do Sul, lá faleceu também a 26.09.1892, em Santana do Livramento.Casou-se com Eufrásia da Costa, falecida em 02.06.1902 em Tacuarembó, Uruguai.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Ibirapuitan, Barão de

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ICÓ

O barão e visconde de ICÓ foi Francisco Fernandes Vieira que nasceu em Saboeiro,Ceará a 20 de Maio de 1784 e faleceu nessa mesma vila em 9 de Julho de 1862.Casou com Ana Angélica Fernandes Vieira, e era sogro do barão de Aquiraz.Grande criador e fazendeiro no Ceará,era influente político,tendo feito parte do Governo Provisório empossado em 23 de Janeiro de 1823.Era Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro.

Adenda
 
Francisco Fernandes Vieira - agraciado com o título ( Dec 14.03.1885 ) de Barão de Icó. Título de origem toponímica, tomado a uma região , hoje município, do Ceará. Teve três filhos com Ana Angélica Vieira Fernandes Vieira : 1- o Senador Manuel Fernandes Vieira; II- Ana Fernandes Vieira, primeira esposa de Gonçalo Batista Vieira, Barão de Aquiraz; e Senhorinha Fernandes Vieira, segunda esposa do mesmo Gonçalo Batista Vieira, Barão de Aquiraz.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão- Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes; Icó, Barão; famílias Fernandes Vieira e Batista Vieira.

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IGARAPÉ MIRIM

barão de Igarapé Mirim

O barão de IGARAPÉ MIRIM foi Antonio Gonçalves Nunes natural da Província do Pará.Era filho de Gertrudes Rosa da Cunha Ledo.Casou com Rira Gonçalves Acatanassu,filha do Comendador Domingos Borges Machado Acatanassu e de Ana Teresa Gonçalves Acatanassu.Era bacharel em direito pela Faculdade de Olinda em 1844 e Diretor da Instrução Pública do Pará.Foi Promotor dos Resíduos e Procurador Fiscal.Foi deputado Provincial.Era Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa.  

Adenda

Antonio Gonçalves Nunes - agraciado com o título ( Dec 03.03.1883 ) de Barão de Igarapé Mirim. Título de origem toponímica, tomado à localidade onde o titular tinha propriedades.Integrante de uma antiga família do Pará, cuja união dos dois sobrenomes teve princípio no Coronel José Antunes Nunes [ nascido cerca de 1785 ], descendente de Antônio Gonçalves Nunes, proprietário de uma sesmaria no Rio Capim, concedida por Carta de 10.02.1734. O Cel. José Antunes deixou numerosa descendência do seu casamento, por volta de 1810, com Gertrudes Rosa da Cunha Lêdo, natural do Pará, filha de Antônio Gonçalves Lêdo, patriarca desta família Gonçalves Lêdo do Pará, oriunda de Mazagão, África. Neta de Domingos Gonçalves Flexa, patriarca desta família Flexa , do Pará, oriunda de Mazagão, África. E quarta neta de João Gonçalves de Castilho, patriarca da família Pinho de Castilho , do Pará, oriunda de Mazagão, África. O titular era filho deste casal patriarca , tendo nascido  a 28.07.1812 em Belém, PA  e lá também falecido a 21.11.1898 . Bacharel em Direito, pela Academia de Olinda-PE (1844). Regressou a Belém, exercendo a advocacia e, por muitos anos, foi Diretor da Instrução Pública da Província. Deputado Provincial. Presidiu o partido Democrático Federal. Abastado proprietário em Igarapé-Mirim. Oficial da Ordem da Rosa [12.07.1876]. Grão-Mestre da Ordem da Rosa. Foi agraciado com o título de barão de Igarapé Mirim, «e que o referido título goze de todas as honras, privilégios, isenções, liberdades e franquesas que hão e tem, e de que usam e sempre usaram os Barões, e que de direito lhe pertencerem. Dada no Palácio do Rio de Janeiro, em 03.03.1883». Deixou geração do seu casamento com Rita Gonçalves Machado Acatauassu, falecida em 01.1893, baronesa de Igarapé Mirim, filha do Comendador Domingos Borges de Machado, patriarca da família Acatauassu , do Pará. Deste casamento originou-se a família Acatauassu Nunes (Carlos Barata, Famílias do Pará, vol. VI, 25; vol. XI, 282).

Colaboradora

 

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes; Igarape Mirim, Barão de; família Gonçalves Nunes.

Regina Cascão - Foto do  barão. Fonte: www.familiaridade.com.br

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IGUAPE  

              

Barão e baronesa de Iguape

O barão com grandeza de IGUAPE foi Antonio da Silva Prado que nasceu na província de SP em 13 de Junho de 1778 e faleceu em SP a 17 de Abril de 1875.Era filho do capitão Antonio da Silva Prado e de Ana Vicência Rodrigues Jordão.Casou com Maria Cândida de Moura Vaz,falecida em 6 de março de 1868.Era capitão de Ordenanças em 1819,Capitão-Mór em 1826,foi Provedor da Santa Casa de Misericórdia durante 29 anos.Foi Vice-Presidente da Província de SP em 1841,Eleitor da Paróquia da Sé e Diretor do Banco do Brasil em SP.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo em 1845 e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

Adenda
 
Antonio da Silva Prado- agraciado com o título ( Dec 12.10.1848 ) de Barão de Iguape; elevado pelo Dec 02.12.1854 a Barão com honras de grandeza de Iguape.Título de origem toponímica, tomado de uma cidade de São Paulo. Integrante de uma família de origem portuguesa, estabelecida em São Paulo, cujo casal patriarca era formado pelo Capitão-Mor Antonio da Silva Prado e sua segunda mulher Francisca de Siqueira de Moraes. Neto do casal patriarca, o titular nasceu casou-se com Maria Cândida de Moura Vale(*) , filha de Manuel Marques do Vale e de Ana Jacinta de Moura, Baronesa com honras de grandeza de Iguape, deixando numerosa descendência.
 
