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Colaboração de José Renato Pessoa Dantas
IBIAPABA
O Barão de IBIAPABA foi Joaquim da Cunha Freire que nasceu no Ceará em 18 de Outubro de 1827 e faleceu no RJ em 13 de Outubro de 1907.Era filho de Felisberto Correia da Cunha que faleceu em Piauí em 1832 e de D.Custodia Ribeiro da Cunha,natural de Portugal.Era irmão do visconde de Cauhipe, Severiano Ribeiro da Cunha,titular português,por decreto de 1 de Março de 1873,que nasceu em Cauhipe,junto à Soure,na Província do Ceará a 6 de Novembro de 1831 e faleceu em Fortaleza a 4 de Setembro de 1876;casado com D.Euphrasia Gouvêa que era filha de Manuel Castano de GOUVÊA e de D.Francisca Agrella de Gouvêa.Casou com D.Maria Eugenia dos Santos que ainda vive.Dedicando-se a carreira comercial soube acumular avultada fortuna,tendo colaborado para melhoramentos materiais de Fortaleza.Governou a Província varias vezes como Vice-Presidente.Chefe político de grande influência,foi Coronel da guarda Nacional;Presidente da Câmara Municipal de Fortaleza,da Junta Comercial,da Caixa Econômica e Monte de Socorro da Província.Era Comendador daí.Ordem da Rosa.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado tendo o superior da direita e o seu alterno interceptados cada um por três faxas de prata,carregadas cada uma com um a flor de Liz purpurina,e dispostas em banda,e aquelas sobre o campo verde;o superior da esquerda e o seu alterno,carregadas cada uma por nove cunhas azuis colocadas em três palas,de três cada uma,sobre campo de ouro,e com orla carmezim,carregada por sete castelos de ouro,sendo três em chefe e os restantes igualmente repartidos pelos laterais.(Brasão concedido à seu irmão o visconde de Cauhipe por alvará de 16 de Março de 1874.Reg.no Archivo da Torre do Tombo-Mercês de D.Luiz I Liv.XXIV,fls.243 v).
N.B.
– Esta descrição aparta-se da terminologia heráldica;copiamo-la como o fez
o Escrivão da Nobreza dessa época,em Portugal.
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IBICUI
O barão de IBICUI foi Francisco de Paula e Silva,natural do Rio Grande do Sul.Tinha Medalha da Passagem do Humaitá.
Adenda
Francisco de Paula e Silva - agraciado com o título ( Dec 02.11.1861) de Barão de Ibicuí. Título de origem toponímica, tomado do rio do mesmo nome, no Rio Grande do Sul. Filho de Manuel da Silva Jordão e de Antônia Maria de Bittencourt.Irmão de João da Silva Machado [1782-1875], barão de Antonina. Nasceu a 14.05.1796, Taquari, RS e faleceu a 10.04.1879, Cruz Alta, RS.Casou-se a 30.06.1829, em Caçapava, com Felicidade Perpétua de Avelar Magalhães, nascida em 15.04.1809 em Cachoeira-RS e falecida em 22.03.1886 em Santa Maria-RS, membro da família Avelar Magalhães , do Rio Grande do Sul, que por este casamento tornou-se a baronesa de Ibicuí.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha
Bueno - Verbetes: Ibicuí, Barão; Ibicuí, Baronesa; famílias Silva Machado
e Avelar Magalhães
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IBIRAMIRIM
O barão de IBIRAMIRIM foi José Luiz
Cardoso de Salles Filho.Era filho do barão de IRAPUÃ, José Luiz
Cardoso Salles.Casou-se com Maria Carolina de Souza,filha do visconde
de Mauá Irineu Evangelista de Souza e da viscondessa D.Maria Joaquina de
Souza.Foi cônsul Geral honorário e Secretário do Consulado do Império em
Londres.Tinha a Comenda da Imperial Ordem da Rosa.
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IBIROCAI

Barão e Baronesa de Ibirocaí
O barão de IBIROCAI,foi Luis de Freitas Valle que nasceu na cidade de Alegrete no Rio Grande do Sul em 178 de Agosto de 1855.Era filho de Manuel de Freitas Valle,natural de SP e de Luiza Jacques de Freitas natural do RS.Casou em 16 de Agosto de 1879 com Noemy de Sá que nasceu na cidade do RS a 13 de Maio de 1860e faleceu no RJ a 18 de Julho de 1916,filha do Com.Miguel Tito de Sá,natural do RJ e de Maria de Miranda de Sá,natural do RS.Presidente da Associação Comercial do RJ,Corretor de Fundos,foi Comendador da .Ordem, da Rosa.
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IBITINGA
Barão e Bsa. de IBITINGA (Maria Hygina)

Louças da família do barão
O barão de IBITINGA foi Joaquim Ferreira de Camargo Andrade que faleceu em Campinas em 21 de Agosto de 1915 com 85 anos de idade. Era filho de Joaquim Ferreira Penteado, barão de ITATIBA e de Francisca de Paula Camargo, filha do Capitão-Mór Floriano de Camargo. Casou a primeira vez com Cândida Franco e em segundas núpcias com Maria Hygina Alves de Lima, viúva do Dr. João Carlos Leite Penteado e filha de Antonio Álvares de Almeida Lima e de Maria Emilia de Toledo.
Fontes textuais: Genealogia Paulistana de Luiz Gonzaga da Silva Leme.
No volume I – Título: Camargos - Pág 271 e 272
"7-2 Joaquim Ferreira de Camargo Andrade, barão de Ibitinga, casou-se 1.º com Cândida Franco f.ª do capitão Joaquim Franco de Camargo
e de sua 2.ª mulher Maria Lourença de Moraes, natural de S. João de Atibaia, n. p. do capitão Ignacio Franco de Camargo e de sua
1.ª mulher Gertrudes de Godoy, em Tit. Lemes Cap. 1.º § último; segunda vez casou-se com Maria Hygina Alves Lima,
baronesa de Ibitinga, viúva do doutor João Carlos Leite Penteado, f.ª de Antonio Álvares de Almeida Lima,
que foi importante fazendeiro na Limeira, e de sua 1.ª mulher Maria Emilia de Toledo.
