A - 1

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ABADIA

         

1º Barão e baronesa de Abadia

O 1º barão de Abbadia foi Gregório Francisco de Miranda que faleceu na cidade de Campos,província do RJ em 26 de Fevereiro de 1850.Casou com Maria Izabel de Gusmão Miranda, irmã da baronesa da Lagoa Dourada.Era Cavaleiro da Imperial Ordem de Cristo.

Adenda:

Gregório Francisco de Miranda - agraciado com o título ( Dec 15.04.1847, assinado em Campos-RJ) de Barão de Abadia (1º). Título de origem toponímica, tomado de uma povoação de Campos, estado do Rio de Janeiro. Filho de João Francisco de Miranda ( 1695-1769), Cavaleiro Fidalgo da Casa Real, abastado proprietário de engenhos de açúcar, e de Maria Lopes ( 1702-1760). O barão nasceu em 12.09.1794, em Campos-RJ  e lá também faleceu em fevereiro de 1850 * Sargento-Mor das ordenanças da vila de S. Salvador dos Campos dos Goitacazes ( antes de 1802 ). Tenente-Coronel do 18º Batalhão das Milícias. Cavaleiro Professo na Ordem de Cristo. Cavaleiro Fidalgo da Casa Imperial. Cavaleiro da Ordem  de N. Sra. da Conceição da Vila Viçosa de Portugal e Comendador da Ordem de São Januário de Nápoles. Teve mercê de Carta de Brasão de Armas. Casou-se em 1814 com Maria Isabel ** , Baronesa de Abadia, da importante família Gusmão daquela mesma região norte-fluminense, nascida em 1796 e falecida a 22.01.1870, filha do desembargador Manuel Carlos da Silva Gusmão , procurador da Coroa no Rio de Janeiro, e de Ana Rosa de Aguiar Cardoso..

* o colaborador José Roberto Vasconcelos Nunes apresenta o dia do falecimento do titular como 20. O Dicionário das Famílias Brasileiras o tem como 25.

** o pesquisador José Roberto apresenta o nome da baronesa como Maria Isabel de Aguiar Cardoso. O Dicionário das Famílias Brasileiras acrescenta mais o Gusmão.

Correção:
O 1º Barão de Abadia é que era irmão da Baronesa de Lagoa Dourada, como pode ser facilmente verificado no livro "Terra Goitacá", de Alberto Lamego.  E também pelo verbete da família Miranda, no Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Barata e Cunha Bueno

Colaboradores:


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Luiz Salvador de Miranda Sá Jr - fonte "Terra Goitacá", de Alberto Lamego
- José Roberto Vasconcelos Nunes - pesquisador mineiro e coordenador da lista Gen-Minas de discussão de genealogia
- Regina Cascão - fonte Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Barata e Cunha Bueno, verbetes Abadia, Barão e famílias Miranda e Gusmão.

 Adenda - Armas do Titular

No "Archivo Nobiliárquico", os Barões de Vasconcelos não consignam as armas deste títular. Consultando-se o "Arquivo Heráldico-Genealógico" de Sanchez de Baena, lá se encontra, à página 246, uma nota de que, a 19 de Junho de 1802, se passou brasão de armas a seu pai homônimo. O Barão de Abadia também teve brasão de próprio passado a 10 de agosto de 1807 e registrado no Cartório da Nobreza de Portugal, livro VII, fls. 160, o qual é descrito nestes termos: "Um escudo e nele as armas dos Mirandas".
As Armas dos Mirandas podem ser assim brasonadas: "Em campo de ouro, uma aspa de goles, acompanhada de quatro flores-de-lis de sinople".

Colaborador: Paulo Marcelo Rezzuti 

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ABADIA

2º Barão e baronesa de Abadia e brasão

O 2º barão de ABADIA foi Francisco Dionisio de Faria.Era Tenente-Coronel da Guarda Nacional.

Brasão estilizado de Abadia

Adenda

Francisco Dionísio Machado de Faria - agraciado com o título ( Dec 10.08.1889 -0 D. Pedro II ) de Barão (2º) de Abadia.Nasceu em 09. 10. 1835 no Engenho Boa Sorte, em Jandaira-Ba. Filho de Joaquim Elias Machado de Faria e de Maria Helena Simões de Almeida; neto paterno de Jose Hilário Machado de Faria e de Maria Rosa de Almeida; bisneto paterno de Thomaz José Aquino de Faria e de Ana Souza Conceição. Foi proprietário do Engenho Santo Antônio da Tabatinga (Jandaira-Bahia) e do Engenho Cruzeiro (Cristinápolis-Sergipe); Casou-se em 01.09. 1857 com Antôniada Silva Maciel, nascida a 11.05.1838 Eng. Campo Redondo-Bahia e falecida a 17.06.1926 Jandaira-Bahia. Em 1878 foi nomeado pelo Presidente da Provincia da Bahia, Comandante do 2°. Batalhão da Guarda Nacional da Comarca de Itapicuru-Bahia; Em 1879 foi nomeado para o Posto de Tenente-Coronel, Comandante do Batalhão de Infantaria n. 12 da Guarda Nacional da Comarca de Conde-Bahia . Em 1881 foi indicado membro da comissão literária da freguesia de Abadia-Bahia; Em 1882 foi eleito Vereador em Abadia-Bahia; Em 1886 foi Intendente em Abadia-Bahia. O decreto acima citado, de concessão do título, foi publicado no "Diário Oficial do Império do Brazil" em 11.08.1889. Faleceu em 19.08.1908 Jandaira-Bahia

Fonte:

"Estudos Genealógicos da Família Machado de Faria, de Francisco César Lins Sant'Ana, descendente do barão de Abadia. Edição 2000

Colaboradores:

Lauro Lima, descendente do 2º barão

Antonio Almeida Lins: Envio da adenda e brasão estilizado

José Renato Pessoa Dantas - Envio de imagens do 2º barão e  brasão

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ABAETÉ

     

fotos do visconde de Abaeté

   Fonte da figura: www.senado.gov.br

O visconde com grandeza de ABAETÉ foi Antonio Paulino Limpo de Abreu.Nasceu em Lisboa em 22 de Setembro de 1798 e faleceu em 14 de Setembro de 1883 no Rio de Janeiro.Era filho do Tenente-Coronel de Engenheiros, Manuel do Espírito Santo Limpo e de sua mulher D.Maria da Maternidade de Abreu e Oliveira.Casou-se com Ana Luiza Carneiro de Mendonça, filha de João José Carneiro de Mendonça, Tenente-Coronel de Milícias e Fazendeiro, falecido no Rio de Janeiro em 10 de Dezembro de 1873.  Formado em leis pela Universidade de Coimbra em 1820; era brasileiro, ex-vi da Constituição. Exerceu todos os cargos da magistratura até o de Ministro do Supremo Tribunal de Justiça em 1846.Foi Presidente da Província de MG em 1833; Deputado à Assembléia Geral por essa província na 1ª e 4ª legislaturas de 1826 a 1841; na 5ª de 1842, na 6ª de 1845 a 1847; presidindo a Câmara de 1830 a 1833 e de 1845 a 1847.Senador por MG em 1847.Foi doze vezes Ministro de Estado, sendo três vezes nos três Gabinetes da Regência de Diogo Antonio Feijó.Era conselheiro de Estado em 1848; presidiu o Senado de 1861 a 1873; do Conselho de S.M. o Imperador.Como ENviado Extraordinário em missão especial ao Rio da PRata celebrou o tratado de comercio de 7 de Março de 1856 com a Argentina. Presidente do Conselho várias vezes;era Gentil-Homem da Casa Imperial,Grande do Império, Dignitário da I.Ordem do Cruzeiro, Grã-Cruz da I.Ordem de Cristo, e de N.S.da Conceição de Vila Viçosa de Portugal, sócio do IHGB, etc., etc.

Adendas

Antonio Paulino Limpo de Abreu - agraciado com o título ( Dec 02.12.1854 ) de Visconde com honras de grandeza de Abaeté. Título de origem toponímica, tomado do município do mesmo nome, em Minas Gerais. O pai do titular, além de Tenente-Coronel de Engenheiros, também era Astrônomo. O nome completo da mãe do titular era  Maria da Maternidade do Carmo de Abreu e Oliveira. Casou-se por volta de 1829 em Paracatu-MG com Ana Luiza Carneiro de Mendonça, nascida em 1809 em MG e falecida a 10.12.1873 na rua Princesa do Catete 396, no Rio de Janeiro, cujo pai era o citado no ANB e a mãe era  Josefa Maria Batista Roquette Franco, nascida em 1870 e falecida a 17.11.1855, vítima do colera morbus em Petrópolis-RJ.  
 
