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                                                                                                                                                                                                                                                            BAEPENDI  

       

        marquês de Baependi

        Fonte da figura: www.senado.gov.br

O primeiro visconde com grandeza e primeiro conde e marquês de BAEPENDI, foi Manuel Jacinto Nogueira da Gama,que nasceu em S. J. del Rei em MG a 08 de Setembro de 1765 e faleceu no RJ em 15 de Fevereiro de 1847.Que era filho de Nicolau Antonio Nogueira e de sua mulher *Anna Joaquina de Almeida e Gama.Casou-se em 7 de Agosto de 1809 com Francisca Mônica Carneiro da Costa e Gama, Dama Honorária de SM.a Imperatriz e que faleceu em S. Mônica a 11 de Maio de 1869,tendo nascido em 4 de Maio de 1795;filha de Braz Carneiro Leão e de Ana Francisca Maciel da Costa,baronesa de S.Salvador de Campos de Goitacases. Doutor em Matemáticas e Filosofia pela Universidade de Coimbra,lente da Real Academia de Marinha de Lisboa (1791-1801).Inspetor das nitreiras e fábricas de pólvora em Minas. Marechal de Campo,Conselheiro de Estado em 1823.
Foi deputado a Constituinte pelo RJ em 1823 e um dos signatários da Constituição; presidente do Senado e Senador por MG em 1826; Ministro da Fazenda no Gabinete de 1823,no quinto de 1826 e no décimo de 1831,que foi o ultimo do primeiro Reinado.Era grande do Império,do Conselho de SM,Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial,sócio do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro,dignitário da I. Ordem de Cruzeiro,Grã-Cruz da I. Ordem da Rosa,em 1841,Comendador da I. Ordem de S.Bento de Aviz, etc.

* Anna Josepha de Almeida e Gama (conforme Silva Leme 6, 362, 6-1)

Não teve o título de conde, foi elevado a marquês diretamente, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adenda

Manuel Jacinto Nogueira da Gama - agraciado com o título ( Dec  12.10.1826) de Marquês de Baependi. Título de origem toponímica, tomado à cidade do mesmo nome, em Minas Gerais. Foi Ministro da Fazenda( 17.07 a 10.11 de 1823 -  21.01.1826 a 15.01.1827 - 05 a 7.04.1831), e Presidente do Senado (1838), segundo o Barão do Rio Branco (Efemérides Brasileiras, MRE, 1946) . Foi pai do conde de Baependi( abaixo citado), de Manuel Jacinto Carneiro da Costa e Gama  - barão de Juparanã ( 21-05-1874 ) e de Francisco Nicolau Carneiro da Costa e Gama - barão de Santa Mônica com honras de grandeza ( 01-04-1882 ).Este último casou-se com Luiza do Loreto Viana de Lima e Silva, filha do Duque de Caxias.

Colaboradores:

 

Aristóteles Rodrigues- Fonte: Efemérides Brasileiras

Regina Cascão - dados- Fonte: Presidentes do Senado no Império - de Carlos Eduardo Barata, Edição do Senado Federal, 1997

     

BRASÃO DE ARMAS: Escudo partido em pala; na primeira, as armas dos Nogueiras, - em campo de ouro uma banda xadrezada de prata e sinople de cinco peças em faxa, com a ordem do meio coberta toda de uma cotica de góles - ; na segunda as armas dos Gamas, dos que descendem de D.Vasco da Gama, que são; o escudo xadrezado de ouro e vermelho, de três peças em faxa e cinco em pala, oito de ouro e sete de vermelho, estas carregadas de duas faxas de prata; e no meio das armas um escudete com as quinas de Portugal. TIMBRE: meio naire vestido ao modo da Índia com uma trunfa e um bolante que lhe cai pelas costas; braços nus e na mão direita um escudo de armas dos Gamas e na esquerda um ramo de canela verde com rosas de ouro.

CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: 1º Visconde com grandeza por decreto de 12 de Outubro de 1824, 1º Conde por decreto de 2 de Dezembro de 1825.Marquês por decreto de 12 de Outubro de 1826 

Armas do titular- Adenda / Correção

1º Partido – O sombreado ou traços indicativos do relevo da banda dão, no desenho, aspecto diferente daquilo que está descrito. Segundo a reprodução do brasão, temos "uma banda de goles, perfilado de duas tiras xadrezadas de prata e sinople" Para que o desenho corresponda à descrição, isto é, "uma banda xadrezada de prata e sinople, de cinco tiras, carregada de um filete de goles", devemos eliminar o traço mais vivo que destaca, do filete de goles, as duas tiras xadrezadas inferiores. Esse traço mais vivo deve estar no bordo superior do filete, para indicar que este é brocante, isto é, o seu relevo deve ser indicado como na própria banda

Colaborador: Paulo Rezutti

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 BAEPENDI  

  marquês de Baependi

  Fonte da figura: www.senado.gov.br

O segundo visconde com grandeza e segundo conde de BAEPENDI foi Braz Carneiro Nogueira da Costa e Gama,que nasceu no RJ em 22 de Maio de * 1812 e faleceu em 12 de Maio de 1887.Era filho dos Marqueses de Baependi,Manuel Jacinto Nogueira da Gama e de Francisca Mônica Carneiro da Costa e Gama.(*1) Casou-se ele em 22 de Outubro de 1824 com sua prima Rosa Mônica Nogueira Valle da Gama.Dama honorária de SM a Imperatriz,que nasceu a 23 de Outubro de 1820 em MG e era filha do coronel Jose Ignacio Nogueira da Gama,irmão do marques de Baependi e de sua mulher (*2) Francisca Maria Vale de Abreu e Mello,baronesa de S.Mateus.Foi presidente da Província de Pernambuco em 1868,deputado a Assembléia Provincial e Geral,pelo RJ nas 8 a 10 legislaturas de 1850 a 1864 e na 14 de 1869 a 1872.Nomeado Senador pela mesma Província em 1872,presidiu o Senado em 1885 e a Câmara dos Deputados varias vezes.Era Gentil-Homem  da Câmara Imperial,Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial,Grande do Império,Comendador da I Ordem de Cristo,Grande Dignitário da I.Ordem da Rosa.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo partido em pala; na primeira, as armas dos Nogueiras, - em campo de ouro uma banda xadrezada de prata e sinople de cinco peças em faxa, com a ordem do meio coberta toda de uma cotica de góles - ; na segunda as armas dos Gamas, dos que descendem de D.Vasco da Gama, que são; o escudo xadrezado de ouro e vermelho, de três peças em faxa e cinco em pala, oito de ouro e sete de vermelho, estas carregadas de duas faxas de prata; e no meio das armas um escudete com as quinas de Portugal. TIMBRE: meio naire vestido ao modo da Índia com uma trunfa e um bolante que lhe cai pelas costas; braços nus e na mão direita um escudo de armas dos Gamas e na esquerda um ramo de canela verde com rosas de ouro.

CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: 2º Visconde com grandeza por decreto de 12 de Outubro de 1828, 2º Conde por decreto de 2 de Dezembro de 1858.

Adenda o Brasão

BAEPENDI (2º Conde de) – Brás Carneiro Nogueira da Costa e Gama.

Tratando-se das mesmas armas, reportamo-nos ao que ficou dito com referência às de seu pai, o Marquês de Baependi

Comentários

  (*1) O casamento do segundo visconde de Baependi,(citado acima) Braz Carneiro Nogueira da Costa e Gama (segundo a fonte) ocorreu em 22 de Outubro de 1824.Ora se ele nasceu em 1812,não poderia estar casado em 1824 com 12 anos apenas.Como a primeira filha do casal, Francisca Jacinta Nogueira da Gama,nasceu em 1835,acreditamos que esse casamento tenha ocorrido em 1834.Cronologicamente essa data seria a mais coerente e lógico.

(*2)Silva Leme diz ser Francisca Maria Valle de Abreu e LIMA.

Adenda e correções

José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador, coordenador e criador da lista de genealogia

Gen-Minas@yahoogrupos.com.br

*A presente correção vem confirmar a dúvida aposta no comentário acima

Título de Visconde concedido em 12 de outubro de l828, e de Conde concedido em 2 de dezembro de l858, Filho dos Marqueses de Baependi, irmão dos barões de Santa Mônica e de Juparanã. Casou em 22 de outubro de l834, com sua prima Rosa Mônica Nogueira Vale da Gama, falecida em 7 de outubro de l904, no Rio de Janeiro, onde foi sepultada no cemitério do Catumbi, onde também jaz o conde. 

 

BAGÉ

O primeiro barão com grandeza de BAGÉ foi Paulo José da Silva Gama, que faleceu em 1869.Foi o 48º Governador da Capitania do Maranhão.

Adenda e correções

Paulo José da Silva Gama - agraciado com o título ( Dec 26.03.1821 ) de Barão de Bagé, elevado ao título   ( Dec  22.01.1823 ) de Barão de Bagé, com honras de grandeza . Era filho do Tenente-Coronel Manoel da Silva Álvares e de D.Teodora Joaquina da Gama, e neto paterno de Antonio Luis Álvares e de D.Maria Luisa da Silva e neto materno de Sebastião Antonio da Gama e de D.Luisa da Silva, todos naturais de Portugal. Faleceu no Rio de Janeiro, no dia 22 de Março de 1826. Casou no Rio de Janeiro, em março de 1779, na Freguesia de Nossa Senhora da Candelária, com D.Maria Joaquina Perpétua. Foi o 48º Governador do Maranhão. Foi também Governador da Província de São Pedro do Rio Grande do Sul e tomou posse do Governo em 30 de Janeiro de 1803. Era Cavaleiro Fidalgo da Casa de S.M. Fidelíssima, Almirante da Real Armada, Cavaleiro Professo da Real Ordem de Nosso Senhor Jesus Cristo. Em 15 de Janeiro de 1802 foram-lhe concedidas as seguintes armas: escudo partido em pala - na primeira, as armas dos Silvas; e na segunda, as armas dos Gamas (Reg, no Cart. da Nob. - Lº VI, Fls. 186).