(*) O ANB a apresenta com o sobrenome de Moura Vaz, enquanto o Dicionário a tem como de Moura Vale.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Iguape, 1º Barão; família Silva Prado

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IGUAPE

O 2º barão de IGUAPE foi Ignácio Rodrigues Pereira Dutra.Era coronel da Guarda Nacional,na Província da Baia

BRASÃO DE ARMAS:Escudo esquartelado:no primeiro quartel, as armas dos Rodrigues, - de ouro, com cinco floees de liz de góles em aspa, e chefe de vermelho carregado de uma cruz de ouro florida e vazia de campo; no segundo, as dos Pereiras, - de vermelho, com uma cruz de prata florida e vazia de campo; no terceiro, as dos Dutras, - de azul, com três besantes de ouro em roquete, carregado cada um deles de três gotas negras em contra roquete, e no quarto, de ouro, duas canas de açúcar com suas olhas de sinople, postas em aspa.

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IGUARASSU

O barão de IGUARASSU foi Dr.Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto que nasceu na Província de Pernambuco em 14 de Agosto de 1790 e faleceu no RJ em 29 de Abril de 1846.Era filho de Luiz Ribeiro Peixoto Guimarães e de Josefa Maria da Conceição Peixoto.Casou com Francisca Cândida da Nóbrega Peixoto que faleceu em 5 de Março de 1854.Era doutor em medicina pela Universidade de Paris em 1831 e foi Diretor da Escola de Medicina do RJ em 1833 e seu professor de Cirurgia.Era medico da Imperial Câmara,lente jubilado,membro correspondente da Academia de Paris e de outras Associações científicas e estrangeiras.Em 1824 foi-lhe conferido o foro de Fidalgo Cavaleiro,o título de Conselho em 1825.Assistiu ao nascimento de S.M. o Imperador D.Pedro II e de suas Augustas irmãs,como parteiro.Era Oficial- Mor da Casa imperial e Comendador da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

Adenda
 
Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto - agraciado com o título ( Dec 25.03.1845 ) de Barão de Iguarassu. Título de origem toponímica, tomado de uma localidade de Pernambuco. Nascido na Freguesia de S. Frei Pedro Gonçalves, Recife-PE. Médico do paço Imperial. Cirurgião da Família Real por Alvará de 04.11.1817. Cirurgião geral da Câmara, por Alvará de 07.07.1820. Cavaleiro Fidalgo da Casa Real, por Alvará de 16.04.1821. Teve mercê de sua Carta de Nobreza, de ascendência justificada, a 31.12.1841 ( Boulanger - Archivo de Nobreza do Brasil ). Foi casado com Francisca Cândida da Nóbrega, nascida cerca de 1793 na Ilha da Madeira, Baronesa de Iguarassu, filha de Manuel de Souza e de Ana Tereza de Jesus. Foram pais de cinco filhos. 
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Iguarassu, Barão; família Guimarães Peixoto.

Brasão de Armas: Escudo esquartelado;no primeiro,enxequetado de ouro e azul,de cinco peças em faxa; no segundo e terceiro,de goles,um leão de ouro rompente e no quarto de prata,fretado de negro,com uma pala de gols,carregada de um leão de prata com uma espada ensangüentada na mão (armas dos Guimarães).TIMBRE: o mesmo leão com uma maça de ouro em ambas as mãos.DIVISA: Quascunque findit.(Brasão passado em 14 de Agosto de 1845,Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.53).

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IGUASSÚ  

Condessa de Iguassú

O conde de IGUASSÚ foi Pedro Caldeira Brant que nasceu em 20 de Junho de 1814 e faleceu em 18 de Fevereiro de 1881.Era filho dos marqueses de BARBACENA.Casou em primeiras núpcias com D.Cecília Rosa de Araújo Vaia,Dama do Paço,natural do RJ e filha dos Condes de SARAPUÍ e em segundas núpcias em 2 de Setembro de 1848 com Maria Izabel de Bragança,filha legitimada da Marquesa de Santos e de SM D.Pedro I,nascida em SP em 28 de Fevereiro de 1830 e falecida no RJ.Era Gentil-Homem da Imperial Câmera e Grande do Império.Comendador da Imperial Ordem de Cristo,Grã-Cruz da Imperial Ordem de S.Stanislau,da Rússia.

Adenda
 
Pedro Caldeira Brant - agraciado com o título ( Dec 02.12.1840 ) de Conde de Iguassu - hoje se escreve Iguaçu. Título de origem toponímica. Nasceu em Salvador-BA e faleceu no Rio de Janeiro. Filho dos Marqueses de Barbacena, Felisberto Caldeira Brant Pontes Oliveira Horta e sua mulher Ana Constança Guilhermina de Castro Cardoso. Irmão do Visconde de Barbacena, Felisberto Caldeira Brant Pontes. Casou pela primeira vez em 21.08.1838, no Rio de Janeiro, com Cecília Rosa de Araújo Vahia, nascida a 08.11.1820 em São João de Meriti-RJ e falecida a 09.02.1846, 1ª  Condessa de Iguassu, pertencente à importante família Vahia do Rio de Janeiro. Casou-se em segundas núpcias, a 02.09.1848, com Maria Isabel de Bragança, nascida no Rio de Janeiro-RJ em 28.02.1840 (*) , 2ª Condessa de Iguassu, filha natural de D. Pedro I com a Marquesa de Santos.
 
(*) O ANB diz que o nascimento da segunda esposa deu-se em 1830, em São Paulo. O Dicionário das Famílias Brasileiras apresenta 1840, Rio de Janeiro.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Iguassu, Conde; família Caldeira Brant.

Brasão de Armas: As de seu pai o marquês de Barbacena.Escudo esquartelado: no primeiro e quarto quartéis as armas dos Caldeiras.- em campo azul,uma banda de prata carregada de três caldeiras de preto com os bocais de ouro,entre duas flores de Liz também de ouro;no segundo.as dos Oliveiras, - em campo vermelho,uma oliveira verde com frutos de ouro e raízes de prata;no terceiro,a dos Hortas, - em campo de ouro,um braço nu,fixo em faxa no cabo do escudo com uma chave grande na mão,posta em pala,de sua cor e o contra chefe ondeado de água.(Brasão passado em 12 de Fevereiro de 1801.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI fls.164v).