João José Carneiro de Mendonça, o sogro do Barão – patriarca da família Carneiro de Mendonça, radicada em Sumidouro - RJ .  Nasceu cerca de 1776 na Ilha da Madeira  e faleceu em  03.03.1853 em Petrópolis, RJ . Proprietário das fazendas Sebolas, Itamarati e Posse. Em 1848, quando da primeira visita de D. Pedro II a região, hospedou o Imperador em Sebolas, onde o monarca ceou e dormiu. Era Comendador das ordens de Cristo e da Rosa. Juiz de Paz na Freguesia de São José do Rio Preto. Casado com Josefa Batista Franco de Sá e Benevides.
 
Colaboradores:

 

Bartyra Sette e Regina Cascão – fonte Dicionário das Famílias Brasileiras, de Barata e Cunha Bueno

José Roberto Vasconcellos Nunes – fundador e coordenador da lista Gen-Minas de discussão em genealogia

José Renato Pessôa Dantas - Foto da direita

BRASÃO DE ARMAS :Em campo azul, uma asna de prata acompanhada, em chefe, de duas estrelas de ouro e em ponta, de uma palmeira do mesmo, posta em um monte de sinople. DIVISA: Consilium in providendo, celeritas in conficiendo. (Brasão passado em 22 de Julho de 1864. Registrado no Car´trio da nobresa Liv.VI,fls.63).

Criação do Título: Voisconde com grandeza por decreto de 2 de Dezembro de 1854.

Adenda- Armas do titular

Colaboração de Paulo Marcelo Rezzuti

Segundo o desenho, a palmeira se acha "assente ou plantada num terrado de sinople", e não "posta em um monte" conforme se descreve. O monte é representado pela sua forma natural, ou seja, por uma elevação do terreno, movente da ponta do escudo, ao passo que o terrado representa uma pequena porção do solo, também movente da ponta, cuja linha superior é mais ou menos sinuosa. Além disso, a expressão "posta em um monte" poderia ser interpretada como se a palmeira estivesse brocante sobre o monte
     Sanches de Baena, consignando as armas deste titular, não faz referência alguma de se achar a palmeira assente sobre um monte ou um terrado, pois as descreve da seguinte maneira: "Em campo azul, uma asna de prata acompanhada em chefe de duas estrelas de ouro e, em ponta, de uma palmeira do mesmo". Devemos ainda não nos esquecer que, para as armas dos titulares brasileiros, Sanches de Baena serviu-se de indicações que lhe foram fornecidas por Luiz Aleixo Boulanger, Escrivão da Nobreza do Brasil. Difícil, portanto, esclarecer-se tal particularidade.

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ABIAHY

                    

Barão e baronesa de Abihay

fonte: AGB

O barão de ABIHAY foi Silvino Elvídio Carneiro da Cunha.Natural da província da Paraíba,onde nasceu em 31 de Agosto de 1831 e faleceu a bordo do vapor Olinda,pouco depois de chegar em Recife,em 8 de Abril de 1892.Era filho de Manuel Florentino Carneiro da Cunha.Bacharel em direito pela Faculdade de Olinda em 1853,Foi Presidente das províncias do Maranhão,do Rio Grande do Norte,da Paraíba e de Sergipe.Inspetor da Alfândega da Paraíba,Deputado Provincial desde 1855 até 1870 na Província da Paraíba do Norte.Delegado de Polícia,Promotor Público e Secretário do Governo,foi também Diretor da instrução Pública e Procurador Fiscal da Fazenda,nessa província.Foi Inspetor das Alfândegas da Paraíba de Manaus e do MAranhão.Era membro do IHGB de Pernambuco,Oficial do Mérito Agrícola e da Legião de Honra da França e Comendador da Imperial Ordem da ROsa e da de Cristo.Era Fidalgo Cavaleiro da Casa Imperial.

Adenda
Silvino Elpídio Carneiro da Cunha- agraciado com o título (Dec 03.08.1888) de Barão de Abiahy , Abiaí na moderna grafia. Foi casado com Adelina Bezerra Cavalcanti de Albuquerque, Baronesa de Abiaí, nascida em 1850, "moça de rara beleza, e de rara cultura: pianista e poliglota.  Gastou a vida fazendo caridade" . 
 
Colaboradora: Regina Cascão - Fonte: "Genealogia dos Albuquerques e Cavalcantis", de Adalzira Bettencourt.

BRASÃO DE ARMAS :Escudo esquartelado: no primeiro, as armas dos Carneiros, - em campo de góles uma banda azul coticada de ouro e carregada de três flores de liz de mesmo metal, entre dois carneiros de prata armados de ouro: no segundo, as armas dos Cunhas, - em campo de ouro nove cunhas de azul em três palas: e assim os alternos.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 8 de Agosto de 1888

Armas do Titular - Adenda


1º e 2º Quartéis. - A banda é "perfilada" de ouro e não "coticada", poiseste termo corresponde à partição do bandado de dez ou mais peças.

Colaborador:
Paulo Marcelo Rezzuti

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ABRANTES

                      

Marquês e Marquesa de Abrantes

Palacete do Marquês de Abrantes em Botafogo

O visconde com grandeza e Marques de ABRANTES foi Miguel Calmon du Pin e Almeida. Nasceu em Santo Amaro (Baia) em 26 de Outubro de 1796 e faleceu no RJ em 13 de Setembro de 1865. Era filho de José Gabriel Calmon de Almeida e de Maria Germana de Souza Magalhães. Casou com Maria Carolina da Piedade Pereira Baia, filha dos barões de Merity, a qual casou em segundas núpcias com o barão do Catete.Doutor em leis pela Universidade de Coimbra em 1821,voltou ao Brasil no ano seguinte. Foi nomeado membro do Governo interino da Cachoeira,proclamado em nome da Pátria e da Independência. Deputado pela Baia na Assembléia Constituinte de 1823,e seu primeiro secretário. Representou ainda sua Província nas 1ª,2ª e 4ª legislaturas de 1826 a 1841. Foi Ministro Plenipotenciário junto a Corte de Viena em 1836 e em missão especial à de Berlim em 1844.Senador pelo Ceará em 1840,Conselheiro de Estado em 1843 e do Conselho de S.M. Fez parte dos Conselhos da Coroa :no 7º Gabinete de 1827,na Pasta da Fazenda;no 8º de 1829 como Ministro dos Negócios Estrangeiros;no 1º Gabinete de 1837,na da  Fazenda e também no 2º de 1841 e por último dos Estrangeiros no 18º Gabinete de 1862,quando em tanto patriotismo e energia defendeu os direitos e a honra do Brasil na questão Christie,com o Ministro da Grã Bretanha. Era Grande do Império,Veador de S.M. a Imperatriz,Dignitário da I.Ordem da Rosa,Grã-Cruz da I.Ordem do Cruzeiro,da de Conceição de Vila Viçosa,de Portugal,da Real Ordem Constantina das Duas Sicílias, da de S.Maurício e S.Lázaro e da de Leopoldo da Bélgica. Era sócio do IHGB comissário do Governo no Instituto dos Surdos-Mudos, Provedor da Santa Casa de Misericórdia, Presidente da Imperial Academia de Música e foi o organizador da Caixa de Amortização.

Armas do Titular- Adenda


     O "Arquivo" não consigna as armas deste titular, mas na belíssima coleção de louça armoriada do Dr. Ricardo Gumbleton Daunt figura um prato que pertencera a Miguel Calmon du Pin e Almeida, com esta indicação: "Louça adquirida da fábrica Meissen em 1844, quando Abrantes era Ministro do Brasil em Berlim, tendo pretendido à coleção Bastos Dias".
     Nessa peça, está pintado um brasão de armas que podemos assim descrever: "Em campo de blau, um torreão de prata, encimado por uma flor-de-lis ladeada de duas estrelas, tudo do mesmo metal. Timbre: a flor-de-lis das armas. Coroa de Conde". A coroa de Conde explica-se facilmente pois a criação do título de Marquês data de 2/12/1854, enquanto que o de visconde com grandeza, de 18/7/1841. Assim, tendo sido a louça fabricada em 1844, nessa época tinha Abrantes o título de Visconde com grandeza, o que lhe dava direito ao uso da coroa de conde.
Na coleção de J. Leite, do Rio de Janeiro, encontra-se um"ex-libris" armoriado do Dr. Miguel Calmon du Pine Almeida, num fino lavro de gravação em "talho-doce", assinado por Aguí. No Brasão reproduzido no "ex-libris" do ministro da Agricultura do governo do Dr. Epitácio Pessoa, a flor-de-lis se apresenta de ouro, mas no timbre, é de prata. Além disso o torreão está sustido por um terrado ao natural 

Colaborador: Paulo Marcelo Rezzuti

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ACEGUÁ

           

2 fotos do barão de Aceguá

O barão de ACEGUÁ foi Astrogildo Pereira da Costa.Era brigadeiro do Exercito e se distinguiu na Campanha do Paraguai.