Armas do titular - comentário

Os Barões de Vasconcelos não mencionam, no "Arquivo Nobiliárquico", as armas deste titular, que teve brasão passado a 15 de janeiro de 1802, e registrado no Cartório da Nobreza, livro VI, fl. 186, de Portugal, segundo se encontra no "Arquivo Heráldico-Genealógico" de Sanches de Baena, que assim o descreve: "Um escudo partido em pala; na primeira as armas dos Silvas, e na segunda as do Gama".Baseado em tal informação, aqui reproduzimos as armas do 1º Barão de Bagé, que podem ser assim descritas: "Partido. O 1º de prata, com um leão de púrpura, armado de azul; o 2º xadrezado de ouro e de goles, de três peças em faxa e cinco em pala, as de goles carregadas de dois filetes de prata postos em faxa".Mario Teixeira de Carvalho também incluí estas armas, ao se referir aos Barões de Bagé, em seu "Nobiliário Sul-Riograndense".

Colaborador: Sergio Buratto - http---governantes.genealogias.org 

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BAGÉ

O segundo barão com grandeza de BAGÉ foi Paulo José da Silva Gama Filho,que faleceu em Lisboa em 20 de Agosto de 1869 e a  Baronesa na mesma cidade em Novembro de 1870.

Paulo José da Silva Gama (nome id.do pai), conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adenda

Paulo José da Silva Gama (filho), agraciado com o título ( Dec 12.10.1825) de Barão de Bagé;
elevado a honras de grandeza em 12.10.1826. Título de origem toponímica, tomado à cidade do mesmo nome no Rio Grande do Sul. Filho do Almirante Paulo José da Silva Gama, 1º Barão de Bagé, nascido em 29.,03.1748 em Lisboa e falecido em 22.03.1826 no Rio de Janeiro-RJ, e de Maria Joaquina Perpétua. Assentou praça de voluntário na companhia de seu pai [1796]. 2.º Tenente [05.11.1796]. 1.º Tenente [23.05.1798]. Capitão-Tenente [24.12.1801]. Veio para o Brasil na comitiva do príncipe Regente D. João [1807-1808]. Sendo Capitão de Fragata, passou para o exército [Dec. 13.05.1811] com o posto de Coronel de Cavalaria. Ajudante de Ordens de seu pai, governador do Maranhão. Brigadeiro graduado [06.02.1818]. Jurou a Independência do Brasil e a Constituição do Império. Presidente da Província do Pará [07.04.1827 - posse a 14.04.1828]. Solicitou reforma do serviço militar, que lhe foi concedida no posto de Marechal de Campo [resolução de 23.07.1833]. Teve o Hábito de Cavaleiro da Ordem de Cristo [26.11.1798]. Conselheiro do Império [Carta de 24.10.1826]. Comendador e Cavaleiro da Ordem de São Bento de Aviz e da Ordem da Torre e Espada.Casou-se a 10.02.1813, em Lisboa, com Luiza Maria do Espírito Santo Silva, falecida a 16.11.1876, baronesa de Bagé, filha do brigadeiro José Gonçalves da Silva. 

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbete: Silva Gama 

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 BAMBUÍ

O barão de BAMBUÍ foi Francisco das Chagas Andrade,que nasceu em MG e faleceu no RJ em 25 de Novembro de 1877 com 72 anos de idade.Casou com Maria Constança das Chagas.

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BANANAL

O barão do BANANAL foi Luiz da Rocha Miranda Sobrinho, que nasceu em Rezende a 7 de Agosto de 1836.Faleceu no RJ em 28 de Outubro de 19815. Era filho do Comendador Antonio da Rocha Miranda e de Ana Silveira Pompeu de Miranda.Casou em primeiras núpcias com Amelia Nogueira da Rocha Miranda,falecida em 11 de Janeiro de 1875 e sem segundas núpcias com Adriana Nogueira Torres da Rocha Miranda.Era Tenente da Guarda nacional e militou na política do Império.

Adenda

Luiz da Rocha Miranda Sobrinho - agraciado com o título ( Dec 29.05.1867 - D.Pedro II ) de Barão do Bananal. Título de origem toponímica, tomado ao município do mesmo nome, em São Paulo, onde o titular era criador de gado e plantador de café. Filho do Comendador Antonio da Rocha Miranda ** e de Ana Silveira Pompeu de Castro***  Nasceu em Resende, estado do Rio de Janeiro, em * agosto de 1836 - foi o primeiro resendense a ser agraciado com um título nobiliárquico, e faleceu no Rio de Janeiro-RJ a 28.10.1915. Abastado fazendeiro e grande capitalista na província do Rio de Janeiro. Progressista, concorreu para o desenvolvimento dos municípios de Resende e Bananal. Radicando-se no município de Bananal, cultivou café e criou gado em suas fazendas do Taquaral, Limoeiro, Palmeiras, Serra e Novo Destino. Em Bananal, foi vereador, tenente-coronel da Guarda Nacional e comandante de um corpo de cavalaria na Guerra do Paraguai. Libertou escravos e dedicou-se às artes. Capitalista, investiu em obras públicas na cidade do Bananal e no município de Resende. Era sócio correspondente do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo.Casou-se pela primeira vez em 1859, com Amélia Brasília Nogueira, 1ª Baronesa do Bananal, nascida em Bananal em  **** outubro de 1842, filha do Comendador Antonio José Nogueira e de Adriana Florinda Ramos da Silva. Filhos:
1. Dr. Rodolfo Nogueira da Rocha Miranda, deputado constituinte em 1891, senador e Ministro da Agricultura na presidência de Nilo Peçanha. Casou-se com Aretusa Pompéia;
2. Dr. Luiz Nogueira da Rocha Miranda, casado com Albertina Fonseca Guimarães;
3. Eunice da Rocha Miranda, casada com Licínio Chaves Barcelos;
4. Dr. Augusto Nogueira da Rocha Miranda, casado com Valentina da Fonseca Guimarães;
5. Dulcina da Rocha Miranda, casada com o Dr. Antonio de Carvalho;
6. Maria da Rocha Miranda, casada com o Dr. Alexandre de Moura

7. Amélia da Rocha Miranda, casada com o Dr. Arthur Cortines Laxe;
8. Aarão da Rocha Miranda, solteiro;
9. Teresa da Rocha Miranda, casada com seu primo Francisco Xavier Nogueira Torres.

O Barão do Bananal casou-se pela segunda vez, no dia 27 de dezembro de 1876, na fazenda Lagoa, com Adriana Nogueira Torres , 2ª Baronesa do Bananal - sobrinha de sua primeira esposa, nascida em Bananal, no dia 29 de julho de 1857 e falecida a 28 de abril de 1891, em São Paulo. filha do Dr. Manuel Pinto da Silva Torres Júnior e de Adriana Josefina Brasília Nogueira. Filhos:
10. Dr. Jaguanháro Torres da Rocha Miranda, casado com Olga de Modesto Leal, filha dos Condes de Modesto Leal;
11. Julita Torres da Rocha Miranda, casada com o Dr. José Pompeu de Souza Brasil;
12. Dr. Lício Torres da Rocha Miranda, casado com Eponina Leite Ribeiro;
13. Dr. Alcides Torres da Rocha Miranda, casado com sua cunhada Valentina da Fonseca Guimarães, viúva do Dr. Augusto Nogueira da Rocha Miranda;
14. Dr. Aquila Torres da Rocha Miranda, casado com Maria Luiza Gonçalves Tavares Guerra.
O Barão do Bananal e faleceu no Rio de Janeiro, no dia 28 de outubro de 1915.

* Dia de nascimento: o pesquisador José Luís Pasin o dá como nascido a 27 de agosto. O pesquisador Pedro Auler informa 07 de agosto.

** Nome do pai: Pasin - Antonio da Rocha Miranda // Auler - Antonio da Rocha Miranda e Silva

*** Nome da mãe: Pasin - Ana Silveira Pompeu de Castro // Auler - Ana Silvéria Pompeu de Castro

**** Nascimento da primeira esposa: Pasin - 30 de outubro // Auler - 02 de outubro

Colaboradores:

- José Eduardo de Oliveira Bruno - fonte: José Luís Pasin, pesquisador

- Pedro Auler - fonte: "Acréscimos e Retificações ao 'Arquivo Nobiliárquico'", Coronel Laurênio Lago, in "Anuário do Museu Imperial", vol. XV, Petrópolis, 1954.

Mais informações podem ser obtidas em:

. MIRANDA, Victorino Coutinho Chermont de. Iconografia e bibliografia dos titulares do Império - Títulos de letra A. Rio de Janeiro, 1996.

. MIRANDA, Victorino Coutinho Chermont de. Iconografia e bibliografia dos titulares do Império - Títulos de letra B e adendo relativo aos títulos de letra A. Rio de Janeiro, 1999.