No volume VI - Tit. Godoys - Pág. 155
"7-1 Maria Hygina, baronesa de Ibitinga, que foi 1.º casada com João Carlos Leite Penteado, bacharel em direito, f.º do capitão Bernardo José Leite Penteado e de Ignacia Manoela de Toledo, V. 3.º pág. 428; 2.ª vez casou com Joaquim Ferreira de Camargo Andrade, barão de Ibitinga, f.º de Joaquim Ferreira Penteado, barão de Itatiba e de Francisca de Paula Camargo, baronesa de Itatiba. Faleceu em 1902 em Campinas com 70 anos de idade, com geração já descrita. "
No volume IV – Título Penteados - Pág. 428
3-4 Doutor João Carlos Leite Penteado, formado em direito, f.º de 2-7, foi casado com Maria Hygina f.ª de Antonio Alvares de Almeida Lima, que foi abastado fazendeiro na Limeira e de Maria Emilia de Toledo. Tit. Godoys Cap. 6.º § 7.º. Maria Hygina, viúva do dr. João Carlos, passou a 2.ªs. núpcias com Joaquim Ferreira de Camargo Andrade, barão de Ibitinga, V. 1.º pág. 272, e tornou-se por esse casamento baronesa de Ibitinga, e faleceu com 70 anos de idade em 1902 em Campinas. Teve, o n.º 3-4 os seguintes f.ºs:
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IBITURUNA
O barão e visconde com grandeza de IBITURUNA foi Dr.João Baptista dos Santos que nasceu em S.João Del Rei,MG a 14 de Junho de 1828 e faleceu no RJ a 10 de Janeiro de 1911.Era filho de João dos Santos Pinho,natural de S.João Del Rei.Era doutor em Medicina pela Faculdade do RJ,foi medico notável,capitão cirurgião de cavalaria da Guarda Nacional,medico da Imperial Câmara e foi o primeiro Inspetor da Inspetoria Geral de Higiene Pública.Presidiu a Província de MG em 1889.Era do Conselho de S.Magestade,Oficial da imperial Ordem da Rosa,Comendador da Real Ordem de Cristo de Portugal e Grande do Império.Era sócio do IHGB em 1888 e da Imperial Academia de Medicina do RJ.Deixou vários trabalhos médicos importantes.
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IBIRAPUITAN
O barão de IBIRAPUITAN foi Antonio Caetano Pereira natural do RS.Era Coronel da Guarda nacional.
Antonio Caetano Pereira - agraciado com o título ( Dec 08.04.1879) de Barão de Ibirapuitan.Título de provável origem toponímica. Nascido no Rio Grande do Sul, lá faleceu também a 26.09.1892, em Santana do Livramento.Casou-se com Eufrásia da Costa, falecida em 02.06.1902 em Tacuarembó, Uruguai.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias
Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Ibirapuitan,
Barão de
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ICÓ
O barão e visconde de ICÓ foi Francisco Fernandes Vieira que nasceu em Saboeiro,Ceará a 20 de Maio de 1784 e faleceu nessa mesma vila em 9 de Julho de 1862.Casou com Ana Angélica Fernandes Vieira, e era sogro do barão de Aquiraz.Grande criador e fazendeiro no Ceará,era influente político,tendo feito parte do Governo Provisório empossado em 23 de Janeiro de 1823.Era Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro.
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IGARAPÉ MIRIM

barão de Igarapé Mirim
O barão de IGARAPÉ MIRIM foi Antonio Gonçalves
Nunes natural da Província do Pará.Era filho de Gertrudes Rosa da Cunha
Ledo.Casou com Rira Gonçalves Acatanassu,filha do Comendador Domingos Borges
Machado Acatanassu e de Ana Teresa Gonçalves Acatanassu.Era bacharel em direito
pela Faculdade de Olinda em 1844 e Diretor da Instrução Pública do Pará.Foi
Promotor dos Resíduos e Procurador Fiscal.Foi deputado Provincial.Era Cavaleiro
da Imperial Ordem da Rosa.
Adenda
Antonio Gonçalves Nunes - agraciado com o título ( Dec 03.03.1883 ) de Barão de Igarapé Mirim. Título de origem toponímica, tomado à localidade onde o titular tinha propriedades.Integrante de uma antiga família do Pará, cuja união dos dois sobrenomes teve princípio no Coronel José Antunes Nunes [ nascido cerca de 1785 ], descendente de Antônio Gonçalves Nunes, proprietário de uma sesmaria no Rio Capim, concedida por Carta de 10.02.1734. O Cel. José Antunes deixou numerosa descendência do seu casamento, por volta de 1810, com Gertrudes Rosa da Cunha Lêdo, natural do Pará, filha de Antônio Gonçalves Lêdo, patriarca desta família Gonçalves Lêdo do Pará, oriunda de Mazagão, África. Neta de Domingos Gonçalves Flexa, patriarca desta família Flexa , do Pará, oriunda de Mazagão, África. E quarta neta de João Gonçalves de Castilho, patriarca da família Pinho de Castilho , do Pará, oriunda de Mazagão, África. O titular era filho deste casal patriarca , tendo nascido a 28.07.1812 em Belém, PA e lá também falecido a 21.11.1898 . Bacharel em Direito, pela Academia de Olinda-PE (1844). Regressou a Belém, exercendo a advocacia e, por muitos anos, foi Diretor da Instrução Pública da Província. Deputado Provincial. Presidiu o partido Democrático Federal. Abastado proprietário em Igarapé-Mirim. Oficial da Ordem da Rosa [12.07.1876]. Grão-Mestre da Ordem da Rosa. Foi agraciado com o título de barão de Igarapé Mirim, «e que o referido título goze de todas as honras, privilégios, isenções, liberdades e franquesas que hão e tem, e de que usam e sempre usaram os Barões, e que de direito lhe pertencerem. Dada no Palácio do Rio de Janeiro, em 03.03.1883». Deixou geração do seu casamento com Rita Gonçalves Machado Acatauassu, falecida em 01.1893, baronesa de Igarapé Mirim, filha do Comendador Domingos Borges de Machado, patriarca da família Acatauassu , do Pará. Deste casamento originou-se a família Acatauassu Nunes (Carlos Barata, Famílias do Pará, vol. VI, 25; vol. XI, 282).