Astrogildo Pereira da Costa - agraciado com o título ( Dec 22.12.1888 ) de Barão de Aceguá. Título de origem toponímica, tomado ao município do mesmo nome, comarca de Bagé-RS. Filho do Capitão Astrogildo da Costa Pereira ( depois Pereira da Costa, nascido em 1787 em Porto Novo, e de Maria Antonia da Silveira, nascida cerca de 1790 em Herval-RS, neta de Amaro José da Silveira, este patriarca da família Amaro da Silveira, do Rio Grande do Sul. Nasceu cerca de 1809 em Herval-RS e faleceu em 19.01.1892 em Jaguarão-RS. Brigadeiro. Foi casado com Josefa Bittencourt, também natural de Herval-RS.

Colaboradores

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes; Aceguá, Barão de; família Pereira da Costa.

Rodolfo Fujimori (do site) 
http://br.geocities.com/silveira_medeiros/album_ambrosina_p2e3.htm

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AFIÉ

 O barão de AFIÉ foi Joaquim Carlos da Cunha Andrade,que faleceu em 27 de Julho de 1881 em Itabira,MG.Era tenente-coronel da Guarda Nacional.

Brasão de Afié

Adenda

Joaquim Carlos da Costa Andrade - agraciado com o título [Dec. 19.07.1879] de barão de Afié Filho do Ten. Cel. Comendador Carlos Casemiro da Cunha Andrade [fal. 1872, filho do alferes Francisco Joaquim de Andrade e de Maria Cândida de Almeida) e de Senhorinha dos Santos Alvarenga, de uma das principiais famílias de Minas Gerais. Nascido em Minas Gerais e falecido em 27.07.1881, Itabira, MG, fazendeiro em Minas Gerais. Foi casado duas vezes: a primeira com Maria Isidora Andrade; e a segunda com Ana da Costa Lage, viúva do guarda-mor José da Costa Lage.

Colaboradores:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbete: Cunha Andrade

José Renato Pessoa Dantas - Envio do brasão de Afié

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ÁGUA BRANCA

O 1º barão de ÁGUA BRANCA foi Joaquim Antonio de Siqueira Torres.Era filho do capitão Theotonio Victoriano Torres e de Gertrudes Maria da Trindade.

Adenda

Joaquim Antônio de Siqueira Torres - agraciado com o título ( Dec 15.11.1879) de Barão ( 1º ) de Água Branca . Título de origem toponímica, tomado do lugarejo de mesmo nome, Alagoas.Filho de Teotônio Vitoriano Torres, Capitão, pernambucano da Vila de Cimbres, e de Gertrudes Maria da Trindade, Neto materno de Faustino Vieira Sandes e de Maria da Conceição (ele alagoano do lugar Boacica, perto de Penedo, ela pernambucana).O Barão nascera no dia 8 de setembro de 1808, vindo a falecer em 29 de janeiro de 1888.Agricultor, criador e comerciante. Chefe político do Partido Liberal, abastado e filantropo, mandou construir por sua conta a Igreja Matriz de Água Branca, da cidade alagoana deste nome, gastando na obra perto de quatrocentos mil cruzados, o que lhe valeu ser agraciado pelo Papa Leão XIII com a Comenda da Ordem de São Gregório Magno.Casou duas vezes: a primeira com Joaquina Vieira Sandes, filha de Antonio Vieira Sandes; a segunda com Joana Vieira Sandes, Baronesa de Água Branca, irmã da primeira esposa, nascida em 30 de dezembro de 1830 e falecida aos 27 de dezembro de 1923.

Colaboradora:

 Regina Cascão - fonte: "Gente de Pernambuco" - Orlando Cavalcanti

BRASÃO DE ARMAS: Em campo azul, uma banda de prata carregada de três cruzes da ordem de Cristo, de góles, vazia o campo, entre um caduceu de ouro à sinistra, e uma espada de prata à destra.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão por decreto de 15 de Novembro de 1879

Armas do titular- Adenda

Não está especificada a posição da espada que é posta em barra, como se depreende do desenho. O mesmo podemos dizer das três cruzes da Ordem-de-Cristo, que carregam a banda. As figuras, quando postas numa banda ou nona barra, devem acompanhar a inclinação destas peças, salvo indicação em contrário. No desenho as cruzes não tem suas linhas paralelas e perpendiculares às da banda, como seria sua posição normal.
Não é necessário especificar-se que a cruz é vazia "do campo", porquanto se não fosse do mesmo esmalte do campo deixaria de ser "vazia" para se tornar "cheia". Entretanto, para a cruz da Ordem-de-Cristo, é dispensável dizer-se "vazia", por lhe ser peculiar.

Colaborador: Paulo Marcelo Rezzuti

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ÁGUA BRANCA

O 2º barão de ÁGUA BRANCA foi Joaquim Ignacio Ramalho.Criado barão por Decreto de 7 de Maio de 1887,decreto este que foi anulado e substituído pelo de 28 de Maio do mesmo ano,criando-o barão de RAMALHO

Colaboradora

Regina Cascão: Fonte da imagem: www.alagoas24horas.com.br

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ÁGUAS BELLAS

O barão de ÁGUAS BELLAS foi João da Cunha Magalhães.Era Comendador da Real Ordem de Cristo e de Vila Viçosa de Portugal.

Adendas

       

barão e baronesa de Águas Bellas

João da Cunha Magalhães - agraciado com o título ( Dec 28.08.1877 ) de Barão de Águas Belas. Título de origem toponímica, tomado da cidade Águas Belas, Pernambuco. Filho de João da Cunha Magalhães, nascido em 1796, Porto e falecido em . 1871 ( filho de Manuel João da Cunha Magalhães e de Francisca da Conceição Cunha) e de Alexandrina dos Santos Miranda Leal , nascida em 1806, Olinda, PE e falecida em 1871 ( filha de Antônio Gomes Leal, patriarca da importante família Miranda Leal , de Pernambuco), casados em 1825. Nascido em 1827  e falecido em 14.01.1904, Recife, PE. Comerciante. Deputado de Águas Belas [PE-1877]. Senador. Foi casado, em 1854, com Teresa de Jesus de Oliveira, baronesa de Águas Belas. 

Colaboradora

 Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH
Cunha Bueno - Verbete: Cunha Magalhães

Regina Cascão - Foto dos barões. Fonte: Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE

Disponível no site Domínio Público, do governo federal

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ÁGUAS CLARAS

          

barões de Águas Claras

 O barão de ÁGUAS CLARAS foi o Dr.Guilherme Augusto de Souza Leite que nasceu a 10 de Novembro de 1850 .Formado em Engenharia em 1872,concluiu seus estudos em Liége na Bélgica,fazendeiro em Águas Claras no Estado do RJ,Foi inspetor da instrução e Superintendente do Ensino em seu município,Membro e Secretário do Conselho Fiscal da Caixa Econômica e Monte de Socorro do Rio de Janeiro,Vice Presidente da Junta Administrativa da Caixa da Amortização;Presidente do Conselho Fiscal do Banco do Brasil;Diretor da Caixa de Conversão,etc.Teve a honra de hospedar em 1887 SM.o Imperador,durante um mês em sua fazenda.Foi Oficial da Imperial Ordem da Rosa.

Adenda 

Guilherme Augusto de Souza Leite – agraciado com título ( Dec 02.05.1887 ) de Barão de Águas Claras. Título de origem toponímica, tomado a uma propriedade da família, a Fazenda de Águas Claras, em S. José do Rio Preto-RJ, onde foi hospedado o Imperador em 1887. Oficial da Ordem da Rosa. Formando em MEDICINA, em 1872, pela Universidade de Liège, Bélgica. Fazendeiro em Águas Claras, em São José do Rio Preto, Estado do Rio de Janeiro. Casou com Josefina de Araújo Franco, filha de Antônio Augusto de Araújo Franco e de Leopoldina de Sousa Werneck, fazendeiros.