. http://www.google.com.br/search?q=cache:oi6CmAUQlr8J

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BARBACENA

Fonte: AGB VI, 1944, pág.15

O 1º visconde com grandeza e marques de BARBACENA foi Felisberto Caldeira Brant Oliveira e Horta,que nasceu no arraial de S.Sebastião em Mariana,MG e faleceu em 19 de Setembro de 1772.Era filho do coronel Gregório Caldeira Brant e de Ana Francisca de Oliveira e Horta sua prima,ambos naturais da Província de MG;ela filha do Coronel José Caetano Rodrigues Horta e de Inácia Maria Pires de Arruda.Casou em 1801 na província da Baia com Ana Constança Guilhermina de Castro Cardoso,natural dessa Província e filha do Coronel Antonio Cardoso dos Santos e Ana Joaquina de S.Miguel e Castro.Sentou praça de cadete e seguindo para Lisboa, frequentou o Colégio dos Nobres e matriculou-se na Academia de Marinha,donde saiu após ter concluído o curso.Tendo direito ao posto de Capitão de Mar e Guerra aos 19 anos de idade e não lhe tendo sido conferido esse posto,devido à sua pouca idade,foi transferido para o Estado Maior do Exército como major e Ajudante de Ordens do Governador de Anglo.Veio para o Brasil em 1808 com D.João VI como Tenente-Coronel e foi Inspetor Geral das tropas da Baia e brigadeiro em 1811.Foi comandante em chefe das operações no Sul em 1816 e marechal de Campo.Deputado à Constituinte em 1823,pela província da Baia,foi Ministro do Império no 3º Gabinete de 1823,da Fazenda no 4º de 1825 e organizador do 8º Gabinete de 1829,ocupando a pasta da Fazenda.Senador pela província de Alagoas em 1826,foi emissário que tratou o reconhecimento da independência do Brasil em Londres e nessa ocasião igualmente em sua companhia como tutor a jovem Rainha D.Maria II e também para ajustar o casamento da Princesa D. Amélia de Leuchtenberg com S.M. o Imperador D.Pedro I com a qual chegou ao RJ em 1829.A ele se deve a introdução da vacina jeneriana no Brasil em 1798.Era Grande do Império,Gentil-Homem da imperial Câmara,Veador de S.M.a Imperatriz,Alcaide-Mór da vila de Jaguaripe, Cavaleiro da Real Ordem da Torre e Espada,Grã-Cruz da imperial Ordem da ROsa e do Cruzeiro,Comendador da I.Ordem de Cristo e Grã-Cruz da Coroa de Ferro.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no 1º e 4º as armas dos Caldeiras, - em campo azul uma banda de prata,entre duas flores de liz de ouro - ; no segundo,as dos Oliveiras, - em campo vermelho uma oliveira verdes com frutos de ouro e raízes de prata - ;no terceiro as dos Hortas, - em campo de ouro,um braço nu,posto em faxa no cabo do escudo com uma chave grande na mão,posta em pala,de sua cor e o contra chefe ondeado de água.( Brasão passado em 12 de Fevereiro de 1801.Reg.no Cartório da Nobreza, Liv.VI,fls.164v).

Adenda ao brasão

BARBACENA (Marquês de) – Felisberto Caldeira Brant Pontes Oliveira e Horta

A descrição das armas deste titular acha-se retificada à página 553 do "Arquivo", feita, aliás, de acordo com o Registro no Cartório da Nobreza. Quanto às armas dos Horta, do 3º do esquartelado, cabe-nos algumas observações. Descreve-se "um braço nú, posto fixo em faxa, no cabo do escudo". Analisando-se a expressão "posto fixo", é de subentender-se que a figura não é posta "solta", isto é, que deve tocar um dos bordos do escudo. Foi justamente o contrário que se fez, desenhando-se o braço solto ou nascente, sem qualquer apoio. Há ainda a indicação de que o braço nú é posto fixo "no cabo do escudo". Que se pretenderia dizer com o termo "cabo"? Essa maneira de brasonar as armas dos Horta, vamos encontrar também em Vilas-Boas e Sampaio. Pela dedução natural, presumimos que a expressão "cabo do escudo" se refira talvez ao "flanco do escudo", porquanto, nas armas em apreço, o que há de verdade é um braço de carnação "movente do flanco senestro do escudo".Diz ainda a descrição que o contra-chefe é "ondeado de água". No desenho, o contra-chefe está indicado como sendo de azul, mas a representação heráldica da água deve ser feita por um "faxado-ondado de prata e azul", de quatro, seis ou oito peças (sempre em número par), pois sendo de dez ou mais, se tornará um burelado" e não "faxado". Outra maneira também muito usada de se representar a água, consiste em pintar-se a peça de uma cor (azul) e indicar-se o aguado ao natural por um metal (prata) como ondas, ou invertendo-se esses esmaltes, de acordo com a natureza do campo, isto é, se o campo for de metal, a peça será de azul, aguada de prata. Segundo vemos em Santos Ferreira, as armas dos Horta trazem um "contra-chefe faxado-ondado de seis peças de azul e de prata".Diz ainda a descrição que a chave é "de sua cor", o que nos traz dúvida, porquanto uma chave, sendo de um metal (ferro, aço, bronze, prata e até ouro), não pode ter cor peculiar ou característica. Diante disso, poderíamos representá-la de prata ou ouro, o que se deveria repelir, pelo fato de o campo ser de ouro. Segundo Santos Ferreira, entretanto, a chave das armas em questão é azul.Em face do exposto, as armas dos Horta, devem ser assim descritas e desenhadas: "De ouro, com um braço de carnação movente de flanco senestro, empunhado uma chave de azul, posta em pala com o palhetão para baixo; e um contra-chefe faxado-ondado de seis peças, de azul e prata".Possui o Dr. Ricardo Gumbleton Daunt na sua já citada coleção de louça armoriada, um prato atribuído ao Conde de Iguassú, filho do Marques de Barbacena, segundo identificou o Museu Histórico Nacional. Entretanto, o ofertante da peça à coleção do Dr. Daunt, descendente do Marquês, afirma que ela provem desse seu antepassado, pois é tradição na família que a louça fora presenteada por Metternich, célebre homem de Estado do Império da Áustria, no Marquesado de Barbacena.No referido prato, acha-se pintado um brasão esquartelado, apresentando, em confronto com o que é descrito e desenhado no "Arquivo", uma curiosa discrepância no 1º quartel, pois as armas dos Caldeiras foram substituídas pelas seguintes: Em campo de sable, uma banda de prata, carregada de três leões passantes de goles.Após várias investigações, conseguimos identificar as armas desse quartel, na preciosa biblioteca do Dr. Menezes Drumond, onde existe a raríssima obra de J.B. Rietstap "Armoiries des Families". No primeiro volume das pranchas desse grande armorial universal, na prancha CCCVI, referente à família Brant ou Brant de Dorines (Brabante), está reproduzindo um brasão, que podemos assim descrever:"Em campo de sable, um leão rampante de ouro e uma banda de prata carregada de três leões passantes de goles, atravessante sobre tudo".Diante disso, conclui-se que no 1º quartel, introduziu-se as armas dos Brant, diferenciando-as com a eliminação do leão de ouro.Quanto ao 3º quartel do brasão reproduzido na louça, traz ele as armas corretas dos Horta, conforme já expusemos linhas atrás, isto é, o braço de carnação é movente do flanco senestro e a campanha é de prata, aguada de azul

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  BARBACENA

O segundo Visconde com grandeza de BARBACENA foi Felisberto Caldeira Brant Pontes que nasceu na Baia em 20 de Julho de 1802 e faleceu no RJ em 28 de Maio de 1906?Era filho dos Marqueses de Barbacena e Casou-se com Augusta Isabel Kirckhoefer,natural de Hamburgo.Abraçou a carreira das Armas e acompanhou seu pai em diversas missões (1818 a 1821) e que regressando de Londres,a primeira vez ocupou uma cadeira de deputado da Assembléia Baiana.De  1825 a 1827 exerceu cargos diplomáticos em Paris,Londres,Viena D´Áustria e na Holanda em 1846,tendo assistido a coroação de Jorge IV da Inglaterra e só em 1830 de novo voltou ao Brasil;foi presidente do RJ em 1848 e ao deixar o governo da Província voltou suas vistas para o progresso industrial e agrícola do pais,o que foi meta principal da sua atividade em uma longa e gloriosa existência.A ele coube a iniciativa da construção da Estrada de Ferro D.Pedro II ( hoje ,1918,Estrada de Ferro Central do Brasil) o melhor e mais rico próprio nacional,em 1850,a da Estrada de Ferro de Cantagalo em 1856,a da de D.Teresa Cristina em 1862.Cabe-lhe também a primazia da introdução da cana de açúcar.Foi sócio honorário do IHGB admitido em 12 de Agosto de 1841.Era grande do Império,Grande Dignitário da I.Ordem da Rosa,Comendador da I.Ordem de Cristo.  

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no 1º e 4º as armas dos Caldeiras, - em campo azul uma banda de prata,entre duas flores de liz de ouro - ; no segundo,as dos Oliveiras, - em campo vermelho uma oliveira verdes com frutos de ouro e raízes de prata - ;no terceiro as dos Hortas, - em campo de ouro,um braço nu,posto em faxa no cabo do escudo com uma chave grande na mão,posta em pala,de sua cor e o contra chefe ondeado de água.( Brasão passado em 12 de Fevereiro de 1801.Reg.no Cartório da Nobreza, Liv.VI,fls.164v).