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IGUATEMI  

                            

Barão de Iguatemi

O barão de IGUATEMI foi Francisco Cordeiro Torres Alvim que nasceu na cidade de Desterro na província de Santa Catarina em 4 de Agosto de 1822 e faleceu em 10 de Fevereiro de 1883.Era filho do Chefe de Esquadra Miguel de Souza Mello e Alvim e de Maurícia Elysa Alvim. Sentou praça de aspirante em 4 de Março de 1839sendo promovido a Guarda Marinha em 1841. Fez parte da frota que foi a Nápoles buscar a Imperatiz D.Thereza Christina,em 1843. Tomou parte como Comandante de navio nos combates no Rio da Prata em 1851 e substituiu o barão da LAGUNA em 1860 no Comando da Divisão naval do Rio da Prata. Tomou parte na guerra do Paraguai onde portou-se com grande bravura,nas batalhas de Curupaiti e Humaitá.Promovido a Chefe de Divisão em 1867 e Chefe de Esquadra em 1869.Foi Ajudante Geral da armada em 1873,Diretor da Escola de Marinha e Vice-Almirante em 1874. Membro efetivo o Conselho Naval. Era Moço Fidalgo da Casa Imperial,dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro, Grã-Cruz da Imperial Ordem de S.Bento de Aviz, Oficial da Imperial Ordem da Rosa e da Torre de Espada de Portugal,Grã-Cruz da Imperial Ordem de S.Stanislau da Rússia.Tinha as medalhas de ouro de Toneleros e da Geral da Campanha do Paraguai.  

Adenda
 
 Francisco Cordeiro Torres e Alvim - agraciado com o título ( Dec 10.07.1872 ) de Barão de Iguatemi. Membro da família Torres e Alvim, ramo da família Melo e Alvim. Torres e Alvim foi família importante, de origem portuguesa, estabelecida no Rio de Janeiro., que teve origem na união de Antonio de Souza Melo e Alvim com Maria Bárbara Inácia Henriques da Silva Torres. Neto deste casal, o titular  nasceu, como diz o ANB, em desterro, hoje Florianópolis - SC, e faleceu no Rio de Janeiro. Aspirante de Marinha - 04.03.1839. Guarda Marinha a 11.12.1841. Segundo Tenente a 21.12.1854. Primeiro tenente a 14.03.1849. Capitão Tenente Graduado a 13.03.1852. Capitão Tenente Efetivo a 02.12.1854. Capitão de Fragata a 02.12.1856. Capitão de Mar e Guerra a 02.12.1861. Chefe de Divisão a 21.01.1857. Chefe de Esquadra a 02.12.1869. Vice-Almirante a 28.12.1876, efetivado a 31.12.1880. Almirante Graduado a  22/04/1882. Cavaleiro da Imperial Ordem do Cruzeiro a 03.03.1853. Medalha n.2 da Campanha do Rio do Prata em 01.04.1852. Oficial da Ordem da Torre e Espada em 07.01.1859. Hábito de Cavaleiro da Ordem de São Bento de Aviz em 09.05.1859. Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro em 28.12.1867. Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro em 28.09.1868. Grã Cruz da Ordem de S. Estanilau da Rússia em 1868. Oficial da Imperial Ordem da Rosa a 08.07.1871. Comendador da Ordem de S. Bento de Aviz em 29.01.1881 .
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Iguatemi, Barão; famílias Melo e Alvim, e Torres e Alvim.

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IJUÍ  

O barão de IJUÍ foi Bento Martins de Menezes que nasceu na Freguesia dói Triunfo na província do RS.em 7n de Setembro de 1818 e faleceu na cidade de Uruguaiana nessa província a 27 de Março de 1881.Era brigadeiro do Exército e prestou r3elevantes serviços à legalidade,nas rebeliões do RS e na Campanha do Paraguai.Tinha a medalha Geral da Campanha do Paraguai.  

Adenda
 
Bento Martins de Menezes = agraciado com o título ( Dec 22.06.1870 ) de Barão de Ijuí. Título de origem toponímica, tomado da cidade do mesmo nome, no Rio Grande do Sul. Filho de Antonio Martins de Menezes, natural da Ilha dos Açores, e de sua mulher ( casados por volta de 1815) Maria do Carmo Gomes, também natural dos Açores - radicados  no Rio grande do Sul. Nascido em Cachoeira-RS e falecido em Uruguaiana-RS. Casou-se com sua sobrinha Semiana Portugal de Menezes, falecida depois de 1881, Baronesa de Ijuí, com geração.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão- Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Ijuí, Barão; e família Martins de Menezes. 

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IMBÉ

O barão e visconde  de IMBÉ foi José Antonio de Morais,natural de Santa Maria Madalena.Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.  

Adenda
 
José Antonio de Morais = agraciado com o título ( Dec 13.09.1882 ) de Barão de Imbé; elevado ao título ( Dec 11.07.1888 )  de Visconde de Imbé. Título de origem toponímica, tomado ao local de nascimento do titular. Nascido cerca de 1825 no local de Imbé, município de Santa Maria Madalena-RJ e falecido no mesmo município a 15.06.1890. Importante fazendeiro no município.  Casou-se com Leopoldina Neves de Morais, falecida a 16.10.1901, Viscondessa de Imbé.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Imbé, Visconde  e Imbé, Viscondessa.

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IMBURI

O barão de IMBURI foi Manuel da Cunha Lima Ribeiro,natural de Alagoas.  

Adenda

Manoel da Cunha Lima Ribeiro - agraciado com o título ( Dec 17.05.1871) de Barão de Imburi. Nasceu em Alagoas. Filho de Ventura Antonio Ribeiro e Teresa, esta filha do Capitão-Mor Felipe da Cunha Lima e Rosa.