Colaborador:
José Roberto Vasconcelos Nunes - pesquisador. Criador e coordenador da lista Gen-Minas de genealogia 

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AGUAPEHY

O barão de AGUAPEHY foi João Batista de Oliveira que faleceu na Província de Mato Grosso em 1878.Era brigadeiro do Exercito.

AGUAPEÍ, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz RJ 1960, páginas 112 a 121

Adenda

João Batista de Oliveira - agraciado com o título ( Dec 20.05.1863 ) de Barão de Aguapeí.  Título de origem toponímica, tomado da cidade onde nasceu o titular. Nasceu nesta cidade (Aguapeí), filho do então 1º Tenente e Comandante da Tropa de linha Antonio Bernardo de Oliveira , português (filho de Hermenegildo Alves de Oliveira e irmão de João Batista de Oliveira) , que viera para Mato Grosso com o último Governador e Capitão-General Francisco de Paula Magessi de Carvalho, - e de Ana d´Alincourt, portuguesa, irmã do notável engenheiro Luiz d´Alincourt que ao Brasil, e notadamente a Mato Grosso, prestou tantos e tão valiosos serviços. Era ela filha de Luiz d´Alincourt (pai) e Clara Rita Efigênia d´Alincourt.Antonio B. Oliveira ficou viúvo  com os filhos ainda pequenos, tendo sua esposa morrido do parto de gêmeos. Foi obrigado a espalhar os filhos por outras famílias. João Batista, que era o terceiro filho do casal, foi confiado a uma boa senhora D. Antonia, por antonomásia Camaroa, que lhe foi como uma verdadeira mãe.Era Brigadeiro do Exército e foi casado com D. Maria Alves da Cunha Ribeiro, do ramo do Barão de Poconé, tendo o casal uma única filha: Antonia.Hábil e maneiroso, exerceu até a sua morte, ocorrida em 14 de janeiro de 1879, a chefia do Partido Liberal.

Colaboradora: Regina Cascão - Fonte: Genealogia Matogrossense, de José de Mesquita

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AGUIAR DE ANDRADA

barão de Aguiar de Andrada

O barão de AGUIAR DE ANDRADA foi Francisco Xavier da Costa Aguiar de Andrada que nasceu na província de SP e faleceu em Washington em 28 de Março de 1892.Era filho de Francisco Xavier da Costa Aguiar de Andrada e de D.Maria Zelinda de Andrada.Era irmão da baronesa de Penedo.Casou com sua prima Jesuína da Costa Aguiar de Andrada,filha do Dr.José Ricardo da Costa Aguiar de Andrada. Magistrado na província de SP;entrou para a carreira diplomática como adido de Legação,passando depois a Secretario em Londres e Ministro Plenipotenciário em diversas Cortes.Foi colhido pela morte no momento em que em Washington,tratava da Questão das Missões,como Ministro Brasileiro.Era do Conselho de SM.,Grã-Cruz da Imperial Ordem da Rosa da Real Ordem de Cristo de Portugal,da Coroa de Ferro,da Áustria e da Ordem de Medjidié de 3ª classe da Turquia.

Adenda:

Francisco Xavier da Costa Aguiar de Andrada – agraciado com o título ( Dec  03.05.1876 )  de Barão de Aguiar Andrada. Título de origem antroponímica, tomado do sobrenome da família. Nasceu em São Paulo, SP e faleceu a  28.03.1893 em Washington, Estados Unidos], conselheiro e diplomata. Adido de 1ª Classe nos Estados Unidos [22.03.1852]. Secretário nos Estados Unidos [21.09.1852 a 20.12.1853 e de 06.08.1854 a 30.09.1854]. Secretário, ainda nos Estados Unidos [24.02.1855]. Encarregado de Negócios, nos EUA [01.08.1855 a 29.05.1856]. Removido para Grã-Bretanha [31.01.1857]. Encarregado de Negócios na Grã-Bretanha [31.07. a 20.09.1857 e de 03.02. a 04.03.1858]. Encarregado de Negócios na Colômbia e na Venezuela [09.10.1863]. Ministro Residente no Uruguai [19.09.1873]. Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário no Uruguai [25.11.1874]. Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário do Brasil, interinamente, em missão especial para a Confederação Argentina [12.1875]. Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário [27.07.1878]. Saíra de Montevidéu, onde estava creditado. Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário do Brasil em Portugal [22.06.1881]. Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário do Brasil, na Santa Sé [31.08.1882]. Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário em missão espacial. Presidente das Comissões Mistas Internacionais para resolver as questões resultantes da guerra entre o Chile e o Peru-Bolívia [11.12.1886]. Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário do Brasil, novamente, em Portugal [20.08.1888]. Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário do Brasil, na Suíça [02.08.1890]. Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário do Brasil, na Santa Sé [02.03.1892 - não chegou a ocupar esse posto]. Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário do Brasil, em missão especial, nos Estados Unidos [30.04.1892).

Colaboradora:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbete: Aguiar de Andrada

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AGUIAR DE TOLEDO

2º barão e visconde de Aguiar de Toledo

O 2º barão de BELLA VISTA e visconde de  AGUIAR DE TOLEDO, foi José de Aguiar Toledo que nasceu em Bananal SP em 13 de Junho de 1823 e faleceu nessa cidade em 14 de Agosto de 1898.Era filho do Tenente-Coronel Francisco de Aguiar Vallim e de D.Maria Ribeiro Barbosa.Casou em primeiras núpcias com Maria Guilhermina Pacheco,filha do desembargador Joaquim José Pacheco e em segundas núpcias com Maria Madalena Hus,Era sogro do barão de Almeida Vallim.Tenente-Coronel Comandante Superior da Guarda Nacional de Bananal,era proprietário,fazendeiro em Bananal,chefe do partido conservador,e foi deputado geral nas legislaturas de 1861 á 1864.Era comendador da Imperial Ordem da Rosa e da de Cristo.

Adenda

José de Aguiar Toledo - agraciado sucessivamente com o título ( Dec 22.04.1854) de Barão da Bela Vista e com o título ( Dec 31.07.1877 ) de Visconde de Aguiar Toledo.Seu título de Barão é um título de origem toponímica, tomado da fazenda da família - Bela Vista , em Bananal-SP,constando , em 1865, com 215 escravos, 81.000 pés de café, avaliados em 12:000$000 ( 12 contos) de réis. Parte das terras desta fazenda pertenciam ao município de Barra Mansa-RJ , com 52.000 pés de café (Mello Coelho -Ensaio, pág 78 ). Seu título de Visconde é um título de origem antroponímica, tirada do sobrenome de família. Tenente-Coronel Comandante Superior do Batalhão de Infantaria da Guarda Nacional da cidade do Bananal.Teve mercê, enquanto barão da Bela Vista, de sua Carta de Brasão de Armas. Foi casado, primeiro, a 30.08.1851, com Maria Guilhermina Pacheco, nascida em 1835 em São Paulo e falecida  a 03.07.1865 no Rio de Janeiro-RJ, filha do desembargador Joaquim José Pacheco, baiano, e de Margarida Domenech, uruguaia; neta paterna de Joaquim José Pacheco e de Ana Joaquina Chaves; neta materna de Nicolau Domenech Otero e Joana Maria Garcia. Casou-se pela segunda vez com  Maria Madalena Hesse, de família de origem dinamarquesa radicada no Rio de Janeiro, filha de Frederico Rodolfo Hesse e Maria Madalena Huber, nascida no Rio de Janeiro-RJ a 02.01.1860 e falecida também no Rio a 04.06.1912, Viscondessa de Aguiar Toledo. Do seu segundo casamento, nasceu América Brazilina de Toledo, nascida cerca de 1856 e falecida a 06.08.1947 em São Paulo,  que, por seu casamento, a 24.06.1878, na família Almeida Valim , de São Paulo, tornou-se, em 1888, a baronesa de Almeida Valim.

Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes Aguiar Toledo, Visconde; famílias Aguiar Toledo, Pacheco e Hesse.