Adenda ao brasão

BARBACENA (2º Visconde de) – Felisberto Caldeira Brant Pontes.

Tratando-se das mesmas armas, reportamo-nos ao que ficou dito com referência às de seu pai, o Marques de Barbacena.

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 BARCELLOS

O barão de BARCELLOS foi Domingos Alves Barcellos Cordeiro,que nasceu em São João da Barra,na Província do RJ.
Era bacharel em direito pela faculdade de SP,era fazendeiro no RJ,tendo inaugurado em 1878 a segunda grande usina de açúcar.

Adenda

Domingos Alves Barcelos Cordeiro - agraciado com o título ( Dec 19.07.1879 ) de Barão de Barcelos. Título de origem antroponímica, tomado do sobrenome da família. Membro de antiga e importante família, de origem portuguesa, de abastados proprietários rurais, donos de engenhos, estabelecida no município de Campos, região norte-fluminense ( = norte do estado do Rio de Janeiro). Foram patriarcas Francisco Alves de Barcellos e Margarida Corrêa, casados em 1670. Bisneto dos patriarcas, o titular nasceu a 04.08.1839, em S. João da Barra-RJ, conforme diz o ANB, e faleceu a 07.06.1904. Bacharel em Direito em 1862. Casou-se em 1863 com sua prima, Isabel Alves Manhães, Baronesa de Barcelos, nascida a 02.02.1847 e falecida em * 1924, filha de Feliciano José Manhãe e de Raquel José Alves.

Colaboradores:

- José Roberto de Vasconcellos Nunes- pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.

- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno-
Verbetes: Barcelos, Barão; famílias Alves de Barcelos e Manhães.

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BARRA GRANDE

Este título foi omitido pelo ANB pelo motivo do agraciado  não ter aceito o título mas o decreto existe, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adendas

Francisco de Lima e Silva, agraciado com o título ( Dec 18.07.1841) de Barão da Barra Grande

Obs: nunca usou o título, e dizem que recusou a mercê por ter sido agraciado no mesmo dia em que seu filho o foi, com o título de barão de Caxias, por julgar-se merecedor de maior hierarquia.

Filho de Marechal de Campo José Joaquim de Lima e Silva, nascido 01.03.1746, freguesia de Santa Maria de Lagos, Algarve e falecido a 25.04.1821, Rio, RJ, filho do Sargento-Mor de Inf. João da Silva da Fonseca Lima e de Isabel Maria Josefa Brandão Ivo - que, segundo dizem, era descendente de um irmão do glorioso Santo Ivo, canonizado pelo Papa Clemente VII no ano de 1348, membro de uma das primeiras famílias da Bretanha, em França. O então Capitão José Joaquim de Lima e Silva  passou ao Brasil, em 1783; e de Joana Maria da Fonseca Costa, nascida em 1762, RJ, falecida em 1842, RJ, neta do Sargento-Mor João Francisco da Costa, patriarca da família Fonseca Costa do Rio de Janeiro.O Tenente-general Francisco de Lima e Silva  nasceu 08.06.1785, Rio, RJ e faleceu a  02.12.1853, idem, Regente do Império.

Sobre sua carreira militar, informa Laurênio Lago (Brigadeiros e Generais, 40): «Assentou praça de cadete com a idade de cinco anos no regimento de Bragança, do qual era comandante seu pai. Sendo alferes foi promovido a tenente em 20 de agôsto de 1799, a Sargento-Mor, sendo capitão, a 10 de novembro de 1815, a tenente-coronel graduado em 4 de julho de 1818. Era coronel comandante do 2.º batalhão de caçadores quando foi graduado no posto de brigadeiro por decreto de 9 de agosto de 1824. Nesse mesmo ano seguiu para a provincia de Pernambuco na qualidade de comandante da brigada expedicionária contra a revolução, acumulando os cargos de presidente interino da provincia e da comissão militar criada em 27 de julho dêsse ano. Em decreto de 16 de agôsto de 1827, D. Pedro I resolveu conceder ao brigadeiro Francisco de Lima e Silva a pensão anual de trezentos mil réis. Em vista da representação feita pelo mesmo brigadeiro, foi declarado em decreto de 29, também de agôsto, que a referida mercê se verificasse nas pessoas das suas três filhas D.D. Bernardina Mafalda de Lima e Silva, Carlota Guilhermina de Lima e Silva e Carolina Leopoldina de Lima e Silva. Em decreto de 5 de setembro de 1828 foi nomeado governador das armas da provincia de São Paulo, sendo dispensado a 5 de novembro de 1829. Em 5 de dezembro dêsse ano foi nomeado interinamente governador das armas da Corte e província do Rio de Janeiro, sendo dispensado e nomeado para o comando das armas de São Paulo, que anteriormente exercia, por decreto de 9 de dezembro de 1830. Em 19 de março de 1831 foi nomeado comandante das armas da Corte e província. Em 7 de abril de 1831, foi o brigadeiro Francisco de Lima e Silva que entregou no paço do Senado o ato de abdicação de D. Pedro I. No mesmo dia foi eleito membro da regência provisória juntamente com o marquês de Caravelas e Nicolau Pereira de Campos Vergueiro. A 17 de junho do referido ano de 1831 a Assembléia Geral elegeu a regência permanente que ficou formada pelo brigadeiro Francisco de Lima e Silva e deputados José da Costa Carvalho e João Braulio Moniz. Eleito Senador pela província do Rio de Janeiro foi escolhido a 6 de março de 1837. Era grã-cruz da ordem do Cruzeiro e possuía a medalha militar de ouro.». Casou-se a 07.11.1801, na casa do coronel Manuel Alvares da Fonseca Costa, no Bairro da Glória, Rio, com Mariana Cândida de Oliveira Belo, nascida em 29.04.1783, Paraíba do Sul, RJ e falecida a 10.11.1841, Rio, RJ], baronesa da Barra Grande, filha do coronel Luiz Alves de Freitas Belo e de Ana Quitéria Joaquina de Oliveira, patriarcas da família Oliveira Belo , do Rio de Janeiro.

Colaboradora:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno -
Verbete: Lima e Silva

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BARRA MANSA 

O barão e visconde de BARRA MANSA foi João Gomes de Carvalho,que nasceu no Amparo da Barra Mansa,RJ em 10 de Abril de 1839 e faleceu também no RJ em 26 de Abril de 1899,solteiro.Ele era filho de Manuel Gomes de Carvalho  primeiro barão do Amparo e de Francisca Bernardina Leite de Carvalho.Era irmão do segundo barão do Amparo Joaquim Gomes Leite de Carvalho,já postado aqui,e do barão do Rio Negro,Manuel Gomes de Carvalho.Era proprietário e fazendeiro no município de Barra Mansa,Dignitário da Imperial Ordem da Rosa,Comendador da Imperial Ordem de Cristo e da Conceição de Vila Viçosa em,Portugal.

Adenda

colaboração:

  - Jose Roberto de Vasconcellos Nunes pesquisador, coordenador e criador da lista de genealogia Gen-Minas@yahoogrupos.com.br

Título de Barão concedido em 5 de maio de l867, e de Visconde, com honras de grandeza, concedido em 15 de janeiro de l868, Filho dos primeiros Barões do Amparo. Solteiro.

Barão com honras de grandeza, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado; no primeiro e quarto - em campo de ouro, três cabeças de índios araris com um turbante de penas de cores na cabeça, postas em roquete - ; no segundo de terceiro, em campo vermelho m pelicano de ouro em seu ninho, mordendo as entranhas para com seu sangue nutrir os filhos; chefe de azul, com três besantes de prata.Por diferença uma brica de prata com um ramo de cafeeiro de sinople e bordadura de azul.TIMBRE: uma das cabeças de índio do escudo.DIVISA: Ambitia et invidia sit procul.(Brasão passado em 18 de julho de 1867.Reg.nno Cartório da Nobresa, Liv. VI, fls.82).

CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão com grandeza por decreto de 5 de Maio de 1867.Visconde com grandeza por decreto de 15 de Janeiro de 1868.

Armas do Titular - Adenda/Correção

A brica não pode ser carregada de uma peça honrosa como é a borda dura. Deve-se dizer, por isso, "uma brica de prata com um cafeeiro de sinople, bordada de azul". Reportamo-nos ainda ao que ficou dito com referência às armas de seu pai, o 1º Barão do Amparo

Colaborador: Paulo Marcelo Rezzutti

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 BATOVI

O barão com grandeza de BATOVI foi Manuel de Almeida Lobo D`Eca que faleceu no PR,durante a revolução que tentara derrubar o marechal Floriano Peixoto?
Casou-se ele com Ana L.Pereira da Gama e foi marechal de Campo que prestou relevantes serviços durante a guerra do Paraguai.Foi presidente da Província de Mato Grosso em 1883.Era comendador da I.Ordem de S.Bento de Aviz,Oficial da I.Ordem do Cruzeiro e Comendador da I.Ordem da Rosa.
Que ele tinha as medalhas de campanha do Estado Oriental do Uruguai,em 1852,a Geral de Campanha do Paraguai e a do Mérito e Bravura Militar

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Retificação feita por Antonio Roberto Nascimento

 nascimento@expresso.com.br

"...O Batovi foi fuzilado (ou degolado) em Santa Catarina, mais precisamente na Ilha de Anhatomirim, assim como o primeiro advogado de Joinville, o Miguel Soares de Oliveira Cercal. Meu avô paterno quase teve o mesmo destino, não fora a providência de salvar a pele escondendo-se nas suas terras (então matas) da Península do Saí, onde passou uns cinco anos até que o clima amenizasse. Tudo a mando de Floriano Peixoto e executado pelo Cel. Antônio Moreira César. Dito meu avô engravidou minha avó com 60 anos de idade e gerou meu pai, após a Revolução Federalista. UCRONIA. Se ele tivesse sido fuzilado também (o meu avô), eu não teria nascido".