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes; Igarape Mirim, Barão de; família Gonçalves Nunes.
Regina Cascão - Foto do barão. Fonte: www.familiaridade.com.br
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IGUAPE
Barão e baronesa de Iguape
O barão com grandeza de IGUAPE foi Antonio da Silva Prado que nasceu na província de SP em 13 de Junho de 1778 e faleceu em SP a 17 de Abril de 1875.Era filho do capitão Antonio da Silva Prado e de Ana Vicência Rodrigues Jordão.Casou com Maria Cândida de Moura Vaz,falecida em 6 de março de 1868.Era capitão de Ordenanças em 1819,Capitão-Mór em 1826,foi Provedor da Santa Casa de Misericórdia durante 29 anos.Foi Vice-Presidente da Província de SP em 1841,Eleitor da Paróquia da Sé e Diretor do Banco do Brasil em SP.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo em 1845 e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.
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IGUAPE
O 2º barão de IGUAPE foi Ignácio Rodrigues Pereira Dutra.Era coronel da Guarda Nacional,na Província da Baia
BRASÃO DE ARMAS:Escudo esquartelado:no primeiro quartel, as armas dos Rodrigues, - de ouro, com cinco floees de liz de góles em aspa, e chefe de vermelho carregado de uma cruz de ouro florida e vazia de campo; no segundo, as dos Pereiras, - de vermelho, com uma cruz de prata florida e vazia de campo; no terceiro, as dos Dutras, - de azul, com três besantes de ouro em roquete, carregado cada um deles de três gotas negras em contra roquete, e no quarto, de ouro, duas canas de açúcar com suas olhas de sinople, postas em aspa.
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IGUARASSU
O barão de IGUARASSU foi Dr.Domingos Ribeiro dos Guimarães Peixoto que nasceu na Província de Pernambuco em 14 de Agosto de 1790 e faleceu no RJ em 29 de Abril de 1846.Era filho de Luiz Ribeiro Peixoto Guimarães e de Josefa Maria da Conceição Peixoto.Casou com Francisca Cândida da Nóbrega Peixoto que faleceu em 5 de Março de 1854.Era doutor em medicina pela Universidade de Paris em 1831 e foi Diretor da Escola de Medicina do RJ em 1833 e seu professor de Cirurgia.Era medico da Imperial Câmara,lente jubilado,membro correspondente da Academia de Paris e de outras Associações científicas e estrangeiras.Em 1824 foi-lhe conferido o foro de Fidalgo Cavaleiro,o título de Conselho em 1825.Assistiu ao nascimento de S.M. o Imperador D.Pedro II e de suas Augustas irmãs,como parteiro.Era Oficial- Mor da Casa imperial e Comendador da Imperial Ordem de Cristo e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.
Brasão de Armas: Escudo esquartelado;no primeiro,enxequetado de ouro e azul,de cinco peças em faxa; no segundo e terceiro,de goles,um leão de ouro rompente e no quarto de prata,fretado de negro,com uma pala de gols,carregada de um leão de prata com uma espada ensangüentada na mão (armas dos Guimarães).TIMBRE: o mesmo leão com uma maça de ouro em ambas as mãos.DIVISA: Quascunque findit.(Brasão passado em 14 de Agosto de 1845,Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.53).
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IGUASSÚ

Condessa de Iguassú
O conde de IGUASSÚ foi Pedro Caldeira Brant que nasceu em 20 de Junho de 1814 e faleceu em 18 de Fevereiro de 1881.Era filho dos marqueses de BARBACENA.Casou em primeiras núpcias com D.Cecília Rosa de Araújo Vaia,Dama do Paço,natural do RJ e filha dos Condes de SARAPUÍ e em segundas núpcias em 2 de Setembro de 1848 com Maria Izabel de Bragança,filha legitimada da Marquesa de Santos e de SM D.Pedro I,nascida em SP em 28 de Fevereiro de 1830 e falecida no RJ.Era Gentil-Homem da Imperial Câmera e Grande do Império.Comendador da Imperial Ordem de Cristo,Grã-Cruz da Imperial Ordem de S.Stanislau,da Rússia.
Brasão
de Armas: As de seu pai o marquês de Barbacena.Escudo esquartelado: no primeiro
e quarto quartéis
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IGUATEMI
Barão de Iguatemi
O barão de IGUATEMI foi
Francisco Cordeiro Torres Alvim que nasceu na cidade de Desterro na província
de Santa Catarina em 4 de Agosto de 1822 e faleceu em 10 de Fevereiro de
1883.Era filho do Chefe de Esquadra Miguel de Souza Mello e Alvim e de Maurícia
Elysa Alvim. Sentou praça de aspirante em 4 de Março de 1839sendo promovido a
Guarda Marinha em 1841. Fez parte da frota que foi a Nápoles buscar a Imperatiz
D.Thereza Christina,em 1843. Tomou parte como Comandante de navio nos combates no
Rio da Prata em 1851 e substituiu o barão da LAGUNA em 1860 no Comando da Divisão
naval do Rio da Prata. Tomou parte na guerra do Paraguai onde portou-se com
grande bravura,nas batalhas de Curupaiti e Humaitá.Promovido a Chefe de Divisão
em 1867 e Chefe de Esquadra em 1869.Foi Ajudante Geral da armada em 1873,Diretor
da Escola de Marinha e Vice-Almirante em 1874. Membro efetivo o Conselho
Naval. Era Moço Fidalgo da Casa Imperial,dignitário da Imperial Ordem do
Cruzeiro, Grã-Cruz da Imperial Ordem de S.Bento de Aviz, Oficial da Imperial
Ordem da Rosa e da Torre de Espada de Portugal,Grã-Cruz da Imperial Ordem de S.Stanislau
da Rússia.Tinha as medalhas de ouro de Toneleros e da Geral da Campanha do
Paraguai.