BRASÃO DE ARMAS: Escudo esquartelado: no primeiro quartel, as armas dos Pintos, - em campo de ouro uma águia de vermelho, estendida, armada de preto - ; no segundo, exequetado de oito peças de prata, em pala, e sete de azul em faxa, e assim os contrários: e sobreposto, um escudete tendo, em campo de ouro, um cafeeiro ao natural.

CRIAÇÃO DOS TÍTULOS: Barão de Bela Vista por decreto de 22 de Abril de 1854.Visconde de Aguiar Toledo por decreto de 31 de Julho de 1877.

Armas do Titular- Adenda e correção

No "Arquivo" não consta a data, livro e fls. do registro destas armas, mas Sanches e Baena anota: "Br. p. em 30/06/1855. Reg. no Cartório da N., liv.VI, fls. 232º e º quartéis - Descrição confusa. tendo em vista o desenho e amaneira de se brasonar em as armas destes quartéis. Diz a descrição:"enxequetado de oito peças de prata, em pala, e sete de azul, em faxa", oque a torna um tanto ambígua. Isto porque, no enxequetado, basta
mencionar-se o número de peças em pala e em faxa, sem cogitar,numericamente, dos esmaltes, mas especificamente, entendendo-se que oprimeiro esmaltes, mas especificamente, entendendo-se que o primeiro esmaltemencionado será o do quadrado do canto destro do chefe. Assim sendo, a descrição de acordo com o desenho, deve ser a seguinte: "enxequetado deprata e de azul, de três peças em pala e cinco em faxa". Outra forma de se brasonar seria "enxequetado de três tiras de cinco pontos, de prata e azul".No presente caso, parece-nos que há erro tanto da descrição como do desenho,porquanto se depreende que as armas do 2º e 3º deveriam corresponder às dosToledo. Este apelido traz, como se verifica em Santos Ferreira (brasão nº1377), escudo xadrezado de cinco tiras de três pontos, de prata e azul.Houve, portanto, inversão dos números de tiras e de pontos no desenho destas armas.

Colaborador:
Paulo Marcelo Rezzutti

Visconde de AGUIAR TOLEDO, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz RJ 1960, páginas 112 a 121

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AGUIAR VALLIM

 O barão de AGUIAR VALLIM, era Manuel de Aguiar
Vallim
e que este era filho do comendador Manuel de Aguiar Vallim e de
Domiciana Maria de Almeida Vallim e irmão do barão de ALMEIDA VALLIM.

Adendas

Manuel de Aguiar Vallim -  agraciado com o título ( Dec 16.09.1884 ) de barão de Aguiar Vallim. Título de origem antroponímica, tomado ao nome de família. Membro de família de abastados proprietários rurais, oriundos das Ilhas dos Açores, estabelecidos em Bananal-SP.Neto paterno de José Aguiar Toledo, natural da Ilha da Madeira, e de Maria do Espírito Santo Ribeiro Vallim, nascida em S. Tomé das Letras- MG, da antiga família Valim de Minas Gerais. Nascido em 04.04.1861, Bananal, SP e falecido em  05.01.1925, São Paulo, SP. Por seus dois casamentos, houve duas baronesas de Aguiar Valim - o primeiro, com Eudóxia Rubião, da família Rubião, da região sul-fluminense do Estado do Rio de Janeiro, nascida em 1865 em Mangaratiba-RJ e falecida  a 29.11.1890 em Bananal-SP, filha do Comendandor João Alves Rubião e de Margarida Carlota de Azevedo; e o segundo, com Maria da Glória Rebelo, da família Rebelo , da região centro-sul do Estado do Rio de Janeiro. Era irmão do barão de Almeida Vallim.

Colaboradora:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbetes : Aguiar valim, Barão de; famílias Aguiar Valim e Rubião.

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ALAGOAS

barão com grandeza de Alagoas

O barão com grandeza de ALAGOAS foi Severiano Martins da Fonseca que nasceu na província de Alagoas a 8 de Novembro de 1825.Faleceu no RJ em 19 de Março de 1889,dias depois de ter sido agraciado com o título de barão.Era filho do Tenente-Coronel Manuel Mendes da Fonseca e de Rosa Maria Paulina da Fonseca.Era irmão do Marechal Deodoro da Fonseca.Casou com Maria Amália de Carvalho,filha do Coronel Francisco José de Carvalho e irmã do desembargador Antonio Gonçalves de Carvalho,Ministro do Supremo Tribunal Federal e um dos seus mais puros e austeros magistrados brasileiros.A baronesa faleceu no RJ em 25 de Maio de 1915.Marechal de Campo,fez a campanha do Paraguai,onde se distinguiu.Publicou vários trabalhos técnicos sobre Artilharia.Foi Ajudante-General do Exercito,Conselheiro e Vogal do Conselho Supremo Militar do Conselho de SM.Veador de Sua Magestade a Imperatriz,Comendador da I.Ordem de Cristo,de S.Bento de Aviz.Oficial da I.Ordem da Rosa e do Cruzeiro.Condecorado com as medalhas militares de Paissandu da campanha do Paraguai com passador de ouro e com a de Mérito e Bravura Militar.

Adenda:
 
Agraciado com o título ( Dec 02.03.1889 ) de Barão com grandeza de Alagoas. Título de origem toponímica, tomado ao local de nascimento do titular. Sua esposa Maria Amália nasceu no Rio de Janeiro-RJ a 15.04.1837.
 
Colaboradora
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbetes; Alagoas, Barão com grandeza; família Fonseca e AGB I, 1939, pág.35

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ALAGOINHAS

 

 

barão de Alagoinhas

fonte: AGB

 

O BARÃO DE ALAGOINHAS foi Francisco Pereira Sodré, natural da Baia. Era coronel da Guarda Nacional.

 

Adendas


Francisco Pereira Sodré -  agraciado com o título ( Dec. 26.04.1879 ) de
Barão de Alagoinhas. Filho natural do Coronel Francisco Maria Sodré Pereira, nascido em 1780, com Maria Ana de Menezes. Nascido 26.04.1818, vila de S. Tiago do Iguape, cidade de Cachoeira, BA e falecido  28.09.1882, Salvador, BA.  Deixou geração do seu casamento, em 1834, com Cora Coutinho, que tornou-se a baronesa de Alagoinhas.Cora era filha natural do Conselheiro José Lino Coutinho (n. 31.03.1784 - fal. 24.07.1836) estadista, médico, professor e político e da poetisa Ildefonsa Laura César, ambos baianos.Nasceu em 25.01.1821 na Bahia e faleceu em 25.04.1880 em Iguape - BA.O casal teve onze filhos.

Colaboradora:


Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos

Eduardo Barata e AH Cunha Bueno - Verbetes: Alagoinhas, Barão; Alagoinhas, Baronesa; Sodré Pereira.

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ALBUQUERQUE

visconde com grandeza de Albuquerque

O Visconde com grandeza de ALBUQUERQUE foi Antonio Francisco de Paula Hollanda Cavalcanti de Albuquerque, que nasceu em PE em 21 de Agosto de 1797.Faleceu no RJ em 14 de Abril de 1863.Era filho do Capitão-Mor Francisco de Paula Cavalcanti de Albuquerque e de Maria Rita de Albuquerque Mello;neto paterno do Coronel Francisco Xavier Cavalcanti de Albuquerque e materno do Tenente-Coronel Antonio de Hollanda Cavalcanti de Albuquerque e de Maria Manuela de Mello. Casou com Emilia Cavalcanti de Albuquerque,filha do Conselheiro Senador Manuel Caetano de Almeida e Albuquerque e de Emilia Amália de Albuquerque. Sentou praça aos dez anos como cadete sendo promovido mais tarde a Tenente-Coronel,posto em que foi reformado.Foi lente da Escola Real de Pelotas.Deputado por sua província na 1ª legislatura de 1826 a 1829,na 2ª e 3ª de 1830 a 1837.Senador em 1838.Ministro da Fazenda do 8º gabinete de 1829 ,da mesma pasta no 9º de 1831,do Império e da Fazenda no 2º de 1832,da Regência Permanente;da Marinha no 1º gabinete de 1840 e no 4º de 1844,da Fazenda e Marinha no 6º de 1846 e finalmente da Fazenda no 18º gabinete de 1862. Era conselheiro de Estado extraordinário e ordinário em 1850;do gabinete de SM,Gentil-Homem da Imperial Câmara,Dignitário da Ordem do Cruzeiro e Cavaleiro de Cristo.