Colaboradora:

Sonia de Araújo Ulrich - Fonte: livro de família de Pedro Xavier de Almeida, sobrinho trineto de Teresa - mãe do Barão. 

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INDAIÁ

O barão de INDAIÁ foi Antonio Zacharias Álvares da Silva,natural de MG.Era Coronel da Guarda Nacional em MG.  

Adenda

Antonio Zacharias Álvares da Silva - agraciado com o título ( Dec 19.07.1879 ) de Barão de Indaiá.Título de origem toponímica, tomado do município de mesmo nome em Minas Gerais. Nascido em 1847 e falecido em 1901. Médico, primeiro presidente da Câmara de Dores de Indaiá-MG.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno -
Verbetes: Indaiá, Barão de; família Álvares da Silva

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 INDAIATUBA  

                    

Visconde e viscondessa de Indaiatuba

O barão e visconde de INDAIATUBA foi Joaquim Bonifácio do Amaral que nasceu em São Carlos,.na província de SP em 3 de Setembro de 1815 e faleceu em Campinas nessa Província em 6 de Novembro de 1884.Era filho do Tenente José Rodrigues Ferraz do Amaral e de Mathilde de Almeida Pacheco.Casou com sua sobrinha Ana Guilhermina Pompeu do Amaral em 1839 em S.Carlos,filha de Antonio Pompeu de Camargo e de Teresa Miquelina.Era Agricultor em SP e Oficial da imperial Ordem da Rosa.  

Adenda
 
Joaquim Bonifácio do Amaral - agraciado com o título ( Dec 16.02.1876 ) de Barão de Indaiatuba; elevado ao título (19.07.1879 ) de Visconde de Indaiatuba. Título de origem toponímica, tomado ao município do mesmo nome, em São Paulo. Pertencente à família Gurgel do Amaral,antiga e muito importante família estabelecida no Rio de Janeiro, com ramificações na Bahia, Ceará, Pará, Rio grande do Norte , São Paulo e Sergipe. A união dos dois sobrenomes teve princípio no corsário Toussaint Gurgel, filho de pai alemão e mãe francesa, que deixou numerosa descendência de seu casamento, por volta de 1606, com Domingas de Arão (do Amaral). Quinto-neto dos patriarcas e do ramo paulista da família, o titular tinha por alcunha "o Sete Quedas" .  Cavaleiro da Ordem da Rosa - 07.04.1846.Oficial da Ordem da Rosa. Chefe do Partido Liberal e abastado e inteligente agricultor em Campinas-SP, onde introduziu o braço livre a partir de 1852, em sua Fazenda Sete Quedas.Casou-se em 24.06.1839 em Campinas com sua sobrinha Ana Guilhermina Pompeu do Amaral, batizada em Campinas-SP em 04.11.1824 e falecida em São Paulo-SP, Viscondessa de Indaiatuba, pertencente à importante família Pompeu do Amaral, de São Paulo.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Indaiatuba, Visconde; e família Gurgel do Amaral.

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INGAÍ

O barão de INGAÍ foi Custodio de Souza Pinto.  

Adenda

Custódio de Souza Pinto, agraciado com o título ( Dec 25.09.1889 ) de Barão de Ingaí.Título de origem toponímica. Povoação de MG e SP.Falecido em 06.10.1897 na Fazenda da Fortaleza, Lavras-MG. Agricultor. Casou-se em primeiras núpcias com  Emerenciana Cândida de Andrade e em segundas núpcias com Francisca dos Reis. Somente deixou descendência no segundo casamento.

Colaboradora

 Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbete: Ingaí,. Barão de

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   INHAMBUPE  

marquês de Inhambupe

Fonte da figura: www.senado.gov.br

O visconde com grandeza e marquês de INHAMBUPE foi Antonio Luiz Pereira da Cunha que nasceu na Baia em 6 de Abril de 1760 e faleceu no RJ em 19 de Setembro de 1837.Casou com Maira Joaquina da Rocha que faleceu  no RJ em e de Março de 1861 com76 anos de idade. Cursou em Coimbra e abraçou a magistratura,sendo Juiz de Fora em Torres Vedras,Ouvidos em Pe,Desembargador da Relação na Baia e Juiz da Casa de Suplicação de Lisboa.Deputado à Constituinte,Senador por PE em 1826,foi /Ministro da Fazenda e dos Estrangeiros no 4º Gabinete de 1825;dos Estrangeiros no 5º Gabinete de 1826 e do Império no 10º Gabinete de 1831,chamado Ministério dos Marqueses que foi causa da abdicação do 1º Imperador.Governador interino da Baia e de Pernambuco, Presidente do Senado em 1837 (quando faleceu).Era Conselheiro de Estado efetivo em 1823,Dignitário da I.Ordem do Cruzeiro e um dos redatores da Constituição do Império.  

INHAMBUPI DE CIMA, visconde com grandeza em 12 de Outubro de 1825, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adenda