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BEAUREPAIRE ROHAN

O visconde com grandeza de BEAUREPAIRE ROHAN,foi Henrique (Pedro Carlos) de Beaurepaire Rohan que nasceu no Sitio de Sete Pontes em São Gonçalo,Niteroi em 12 de Maio de 1812 e faleceu no RJ em 19 de Julho de 1894.
Foi filho de Jacques Antonio Marcos de Beaurepaire ,Conde de Beaurepaire,que acompanhou D.João VI ao Brasil,onde prestou importantíssimos serviços.Nasceu em 17 de Novembro de 1770 e faleceu no Rio de Janeiro em 26 de Julho de 1838 no elevado posto de Marechal de Campo.A 28 de Julho de 1811 casou com Maria Margarida Skeys de Rohan descendente da nobre casa dos Rohans,nascida em Portugal em 24 de Dezembro de 1783 e falecida na Baia em 30 de Dezembro de 1825.Casou-se com D.Guilhermina Muller de Campos em SP em 10 de Agosto de 1848,viúva do Major Francisco Manuel das Chagas e filha do Marechal de Campo Daniel Pedro Muller de Campos e de sua primeira mulher D.Gertrudes Maria do Carmo.Aos 9 de Junho de 1819,por graça do Rei D.João VI e em homenagem aos serviços prestados por seu pai,teve praça de cadete e sempre por merecimento galgou todos os postos ate o de Marechal do Exercito em 30 de Janeiro de 1890.Matriculou-se na Academia Militar,em 1832 e concluiu o curso de Engenharia em 1837.Foi Presidente das Províncias do Para em 1856 e do Ceara em 1857,Ministro da Guerra no Gabinete Furtado de 1864,Conselheiro de Guerra em 1876 e de Estado em 1887.Era ministro do Supremo Tribunal Militar,Grande do Império,Gentil-Homem da I.Câmara, Grã-Cruz,da I.Ordem de S.Bento de Aviz,Dignitario da I.Ordem da Rosa,Comendador da I.Ordem de Cristo e condecorado com as medalhas de campanha da Rendição de Uruguaiana e outras.Era Guarda-Roupa do paço e Veador de S.Magestade a Imperatriz e afilhado de S.Magestade o Imperador.Foi vice-Presidente do instituto Histórico e Geográfico Brasileiro e sócio de muitas associações científicas e literárias.

BRASÃO DE ARMAS: Em campo de sable três feixes de aveia de prata.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Visconde com grandeza por decreto de 13 de Junho de 1888

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BEBERIBE

2ª esposa do barão, baronesa de Beberibe

O barão de BEBERIBE,foi Francisco Antonio de Oliveira,que nasceu no Recife,Província de Pernambuco,em 21 de Setembro de 1788 e faleceu nessa cidade em 24 de Setembro de 1855.Era filho de Francisco de Oliveira Guimarães e de sua mulher Maria Joaquina da Conceição e Oliveira.
Casou-se em primeiras núpcias com Maria Gertrudes Carneiro e em segundas com Ana Josefina Pereira Pinto,filha do Conselheiro Chefe de Esquadra Jose Pereira Pinto.
Era proprietário e capitalista na praça de Pernambuco e foi por mais de vinte anos membro da Municipalidade da sua Província.Foi fundador da Associação Comercial e do Banco Comercial de Pernambuco.Era Comendador da I.Ordem de Cristo.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo partido em pala; na primeira, as armas dos Oliveira, - em campo vermelho uma oliveira da sua cor com raízes de prata - ; na segunda, em campo azul, uma flor de liz de ouro.

CRIAÇÃO DO TITULO: Barão por decreto de 13 de Dezembro de 1853.

 

Colaboradores:

 

 Paulo Marcelo Rezzutti: Armas do titular - Adenda / Correção

1º do partido – Uma vez que se trata das armas dos Oliveira, segundo a descrição, deve ser "de goles, com uma árvore de sinople ou de sua cor arrancada de prata e frutada de ouro". 

Regina Cascão: - foto da Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE

Disponível no site Domínio Público, do governo federal

www.dominiopublico.gov.br

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BELÉM

O primeiro barão de BELÉM, foi Jose de Araújo de Aragão.

O barão de BELÉM,José Araújo de Aragão nunca existiu.Foi confusão com o 2º barão de São Francisco, José Araújo de Aragão Bulcão, basta confrontar as datas.

O 1º barão de BELÉM foi Rodrigo Antonio Falcão Brandão, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adenda

Rodrigo Antonio Falcão Brandão, agraciado com o título ( Dec 04.05.1852 ) de Barão de Belém.Filho do mestre de campo Antonio Brandão Pereira Marinho Falcão e de Ana Rita Evarista Duque Estrada de Menezes. Natural da vila de Cachoeira, Bahia, e falecido em S. Francisco de Paraguaçu. Brigadeiro graduado. Casou-se com Maria Sabina de Oliveira Pinto França, nascida em 1798 e falecida antes da concessão do título.

Obs: Os autores do Dicionário das Famílias Brasileiras apresentam Rodrigo Antonio Falcão Brandão como sendo o 2º Barão de Belém.

Colaboradora:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbete: Belém, 2º Barão de; e Marinho Falcão

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BELÉM

O 2º barão de BELÉM foi José Maria de Almeida, por decreto de 26 de Abril de 1884.

Conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

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BELÉM

O 3º barão de BELÉM foi José Maria de Almeida Belém.Era coronel da Guarda Nacional.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: barão por decreto de 26 de Março de 1884.

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BELA VISTA

Baronesa de Bela Vista

O barão de BELA VISTA foi José de Aguiar Toledo

(Ver título Visconde de Aguiar Toledo)

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 22 de Abril de 1834

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BELMONTE

A condessa de BELMONTE foi Mariana Carlota Verna de Magalhães Coutinho que nasceu na freguesia de S.Salvador,  em Elvas, Portugal e faleceu no RJ em 17 de Outubro de 1855, com 76 anos de idade.Casou com Joaquim José de Magalhães Coutinho, Guarda Roupa de S.Magestade, natural de Portugal, que veio para o Brasil com sua família, fazendo parte da comitiva de S.M. a Rainha D.Maria I e de seu filho o Príncipe REgente, falecendo no RJ em 9 de Agosto de 1823.Foi agraciada com o título de Condessa quando já era viúva.Era Camareira-Mór por alvará de 5 de Maio de 1844, sendo a ela confiada S.M. o Imperador D.Pedro II, desde o seu nascimento,gozando por isso grande estima e prestígio na Corte.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Condessa por decreto de 5 de Maio de 1844.

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BENFICA

O barão de BENFICA foi Antonio José de Castro que faleceu em Lisboa em 6 de Agosto de 1880.Casou com Hermínia de Oliveira Castro.Negociante, proprietário e fazendeiro na Província de PE. Era Oficial daI.Ordem da Rosa, Comendador da R.Ordem de Cristo de Portugal.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado; no primeiro, em campo azul, seis besantes de ouro postos em duas palas; no segundo, em campo de prata cinco quadrilongos de góles postos em aspa; e assim os contrários. (Brasão passado em 5 de Junho de 1867. Reg.no Cartório da Nobreza, Liv.VI, fls.78).

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 27 de Abril de 1867

Adendas

Antonio José de Castro - agraciado com o título ( Dec 27.04.1867 ) de Barão de Benfica. Membro de família radicada em Pernambuco. Filho de Francisco Gesteiras e de Ana Gesteiras. Nasceu cerca de 1824 e morreu a 06-08-1880, em Lisboa, deixando 5 filhos maiores . Foi sepultado no Jazigo 1581 do cemitério ocidental de Lisboa, conforme o assento de óbito lavrado no livro de óbitos de 1880 da freguesia de Santa Isabel em Lisboa. Capitão da Guarda Nacional, negociante matriculado na cidade do recife-PE. Casou-se com Hermínia Ideltrudes de Oliveira, nascida em Pernambuco em 1827 e falecida no Rio de Janeiro, aos 80 anos, em 1907.

Colaboradores:

João Almiro - pesquisador em Portugal e participante da lista Gen-Minas de genealogia.

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno -
Verbetes: Benfica, Barão e família Castro

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BEMPOSTA

       

Barão e baronesa de Bemposta

O barão de BEMPOSTA, foi Ignacio dos Santos Werneck faleceu a 2 de Maio de 1889.Era proprietário e fazendeiro em S.Jose do RIo Preto,na Paraíba do Sul,Província.do RJ.

BRASÃO DE ARMAS: Em campo de prata um cafeeiro de sinople com frutos de góles, acompanhado em chefe de duas estrelas do mesmo e uma bordadura de azul, carregada de oito besantes de ouro.(Brasão passado em 1 de Dezembro de 1868.Reg.no Cartório da Nobreza, Liv.VI, fls.103).