Colaborador:

 

Pedro Auler - foto do Visconde. Fonte: "A Grande Politica - Balanço do Imperio no Reinado Actual - Liberaes e Conservadores - estudo politico-financeiro", Tito Franco d'Almeida (Rio de Janeiro: Imperial Instituto Artistico, 1877).

BRASÃO DE ARMAS : Escudo partido em pala: na primeira as armas dos Albuquerques,que são: esquarteladas; no primeiro quartel as armas inteiras de Portugal;no segundo cinco flores de liz de ouro em campo vermelho, e assim os contrários;na segunda pala as armas dos Cavalcantis que são: de vermelho e de prata ,divididos estes esmaltes por uma asna de azul coticada de sable; a parte de baixo é de prata e a de cima de vermelho,semeada de flores de prata,de quatro folhas.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Visconde com grandeza por decreto de 3 de Dezembro de 1854.

Armas do titular - Adenda e correção

As armas dos Cavalcanti não estão descritas com a devida perfeição. Preferimos a seguinte: "De prata, mantelado de goles semeado de quadrifólios de prata, com uma asna de azul, perfilada de sable, brocante sobre o traço do mantelado". A asna das armas dos Cavalcanti não deve, a nosso ver, ser perfilada
de esmalte algum, porquanto somente se perfila uma peça de cor, quando ela seja de metal, como recurso para se evitar a inobservância de superposiçãode esmaltes da mesma espécie. Todavia tal não sucede no presente caso, visto a peça ser de cor e ainda brocante. É possível que o contorno da peça, geralmente traçado de preto, tenha provocado essa má interpretação. Nos textos das cartas de brasões não se faz referência a tal particularidade, mas Vilas-Boas e Sampaio, já na edição de 1676 de sua obra, consigna "Huã asna azul coticada de negro". De qualquer forma, a expressão "coticada" é imprópria, pois é designativa de partição correspondente ao "bandado" de dez peças ou mais.

Colaborador:
Paulo Marcelo Rezzutti

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ALBUQUERQUE

Barão de Albuquerque

O barão de ALBUQUERQUE foi Manuel Arthur de Hollanda Cavalcanti de Albuquerque. Era filho de Antonio Francisco de Paula e Hollanda Cavalcanti de Albuquerque,visconde com grandeza,acima descrito,Bacharel em direito,foi Deputado Geral pela província de PE na 15ª legislatura de 1872-1875 e na 16ª de 1878.Moço Fidalgo com exercício na Casa Imperial e Cavaleiro da Real Ordem de N.S. da Conceição de Vila Viçosa de Portugal.Cavaleiro da Casa Imperial e da Legião de Honra.

Armas do titular- adenda As armas deste titular acham-se reproduzidas e descritas à pg. 549 do "Arquivo" e, sobre elas, reportamo-nos ao que ficou dito com referência às de seu pai, o Visconde de Albuquerque.

Colaborador:
Paulo Marcelo Rezzuti

BRASÃO DE ARMAS (zoom) : Escudo partido em pala: na primeira as armas dos Albuquerques, que são: esquarteladas; no primeiro quartel as armas inteiras de Portugal;no segundo cinco flores de liz de ouro em campo vermelho, e assim os contrários;na segunda pala as armas dos Cavalcantis que são: de vermelho e de prata ,divididos estes esmaltes por uma asna de azul coticada de sable; a parte de baixo é de prata e a de cima de vermelho,semeada de flores de prata,de quatro folhas.

1º barão de ALBUQUERQUE, conforme retificação ao ANB no "Titulares do Império" por Carlos G. Rheingantz RJ 1960, páginas 112 a 121

Regina Cascão: - Foto do barão. Coleção Francisco Rodrigues - Fundação Joaquim Nabuco - Recife,PE

Disponível no site Domínio Público, do governo federal

www.dominiopublico.gov.br

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 ALCÂNTARA  

O barão e visconde com grandeza de ALCÂNTARA foi João Ignácio da Cunha
que nasceu em São Luiz do Maranhão aos 23 de Junho de 1781 e faleceu no Rio de Janeiro aos 14 de Fevereiro de 1834.
 Era filho do Dr.Bento da Cunha e de Mariana Mendes da Cunha.Casou com Violante Luiza de Vasconcellos, que nasceu a 05 de Outubro de 1780 e faleceu no Rio de Janeiro de 1855; era filha do capitão Felipe Nery de Vasconcellos e de Antonia da Cunha Vasconcellos.  

Adenda

João Inácio da Cunha- agraciado com o título ( Dec 12.10.1825 ) de Barão de Alcântara; elevado ao título ( Dec 12.10.1826 ) de Visconde com honras de grandeza de Alcântara. Título de origem toponímica, tomado de importante cidade do Maranhão. Seus pais foram os patriarcas da família Cunha no Maranhão. Foram seus avós paternos Manuel da Cunha e Maria Garcia. Foram seus avós maternos João Mendes da Silva e Catarina Lourenço Baldez
Magistrado. Matriculado no curso de Direito da Universidade de Coimbra [30.10.1801]. Bacharel em Direito. Leitura de Bacharel [1806]. Juiz Conservador dos Contratos dos Dízimos. Desembargador. Conselheiro de Estado Honorário. Senador do Império pelo Maranhão (04/05/1826 a 11/02/1834). Ministro do Supremo Tribunal. Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Fazenda (28/10/1822 a 29/1822). Ministro e Secretário de Estado dos Negócios do Império (interinamente de 12/08/1830 a 03/10/1830; e efetivo a 24/12/1830 a 17/03/1831). Ministro e Secretário de Estado dos Negócios da Justiça (04/12/1829 a 18/03/1831, e 04/04/1831 a 05/04/1831). Deixou geração do seu casamento com . a Baronesa e Viscondessa com honras de grandeza de Alcântara, D. Violante, citada no livro base deste site.

Colaboradora:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Alcântara, Barão; Alcântara, Baronesa; família Cunha

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ALEGRETE  

O primeiro barão de ALEGRETE ,foi João José de Araújo Gomes que casou-se com Joaquina de Oliveira Álvares,nascida em 30 de Junho de 1805 e falecida em 21 de Maio de 1853,filha do ten.-gal.Joaquim de Oliveira Álvares.

Adenda

João José de Araújo Gomes - agraciado com o título ( Decreto de 15.11.1846) de Barão de Alegrete - Registrado no Livro 9.º de Registro de Leis,Alvarás e Cartas, fls. 41-42. Teve mercê de Carta de Nobreza, com ascendência justificada, em 08.1846 (Boulanger - Archivo da Nobreza do Brasil). Título de origem toponímica, tomado à cidade do mesmo nome, no Rio Grande do Sul . Oriundo de importante família do Rio Grande do Sul, com ramificações no Rio de Janeiro, nasceu em 15.11.1791 e faleceu em 30.03.1862, RJ, sendo sepultado no Cemitério de São Francisco Xavier, no Rio. Em seu túmulo foi mandado erigir, por seu filho - o 2.º barão, artístico e suntuoso mausoléu. Casou-se com Joaquina de Oliveira Álvares, nascida a 30.06.1805  e falecida a 21.05.1853, que  se tornou a baronesa de Alegrete . Foram pais, entre outros, de José Maria de Araújo Gomes [1817, Rio, RJ - 29.11.1871, Rio, RJ], tesoureiro da Alfândega e da Casa dos Expostos, senhor de grande fortuna e 2.º barão de Alegrete.

Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno
Verbetes: Alegrete, Barão  e família Araújo Gomes.

BRASÃO DE ARMAS : Escudo esquartelado: no primeiro e quarto, as armas dos Araújos, - em campo de prata, uma aspa de azul e nela cinco besantes de ouro: no segundo, as armas dos Oliveiras, - de góles, uma oliveira de verde com perfis e azeitonas de ouro e firmada em campo de sinople; no terceiro quartel, um leão de ouro rompente e, sobretudo, uma banda de góles, carregada de três flores de liz de prata.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão com por decreto de 15 de Novembro de 1840

Armas do titular - Correção Heráldica

2º quartel. - Segundo o desenho a árvore se acha "plantada" num "terrado" de sinople pois a expressão "em campo" é inadequada. Diz a descrição que se trata das armas dos Oliveira, mas estes trazem, em campo de goles, uma árvore de sinople, frutada de ouro e arrancada de prata.