Antonio Luiz Pereira da Cunha- agraciado sucessivamente com os título de Visconde com honras de grandeza de Inhambupe de Cima - Dec  12.10.1825 ( AN, Ordens Honoríficas, Liv 10, col. XV) ; elevado ao título ( Dec 12.10.1826 ) de Marquês de Inhambupe . Títulos de origem toponímica, tomados do município de Inhambupe, na Bahia. Integrante de importante família estabelecida na Bahia, que teve início no casamento, por volta de 1755, do baiano Bartolomeu Pereira da Silva com Ana da Cunha Barbosa ( também registrada como Ana Bárbara da Cunha ), baiana. Filho deste casal patriarca, o titular faleceu a 18.09.1837 (*), no Rio de Janeiro-RJ, no exercício da Presidência do Senado, tendo sido sepultado na Igreja de São Francisco de Paula. Neto paterno do Cap de Infantaria e Comandante da Fortaleza de S. Felipe e Santiago da Ribeira, Manuel Pereira da Silva, e de Maria Victoria da Encarnação ( naturais da Bahia); neto materno do Sargento-mor Antonio Ferreira da Cunha Velho e de Francisca Xavier das Chagas ( naturais da Bahia).Matriculado no curso de Direito da Universidade de Coimbra - 20.12.1782. Bacharel em Direito - 04.05.1787. Leitura de Bacharel - 12.01.1788 . Juiz de Fora da Vila de Torres Vedras - 1789. Ouvidor da Comarca de Pernambuco - 1792. Em 1799, ainda se encontrava na Ouvidoria e, nesta qualidade, foi Presidente da Mesa Inspetora. Fez parte do governo interino de Pernambuco - 1798. Ouvidor na Comarca do Rio das Velhas - MG - 1802. Desembargador da Relação do Porto, com exercício na Ouvidoria de Sabará, MG - posse em  1803. Desembargador (ordinário) da Casa de Suplicação de Lisboa - 1805. Obteve licença para voltar ao Rio de Janeiro - 1807. Chanceler da Relação da Bahia - 1808, com o título de Conselheiro para servir por 6 anos e mais. Por morte do conde da Ponte, fez parte do Governo Interino da Bahia, em 1809. Chanceler da Relação do Rio de Janeiro; Alvará dizendo-lhe mercê do Ordenado de Conselheiro para vencer com o de Chanceler da Relação - 1810. Juiz Almotacel - cerca de c.1816. Deputado da Real Junta do Comercio, Agrícola, Fábricas e Navegação 1818. Fiscal das Mercês, a fim de informar sobre os merecimentos dos fieis Vassalos do Príncipe Regente - 1819. 3º Intendente Geral de Polícia da Corte (Rio de Janeiro) e do Estado do Brasil - 1821. Deputado da Mesa da Consciência e Ordens - 1821. Desembargador Ordinário da Mesa do Desembargo do Paço - 1821. Em conformidade do artigo 3 da Carta de Lei de 22.09.1828, foi concedida, por Decreto de 31.03.1829, a aposentadoria do Dr. Antônio Luiz Pereira Da Cunha, Desembargador da Mesa do Desembargo do Paço, no Supremo Tribunal de Justiça. Membro da Comissão compiladora das ordenanças da Marinha para regulamento da Armada. Deputado Constituinte pelo Rio de Janeiro, sendo um dos relatores da Constituição de 1824. Ministro dos Estrangeiros- 1826, da Fazenda - 1826 e do Império -1837. Senador (vitalício), pela Prov. de Pernambuco - 1826. Deputado à Assembléia Geral Legislativa, na 1ª Legislatura, pelo Rio de Janeiro - 1826. Vice Presidente do Senado - 1827 e Presidente do Senado -  1837. Cavaleiro da Ordem de Cristo - 1802. Conselheiro da Fazenda - 1808. Fidalgo Cavaleiro da Casa Real -1809. Cavaleiro da Ordem de Cristo - 1811. Foi agraciado com uma vida na Comenda da Ordem de Cristo, que já possuía, para se verificar em favor de seu filho, Dr. Antônio Luiz Figueira Pereira da Cunha - 1821. Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro - 1824. Conselheiro de Estado (1º Conselho) - 1824.O marquês de Inhambupe casou três vezes: em primeiras núpcias, com Isabel Joaquina de Assis, nascida em Portugal; em segundas núpcias, por volta de 1789, em Torres Vedras, onde servia o cargo de Juiz de Fora, com Erculana Felizarda Figueira, filha de Manuel Ignácio de Figueira Cardoso, nascida em Torres Vedras, Portugal, e falecida no Recife - PE em agosto de 1796, onde seu marido servia o cargo de Ouvidor. ; e, em terceiras núpcias, a 13.12.1801, em Lisboa, com Maria Joaquina Gerlen da Rocha Dantas e Mendonça , nascida em 1785, Freg. de Serro Frio, MG e falecida a  02.03.1861, Rio, RJ, conforme podemos ver no registro de casamento abaixo: “Em treze de junho de mil oito centos e hum de tarde, no oratório privado da casa da residência de Dona Rita Quitéria Gerlem da Roxa, viuva do desembargador Conselheiro João da Roxa Dantas e Mendonça, sita na Rua de São João da Mata desta Paróquia de N. S. da Lapa desta Corte, e Cidade de Lisboa, na minha presença, conforme o sagrado concílio tridentino, constituição deste Patriarcado e por um Despacho do Exm e Revm Arcebispo de Lacedommia, Vigário do Eminentíssimo e Senhor Cardeal Mendonça, Patriarca de Lisboa em data de seis do corrente, por virtude do Decreto de Remissão do mesmo Eminentíssimo Sr. em data de cinco do mesmo mês, que tudo fica no Arquivo desta Paroquial Igreja depois de a justificação de estado livre, batismo da contraente e óbito da primeira mulher, e mais papeis do estilo, se receberam por legítimos marido e mulher, o desembargador Antônio Luiz Pereira da Cunha, viuvo de D. Erculana Felizarda Figueira, falecida na Capitania de Pernambuco onde serviu de Ouvidor Geral e morador na freguesia de Santa Engrácia desta Corte, com Maria Joaquina Gerlen da Rocha Dantas e Mendonça, filha legitima dos pais acima declarados, batizada na freguesia do Serro do Frio, Capitania de Minas Gerais e moradora nesta Paroquial de Nossa Senhora da Lapa, com a referida viuva sua mãe. Foram testemunhos presentes seu irmão Antônio da Rocha Dantas e Mendonça, solteiro, e Félix Manuel da Silva Machado, morador na freguesia do Paraíso; em fé do que fiz este termo e me assignei. Era ut supra com as referidas testemunha. O Prior Nuno Henriques Borel.” O sobrenome “Gerlem”, de sua terceira esposa, nos parece ser uma alteração, segundo podemos constatar em outros documentos genealógicos, do sobrenome francês “Gersaint” (v.s.). 

(*) Divergência na data de falecimento - A data de falecimento está em desacordo com o ANB, mas no Jornal do Commercio  encontramos:Jornal do Commercio - 19.09.1937- Falleceu hontem, às 3 horas da tarde, o Sr. Marquez de Inhambupe, Conselheiro de estado, e presidente da Câmara dos Drs. Senadores. Seu corpo será dado, hoje, à sepultura pelas cinco horas da tarde, na Igreja de São Francisco de Paula."