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 1 de Maio de 1867.

Fazenda Sant'Ana do Calçado

São José do Rio Preto, RJ.

Pertencia a Inácio Barbosa dos Santos, (2/6/1889), Barão de Bemposta a 1/5/1867, c.c.sua prima-irmã Luiza Amélia de Oliveira Werneck, ambos bisnetos do Patriarca da Família Werneck, Inácio de Souza Werneck.

Foto pertencente ao acervo de Anibal de Almeida Fernandes.

Adenda

Inácio dos Santos Werneck - agraciado com o título ( Dec 01.05.1867 ) de Barão de Bemposta. Filho do capitão Antônio Luiz dos Santos Werneck e de Ana Maria de Assunção. Nasceu em 19 de dezembro de 1828, sendo batizado no Oratório dos Vieira, termo do município de Vassouras. Faleceu em 1º de abril de 1889, em Pedro do Rio, município de Petrópolis, sendo sepultado no cemitério da mesma cidade. . Casou com sua prima-irmã Luisa Amélia de Oliveira Werneck, nascida em 12 de novembro de 1850, na Fazenda São Fernando, Massambará, município de Vassouras e falecida em 24 de maio de 1903, em Petrópolis, aos 71 anos de idade, sendo sepultada no cemitério desta mesma cidade. A baronesa era filha de Fernando Luís dos Santos Werneck e de Jesuína Policena de Oliveira. O Barão de Bemposta foi, primeiramente, proprietário da Fazenda Boa-União, situada em Bemposta, por ele vendida ao capitão Sousa Nunes. Posteriormente, adquiriu a grande gleba Calçado, na freguesia e hoje município de São José do Vale do Rio Preto.

Colaborador:

José Roberto de Vasconcellos Nunes- pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.

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 BENEVENTE

O barão de visconde de BENEVENTE,foi Jose Feliciano de Morais Costa que nasceu na cidade de Pirai RJ e faleceu no RJ em 14 de Abril de 1894,com 71 anos de idade.
Era bacharel pelo Colégio D.Pedro II e foi deputado Provincial e Geral pela Província do RJ na 12 legislatura de 1864-1866.Era também poeta e orador fluente.Foi Comendador da R.Ordem de Cristo de Portugal.

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BERTIOGA

O barão de BERTIOGA foi Jose Antonio da Silva Pinto.Faleceu em Juiz de Fora, MG em 1870.Era Comendador da I.Ordem de Cristo.

Barão da BERTIOGA, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adenda

José Antônio da Silva Pinto - agraciado com o título ( Dec 16.05.1861 ) de Barão de Bertioga. Há quem diga Barão de Ibertioga. Filho do Capitão Elias Antônio da Silva Resende e de Ana de Jesus de Góis e Lara. Casou-se com Maria Miquelina da Silva, falecida em 1863, Baronesa de Bertioga, filha de Francisco Santiago e Clara Maria Barbosa.

Colaboradores:

- José Roberto Vasconcellos Nunes- pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.

- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes : Bertioga, Barão; Bertioga, Baronesa.

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BOA ESPERANÇA

O barão da BOA ESPERANÇA foi Antonio Ferreira de Brito e era coronel da Guarda Nacional.

Adenda

António Ferreira de Brito - agraciado com o título ( Dec 11.07.1888 ) de Barão da Boa Esperança. Filho de Francisco Ferreira de Brito e de Felicidade Jesuina de Adelindes. Falecido a 28.08.1903 em Três Pontas-MG. Capitalista e fazendeiro em Três Pontas - MG. Militou na política, era chefe do Partido Conservador em seu município. Ocupou cargos de nomeação do governo e de eleição popular. Casou duas vezes : a  primeira  com Porcina Xavier de Mesquita e a segunda com Ambrosina Antónia da Silveira, filha do Barão de Pontal.

Colaboradores:

- João Carlos Almiro - Fonte: apontamentos de Romeu Caiafa

- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Boa Esperança, Barão

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BOA VIAGEM

O barão de BOA VIAGEM foi Francisco José de Mattos Pimenta que faleceu em 23 de Dezembro de 1883.Era capitão-tenente da Armada.

Adendas

Francisco José de Matos Pimenta, agraciado com o título ( Dec 07.08.1867 ) de Barão de Boa Viagem.Capitão-Tenente da Armada, falecido em 01.12.1883. Oficial da Marinha reformado. Fazendeiros no município de Campos, província do Rio de Janeiro. Filho do Comendador Luiz de Mattos Pimenta e de Mariana  Florencia de Oliveira. Casou com Maria Pinto da Cruz, falecida em 01.12.1906.

Colaboradores:

- José Roberto de Vasconcellos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia.

- Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Boa Viagem, Barão de

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BOA VISTA

     

Conde e condessa de Boa Vista

O 1º barão com grandeza,visconde com grandeza e conde  de BOA VISTA, foi Francisco do Rego Barros. Ele nasceu no Engenho do Trapiche no cabo de S.Agostinho em Pernambuco em 4 de Fevereiro de 1802 e faleceu em Pernambuco em 4 de Outubro de 1870.Foi filho do Coronel Francisco do Rego Barros,fidalgo Cavaleiro,coronel de Milícias e de sua mulher D.Mariana Francisca de Paula Cavalcanti de Albuquerque. Neto paterno de Sebastião Antonio de Barros e Mello,fidalgo Cavaleiro e Professo na Ordem de Cristo e de sua mulher Maria de Albuquerque e Mello e materno do coronel Francisco Xavier Cavalcanti e de sua mulher Felippa Cavalcanti de Albuquerque. Era irmão do barão de IPOJUCA, João do Rego Barros. Casou-se com Ana Maria Cavalcanti do Rego Barros. Foi bacharel em Matemáticas pela Universidade de Paris,foi brigadeiro do Exercito,Deputado a Assembléia Geral por Pernambuco na 2,3,4,5,6 e oitava legislaturas de 1830 a 1852.Senador por essa Província em 1850.presidente da mesma duas vezes de 1837 a 1841 e de 1841 a 1844,foi também Presidente da Província.do RS em 1865 e seu Comandante das Armas. Grande do Império, Veador de S.M. a Imperatriz, Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial, Dignitário da I.Ordem do Cruzeiro, Cavaleiro da I.Ordem da Rosa, de S.Bento de Aviz, Comendador da Real Ordem de Cristo de Portugal, membro do IHGB.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo partido de sinople e de góles; no primeiro as armas dos REgos,que são:uma banda de prata onddeada de azul e sobre ela três vieiras de ouro; no segundo, as ar mas dos Barros, - de verelho com três bandas de prata e no campo nove estrelas de ouro, 1, 3, 3 e 2 - ; campanha de ouro com uma cana de açucar e um ramo de cafeeiro ao natural, postos em santor, este em barra e aquela em banda.(Brasão passado em 30 de Agosto de 1870.Reg. no Cartório da Nobreza, Liv.VI, fls.110).

CRIAçÃO DOS TÍTULOS : Barão por decreto de 18 de Junho de 1841.Barão com grandeza por decreto de 2 de Dezembro de 1854.Visconde com grandeza por decreto de 12 de Dezembro de 1858. Conde por decreto de 29 de Agosto de 1860.

Adenda ao brasão e envio da foto

BOA VISTA (Conde de) – Francisco do Rego Barros

2º do partido – Não estando especificado o número de pontas das nove estrelas das armas dos Barros, é de se concluir seja de cinco, como aliás foi desenhado. Entretanto, em "Armorial Portugues" de Santos Ferreira, está consignado como sendo estrelas como sendo estrelas de seis pontas.Campanha ou contra-chefe – As duas hastes de cana-de-açúcar e cafeeiro estão "passadas em aspa (ou em sautor)" e não "postas em sautor". Somente quando se trata de cinco peças ou mais podem elas ser "postas em aspas", isto é, duas no chefe, duas na ponta e uma no centro, pois no caso de duas figuras alongadas que se cruzam em forma de uma aspa (ou de um "X"), como espadas, lanças, ramos de plantas, etc. deve-se dizer "passadas em aspa" (ou sautor).Para não haver dúvida de que a campanha é de todo o escudo e não do segundo do partido, pois a descrição a isso nos poderá levar a crer pela imprecisão da forma, é preferível que essa peça seja assim descrita: "todo o partido sustido de uma campanha etc." ou então como fez Sanches de Baena que pôs ponto final antes de descrevê-la

Colaborador: Carlos Alberto Pinto Pessoa, pesquisador residente em Olinda-PE.

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BOCAINA

O barão de BOCAINA foi Francisco de Paula Vicente de Azevedo que nasceu em Lorena na Província de SP em 8 de Outubro de 1856 era filho do Cel. José Vicente de Azevedo e de Angélica Moreira de Azevedo,irmã do conde de Moreira Lima e do barão de castro Lima?
Casou-se com Rosa Bueno Lopes de Oliveira,filha de Manuel Lopes de Oliveira e de Francisca de Assis Vieira Bueno.
Foi diretor da Estrada de Ferro SP- Rio,do Banco Comercial de SP.Negociante matriculado na Junta Comercial do RJ, foi coletor das Rendas Federais em Lorena.Comendador da I. Ordem da Rosa.

Adenda

Conforme o colaborador abaixo o barão tem o título de barão DA Bocaina, e não "DE Bocaina", e sua mãe era Angelina, e não Angélica.