Colaborador :
Paulo Marcelo Rezzutti

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ALEGRETE

2º barão de Alegrete

O segundo barão de ALEGRETE, foi José Maria de Araújo Gomes, filho do primeiro barão acima e que nasceu no Rio de Janeiro,falecendo em 29 de Setembro de 1891.Foi casado com Rosa Teixeira Bernardes filha do comendador Pedro J.Bernardes.Foi tesoureiro da Alfândega  da Côrte da Santa Casa dos Expostos, Comendador da Imperial da Ordem da Rosa e Moço Fidalgo com exercício na Casa Imperial.

Adenda
Não  existiu o título de 2ª Baronesa de Alegrete porque a esposa do 2º Barão
faleceu antes da concessão do título.

Colaboradora:
Regina Cascão - Fonte : Dicionário das Famílias Brasileiras,
de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbete: Alegrete, Barão de (2º)

BRASÃO DE ARMAS : Escudo esquartelado: no primeiro e quarto, as armas dos Araújos, - em campo de prata, uma aspa de azul e nela cinco besantes de ouro: no segundo, as armas dos Oliveiras, - de góles, uma oliveira de verde com perfis e azeitonas de ouro e firmada em campo de sinople; no terceiro quartel, um leão de ouro rompente e, sobretudo, uma banda de góles, carregada de três flores de liz de prata.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Barão com grandeza por decreto de 16 de Fevereiro de 1867.

Armas do titular- Adenda

Tratando-se das mesmas armas, reportamo-nos ao que ficou dito com referências de seu pai, o 1º Barão de Alegrete.

Colaborador: 
Paulo Marcelo Rezzutti

ALEGRETE, Marquês
(título português)

Luiz Teles da Silva Caminha e Menezes nasceu em Portugal, 1776 e faleceu em Lisboa-Portugal, 1828.Foi o 5.º e último Marques de Alegrete e 8.º Conde de Roronca, governador e capitão-general de São Paulo e Rio Grande do Sul. Tomou  posse no RS em 1814 sendo substituído pelo Conde da Figueira, Dom José de Castelo Branco Correa da Cunha Vasconcelos e Souza, citado abaixo, em 1818. Administrador esclarecido e enérgico, fundou a cidade de Alegrete-RS e incentivou o desenvolvimento de muitas outras . Seu título é nome de rua no bairro São João, zona norte de Porto Alegre-RS.

Colaborador
Sergio Straatman Buratto
- www.genealogias.org

Nota do autor da página: Marquês de Alegrete , apesar de ser título português , é aqui citado  pela relevante participação no contexto histórico de nosso país.

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ALEM PARAHYBA

O barão de ALEM PARAHYBA foi Joaquim Barbosa de Castro,natural de Mar de Espanha.

Adenda

Joaquim Barbosa de Castro - agraciado com o título ( Dec 08.08.1888 - Princesa Isabel ) de Barão de Além Paraíba. Título de origem toponímica, tomado da cidade de mesmo nome, em Minas Gerais, e que fica à margem esquerda do rio Paraíba do Sul. Membro de importante família de abastados senhores rurais estabelecida em Mar de Espanha -MG , com ramificações em Além Paraíba - MG.  Filho de Joaquim Barbosa de Castro, nascido a 14.06.1802 e falecido a 12.08.1874, Além Paraíba,MG, e de Ana Paula Leopoldina - nascida a 18.07.1810 e falecida a 05.08.1875 em MG. O Barão nasceu em 03.04.1839, Mar de Espanha, MG e faleceu em 17.07.1918. Bacharel em Ciências Sociais e Jurídicas [SP-1863]. Advogado. Chefe do Partido Conservador em sua terra natal. Presidente da Câmara Municipal de Mar de Espanha (MG). Coronel Comandante da Guarda Nacional de Mar de Espanha[1873]. Recusou sua nomeação para Vice-Presidente da Província [29.12.1885].Deixou uma prole de 15 filhos, do seu casamento, a 25.02.1865, com Joana Eugênia Pereira de Castro, nascida em  16.05.1847 em Mar de Espanha-MG e lá também falecida a 23.07.1934, baronesa de Além Paraíba, da família Pereira de Castro , de Minas Gerais, filha de Domingos Eugenio Pereira e Ana Florencia de Castro.

Colaboradora

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbetes: Além Paraíba, Barão; famílias Pereira de Castro e Barbosa de Castro.

                                                                                                                      ==================================================================

ALEMQUER

A  baronesa  de ALEMQUER foi D.Francisca de Assis Viana Moniz Bandeira.

Adenda

Francisca de Assis Viana Moniz Barreto de Aragão (Aragonien)- agraciada com o título ( Dec 10.07.1882 - D. Pedro II )  de Baronesa de Alenquer. Recebeu-o depois de viúva, em atenção aos serviços que prestou, concorrendo com avultada quantia para a construção do Hospício de D. Pedro II.Teve mercê de Carta de Brasão de Armas. Importante família de abastados proprietários de engenhos de açúcar e influentes políticos, os Moniz Barreto de Aragão (Aragonien) são ramo da família Moniz Barreto, da Bahia.Nascida em 12.03.1824 em Salvador-BA e falecida em 02.08.1897 em Santo Amaro-BA. Foi casada com Custódio Ferreira Viana Bandeira, da importante família Ferreira Viana Bandeira, da Bahia, falecido a 30.12.1869, na Bahia e sepultado  no cemitério Campo Santo, Salvador-BA, filho de Pedro Ferreira Bandeira e Ana Francisca Viana ( esta, filha do 1º Barão do Rio das Contas e neta de Frutuoso Vicente Viana). 

                                                 Colaboradores                                                   

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno. Verbetes: Alenquer, Baronesa de; e família Moniz Barreto de Aragão.

Prof. Dr. Dr. h. c. Luiz Alberto de Vianna Moniz Bandeira E-mail: moniz-bandeira@T-online.de

descendente das famílias: Moniz, Vianna, Bandeira, Bulcão e Pires de Carvalho e Albuquerque (Casa da Torre).

cio da Associação da Nobreza Histórica de Portugal e da Adelsverband – Bezirks Heidelberg, na Alemanha, onde mora.- Envio das fotos da baronesa e do brasão colorido dos Alemquer.

 

             

BRASÃO DE ARMAS: Uma lisonja esquartelada; no primeiro quartel, as armas dos Bandeiras, - em campo vermelho uma bandeira de ouro, franjada de prata com um leão rompente de azul,armado de púrpura e a bandeira enfiada em uma haste de ouro com os feros de sua cor; no segundo quartel as armas dos Vianas,, - em campo de ouro uma águia de sable estendida; no terceiro, em campo de azul, um sol com seus raios; no quarto, um campo de góles, quatro faxas de ouro onduladas.

CRIAÇÃO DO TÍTULO: Baronesa por decreto de 19 de Julho de 1872

Armas da Titular- Adenda e correção

1º quartel. - Acha-se desenhada uma bandeira de parta, com um leão de azul. Difícil fixarem-se, com certeza absoluta, os atributos das armas deste 1º quartel. Isto porque, referindo-se elas aos Bandeira, podemos encontrar, em Santos Ferreira, estas informações: Gonçalo Pires Bandeira trazia, em campo de goles, uma bandeira de ouro, franjada de prata, carregada de um leão de azul, armado e lampassado de vermelho, a haste de ouro guarnecida de prata. Já os descendentes de Gonçalo Pires Bandeira ostentavam em campo de goles, uma bandeira de prata franjada de ouro, carregada de um leão de púrpura armado e lampassado de goles, e a haste de ouro guarnecida de prata.Em Vilas-Boas e Sampaio vamos colher esclarecimentos de que os Bandeira procedem de Gonçalo Pires que, em 1433, no tempo do rei D. Afonso V, numa refrega com os castelhanos, tomou a bandeira real português das mãos do castelhano de nome Sotomaior, entregando-a ao Príncipe D. João. Este para recompensar Gonçalo Pires de seu ato heróico, concedeu-lhe o apelido de Bandeira, e, por armas, "em campo vermelho huma bandeira de prata, com um leão de negro dentro dela, com as franjas e asteas de ouro". Vemos, pois, que a composição do desenho obedeceu ao que assinala Vilas-Boas e Sampaio. Parece-nos, por isso, que  deveriam ser estas as armas do 1º Quartel do brasão da Baronesa de Alenquer.3º quartel. - Segundo a descrição, este quartel traz um sol de ouro, mas no desenho está representado como sendo de prata.4º quartel. - Estão descritas "quatro faxas de ouro onduladas", mas é preferível dizer-se "quatro faxas ondadas de ouro".