Colaboradora

Regina Cascão - Fontes" Presidentes do Senado no Império", Editora Senado Federal, 1997, autor: Carlos Eduardo Barata; e Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Inhambupe, Marquês; família Pereira da Cunha.

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INHANDUBI

O barão de INHANDUBI foi Joaquim Luiz de Lima.Era coronel da Guarda Nacional e fazendeiro importante.Foi agraciado com o título de barão por ter dado a liberdade a 23 escravos.  

Adenda

Parece-me que o título seria de INHANDUHI/ Inhanduí.O Dicionário das Famílias Brasileiras o apresenta como INHANDUÍ.

Joaquim Luiz de Lima, agraciado com o título ( Dec 09.08.1884 ) de Barão de Inhanduí.Fazendeiro em Alegrete-RS. Prestou relevantes serviços por ocasião da guerra contra o Paraguai. Casou-se com Maria do Carmo de Lima, nascida em 1811 e falecida em 17.11.1913 em Santa Maria-RS, aos 102 anos de idade, baronesa de Inhanduí.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Inhanduí, Barão e Baronesa.

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INHAUMA  

O barão e visconde com grandeza de INHAUMA foi Joaquim José Ignácio,que nasceu em Lisboa em 30 de Julho de 1808 e faleceu no RJ em 8 de Março de 1869,voltando da campanha do Paraguai,gravemente doente.Era filho de José Vitorino de Barros e de Maria Izabel de Barros ambos portugueses.Casou com Maria José de Mariz e Barros,filha do Capitão de Fragata Pedro Maria de Souza Sarmento.Veio com seus pais para o Brasil,com dois anos de idade.Cursou a Escola de Marinha e de Guarda-Marinha em 1832,subiu sucessivamente até o posto de Almirante efetivo em 1869.Distinguiu-se nas rebeliões de 1824 em Pernambuco,no Maranhão e no Ceará.,na expedição da Patagônia,de 1827,na revolução do Maranhão em 1831,e na subseqüente do Rio Grande do Sul,na Baia de 1837 ,na de Pernambuco de 1849 e finalmente cobriu-se de louros na Campanha do Paraguai,onde serviu como Chefe de Esquadra.Foi uma das maiores glórias da Marinha Brasileira.Ocupou a pasta da Marinha do Gabinete Caxias de 1861 sendo o primeiro Ministro da Agricultura,Comércio e Obras Públicas,cuja secretaria ele organizou.Era Grande do Império do Conselho de S.M. o Imperador,Conselheiro de Guerra,Grã-Cruz da I.Ordem de S.Bento de Aviz e da Rosa.Comendador da I.Ordem de Cristo,Grande Oficial da Legião de Honra e Cavaleiro da Ordem de N.S.da Conceição de Vila Viçosa,de Portugal e era condecorado com diversas medalhas de campanha.Recebeu o título de barão “pelos relevantes serviços que tem prestado na presente guerra e especialmente pela passagem de Curupaiti” e era chamado o herói de Curupaiti.

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INHOAN

O barão de INHOAN foi José Antonio Soares Ribeiro que nasceu a 21 de Maio de 1794 e faleceu em 15 de Janeiro de 1874.Casou em primeiras núpcias com Maria Carolina Torres,filha dos barões de Itambi e em segundas núpcias com Amélia Vasconcellos Drummond,filha de antigo diplomata conselheiro Antonio de Menezes Vasconcellos de Drummond.Fazendeiro em MARICA,Rio de Janeiro.Era Cavaleiro da Ordem da Rosa.  

Adenda
 
José Antonio Soares Ribeiro - agraciado com o título ( Dec 23.01.1886 ) de Barão de Inhoan ( hoje é grafado Inoã ). Título tomado de uma localidade na Região dos Lagos, estado do Rio de Janeiro. Integrante da família Soares, importante família do Rio de Janeiro, que tem princípio em João Soares Ribeiro, que deixou numerosa descendência, na região dos Lagos, de seu casamento em 1741 com Inácia de Abreu Rangel. Nasceu em Maricá-RJ em 1836 e lá também faleceu em 1906 (*).  Foi casado em primeiras núpcias com Maria Carolina Soares Torres, falecida em 1865 em Paris, França, de parto, antes da concessão do título ao marido. Era filha do Barão de Itambi. Em segundas núpcias, casou-se com Amélia Vasconcellos Drummond, nascida em 1851 e falecida a 06.03.1940 em Londres, Inglaterra, Baronesa de Inoã, pertencente à família Vasconcellos Drummond, do Rio de Janeiro. De seu primeiro casamento, o titular só teve uma filha, Evelina Torres Soares Ribeiro, nascida em 01.12.1865 em Paris, França e falecida a 11.01.1948 no Rio de Janeiro-RJ, que foi casada, a 23.04.1889, no Rio-RJ, com o grande diplomata Joaquim Nabuco. 
 
Observação - Há uma grande disparidade entre as datas apresentadas no ANB e no Dicionário. Somos levados a crer que o correto é o que está consignado no Dicionário, uma vez que o título foi concedido em 1886 e, caso o barão houvesse nascido em 1794 teria 112 na ocasião. Da mesma forma, todas as demais datas de casamento, nascimento de prole e etc - estão em total desacordo com uma data de nascimento 1794.
Também deve estar incorreta a data de morte acima consignada pelo ANB. Como poderia o titular ter falecido em 1874, se recebeu o título em 1886 ?
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes; Inhoan, Barão; e família Soares Ribeiro.