Francisco de Paula Vicente de Azevedo - agraciado com o título ( Dec 07.05.1887) de Barão de Bocaina. Falecido em 17.10.1938. Filho do Cel. Jose Vicente de Azevedo ( nasc Lorena-SP em 1834 e assassinado no caminho de Lorena para  sua Fazenda, em 1869 ) e de Angelina Moreira de Castro Lima, que adotou o nome de casada de Angelina Moreira de Azevedo ( nasc. em Lorena-SP em 1935 e fal. em São Paulo-SP em 1911). Neto paterno do Comendador José Vicente d’Azevedo ( nasc. na cidade do Porto, Freguesia de São Idelfonso, fal. Lorena-SP em 1844) e de Maria da Guia ( nasc.em 1798, na Vila de Lorena, onde faleceu em 1864). Neto materno de Joaquim José Moreira Lima ( nasc. na cidade do Porto, Portugal, em 1807 e fal. Lorena-SP em 1870 ) e de Carlota Leopoldina de Castro, Viscondessa de Castro Lima ( nasc.  Lorena em 1808, fal. Lorena em 1882 ). Casou-se em 1891 com Rosa Bueno Lopes de Oliveira, falecida em 1954, com sucessão (?)

Colaboradores: Thereza Christina Vicente de Azevedo Fontes Garcia, bisneta paterna do titular e seu marido, Jorge Eduardo de Almeida Fontes Garcia.  

Nota do autor da página: houve exclusão de grande parte do texto bibliográfico, histórico e genealóGico, enviado pela família, por absoluta falta de espaço.

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BOJURÚ

O barão de BOJURÚ foi Inocêncio Velloso Pederneiras.Brigadeiro, Diretor da Diretoria Geral das Obras Militares em 1889.Representou a Província do RS na 14ª legislatura de 1869 a 1872.Comendador de S.Bento de Aviz, Dignitário da I.Ordem da Rosa, Comendador da de Cristo, e condecorado  com a medalha da Campanha do Paraguai com passador de ouro.

BUJURU, como está no decreto, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adendas

Inocencio Veloso Pederneiras - agraciado com o título ( Dec 13.07.1889 ) de Barão de Bojuru. Membro da família Pederneiras , de Rio Pardo-RS, ramo da antiga família Veloso Rebelo, do Rio de Janeiro, que teve seu sobrenome tomado da estância Pederneiras, em Rio Pardo.Houve dupla origem, na mesma família, por parte de primos, de filiações naturais, criados por seus tios Velosos Rebelos. Podemos recuar esta família em Manuel Veloso Rebelo, que foi casado com sua sobrinha Josefina Veloso Cidade, da mesma família, ramos do Rio de Janeiro. Sem filhos, criaram alguns sobrinhos e sobrinhos-netos, um deles o Barão.Nascido no Rio Grande do Sul a 14.06.1818 e falecido no Rio de Janeiro-RJ a 18.06.1891. Filho de João de Sá Brito e de Manuela Branco Pereira, sobrinha do citado Manuel, da estância de Pederneiras,  e neta de José Veloso Rebelo, patriarca da família, ramo do Rio de Janeiro.Reformado no posto de tenente-coronel ( 30.01.1890). Brigadeiro. Casou-se cerca de 1856/1857 com sua prima legítima Maria Isabel Veloso Rebelo , nascida em 1838 e falecida no Rio de Janeiro-RJ a 24.09.1895, Baronesa de Bojuru, filha de João Francisco Veloso Rebelo e Carolina Sérgio do Amaral.

Obs: O Barão nunca usou o título com o qual fora agraciado.

Colaboradora:

Regina Cascão -Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno -
Verbetes: Bojuru, Barão de; famílias Pederneiras e Veloso Rebelo.

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BOM CONSELHO

O visconde com grandeza de BOM CONSELHO,foi Jose Bento da Cunha Figueiredo que nasceu na vila da Barra do Rio S.Francisco em PE,em 22 de Abril de 1808.Faleceu no RJ em 14 de Julho de 1891.Filho do capitão Manuel da Cunha Figueiredo e de sua mulher Joana Alves de Figueiredo.Doutor em Direito pela Faculdade de Olinda em 1833;foi lente jubilado da mesma faculdade em 1864.Inspetor Geral da Instrução Publica do RJ;deputado Provincial em 1844;presidiu as Províncias do Para em 1868,Pernambuco em 1855,Alagoas em 1849,Minas Gerais em 1861.Foi Deputado Geral por PE nas 6,8,9,10,11 e 14 legislaturas de 1845 a 1872.Senador pela mesma Província em 1869;foi Ministro de Estado na pasta do Império no 26 Gabinete de 1875.Era do Conselho de S.Magestade,Conselheiro de Estado em 1882,Grande do Império e Grande Dignitário da I.Ordem da Rosa.

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 BOMFIM

O barão e visconde com grandeza,conde e marques de BOMFIM ,foi José Francisco de Mesquita que nasceu em 11 de Janeiro de 1790 em MG e faleceu no RJ em 11 de Dezembro de 1873.Era filho de Francisco Jose de Mesquita e de Joana Francisca de Mesquita.Casou-se com Francisca Freire de Andrade,filha do Coronel Francisco de Paula Freire de Andrade (da Inconfidência Mineira) e de Isabel Alves Maciel.Era capitalista abastado e banqueiro cuja bolsa muitas vezes abriu-se para acudir o Estado.Era Veador da Casa Imperial,Comendador da I.Ordem de Cristo da I.Ordem do Cruzeiro,Dignitário da I.Ordem da Rosa,Cavaleiro da Legião de Honra da franca,Membro da Junta da Caixa de Amortização,Benfeitor da Santa Casa de misericórdia,Vereador da Câmara Municipal da Corte,etc.

BONFIM, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

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BOMFIM

O segundo barão de BOMFIM foi Jose Jeronymo de Mesquita que nasceu em 15 de Novembro de 1856 e faleceu em 23 de Setembro de 1895.Era filho do Conde de Mesquita Jeronymo Jose de Mesquita.Casou-se em 29 de Julho de 1879 com Maria Jose de Siqueira,filha de Antonio Antunes de Siqueira e de Josefina Villas-Boas de Siqueira.Foi abastado capitalista,fazendeiro e proprietário.Era comendador da I.Ordem da Rosa.

BONFIM, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz, RJ 1960, páginas 112 a 121.

Adenda

Biografia de 2º Barão de Bonfim

José Jerônymo de Mesquita

José Jerônymo de Mesquita, 2º Barão de Bonfim, nasceu em 15 de novembro de 1856, faleceu em 28 de setembro 1895, filho de José Francisco de Mesquita - 1º Barão de Bonfim, nasceu em 11 de janeiro de 1790,  no Arraial de Congonhas do Campo, Freguezia da Villa de Queluz, Bispado de Marianna, província de Minas Geraes, e faleceu em 11 de dezembro de 1873 e Francisca de Paula Freire de Andrade - Baronesa de Bonfim, que nasceu em 1788 e faleceu em 1852 em Marianna, filha do Tenente Coronel Francisco de Paula Freire de Andrade que nasceu em 1756 e faleceu em  1802, e Isabel Carolina de Oliveira Maciel.  Casou em 29 de julho de 1879 com Maria José Vilas Boas de Siqueira Mesquita que nasceu no dia 28 de janeiro de 1862, na fazenda da Glória, em Angustura (MG),  filha de Josefina Vilas Boas de Siqueira, e de Antônio Antunes Siqueira

Fonte: Dr. Kenneth Henry Lionel Light. Redação e pesquisa elaborada pelo descendente do Barão   khlight@attglobal.net.

Outras fontes: Annuário Genealógico BrasileiroVol. I p. 97, Vol. III p. 170, Vol. V pp. 57 e 107-108.

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 BOM JARDIM

O barão de BOM JARDIM foi Luiz Barbalho Muniz Fiuza Barreto de Menezes que nasceu em S.Amaro na Província.da BA em 25 de Agosto de 1813 e faleceu em 11 de Setembro de 1866.Era filho do Comendador  João Lopes Fiuza Barreto de Menezes Barbalho e de sua prima irmã Teresa Eugenia de Menezes.Casou-se com sua prima Francisca de Assis Muniz Barreto.Com 7 anos de idade começou seus estudos na Baia,tendo se formado em Direito em 1833,na Faculdade de Olinda.Foi deputado Provincial da BA de 1838 a 1842 e Geral pela mesma Província na 10 legislatura de 1857 a 1860 e Presidente de Pernambuco por Carta Imperial de 15 de Outubro de 1859,servindo ate 30 de Abril de 1860.Era Oficial da I.Ordem da Rosa.