Colaborador: Paulo Marcelo Rezzutti

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ALENCAR

O barão de ALENCAR foi Leonel Martiniano de Alencar que nasceu na cidade do RJ a 5 de Dezembro de 1832.Era filho de senador José Martiniano de Alencar, romancista e poeta.Bacharel em ciências jurídicas e sociais pela Academia de SP em 1853; entrou logo para a carreira diplomática, como adido à Legação em Montevidéu, donde passou a outros cargos, até o de Ministro Plenipotenciário em diversos paises.Do Conselho de SM é Cavaleiro da Imperial Ordem da Rosa e de Cristo, Comendador de Isabel a Católica e de Cristo de Portugal.Nomeado Adido de 1ª classe em 1854, percorreu toda a carreira diplomática, sendo em 1881 elevado a Enviado Extraordinário e Ministro Plenipotenciário, tendo servido nas Legações do Brasil no Estado Oriental,Áustria, Estados Unidos, República Argentina (duas vezes), Alemanha,Venezuela, Bolívia e Espanha.Exerceu o cargo de Auditor de Guerra da Divisão Auxiliadora do Brasil em, Montevidéu, durante o ano de 1854 e era então adido de 1ª classe junto a Legação no Estado Oriental.Desempenhou durante o ano de 1884, cumulativamente as duas Legações no Estado Oriental e República Argentina,Em 1888 representou o Império como Plenipotenciário na abertura do Congresso de Direito Internacional Privado que se reuniu em Montevidéu.Foi deputado à Assembléia Geral pelo Alto Amazonas na 14ª legislatura de 1869-1872.Militou desde estudante na imprensa e publicou grande número de trabalhos literários, científicos e diplomátícos. Membro do Circulo Literário da Paz (Bolívia) desde 1878.Sócio correspondente da Sociedade de Geografia de Lisboa  (1884); Sócio Benemérito do IHGB (1889); Sócio remido e Benemérito da Sociedade de Geografia do RJ (890); Membro Honorário do Instituto Geográfico Argentino (1889).Sócio correspondente do Instituto Histórico do Ceará e do de SP

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ALFENAS  

1º barão de Alfenas

fonte: AGB

saber mais, clique na figura

"Retrato executado sobre um ambrotype em junho de 1879 por especial encomenda do Reverendo Padre João Ribeiro Maia, vigário colado desta freguesia.". Quadro executado pelo pintor N.Fachinetti.Este quadro existe na Igreja de São Tomé das Letras, Minas Gerais.

O primeiro barão de ALFENAS foi  Gabriel Francisco Junqueira que faleceu na Província de Minas Gerais em 1869. Deputado pela província de MG na 2ª legislatura de 1830 a 1833 e na 3ª de 1834 a 1837.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo.

Adendas

Adenda: Anibal de Almeida Fernandes, 7o neto de Manoel Gonçalves da Fonseca e Antonia da Graça (3 Ilhoas).

Gabriel Francisco Junqueira - agraciado com o título de Barão de Alfenas, pelo Decreto de 11/10/1848, registrado no Livro VII, página 110, do Arquivo Nacional. Título de origem toponímica, tomado ao município do mesmo nome, em Minas Gerais. O Barão é o sétimo e último filho de João Francisco Junqueira que é o Patriarca da Família Junqueira, nascido na freguesia de São Simão da Junqueira, Termo de Barcelos, Arcebispado de Braga, em Portugal, bat. a 14/11/1727 e falecido a 5/4/1819 em São Tomé das Letras, MG. João Francisco emigrou para o Brasil em meados do século XVIII e se radicou em São João d’El Rei, onde se casou, a 16/1/1758, com Helena Maria do Espírito Santo, bat. a 16/6/1737, filha de Maria Tereza de Jesus em seu 1o casamento, em 1728, com Inácio Franco. Helena Maria é neta de Manoel Gonçalves da Fonseca e de sua mulher Antonia da Graça (3 Ilhoas). Enriquecido com a mineração de ouro, comprou a fazenda Favacho com 9.000 alqueires em 1764 da viúva do Cel. José Vieira de Almeida, que foi o fundador da Favacho. João Francisco e Helena Maria pelo Inventário a 1/2/1811, Caixa 80, fl. 23, Museu Regional de São João d´El Rei tiveram 7 filhos: Cap. João Francisco, Padre Francisco Antonio, Maria Francisca, Alferes José Francisco, Ana Francisca, Genoveva Francisca e Gabriel Francisco, o Barão de Alfenas, nascido em 1782, na fazenda Campo Alegre, às margens do Rio Verde, em São Tomé das Letras, distrito de Encruzilhada, Baependi, MG. O Barão de Alfenas é bisneto do casal Manoel Gonçalves e Antonia da Graça (3 Ilhoas de Minas Gerais) que são meus 7os avós. O Barão foi deputado por Minas Gerais, na legislatura de 03/05/1831 a 06/10/1833 e, novamente, na legislatura de 03/05/1834 a 31/10/1836. Envolveu-se nos movimentos políticos de 1842 (revolta de Sorocaba) e foi, por três vezes, processado e absolvido. Muitas famílias mineiras ficaram solidárias com os revolucionários paulistas, arregimentando-se ao lado do Barão de Alfenas, chefe dos liberais.Viveu em sua fazenda Campo Alegre, tendo sido o iniciador da criação dos cavalos da raça Manga Larga (Laurênio Lago, Acréscimos, 88). Na Igreja de São Tomé das Letras, MG, existe um retrato a óleo do Barão de Alfenas, mandado fazer em junho de 1876, pelo padre João Ribeiro Maia, vigário daquela freguesia. Casado, a 11/6/1808, com Ignácia Constança de Andrade, filha de José de Andrade Peixoto e de Maria Vitória do Nascimento. O Barão de Alfenas e sua mulher tiveram 10 filhos: Helena Nicésia (c.c. Francisco Ribeiro Junqueira, n. 29/6/1841 em Christina, MG, agraciado com o título de Barão de Christina, Dec. 25/9/1889), Francisco Gabriel, Ana Gabriela, Antonio Gabriel, Mariana, Maria Rita, Genoveva, Rita de Cássia, Joaquim Thiburcio, João Procópio.

O Barão faleceu a 18/1/1868 e foi enterrado na Igreja de São Tomé das Letras que acabara de construir.

Colaboradores/Fontes: Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e A.H. Cunha Bueno - Verbetes: Alfenas, Barão; família Junqueira. Anibal de Almeida Fernandes - Fonte A Família Junqueira de Frederico de Barros Brotero; Anuário Genealógico Latino, Vol. 4; Anuário Genealógico Brasileiro: 1o Anno e IX Ano; Revista Genealógica Latina, Vol. XII; Crônica de Outrora de Antonio de Almeida Prado; Adendas de Francisco Osório de Oliveira, trineto do barão, Dicionário das Famílias Brasileiras A.H. Cunha Bueno; Titulares do Império, Carlos Rheingantz, 1960, Helvetia Pólo Internacional, Julho, 2004. Fontes: Lendas e Tradições da Família Junqueira de Adélia Diniz Junqueira Bastos; As Três Ilhoas - Tronco dos Junqueiras - de José Guimarães, Vol. 1, pág. 183; Nossas Origens - Genealogia Junqueira de Odete Diniz Junqueira. Família Junqueira José Américo Junqueira de Mattos, pgs: 1311 a 1442. www.jbcultura.com.br

http://br.geocities.com/projetocompartilhar3/joaofranciscojunqueira1819helenamariadoespiritosanto1810.htm

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ALFENAS

2º barão de Alfenas

O segundo barão de ALFENAS foi José Dias de Gouveia que e era capitão da Guarda Nacional.

 Adendas

JOSÉ DIAS DE GOUVEIA - agraciado com o título ( Dec 07.11.1882 ) de 2º Barão de Alfenas. Nascido cerca de 1814 em Minas Gerais e falecido em 15.08.1898 em S. Francisco de Paula do Machadinho, então distrito de Alfenas, hoje cidade de Gimirim-MG. Abastado fazendeiro e lavrador. Juiz de Paz e delegado suplente de Alfenas.

Colaboradora:

Regina Cascão - Fonte: Dicionário das Famílias Brasileiras, de Carlos Eduardo Barata e AH Cunha Bueno.  Verbete: Dias de Gouveia

Regina Cascão - figura do barão. Fonte: Galeria de Prefeitos - http://www.pocofundo.mg.gov.br

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