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INHOMERIM  

O barão de INHOMERIM foi o Dr.Vicente Navarro de Andrade que nasceu na Vila de Guimarães em Portugal a 26 de Fevereiro de 1776 e faleceu em Paris em 27 de Abril de 1850.Era filho do Dr.Sebastião Navarro de Andrade,medico em Guimarães e de sua mulher Ana Luiza de Campos Pereira,que era filha de João de Campos Pereira e de Luiza Pereira.Era irmão do 1º barão de Sande em Portugal,João de Campos Navarro de Andrade,casado com uma filha da condessa de Itapagipe e também de Rodrigo Navarro de Andrade,barão de Vila Seca em Portugal.Casou com Maria Joaquina Viana,filha de João Fernandes Vianna.Era doutor em medicina pela Universidade de Coimbra,era físico-Mor da Armada.Brasileiro, ex-vi da Constituição,professor jubilado da antiga Escola de Medicina do RJ.Amigo intimo e Conselheiro privado de S.M.D.Pedro I e seu medico.Do Conselho de S.Magestade,era Fidalgo Cavaleiro,Dignitário da I.Ordem da Rosa,Oficial da I.Ordem do Cruzeiro e Comendador da I,Ordem de Cristo.  

Adenda
 
Vicente Navarro de Andrade- agraciado com o título ( Dec 12.10.1826 ) de Barão de Inhomirim. Título de origem toponímica, tomado ao município do mesmo nome, no estado do Rio de Janeiro.  Integrante da importante família Navarro de Andrade, de origem portuguesa, estabelecida no Rio de Janeiro, que teve princípio no Dr. Sebastião Navarro de Andrade, filho de Luiz do Monte de Gamboa Navarro e de Angélica Maria Navarro da Silva, que deixou numerosa descendência ( 14 filhos) de seu casamento em 1759, em Pinhel, Portugal, com Ana Luiza de Campos Pereira, nascida em Pinhel, Portugal a 24.12.1742 e falecida em Coimbra a 29.04.1778, filha de João de Campos Pereira e de Luiza Pereira Soares.Um entre os 14 filhos do casal patriarca, o titular era médico e amigo de D. Pedro. estabelecido no Rio de Janeiro, casou-se em 1816 com Maria Joaquina de Loreto Viana, fila do Conde de S. Simão, João Fernandes Viana.
 
Colaboradora:
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Inhomirim, Barão; família Navarro de Andrade

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INHOMERIM  

O visconde com grandeza de INHOMERIM foi Dr. Francisco de Salles Torres Homem.Nasceu no Rio de Janeiro em 29 de Janeiro de 1812 e faleceu em Paris em 3 de Junho de 1876.Casou com Izabel Alves Torres Homem.Doutor em medicina pela Faculdade do RJ e em direito pela Universidade de Paris,foi Secretário de Legação e depois Encarregado de Negócios em Paris.Foi deputado à Assembléia Geral,pela Província de MG na 6ª legislatura de 1845,pelo RJ,na 7ª legislatura de 1848,e ainda na 10ª de 1857.Ministro da Fazenda no 14º Gabinete de 1858 e no 24º Gabinete de 1870.Foi diretor das Rendas Públicas e Presidente do Banco do Brasil,do Conselho de S.M.o Imperador,Senador pelo Rio Grande do Norte em 1870,Conselheiro de Estado em 1866.Era Grande do Império,Comendador da I.Ordem de Cristo,membro do IHGB,do Instituto Histórico da França,etc.

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IPACARAI

O barão de IPACARAI foi Demetrio José Xavier que casou com Zeferina Correia Xavier.Era Coronel da Guarda Nacional.

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IPANEMA

O 1º barão,visconde e conde de  IPANEMA José Antonio Moreira que nasceu na Província de SP em 23 de Outubro de 1797 e faleceu no RJ em 28 de Junho de 1879.Era comendador da Imperial Ordem de Cristo e Dignitário da Imperial Ordem da Rosa.  

Adenda

José Antonio Moreira, agraciado com o título ( Dec 24.03.1847) de Barão de Ipanema, agraciado com o título ( Dec 25.09.1849) de Barão com honras de grandeza de Ipanema, agraciado com o titulo ( Dec 02.12.1854) de Visconde com honras de grandeza de Ipanema, agraciado com o título ( Dec 20.02.1868) de Conde de Ipanema,Título de origem toponímica, que parece ter sido tomado da localidade onde se ergueu a Fábrica de Ferro de Ipanema, em Sorocaba, por onde corre um rio do mesmo nome.A primeira fábrica onde correu ferro fundido ficava junto a esse rio Ipanema, cercanias de Sorocaba-SP. O Conde montou a sua indústria em Minas Gerais e seus descendentes passaram ao Rio de Janeiro-RJ. Seu filho, o Barão de Ipanema, fundador do atual bairro de Ipanema no Rio de Janeiro, perpetuou este antigo topônimo paulista e título nobiliárquico em seus descendentes, na forma de nome de família.O Conde nasceu a 23.101.1796 em São Paulo e faleceu a 28.06.1879 no Rio de Janeiro.  Casou-se a 27.01.1823, no Rio de Janeiro-RJ, com Laurinda Rosa Ferreira dos Santos, filha do Comendador  José Ferreira dos Santos, ( proprietário no Rio de Janeiro) e de Mariana Rosa - casados cerca de 1804, nascida a 07.11.1808, no Rio-RJ e falecida a 17.11.1881 em Bruxelas, Bélgica.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Ipanema, Conde de; famílias Moreira e Ferreira dos Santos

Brasão de Armas: Em campo de prata,uma banda de azul carregada de cinco estrelas de ouro de cinco raios, entre um caduceu de goles à destra e de uma cruz florida, de goles,à sinistra. DIVISA: Deus et charitas.  

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IPANEMA

O 2º barão com grandeza de IPANEMA foi José Antonio Moreira Filho,filho dos condes de IPANEMA.Era Comendador da Real Ordem de Cristo e de Vila Viçosa de Portugal.  