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IJUÍ

O barão de IJUÍ foi
Bento Martins de Menezes que nasceu na Freguesia do Triunfo na província do RS. em 7 de Setembro de 1818 e faleceu na cidade de Uruguaiana nessa província
a 27 de Março de 1881.Era brigadeiro do Exército e prestou relevantes serviços
à legalidade, nas rebeliões do RS e na Campanha do Paraguai. Tinha a medalha
Geral da Campanha do Paraguai.
Crônica de Carlos Fonttes sobre o barão de Ijuí
O epíteto que ora ilustro esta crônica, nos parece um tanto paradoxo, pois há muito tempo já fiz alusão na Zero Hora sobre o assunto e, como nos dissera Sócrates, que vem a calhar com este contra-senso: “Ninguém faz o mal voluntariamente, mas por ignorância, pois a sabedoria e a virtude são inseparáveis”.
Tendo o privilégio em ser convidado pela família do Brigadeiro Honorário do Exército, BENTO MARTINS DE MENEZES – Barão de Ijui, para biografar sua trajetória, no decorrer das “pesquisas de campo”, deparei-me com um relicário intermitente de fatos e passagens históricas desse vulto, que enalteceu as páginas da historiografia brasileira e, principalmente nesta cidade, quando aqui residiu e veio a falecer em 1881.
Nascido na data festiva da Independência do Brasil, quatro anos antes, em 1818, o qual consta ter sido na estância do “CONTRATO”, de propriedade de seus pais, à margem esquerda do rio Caí, hoje pertencente ao Município de Cachoeira do Sul. Na época estava sob o domínio da cidade de Rio Pardo.
O mesmo pertenceu à antiga Guarda Nacional quando, após ter participado da Guerra dos Farrapos de 1835/1845 e das questões do Uruguai por 1851/52, fora reformado no posto de Tenente Coronel.
Ao ser deflagrada a Guerra do Paraguai e já residindo em Uruguaiana, reúne elementos da antiga Guarda Nacional nesta cidade e, com o famoso “17º Regimento de Cavalaria”, fez frente às tropas de Estigarribia, com pequenas escaramuças. Teve papel importante no apoio às famílias que emigraram para Alegrete, com a invasão dessa força inimiga.
Ao ser convocado pelo Brigadeiro David Canabarro, em 17 de dezembro de 1866 para esse conflito, já Bento Martins, havia confirmado a sua fibra de Soldado patriótico. Parte, então, para os campos de combate no Paraguai, onde alcança láurea e condecorações com o seu famoso “17º”, ostentando, no seu regresso ao Brasil, várias medalhas, o título nobiliárquico de “Barão do Ijui” e promovido ao posto de Brigadeiro Honorário do Exército, (seria hoje General de Brigada).
A complementação histórica sobre esse Brigadeiro, do qual fiz sua história e encontra-se ainda no prelo, tiveram inúmeras fontes bibliográficas, como a Biblioteca Nacional, Arquivo Histórico do Exército, etc.; porém, talvez dando continuidade ao sonho do saudoso mestre Prof. Raul Pont em que ilustrou uma crônica sobre Bento Martins, com a fotografia de um quadro a óleo desse herói, que teria sido feito pelo artista porto-alegrense Antonio Candido de Menezes por 1871.
De posse desta fonte iconográfica, dei buscas constantes e incansável pelos nossos órgãos públicos à cata deste quadro e, apesar de ter ainda publicado na Zero Hora (Em 11/4/2004 “Túnel do Tempo”), nunca encontramos tal obra. Raul Pont comentara em sua crônica que este quadro se encontrava no Salão Nobre da Câmara Municipal. Pela fotografia que aquele historiador publicou, chegamos a conclusão tratar-se de um quadro razoavelmente grande, com moldura trabalhada em relevo de gesso.
Penso ainda que alguma instituição ou órgão público tenha catalogado o mesmo, como acervo patrimonial ou levado para ser restaurado por alguma instituição e nunca mais se soube notícias dele e nem mesmo seus descendentes sabem alguma coisa a respeito.
Este é o motivo do título desta crônica e a grande sabedoria de Sócrates.
CARLOS FONTTES (carlosfonttes@ibest.com.br)
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IMBÉ
O barão e visconde
de IMBÉ foi José Antonio de Morais,natural de Santa Maria Madalena.Era
Tenente-Coronel da Guarda Nacional.
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IMBURI
O barão de IMBURI foi
Manuel da Cunha Lima Ribeiro,natural de Alagoas.
Adenda
Manoel da Cunha Lima Ribeiro - agraciado com o título ( Dec 17.05.1871) de Barão de Imburi. Nasceu em Alagoas. Filho de Ventura Antonio Ribeiro e Teresa, esta filha do Capitão-Mor Felipe da Cunha Lima e Rosa.
Colaboradora:
Sonia de Araújo Ulrich - Fonte: livro de família de Pedro Xavier de Almeida, sobrinho trineto de Teresa - mãe do Barão.
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INDAIÁ

Barão e Baronesa de Indaiá
O barão de INDAIÁ foi
Antonio Zacharias Álvares da Silva,natural de MG.Era Coronel da Guarda Nacional
em MG.
Adenda
Antonio Zacharias Álvares da Silva - agraciado com o título ( Dec 19.07.1879 ) de Barão de Indaiá.Título de origem toponímica, tomado do município de mesmo nome em Minas Gerais. Nascido em 1847 e falecido em 1901. Médico, primeiro presidente da Câmara de Dores de Indaiá-MG.