Correção

 Prof. Dr. Dr. h. c. Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira, descendente deste título, corrige ortográficamente de Muniz para Moniz o sobrenome familiar

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BOM RETIRO

Foto do barão

Fonte: Anuário Genealógico Brasileiro ,vol.VII, pág.187

O barão e visconde com grandeza de BOM RETIRO foi o Dr. Luiz Pedreira do Couto Ferraz que nasceu na cidade do RJ em 07 de Maio de 1818 e faleceu em 12 de Agosto de 1886?Era filho do Desembargador Luiz Pedreira do Couto Ferraz e de sua mulher Guilhermina Amália Correia Pedreira.Doutor em Direito pela Faculdade de SP em 1839,nela foi professor em seguida.Presidiu as Províncias do Espírito Santo em 1846,do RJ em 1848 ate 1853.Foi Deputado Provincial a Assembléia do RJ de 1848 a 1852 e a Assembléia Geral pelo Espírito Santo na 7 e 8 legislaturas de 1853 a 1864.Era Desembargador aposentado e foi Ministro do Império no 12 gabinete de 1853.Senador pelo Rio de Janeiro em 1867,Conselheiro de Estado Extraordinário em 1867 e Ordinário em 1871.Era do Conselho de S. Magestade,Veador de S.Magestade a Imperatriz,Grande do Império,Gentil Homem da Imperial Câmara,foi Inspetor Geral da Caixa de Amortização,Presidente do Imperial Instituto Fluminense da Agricultura,sócio fundador do IHGB,Gra-Cruz da Real Ordem de Cristo e de Vila Viçosa de Portugal,Oficial da Imperial Ordem do Cruzeiro,Grande Oficial da Legião de Honra da Franca,Grã-Cruz da Ordem de Leopoldo da Bélgica,de S.Mauricio e S.Lazaro da Itália,do Denebrog da Dinamarca e da I.Ordem de Cristo.Era amigo particular de S.Magestade o Imperador a quem acompanhou em suas viagens dentro de fora do pais.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado; no primeiro quartel, de góles, seis besantes de ouro (cada um deles cortado por três fachas de negro), postos em duas palas; no segundo, de prata, uma banda azul, carregada de três crescentes de ouro, entre dois leões de púrpura, rompentes que as defrontam; no terceiro, partido em pala,tendo  na primeira, de prata, uma águia bifronte, estendida, de negro; na segunda pala, de azul, cinco flores de liz de ouro, postas em santor; no quarto quartel um enxequetado de prata e góles; e por diferença uma brica azul com uma estrela de prata.

CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão por decreto de 19 de Outubro de 1867.Visconde com grandeza por decreto de 10 de Julho de 1872.

Adenda ao brasão

BOM RETIRO (Visconde de) – Doutor Luiz Pedreira do Couto Ferraz

1º Quartel – Abordando os atributos heráldicos dos Ferraz, diz Sanches de Baena que "o escudo de suas armas se acha em grande confusão" e isto se dá não só quanto aos esmaltes como também à interpretação ou denominação das seis figuras que nelas se encontram postas em duas palas. Anota Santos Ferreira que estes móveis constituem "rodelas" e não besantes, tortaos ou arruelas.

4º Quartel – Segundo o desenho o campo deste quartel é lisonjado e não enxequetado, como se acha descrito*

* O lisonjado difere do enxequetado (ou xadrezado) pela posição dos respectivos "pontos" cujas linhas de contorno, no lisonjado, corresponde à posição da banda e da barra, no passo que, no enxequetado, à da pala e da faxa. Aliás, os "pontos" ou "peças" do lisonjados têm a forma de um losango, enquanto que no xadrezado são quadrados ou retangulares.

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 BONITO

 O barão de BONITO foi Manuel Gomes da Cunha Pedrosa que nasceu na Província de PE.

Adenda

Manuel Gomes da Cunha Pedrosa - agraciado com o título ( Dec 11.07.1888 ) de Barão de Bonito. Título de origem toponímica, tomado do lugar de Bonito, Pernambuco, onde faleceu o Barão. Coronel. Pernambucano, falecido a 01.08.1901 no distrito da Ilha das Flores, termo de Bonito-PE. Casou-se com Maria do Carmo Gomes Barbosa*,

Baronesa de Bonito.

* o Dicionário das Famílias Brasileiras registra o último nome da Baronesa como Barbosa. O livro Gente de Pernambuco aponta esse último sobrenome como Pedrosa.

Colaboradora: 

Regina  Cascão, do Rio de Janeiro Fontes: - Gente de Pernambuco, vol.3, de Orlando Cavalcanti, pág 196, quando cita o casamento de uma filha do barão - Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Bonito, Barão de; e família Cunha Pedrosa. 

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BUIQUE

foto - fonte: AGB VI, 1944,pág.17

O barão de BUIQUE foi Francisco Alves Cavalcanti Camboim que nasceu na Província.de PE e faleceu em 1895 ou pouco depois em avançada idade,cerca de 85 anos?Casou-se com Ana de Siqueira Cavalcanti Camboim.
Foi deputado a 1 legislatura da Assembléia Provincial de Pernambuco,biênio de 1835-1837.Em 1893 foi eleito Prefeito do município do Brejo.Era comandante Superior da Guarda Nacional,fazendeiro,proprietário da fazenda do Poço,no Brejo de Madre de Deus,em PE e Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

Adendas

Francisco Alves Cavalcanti Camboim - agraciado com o título ( Dec 17.05.1871 ) de Barão de Buique. Filho do Alferes Francisco Alves da Silva e de Leonarda Bezerra Cavalcanti de Albuquerque.O Alferes era natural de Serra Verde-PE e contraiu diferentes núpcias, das quais nasceu o Cel. José Moreira Alves da Silva casado com Maria Bezerra de Andrade, pais do Barão de Caxangá e de D. Maria Libia Wanderley, esta esposa do Barão de Serinhaém. Neto materno de Ursula Jeronima Cavalcanti e o Capitão André Cavalcanti de Albuquerque. Nasceu em 1810 e faleceu em 02.02.1896, com 85 anos, no Brejo da Madre de Deus. Coronel Comandante Superior das Armas do Brejo da Madre de Deus, onde possuía a Fazenda Poço, na época muito visitada por barões, condes, viscondes e autoridades - e por isso o titular ficou conhecido popularmente como Barão do Poço. Outros o chamavam de Barão de Camboim. Oficial da Ordem Imperial da Rosa. Deputado à Assembléia Legislativa da Província de Pernambuco na 1ª legislatura (1835-1837), tendo por companheiros Francisco do Rego Barros ( Conde da Boa Vista) e Pedro Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque ( Visconde de Camaragibe). Primeiro prefeito constitucional do município do Brejo da Madre de Deus, eleito em 1893. Recebeu indulgência plenária de Sua Santidade, por carta de 08.07.1870. Casou com Ana Olimpia de Siqueira Cavalcanti, Baronesa de Buíque, filha de Lourenço Bezerra de Siqueira Cavalcanti e de Ana Clara Coelho de Sequeira, tendo os filhos: Dr. Cincinato Alves Cavalcanti Camboim, Ana de Siqueira Cavalcanti Camboim, Francisco Alves Cavalcanti Camboim, André Alves Cavalcanti Camboim e Clara de Siqueira Cavalcanti Camboim.

Colaboradores

Regina Cascão -  Fonte: Gente de Pernambuco - vol. 3, de Orlando Cavalcanti . Série resgate- edição do IAHGP e da UFPE, 2000

Valério Augusto Cavalcanti de Albuquerque Figueiredo - Fonte: Ubassagas - 1ª série- Sagas Sócio-tradicionais da cidade pernambucana, de Frederico Bezerra Maciel.

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BUJARI

Barão de Bujari

O barão de BUJARI foi Antonio Francisco Pereira que faleceu em 08 de Dezembro de 1868.Era coronel da Guarda Nacional.

Adenda

Antonio Francisco Pereira - agraciado com o título ( Dec 23.11.1867 ) de Barão de Bujari. Título de origem toponímica, tomado da propriedade da família. Não houve a baronesa de Bujari em razão de o titular ter falecido solteiro. Deixou geração natural.

Colaboradora:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbete: Bujari, Barão de

Regina Cascão - Foto da Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE

Fonte: - Disponível no site Domínio Público, do governo federal

www.dominiopublico.gov.br

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BUTUI

O barão de BUTUI foi Jose Antonio Moreira.Era Comendador da I..Ordem da Rosa.  

Adendas

José Antonio Moreira, agraciado com o título ( Dec 10.06.1873) de Barão de Butuí. Filho de Antônio José Moreira e de Maria da Apresentação.Nascido em Portugal, no Porto, a 20.10.1876, estabeleceu-se em 1817 no Rio Grande do Sul, tendo falecido a  20.10.1876, Pelotas, RS. Naturalizou-se brasileiro por ocasião da Independência. Foi agraciado, a 10.06.1873, com o título de barão de Butuí. Comendador da Ordem da Rosa. Foi casado duas vezes, tendo falecido  ambas as esposas antes da concessão do título. Portanto, não houve baronesa de Butuí. Deixou geração do seu 1.º casamento, 25.12.1835, em Pelotas, RS, com Maria Josefa de Castro [ nasc. 06.03.1819, Pelotas, RS e fal. 07.06.1844, Rio Grande , RS ], falecida antes da concessão do título ao seu marido, bisneta do Capitão Francisco Pires Casado, de quem descendem alguns Silveira , do Rio Grande do Sul; e geração do seu 2.º casamento, com Leonídia Braga Gonçalves, falecida a 15.09.1866, também antes da concessão do título ao seu marido. Entre os seus descendentes, registram-se: I - a filha, Cândida Gonçalves Moreira , nascida cerca 1852, Pelotas, RS e lá também falecida a 13.08.1921, que, por seu casamento, a 07.03.1874, em Pelotas, com um integrante da importante família Antunes Maciel , do Rio Grande do Sul, tornou-se a baronesa de São Luiz; II - a filha, Francisca de Castro Moreira , nascida em julho de 1836, Pelotas, RS , que também foi casada na importante família Antunes Maciel ,do Rio Grande do Sul.

Colaboradora:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno -
Verbetes: Butuí, Barão de; e família Moreira
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