Adendas

José Antonio Moreira Filho, agraciado com o título ( Dec 13.05.1885) de Barão de Ipanema, agraciado com o título ( Dec 05.07.1888) de Barão com honras de grandeza de Ipanema.Filho do Conde de Ipanema.O Barão esteve à frente de um grande empreendimento, na chamada zona sul do Rio de Janeiro, onde fundou em 1894 uma Vila, com denominação de Villa Ipanema - origem do atual bairro de Ipanema.Nascido a 27.08.1830 no Rio de Janeiro-RJ e ali também falecido a 27.02.1899. Empresário.Deixou numerosa descendência, por onde corre o sobrenome Ipanema M oreira, do seu casamento, a 27.09.1856, no Rio-RJ, com Luiza Rudge, filha de George Rudge e de Sofia Emília Maxwell,  nascida no Rio-RJ a 20.11.1838 e ali também falecida a 29.06.1891, Baronesa de Ipanema.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Ipanema, Barão de; Famílias Moreira e Rudge.

Brasão de Armas: Em campo de prata,uma banda de azul carregada de cinco estrelas de ouro de cinco raios, entre um caduceu de goles à destra e de uma cruz florida,de goles,à sinistra. DIVISA: Deus et charitas.  

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IPIABAS

                       

Visconde e viscondessa de Ipiabas

O 1º barão e 1º visconde com grandeza de IPIABAS foi Peregrino José de Américo Pinheiro.Nasceu no Pati do Alferes na província do RJ em 26 de Julho de 1811 e faleceu em 8 de Junho de 1883.Era filho de João Pinheiro de Souza e de sua mulher Izabel Maria da Visitação.Casou com Ana Joaquina de S.José Werneck,filha do Sargento-Mór Francisco das Chagas Werneck.Era coronel reformado da Guarda Nacional de Valença e fazendeiro nesse município.Era Moço Fidalgo com Exercício na Casa Imperial,Comendador da Imperial Ordem da Rosa e da de Cristo.    

Adenda

Peregrino José de Américo Pinheiro - agraciado com o título ( Dec 30.11.1866 ), elevado ao título ( Dec 17.06.1882 ). Título de origem toponímica, tomado da povoação do mesmo nome, no estado do Rio de Janeiro. Integrante dos Pinheiro de Souza, família de origem portuguesa, de abastados proprietários de fazendas de café, estabelecida no Rio de Janeiro, membros da chamada "aristocracia rural fluminense". Teve princípio em João Pinheiro de Souza, nascido cerca de 1722 na Freg. de Unhão, Braga, Portugal e falecido em 1782, em Tinguá-RJ, que deixou numerosa descendência de seu casamento, em 1743, com Paula Pereira Monteiro, batizada em 25.06.1725, em Iguassu-RJ, filha de Manuel Vieira Ribeiro e de Luiza Monteiro. Bisneto do casal patriarca, o titular faleceu em sua Fazenda Oriente, próxima à Estação Comércio, da Estrada de Ferro Pedro II. Casou-se com Ana Joaquina de São José Werneck, Viscondessa de Ipiabas, que faleceu em 1611.1892, na mesma fazenda e foi sepultada no Cemitério de Valença. Deixou uma prole de quinze filhos, entre os quais Francisco, feito segundo Barão de Ipiabas. As filhas Maria, Francisca, Carolina e Ana, foram, respectivamente, baronesas de Aliança, Almeida Ramos, Palmeira e Potengi.

Colaboradores

- José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.

- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes : Ipiabas, Visconde; e família Pinheiro de Souza.

Brasão de Armas:Em campo azul um pinheiro de ouro,com raízes de prata entre dez besantes de ouro em duas palas,e uma orla de prata.(Brasão passado em 14 de Setembro de 1867.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.91).

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IPIABAS  

Foto: AGB IV, 1942, pág.58

O 2º barão de IPIABAS foi Francisco Pinheiro de Souza Werneck que nasceu na província do RJ em 26 de Outubro de 1837.Era filho dos 1ºs.barões e viscondes com grandeza de IPIABAS.  

Adenda

 Francisco Pinheiro de Souza Werneck, agraciado com o título ( Dec 22.07.1882) de Barão de Ipiabas.Título de origem toponímica, tomado da povoação do mesmo nome, no Estado do Rio de Janeiro.Filho do Visconde de Ipiabas, Peregrino José de Américo Pinheiro e de Ana Joaquina de São José Werneck, viscondessa de Ipiabas.Nasceu a 26.10.1837 no Rio de Janeiro e faleceu em 15.04.1926.Chefe político na cidade de Valença.

Colaboradora

Regina Cascão- Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Ipiabas, 2º Barão; famílias Werneck e Pinheiro de Souza.

Brasão de Armas: As de seu pai,acima tendo por diferença apenas uma brica de ouro com um “F” azul.

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IPOJUCA

O barão de IPOJUCA foi João do Rego Barros,natural de PE,que faleceu em Lisboa em 13 de Novembro d 1860.Era filho do Coronel Francisco do Rego Barros,Fidalgo Cavaleiro e de Maria Ana Francisca de Paula Cavalcanti de Albuquerque.Era irmão do Conde de BOA VISTA,Francisco do Rego Barros.Casou com Ignacia Militana Cavalcanti Rego de Lacerda.Tomou parte na Revolução Praiera em PE do lado da legalidade.

Adenda
 
João do Rego Barros - agraciado com o título ( Dec 14.03.1849 ) de Barão de Ipojuca. Título de origem toponímica, tomado do município do mesmo nome , em Pernambuco. Integrante de um das principais famílias de Pernambuco, constituída de abastados senhores de engenho. Nascido cerca de 1800 em Pernambuco, deixou geração de seu casamento com Inácia Militana Rego de Lacerda, Baronesa de Ipojuca, falecida depois de 1891.
 
Colaboradora
 
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes;Ipojuca, Barão; e família Rego Barros.

Brasão de Armas: Escudo partido de sinople e de goles:no primeiro,as armas dos Regos, - uma banda de prata ondeada de azul e sobre ela três vieiras de ouro:no segundo,as armas dos Barros que são,em campo vermelho,três bandas de prata e no campo nove estrelas de ouro,1,3,3 e 2;campanha de ouro com uma cana de açúcar e um ramo de cafeeiro ao natural,postos em santor,este em barra e aquela em banda.(Brasão passado em 30 de Agosto de 1870.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.110)

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