Colaboradores
Regina
Cascão - Fonte:
Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha
Bueno -
Verbetes: Indaiá, Barão de; família Álvares da Silva
Jose Renato Pessoa Dantas - colaboração com as fotos
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INDAIATUBA
Visconde em dois momentos de sua vida e viscondessa de Indaiatuba
Foto colaboração
Marcelo Teodoro de Oliveira
O barão e visconde de
INDAIATUBA foi Joaquim Bonifácio do Amaral que nasceu em São Carlos,.na província
de SP em 3 de Setembro de 1815 e faleceu em Campinas nessa Província em 6 de
Novembro de 1884.Era filho do Tenente José Rodrigues Ferraz do Amaral e de
Mathilde de Almeida Pacheco.Casou com sua sobrinha Ana Guilhermina Pompeu do
Amaral em 1839 em S.Carlos,filha de Antonio Pompeu de Camargo e de Teresa
Miquelina.Era Agricultor em SP e Oficial da imperial Ordem da Rosa.
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Indaiatuba, Visconde; e família Gurgel do Amaral.
José Renato Pessoa Dantas - Envio das fotos
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INGAÍ
O barão de INGAÍ foi
Custodio de Souza Pinto.
Adenda
Custódio de Souza Pinto, agraciado com o título ( Dec 25.09.1889 ) de Barão de Ingaí.Título de origem toponímica. Povoação de MG e SP.Falecido em 06.10.1897 na Fazenda da Fortaleza, Lavras-MG. Agricultor. Casou-se em primeiras núpcias com Emerenciana Cândida de Andrade e em segundas núpcias com Francisca dos Reis. Somente deixou descendência no segundo casamento.
Colaboradora
Regina
Cascão
Verbete: Ingaí,. Barão de
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INHAMBUPE
marquês de Inhambupe
Fonte da figura: www.senado.gov.br
O visconde com grandeza
e marquês de INHAMBUPE foi Antonio Luiz Pereira da Cunha que nasceu na Baia em
6 de Abril de 1760 e faleceu no RJ em 19 de Setembro de 1837.Casou com Maira
Joaquina da Rocha que faleceu no RJ
em e de Março de 1861 com76 anos de idade.
INHAMBUPI DE CIMA, visconde com grandeza em 12 de Outubro de 1825, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.
Adenda
Antonio Luiz Pereira da Cunha- agraciado sucessivamente com os título de Visconde com honras de grandeza de Inhambupe de Cima - Dec 12.10.1825 ( AN, Ordens Honoríficas, Liv 10, col. XV) ; elevado ao título ( Dec 12.10.1826 ) de Marquês de Inhambupe . Títulos de origem toponímica, tomados do município de Inhambupe, na Bahia. Integrante de importante família estabelecida na Bahia, que teve início no casamento, por volta de 1755, do baiano Bartolomeu Pereira da Silva com Ana da Cunha Barbosa ( também registrada como Ana Bárbara da Cunha ), baiana. Filho deste casal patriarca, o titular faleceu a 18.09.1837 (*), no Rio de Janeiro-RJ, no exercício da Presidência do Senado, tendo sido sepultado na Igreja de São Francisco de Paula.
Neto paterno do Cap de Infantaria e Comandante da Fortaleza de S. Felipe e Santiago da Ribeira, Manuel Pereira da Silva, e de Maria Victoria da Encarnação ( naturais da Bahia); neto materno do Sargento-mor Antonio Ferreira da Cunha Velho e de Francisca Xavier das Chagas ( naturais da Bahia).Matriculado no curso de Direito da Universidade de Coimbra - 20.12.1782. Bacharel em Direito - 04.05.1787. Leitura de Bacharel - 12.01.1788 . Juiz de Fora da Vila de Torres Vedras - 1789. Ouvidor da Comarca de Pernambuco - 1792. Em 1799, ainda se encontrava na Ouvidoria e, nesta qualidade, foi Presidente da Mesa Inspetora. Fez parte do governo interino de Pernambuco - 1798. Ouvidor na Comarca do Rio das Velhas - MG - 1802. Desembargador da Relação do Porto, com exercício na Ouvidoria de Sabará, MG - posse em 1803. Desembargador (ordinário) da Casa de Suplicação de Lisboa - 1805. Obteve licença para voltar ao Rio de Janeiro - 1807. Chanceler da Relação da Bahia - 1808, com o título de Conselheiro para servir por 6 anos e mais. Por morte do conde da Ponte, fez parte do Governo Interino da Bahia, em 1809. Chanceler da Relação do Rio de Janeiro; Alvará dizendo-lhe mercê do Ordenado de Conselheiro para vencer com o de Chanceler da Relação - 1810. Juiz Almotacel - cerca de c.1816. Deputado da Real Junta do Comercio, Agrícola, Fábricas e Navegação 1818. Fiscal das Mercês, a fim de informar sobre os merecimentos dos fieis Vassalos do Príncipe Regente - 1819. 3º Intendente Geral de Polícia da Corte (Rio de Janeiro) e do Estado do Brasil - 1821. Deputado da Mesa da Consciência e Ordens - 1821. Desembargador Ordinário da Mesa do Desembargo do Paço - 1821. Em conformidade do artigo 3 da Carta de Lei de 22.09.1828, foi concedida, por Decreto de 31.03.1829, a aposentadoria do Dr. Antônio Luiz Pereira Da Cunha, Desembargador da Mesa do Desembargo do Paço, no Supremo Tribunal de Justiça. Membro da Comissão compiladora das ordenanças da Marinha para regulamento da Armada. Deputado Constituinte pelo Rio de Janeiro, sendo um dos relatores da Constituição de 1824. Ministro dos Estrangeiros- 1826, da Fazenda - 1826 e do Império -1837. Senador (vitalício), pela Prov. de Pernambuco - 1826. Deputado à Assembléia Geral Legislativa, na 1ª Legislatura, pelo Rio de Janeiro - 1826. Vice Presidente do Senado - 1827 e Presidente do Senado - 1837. Cavaleiro da Ordem de Cristo - 1802. Conselheiro da Fazenda - 1808. Fidalgo Cavaleiro da Casa Real -1809. Cavaleiro da Ordem de Cristo - 1811. Foi agraciado com uma vida na Comenda da Ordem de Cristo, que já possuía, para se verificar em favor de seu filho, Dr. Antônio Luiz Figueira Pereira da Cunha - 1821. Dignitário da Imperial Ordem do Cruzeiro - 1824. Conselheiro de Estado (1º Conselho) - 1824.O marquês de Inhambupe casou três vezes: em primeiras núpcias, com Isabel Joaquina de Assis, nascida em Portugal; em segundas núpcias, por volta de 1789, em Torres Vedras, onde servia o cargo de Juiz de Fora, com Erculana Felizarda Figueira, filha de Manuel Ignácio de Figueira Cardoso, nascida em Torres Vedras, Portugal, e falecida no Recife - PE em agosto de 1796, onde seu marido servia o cargo de Ouvidor. ; e, em terceiras núpcias, a 13.12.1801, em Lisboa, com Maria Joaquina Gerlen da Rocha Dantas e Mendonça , nascida em 1785, Freg. de Serro Frio, MG e falecida a 02.03.1861, Rio, RJ, conforme podemos ver no registro de casamento abaixo: “Em treze de junho de mil oito centos e hum de tarde, no oratório privado da casa da residência de Dona Rita Quitéria Gerlem da Roxa, viuva do desembargador Conselheiro João da Roxa Dantas e Mendonça, sita na Rua de São João da Mata desta Paróquia de N. S. da Lapa desta Corte, e Cidade de Lisboa, na minha presença, conforme o sagrado concílio tridentino, constituição deste Patriarcado e por um Despacho do Exm e Revm Arcebispo de Lacedommia, Vigário do Eminentíssimo e Senhor Cardeal Mendonça, Patriarca de Lisboa em data de seis do corrente, por virtude do Decreto de Remissão do mesmo Eminentíssimo Sr. em data de cinco do mesmo mês, que tudo fica no Arquivo desta Paroquial Igreja depois de a justificação de estado livre, batismo da contraente e óbito da primeira mulher, e mais papeis do estilo, se receberam por legítimos marido e mulher, o desembargador Antônio Luiz Pereira da Cunha, viuvo de D. Erculana Felizarda Figueira, falecida na Capitania de Pernambuco onde serviu de Ouvidor Geral e morador na freguesia de Santa Engrácia desta Corte, com Maria Joaquina Gerlen da Rocha Dantas e Mendonça, filha legitima dos pais acima declarados, batizada na freguesia do Serro do Frio, Capitania de Minas Gerais e moradora nesta Paroquial de Nossa Senhora da Lapa, com a referida viuva sua mãe. Foram testemunhos presentes seu irmão Antônio da Rocha Dantas e Mendonça, solteiro, e Félix Manuel da Silva Machado, morador na freguesia do Paraíso; em fé do que fiz este termo e me assignei. Era ut supra com as referidas testemunha. O Prior Nuno Henriques Borel.” O sobrenome “Gerlem”, de sua terceira esposa, nos parece ser uma alteração, segundo podemos constatar em outros documentos genealógicos, do sobrenome francês “Gersaint” (v.s.).(*) Divergência na data de falecimento - A data de falecimento está em desacordo com o ANB, mas no Jornal do Commercio encontramos:Jornal do Commercio - 19.09.1937- Falleceu hontem, às 3 horas da tarde, o Sr. Marquez de Inhambupe, Conselheiro de estado, e presidente da Câmara dos Drs. Senadores. Seu corpo será dado, hoje, à sepultura pelas cinco horas da tarde, na Igreja de São Francisco de Paula."
Colaboradora
Regina Cascão - Fontes: " Presidentes do Senado no Império", Editora Senado Federal, 1997, autor: Carlos Eduardo Barata; e Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Inhambupe, Marquês; família Pereira da Cunha.
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INHANDUBI
O barão de INHANDUBI
foi Joaquim Luiz de Lima.Era coronel da Guarda Nacional e fazendeiro
importante.Foi agraciado com o título de barão por ter dado a liberdade a 23
escravos.
Adenda
Parece-me que o título seria de INHANDUHI/ Inhanduí.O Dicionário das Famílias Brasileiras o apresenta como INHANDUÍ.
Joaquim Luiz de Lima, agraciado com o título ( Dec 09.08.1884 ) de Barão de Inhanduí.Fazendeiro em Alegrete-RS. Prestou relevantes serviços por ocasião da guerra contra o Paraguai. Casou-se com Maria do Carmo de Lima, nascida em 1811 e falecida em 17.11.1913 em Santa Maria-RS, aos 102 anos de idade, baronesa de Inhanduí.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Inhanduí, Barão e Baronesa.
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INHAUMA

O barão e visconde com
grandeza de INHAUMA foi Joaquim José Ignácio,que nasceu em Lisboa em 30 de
Julho de 1808 e faleceu no RJ em 8 de Março de 1869,voltando da campanha do
Paraguai,gravemente doente.Era filho de José Vitorino de Barros e de Maria
Izabel de Barros ambos portugueses.Casou com Maria José de Mariz e Barros,filha
do Capitão de Fragata Pedro Maria de Souza Sarmento.Veio com seus pais para o
Brasil,com dois anos de idade.Cursou a Escola de Marinha e de Guarda-Marinha em
1832,subiu sucessivamente até o posto de Almirante efetivo em
1869.Distinguiu-se nas rebeliões de 1824 em Pernambuco,no Maranhão e no Ceará.,na
expedição da Patagônia,de 1827,na revolução do Maranhão em 1831,e na
subseqüente do Rio Grande do Sul,na Baia de 1837 ,na de Pernambuco de 1849 e
finalmente cobriu-se de louros na Campanha do Paraguai,onde serviu como Chefe de
Esquadra.Foi uma das maiores glórias da Marinha Brasileira.Ocupou a pasta da
Marinha do Gabinete Caxias de 1861 sendo o primeiro Ministro da Agricultura,Comércio
e Obras Públicas,cuja secretaria ele organizou.Era Grande do Império do
Conselho de S.M. o Imperador,Conselheiro de Guerra,Grã-Cruz da I.Ordem de
S.Bento de Aviz e da Rosa.Comendador da I.Ordem de Cristo,Grande Oficial da Legião
de Honra e Cavaleiro da Ordem de N.S.da Conceição de Vila Viçosa,de Portugal
e era condecorado com diversas medalhas de campanha.Recebeu o título de barão
“pelos relevantes serviços que tem prestado na presente guerra e
especialmente pela passagem de Curupaiti” e era chamado o herói de Curupaiti.
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INHOAN
O barão de INHOAN foi
José Antonio Soares Ribeiro que nasceu a 21 de Maio de 1794 e faleceu em 15 de
Janeiro de 1874.Casou em primeiras núpcias com Maria Carolina Torres,filha dos
barões de Itambi e em segundas núpcias com Amélia Vasconcellos Drummond,filha
de antigo diplomata conselheiro Antonio de Menezes Vasconcellos de
Drummond.Fazendeiro em MARICA,Rio de Janeiro.Era Cavaleiro da Ordem da Rosa.
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INHOMERIM
O barão de INHOMERIM
foi o Dr.Vicente Navarro de Andrade que nasceu na Vila de Guimarães em Portugal
a 26 de Fevereiro de 1776 e faleceu em Paris em 27 de Abril de 1850.Era filho do
Dr.Sebastião Navarro de Andrade,medico em Guimarães e de sua mulher Ana Luiza
de Campos Pereira,que era filha de João de Campos Pereira e de Luiza
Pereira.Era irmão do 1º barão de Sande em Portugal,João de Campos Navarro de
Andrade,casado com uma filha da condessa de Itapagipe e também de Rodrigo
Navarro de Andrade,barão de Vila Seca em Portugal.Casou com Maria Joaquina
Viana,filha de João Fernandes Vianna.Era doutor em medicina pela Universidade
de Coimbra,era físico-Mor da Armada.Brasileiro, ex-vi da Constituição,professor
jubilado da antiga Escola de Medicina do RJ.Amigo intimo e Conselheiro privado
de S.M.D.Pedro I e seu medico.Do Conselho de S.Magestade,era Fidalgo
Cavaleiro,Dignitário da I.Ordem da Rosa,Oficial da I.Ordem do Cruzeiro e
Comendador da I,Ordem de Cristo.
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INHOMERIM
O visconde com grandeza
de INHOMERIM foi Dr. Francisco de Salles Torres Homem.Nasceu no Rio de Janeiro
em 29 de Janeiro de 1812 e faleceu em Paris em 3 de Junho de 1876.Casou com
Izabel Alves Torres Homem.Doutor em medicina pela Faculdade do RJ e em direito
pela Universidade de Paris,foi Secretário de Legação e depois Encarregado de
Negócios em Paris.Foi deputado à Assembléia Geral,pela Província de MG na 6ª
legislatura de 1845,pelo RJ,na 7ª legislatura de 1848,e ainda na 10ª de
1857.Ministro da Fazenda no 14º Gabinete de 1858 e no 24º Gabinete de 1870.Foi
diretor das Rendas Públicas e Presidente do Banco do Brasil,do Conselho de S.M.o
Imperador,Senador pelo Rio Grande do Norte em 1870,Conselheiro de Estado em
1866.Era Grande do Império,Comendador da I.Ordem de Cristo,membro do IHGB,do
Instituto Histórico da França,etc.
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IPACARAI
O barão de IPACARAI foi
Demetrio José Xavier que casou com Zeferina Correia Xavier.Era Coronel da
Guarda Nacional.
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IPANEMA
O 1º barão,visconde e
conde de IPANEMA José Antonio
Moreira que nasceu na Província de SP em 23 de Outubro de 1797 e faleceu no RJ
em 28 de Junho de 1879.Era comendador da Imperial Ordem de Cristo e Dignitário
da Imperial Ordem da Rosa.
Adenda
José Antonio Moreira, agraciado com o título ( Dec 24.03.1847) de Barão de Ipanema, agraciado com o título ( Dec 25.09.1849) de Barão com honras de grandeza de Ipanema, agraciado com o titulo ( Dec 02.12.1854) de Visconde com honras de grandeza de Ipanema, agraciado com o título ( Dec 20.02.1868) de Conde de Ipanema,Título de origem toponímica, que parece ter sido tomado da localidade onde se ergueu a Fábrica de Ferro de Ipanema, em Sorocaba, por onde corre um rio do mesmo nome.A primeira fábrica onde correu ferro fundido ficava junto a esse rio Ipanema, cercanias de Sorocaba-SP. O Conde montou a sua indústria em Minas Gerais e seus descendentes passaram ao Rio de Janeiro-RJ. Seu filho, o Barão de Ipanema, fundador do atual bairro de Ipanema no Rio de Janeiro, perpetuou este antigo topônimo paulista e título nobiliárquico em seus descendentes, na forma de nome de família.O Conde nasceu a 23.101.1796 em São Paulo e faleceu a 28.06.1879 no Rio de Janeiro. Casou-se a 27.01.1823, no Rio de Janeiro-RJ, com Laurinda Rosa Ferreira dos Santos, filha do Comendador José Ferreira dos Santos, ( proprietário no Rio de Janeiro) e de Mariana Rosa - casados cerca de 1804, nascida a 07.11.1808, no Rio-RJ e falecida a 17.11.1881 em Bruxelas, Bélgica.
Colaboradora
Regina
Cascão - Fonte: Dicionário
das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Ipanema, Conde de; famílias Moreira e Ferreira dos Santos
Brasão de Armas: Em
campo de prata,uma banda de azul carregada de cinco estrelas de ouro de cinco
raios, entre um caduceu de goles à destra e de uma cruz florida, de goles,à
sinistra. DIVISA: Deus et charitas.
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IPANEMA
O 2º barão com
grandeza de IPANEMA foi José Antonio Moreira Filho,filho dos condes de
IPANEMA.Era Comendador da Real Ordem de Cristo e de Vila Viçosa de Portugal.
Adendas
José Antonio Moreira Filho, agraciado com o título ( Dec 13.05.1885) de Barão de Ipanema, agraciado com o título ( Dec 05.07.1888) de Barão com honras de grandeza de Ipanema.Filho do Conde de Ipanema.O Barão esteve à frente de um grande empreendimento, na chamada zona sul do Rio de Janeiro, onde fundou em 1894 uma Vila, com denominação de Villa Ipanema - origem do atual bairro de Ipanema.Nascido a 27.08.1830 no Rio de Janeiro-RJ e ali também falecido a 27.02.1899. Empresário.Deixou numerosa descendência, por onde corre o sobrenome Ipanema M oreira, do seu casamento, a 27.09.1856, no Rio-RJ, com Luiza Rudge, filha de George Rudge e de Sofia Emília Maxwell, nascida no Rio-RJ a 20.11.1838 e ali também falecida a 29.06.1891, Baronesa de Ipanema.
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Ipanema, Barão de; Famílias Moreira e Rudge.
Brasão de Armas: Em
campo de prata,uma banda de azul carregada de cinco estrelas de ouro de cinco
raios, entre um caduceu de goles à destra e de uma cruz florida,de goles,à
sinistra. DIVISA: Deus et charitas.
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IPIABAS
Visconde e viscondessa de Ipiabas
O 1º barão e 1º
visconde com grandeza de IPIABAS foi Peregrino José de Américo
Pinheiro.Nasceu
no Pati do Alferes na província do RJ em 26 de Julho de 1811 e faleceu em 8 de
Junho de 1883.Era filho de João Pinheiro de Souza e de sua mulher Izabel Maria
da Visitação.Casou com Ana Joaquina de S.José Werneck,filha do Sargento-Mór
Francisco das Chagas Werneck.Era coronel reformado da Guarda Nacional de Valença
e fazendeiro nesse município.Era Moço Fidalgo com Exercício na Casa
Imperial,Comendador da Imperial Ordem da Rosa e da de Cristo.
Adenda
Peregrino José de Américo Pinheiro - agraciado com o título ( Dec 30.11.1866 ), elevado ao título ( Dec 17.06.1882 ). Título de origem toponímica, tomado da povoação do mesmo nome, no estado do Rio de Janeiro. Integrante dos Pinheiro de Souza, família de origem portuguesa, de abastados proprietários de fazendas de café, estabelecida no Rio de Janeiro, membros da chamada "aristocracia rural fluminense". Teve princípio em João Pinheiro de Souza, nascido cerca de 1722 na Freg. de Unhão, Braga, Portugal e falecido em 1782, em Tinguá-RJ, que deixou numerosa descendência de seu casamento, em 1743, com Paula Pereira Monteiro, batizada em 25.06.1725, em Iguassu-RJ, filha de Manuel Vieira Ribeiro e de Luiza Monteiro. Bisneto do casal patriarca, o titular faleceu em sua Fazenda Oriente, próxima à Estação Comércio, da Estrada de Ferro Pedro II. Casou-se com Ana Joaquina de São José Werneck, Viscondessa de Ipiabas, que faleceu em 1611.1892, na mesma fazenda e foi sepultada no Cemitério de Valença. Deixou uma prole de quinze filhos, entre os quais Francisco, feito segundo Barão de Ipiabas. As filhas Maria, Francisca, Carolina e Ana, foram, respectivamente, baronesas de Aliança, Almeida Ramos, Palmeira e Potengi.
Colaboradores
- José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.
- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes : Ipiabas, Visconde; e família Pinheiro de Souza.
Brasão de Armas:Em campo azul um pinheiro de ouro,com raízes de prata entre dez besantes de ouro em duas palas,e uma orla de prata.(Brasão passado em 14 de Setembro de 1867.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.91).
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IPIABAS
Foto: AGB IV, 1942, pág.58
O 2º barão de IPIABAS
foi Francisco Pinheiro de Souza Werneck que nasceu na província do RJ em 26 de
Outubro de 1837.Era filho dos 1ºs.barões e viscondes com grandeza de IPIABAS.
Francisco Pinheiro de Souza Werneck, agraciado com o título ( Dec 22.07.1882) de Barão de Ipiabas.Título de origem toponímica, tomado da povoação do mesmo nome, no Estado do Rio de Janeiro.Filho do Visconde de Ipiabas, Peregrino José de Américo Pinheiro e de Ana Joaquina de São José Werneck, viscondessa de Ipiabas.Nasceu a 26.10.1837 no Rio de Janeiro e faleceu em 15.04.1926.Chefe político na cidade de Valença.
Colaboradora
Regina Cascão- Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Ipiabas, 2º Barão; famílias Werneck e Pinheiro de Souza.
Brasão de Armas: As de seu pai,acima tendo por diferença apenas uma brica de ouro com um “F” azul.
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IPOJUCA
O barão de IPOJUCA foi João do Rego Barros,natural de PE,que faleceu em Lisboa em 13 de Novembro d 1860.Era filho do Coronel Francisco do Rego Barros,Fidalgo Cavaleiro e de Maria Ana Francisca de Paula Cavalcanti de Albuquerque.Era irmão do Conde de BOA VISTA,Francisco do Rego Barros.Casou com Ignacia Militana Cavalcanti Rego de Lacerda.Tomou parte na Revolução Praiera em PE do lado da legalidade.
Brasão de Armas: Escudo partido de sinople e de goles:no primeiro,as armas dos Regos, - uma banda de prata ondeada de azul e sobre ela três vieiras de ouro:no segundo,as armas dos Barros que são,em campo vermelho,três bandas de prata e no campo nove estrelas de ouro,1,3,3 e 2;campanha de ouro com uma cana de açúcar e um ramo de cafeeiro ao natural,postos em santor,este em barra e aquela em banda.(Brasão passado em 30 de Agosto de 1870.Reg.no Cartório da Nobreza,Liv.VI,fls.110)
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